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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Basta de tanto acidente

O atropelamento de avó e netos ontem em Tires e o grave acidente entre um ligeiro e um pesado próximo de Vila Velha de Ródão justificam que se volte ao tema dos acidentes [a que se deve juntar o acidente mortal da semana passada na Av. Infante D. Henrique, entre a Estação Fluvial e o Ministério das Finanças].

E que se volte com um apelo ao Governo, aos deputados, aos autarcas, aos responsáveis pelas estradas nacionais, enfim, a quem manda; a quem pode alterar leis, a quem pode zelar pelo bom estado das estradas, a quem, por força da posição que ocupa, por já ter dedicado muitas horas a pensar nisto, pode ter algo a dizer que contribua para inverter uma situação que parece indomável e que se traduz em números estupidamente elevados de mortos e feridos. Reforço estupidamente elevados.

É preciso inverter a situação!

Somos, seguramente, um país de maus condutores. Melhore-se o ensino da condução, exija-se mais às escolas. Somos de cometer excessos, desde logo de velocidade. Vigie-se a sério. Em vez da caça à multa fácil na auto-estrada, onde o limite até é capaz de ser baixo, vigie-se pedagogicamente. E puna-se com mais severidade as manobras perigosas. Nas povoações, como no interior das cidades, introduza-se semáforos dissuasores da velocidade. Arranje-se as estradas e as ruas das cidades bermas altas e buracos são ratoeiras perigosas. Vigie-se mais o parque automóvel e as empresas a quem compete certificar a segurança dos carros. E dos autocarros de passageiros. E dos carros das obras, uns e outros tantas vezes refugo de países mais desenvolvidos.

Como pode haver, por essas cidades, tanta passadeira por pintar? Como pode haver, por essas estradas, tanto risco contínuo por pintar e tantos que já foram nítidos e agora estão apagados apesar da sua importância? Quem assume tanta negligência? E os sinais de trânsito que faltam, os que estão escondidos por um arbusto ou os que não correspondem à realidade: quem se responsabiliza? E as obras mal planeadas, extensas e deficientemente sinalizadas: quem responde? E muito, muito mais.

E, na base de tudo, não esquecer: civismo. Lições de civismo desde cedo. Para que ninguém se sinta um herói superior ao volante, capaz de tudo levar à sua frente. Civismo. Para respeitarmos o outro e lhe darmos prioridade. Civismo. Para não apitarmos quando vemos alguém em dificuldade. Civismo. Para deixarmos de ser estúpidos e baixarmos o número de mortes e feridos na estrada 1.

Tudo o que se diz no artigo é verdade, mas ainda insuficiente. Pergunta-se: aqueles atropelamentos (em Lisboa e em Tires) não se deram exactamente em cima de passadeiras para peões? Então, não basta corrigir o posicionamento da sinalética e semafórica do trânsito citadino. Há que dar uma clara prioridade à circulação pedonal e introduzir medidas efectivas de acalmia do trânsito 2.

1. Ler José Leite Pereira IN http://jn.sapo.pt/2007/11/06/preto_no_branco/basta_tanto_acidente.html

2. Ver também os links dos artigos http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/11/acalmia-de-trnsito.html e http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/10/passadeiras-de-pees.html

publicado por Sobreda às 17:26
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1 comentário:
De Fernando Penim Redondo a 7 de Novembro de 2007 às 22:48
Para vossa informação:

Carta Aberta ao Senhor Presidente
da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária



Exmo Sr.

A extraordinária concentração de acidentes graves, e "espectaculares", nos últimos dias tem motivado uma enorme cobertura mediática e desencadeado todo o tipo de especulações e aproveitamentos. São factores que propiciam estes fenómenos:

- a violência dos acidentes que inclui, em certos casos, o desmembramento dos corpos das vítimas
- o envolvimento de idosos e crianças e a existência de relações de parentesco entre as vítimas
- o número de vítimas e as circunstâncias em que os acidentes se verificaram

Todos estes aspectos têm sido glosados nos meios de comunicação, muitas vezes de forma sensacionalista, e são aproveitados por alguns para gerar um ambiente social marcado pelo alarmismo embora a coincidência dos acidentes no tempo não tenha qualquer significado estatístico.
Publicita-se o número de mortos e feridos, refere-se a hora matutina a que as vítimas se levantaram para ir trabalhar, divulga-se o percurso da excursão e a sua passagem por Fátima, menciona-se aspectos da vida privada dos atingidos. Tudo isto desencadeia no público emoções compreensíveis mas não as reflexões necessárias.

Não têm surgido descrições objectivas e explicações racionais para o que realmente aconteceu. "As causas do acidente estão a ser estudadas" e, como vem sendo hábito, acabarão por nunca ser claramente enunciadas para o grande público. Essa lacuna abre campo a todas as teorias fantasiosas, reforça o clima de insegurança e não ajuda desenhar as medidas que poderiam prevenir os futuros acidentes.

Na prevenção dos acidentes rodoviários o mais importante é o "como" e o "porquê" e não o "quem". As causas e não as culpas. Não é possível prevenir o que se desconhece ou aquilo que não se compreende.

Torna-se assim imperioso que alguma instituição oficial competente, por exemplo aquela a que preside V. Exa., ponha cobro a esta indefinição e avance com relatórios, para cada um dos acidentes, em que fiquem claramente estabelecidos:
- os aspectos factuais, apurados e confirmados, das circunstâncias do acidente
- os factores propiciadores ou causadores do acidente e o grau da sua influência
- as medidas em curso, ou planeadas, para responder aos factores que intervieram no acidente

Estes relatórios deveriam tornar-se obrigatórios sempre que há vítimas graves e ser publicados e acessíveis a todos os cidadãos através da internet.
Não só ajudariam a esclarecer os acidentes ocorridos mas também educavam os cidadãos para se precaverem relativamente aos factores de risco.

http://radares50-80.blogspot.com/

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