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Domingo, 31 de Maio de 2009

Polémica urbanística no Rato

Em Novembro do ano passado a CML rejeitou pela segunda vez a proposta de emissão de uma licença de construção de um edifício projectado por Aires Mateus e Frederico Valsassina, para a esquina do Largo do Rato.

O edifício a construir situar-se-ia junto a uma das saídas do Metro, no gaveto formado pelas ruas do Salitre e Alexandre Herculano, na confluência da Escola Politécnica, onde hoje se localiza uma fonte, em cujas traseiras se encontra edificada a sinagoga de Lisboa.

 

 

Os promotores deste projecto para o Largo do Rato terão assim processado a CML e os vereadores que entretanto rejeitaram a licença de construção do edifício, por, segundo um administrador da empresa de investimentos imobiliários, “nenhum dos 11 vereadores que mantiveram o indeferimento apresentou qualquer razão válida para o projecto não ser licenciado”.
“Avançámos com um processo contra cada um deles, além do processo contra a CML pelo não licenciamento”, adiantou o responsável, realçando que se está “a falar de uma área de 5.000 metros quadrados numa das zonas mais nobres de Lisboa”.
O vereador do Urbanismo diz que a CML “aguarda ser ouvida neste processo”. Terá também sido da sua autoria a proposta para emissão de licença de construção e de, em anteriores declarações, ter afirmado que o pelouro que tutela “não teve hesitações” quanto à qualidade do projecto e que este “cumpre todos os regulamentos” 1.
O Fórum Cidadania Lx manteve durante algum tempo uma petição contra a volumetria do projecto, o qual acabaria por ser entregue na A.R. em 18 de Setembro do ano transacto 2.
 
1. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=137063
2. Ver http://cidadanialx.blogspot.com/2008/09/lisboa-4651-subscrevem-petio-salvem-o.html
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publicado por Sobreda às 21:07
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A Juventude também luta!

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publicado por Sobreda às 09:27
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Basta de políticas de direita!

O desemprego, em sentido restrito, atingiu, no último trimestre de 2008, 7,8% do total da população activa e, em sentido lato, atingiu 574.200 trabalhadores, 10,1% da população activa. No mesmo período, 882 800 trabalhadores tinham um contrato a prazo e o trabalho precário atingiu 32% do total do emprego por conta de outrem. Para agravar a situação, e de acordo com a Eurostat, os salários reais dos trabalhadores portugueses tiveram nos últimos quatro anos uma quebra acumulada de menos 1,5%.

Ainda segundo dados oficiais, dois milhões de portugueses têm um rendimento inferior a 366 euros por mês, o que torna Portugal no país mais desigual da União Europeia.
A grave situação que o País enfrenta, motivada pelos sucessivos governos de direita, repercute-se no sector primário da nossa economia (agricultura, silvicultura e pescas), que representa hoje apenas 2,4% do Valor Acrescentado Bruto Nacional. Só nos últimos quatro anos, por exemplo, foram abatidas 844 embarcações (cerca de 10,7% da frota pesqueira). Por outro lado, em igual período, as importações de produtos alimentares aumentaram 20,4%.

 

 

A crise tem responsáveis
● Foram o PS, o PSD e o CDS-PP que estiveram no Governo – dez anos de governo PSD/Cavaco, seis anos de governo PS/Guterres e dois anos de governo PSD/CDS-PP/Durão/Santana/Portas, quatro anos de Governo PS/Sócrates – e que constituíram maiorias na Assembleia da República e no Parlamento Europeu, ao longo dos últimos 23 anos;
● PS, PSD e CDS-PP estão de acordo quanto ao essencial das políticas da União Europeia:
 Aprovaram o federalismo, o neoliberalismo e o militarismo na UE;
 Aprovaram todos os tratados da CEE/UE (Acto Único, Maastricht, Amesterdão, Nice) e a proposta da dita «constituição europeia», agora transformada em «Tratado de Lisboa»;
 Aprovaram a livre e desregulada circulação de capitais, a liberalização dos mercados e a crescente financeirização da economia;
 Aprovaram a Política Agrícola Comum e a Política Agrícola das Pescas e as suas sucessivas reformas;
 Aprovaram o Pacto de Estabilidade e a Estratégia de Lisboa, com as suas consequências no desemprego, na redução dos salários, na desregulação das relações laborais, no corte do investimento na saúde, educação, entre outros;
 Aprovaram as liberalizações e privatizações dos serviços públicos;
 Aprovaram um alargamento da UE sem que fossem avaliadas as consequências para Portugal e garantidos os meios financeiros e os instrumentos adequados à defesa dos interesses nacionais;
 Aprovaram a liberalização do comércio mundial.
 
Portugal, ao fim de 23 anos, caracteriza-se por:
● Aumento do desemprego e da precariedade;
● Baixos salários, reformas e pensões;
● Crescente desregulamentação do horário de trabalho;
● Desrespeito pelos direitos dos trabalhadores;
● Aumento da dependência externa;
● Crescente endividamento externo;
● Domínio dos monopólios e crescente controlo da economia pelo capital estrangeiro; pelas maiores desigualdades sociais, índices de pobreza e de abandono escolar;
● Divergência económica com a média da UE;
● Crescentes assimetrias regionais e desertificação do interior do País.
 
23 anos depois de ter aderido à União Europeia, Portugal está hoje mais dependente, mais injusto e menos soberano.
publicado por Sobreda às 09:20
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Arraiais começam amanhã a colorir as ruas de Lisboa

 

A partir de manhã e até 30 de Junho a capital é invadida por cheiros, sons e cores que indicam a chegada de um dos eventos mais tradicionais das Festas de Lisboa: os arraiais. À semelhança dos outros anos, os dias fortes serão os fins-de-semana e os feriados.
Ao calor juntam-se as sardinhas, o manjerico e a música popular que se espalham pelas ruas da capital. É já amanhã que os arraiais dos Santos Populares tomam conta dos bairros históricos, onde 25 colectividades já têm tudo preparado para a festa.
O ritual vem desde a Idade Média e graças às organizações e à vontade popular, as festividades continuam com grande vitalidade. Há 18 freguesias prendadas com arraiais mas nem todas começam já amanhã. Aliás, como explicam os organizadores, os dias mais fortes são “os fins-de-semana e as vésperas de feriado de Junho”.
Apesar do primeiro arraial na zona de S. Vicente de Fora se realizar apenas no dia 9, um exército de voluntários já tem quase tudo preparado. O coordenador das festas populares d'A Voz do Operário, Vitor Agostinho, conta que no beco onde costuma decorrer a animação “as paredes já estão todas pintadas com desenhos naif de zonas emblemáticas da cidade”.
O mesmo acontece com o Centro de Cultura Popular de Santa Engrácia, responsável pelos arraiais naquela zona, onde apesar dos “bailaricos” só arrancarem dia 6, já foram ultimados os preparativos. “Ainda hoje [ontem] de madrugada estivemos até às 6 da manhã a embelezar o arraial”.
Todos estes locais têm formas diferentes de viver o Santo António. A Voz do Operário decidiu animar a rua com noites de fado. Vítor Agostinho explica que a ideia é ter “fadistas amadores, sem grandes nomes, para ter um arraial calminho”.
No ringue do Clube Sportivo de Pedrouços, na zona de Santa Maria de Belém, também “já está tudo decorado. Já temos bandeiras, festão, luzes e manjerico, só falta umas palmeiras”, conta o seu vice-presidente.
Já a estratégia do Club Sportivo de Pedrouços passa por ter um "bom preço" nas sardinhas: "80 cêntimos". Assim, Vítor Santos acredita que o arraial "vai ficar cheio, porque vem tudo de Alfama para comer aqui uma sardinhada".
Apesar de todos quererem um “ambiente familiar” para os seus arraiais e reconhecerem que estes só são possíveis devido a uma solidariedade bairrista, tal não significa que os forasteiros sejam indesejados. Todos os organizadores revelam que “vem sempre muita gente de fora” 1.
Também em Telheiras, a A.R.T. está a começar a organizar um convívio popular - sardinhada, claro - no próximo dia 26 de Junho. Por isso, quem gosta de arraiais basta escolher um local ou então seguir o mais fiel dos sinais: o cheiro a sardinha! Conviva!
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1249286&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 09:08
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Sábado, 30 de Maio de 2009

Iniciativas de campanha da CDU, dias 30 e 31 de Maio

 

Sábado, dia 30:
- 10h30: Zona Centro, São Paulo, visita à Freguesia com Inês Zubber, vereadora da CML.
- 9h30 até 13 horas: Z. Ocidental, Alcântara (Lg. Calvário e Lg. Alcântara). Com distribuição de materiais, com Miguel Tiago, deputado e candidato à CML.
- 9h30 /13 h: Z. Ocidental, Stº. Condestável e Ajuda. Mercados do Santo Condestável e da Boa Hora, com Carlos Carvalho, vereador da CML.
- 10h00: Z. Ocidental, Campolide (junto da J.Freguesia) - contacto com a população, com Carlos Moura, vereador da CML.
- 10h00: Z. Norte, Benfica / Bº da Boavista - contacto com a população, com Manuel Figueiredo, vereador da CML.
- 10h00: Z. Norte, São Domingos de Benfica / Estrada Benfica, com Tiago Mota Saraiva, deputado municipal.
- 10h00: Z. Norte, N. Senhora de Fátima / Bairro de Santos, com Ana Páscoa, deputada municipal.
- 10h30: Z. Norte, Lumiar, com João Saraiva e Sobreda Antunes, deputados municipais.
- 12h30: Z. Ocidental, Santos, com Modesto Navarro, deputado municipal.
- 15h00: Z. Norte, Campo Grande / Bº da Qtª. da Calçada, com Anabela Dinis.
- 15h00: Z. Norte, Charneca - visita a bairros, com Carlos Carvalho, vereador da CML.
- 15h00, na Zona Oriental, Festa-Comício na Praça Paiva Couceiro, F. de São João, com Ruben de Carvalho e Cláudia Madeira.
 
Domingo, dia 31:
- 10h00: Z. Norte, Ameixoeira / Galinheiras, com Carlos Moura, vereador da CML.

 

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publicado por Sobreda às 00:32
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Milhares de desempregados foram eliminados dos ficheiros do IEFP

Segundo o IEFP, o desemprego registado em 30.4.2009 atingiu 491.635, ou seja, mais 23,7% do que em Abril-2008. Apesar deste elevado crescimento, este número só não é muito maior porque todos os meses o IEFP elimina dezenas de milhares desempregados dos seus ficheiros. Por trás de cada eliminação está uma pessoa, quando não mesmo uma família, em grandes dificuldades.

Numa intervenção que fez durante num programa realizado no dia 20.5.2009, em que também participamos (o vídeo desse programa está disponível no ‘site’ da RTP), o presidente do IEFP afirmou que o Instituto tinha eliminado, durante o ano de 2008, 535.656 desempregados dos seus ficheiros (deu médias mensais, mas com elas facilmente se calculou valores anuais). E as razões que apresentou para justificar a eliminação de tão elevado número de desempregados são várias, sendo as mais importantes duas: as auto-colocações (24,6% do total) e as eliminações de desempregados que não responderam às notificações (cartas) enviadas pelo IEFP (51,6%, do total).
Em relação às auto-colocações registadas em 2008 - 132.000 desempregados segundo o IEFP - correspondem ao dobro das colocações feitas pelo IEFP no mesmo ano. Em 2008, o IEFP conseguiu arranjar emprego para apenas 64.521 desempregados que estavam inscritos nos Centros de Emprego, o que corresponde somente a 48,9%, ou seja, a menos de metade das auto-colocações verificadas em 2008. A ser verdade o número de auto-colocações o mínimo que se poderá dizer é que o IEFP tem uma muito baixa produtividade neste campo.
Relativamente, aos 276.000 desempregados que o presidente do IEFP afirmou terem sido eliminados dos ficheiros com base no facto de não terem respondido à notificação (carta), o mínimo que se poderá dizer é que uma decisão insólita e muito conveniente para baixar artificialmente o número de desempregados. A carta nem é registada (a CGTP fez uma proposta para que, pelo menos, a carta fosse registada, mas o presidente do IEFP recusou), portanto nem se tem a certeza que ela foi recebida pelo desempregado, e sem qualquer outro aviso elimina-se o desempregado do ficheiro considerando que ele já não está nessa situação.
Em 2009, só no período de Janeiro a Abril de 2009, já foram eliminados, pelo mesmo processo, 143.648 desempregados dos ficheiros do IEFP, o que contribuiu para reduzir significativamente os dados do desemprego registado divulgados mensalmente pelo IEFP.
A mentira continua a ser um instrumento de manipulação da opinião pública. Na sua intervenção num programa televisivo, também disse duas grandes mentiras. A primeira que utilizo “dados de Eugénio Rosa” (foram as palavras que utilizou), procurando dar a ideia que “fabrico” dados.
Os dados que utilizo sobre desemprego são sempre dados oficiais do INE e do IEFP que qualquer leitor pode ter acesso através da Internet. A segunda grande mentira é que os critérios que o IEFP está a utilizar para eliminar desempregados dos ficheiros foram aprovados pela CGTP. Os critérios constam de uma ‘Norma Interna’ aprovada pelo Conselho Directivo do IEFP no qual a CGTP não participa.
A falta de credibilidade dos dados sobre o desemprego registado divulgados mensalmente pelo IEFP exige, pelo menos, duas medidas imediatas:
a) Que seja realizada uma auditoria externa independente, não ao chamado “apagão” que é apenas a ponta do “iceberg,” mas sim aos critérios utilizados e à sua aplicação pelo IEFP para eliminar dos seus ficheiros, todos os meses, dezenas de milhares de desempregados que se inscreveram nos Centros de Emprego;
b) Que passe a constar da Informação que o IEFP divulgada todos os meses, também o número de desempregados que são eliminados dos ficheiros assim como as respectivas razões.
O IEFP, que é um instituto público pago com uma percentagem dos descontos dos trabalhadores para a Segurança Social, não pode ser um instrumento utilizado pelo governo para manipular e enganar a opinião pública sobre o desemprego.
É necessário conhecer os verdadeiros números do desemprego no nosso País para que sejam aplicadas medidas adequadas de combate ao desemprego, pois as aprovadas até a este momento pelo governo têm sido manifestamente insuficientes, já que os seus efeitos são reduzidos como rapidamente se conclui face ao aumento vertiginoso do desemprego em Portugal.
 
Ler o estudo “Presidente do IEFP afirma que foram eliminados 535.656 desempregados dos ficheiros em 2008” do economista Eugénio Rosa
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publicado por Sobreda às 00:20
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Candidatos da CDU em campanha

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publicado por Sobreda às 00:14
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EMEL acusada de concessionar serviços públicos a empresa privada

Segundo um relatório do TC, o contrato entre a Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) e a empresa privada StreetPark “encontra-se ferido de ilegalidade”, porquanto uma empresa municipal não pode concessionar um serviço público nem “mandatar terceiros para, em seu nome e no seu interesse, exercerem a actividade para que foi criada”.

Nesse sentido, entende o TC, se o município pretender “encarregar privados da exploração do estacionamento na área do eixo central este poderá, obtida a devida autorização da Assembleia Municipal, proceder à concessão desse serviço, mediante concurso público”.
A administração da EMEL alegou que o acordo com a SPark “não é susceptível de ser considerado como um contrato de concessão, mas sim como um contrato de prestação de serviços”, para a manutenção de parquímetros, recolha de receitas dos equipamentos e apoio à fiscalização.
A EMEL argumentou ainda que continua a ser a única responsável pela gestão do estacionamento e que a SPark é remunerada pelo serviço que presta à empresa municipal, garantindo que os “movimentos alheios ao contrato” detectados na conta titulada pela SPark para depósito das receitas de estacionamento “foram regularizados imediatamente”, não resultando “qualquer dano ou prejuízo”.
Mas o relatório do TC coloca também em causa a legalidade de a SPark realizar uma “primeira triagem” do incumprimento do pagamento em vez de participar as infracções aos fiscais da EMEL e às autoridades policiais. Por outro lado, o contrato com a SPark não prevê a fiscalização dos limites os períodos de parqueamento, não assegurando dessa forma o cumprimento do estabelecido no regulamento das zonas de estacionamento de duração limitada”.
O TC considera ainda que a utilização de meios on-line pela SPark não se encontra devidamente enquadrada do ponto de vista legal e que o controlo interno “é deficiente ao nível da cobrança e da arrecadação da receita”.
Por isso, o TC insiste em recomendar que a EMEL elimine de imediato essas “ilegalidades” na reponderação contratual com a SPark, pois o contrato entre a EMEL e a SPark, para a gestão de parquímetros e recolha de taxas na zona central da cidade, é considerado ilegal pelo Tribunal de Contas.
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090528%26page%3D23%26c%3DA
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publicado por Sobreda às 00:09
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Assembleia Geral de Inválidos do Comércio

De acordo com os preceitos estatutários foi convocada a Assembleia Geral de Inválidos do Comércio a reunir-se no dia 30 do corrente, às 13h30, na sede da instituição, na Rua Alexandre Ferreira, 48-A, em Lisboa, em primeira convocação, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Estratégia de desenvolvimento de Inválidos do Comércio e suas implicações no que se refere ao Património.
2 - Alienação do espaço da Casa de Repouso Possidónio da Silva.
3 - Alienação do Edifício do Hotel Portugal, sito em Lisboa, na Rua João das Regras, 4 a 4-H.
 
 
Se é sócio, participe.
publicado por Sobreda às 00:07
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Tiroteio na ex-Musgueira

A PJ deteve um homem que atingiu outro a tiro após um confronto durante um jogo de futebol no bairro da Musgueira, em Lisboa, do dia 20 de Abril.

No final do jogo, o agora detido foi ao carro buscar uma pistola de 9 mm e disparou vários tiros contra o seu opositor, tendo-o atingido numa perna e ferindo num braço outro homem. Trata-se de uma prática recorrente naquela zona do Alto do Lumiar.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1247369&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 00:02
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Telheiras vai receber a CDU dia 30.06.2009

Visite o sítio da CDU nacional 
 

Sábado, dia 30 de Maio, às 10h30.
 
A CDU vai estar em visita ao bairro de Telheiras, numa iniciativa inserida na campanha para as próximas Eleições Europeias de 07/06/2009.
 
Participam João Saraiva responsável pelo Grupo Municipal do PCP e Sobreda Antunes pelo Grupo Municipal de “Os Verdes”, ambos da Assembleia Municipal de Lisboa.
 
Ponto de encontro: Esplanada da Quinta de S. Vicente, na Rua professor Francisco Gentil.
 
Participa e traz outro amigo também !
publicado por teresa roque às 11:05
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Candidatura do Bairro Padre Cruz ao QREN e outros projectos

A CML aprovou esta 4ª fª a elaboração de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para a requalificação do Bairro Padre Cruz. O projecto envolve a construção de 908 fogos, dos quais 783 para realojamento.

Está prevista também a construção de uma residência assistida para idosos, uma creche e de espaços para novas actividades económicas de apoio ao auto-emprego.
A elaboração da candidatura foi aprovada em reunião pública do executivo municipal com a abstenção do movimento Lisboa com Carmona, Cidadãos por Lisboa e PCP e os votos favoráveis do PS e do vereador independente.
A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa congratulou-se com a candidatura, depois do seu ‘protesto veemente’ contra o abandono desta candidatura a favor de uma outra elaborada pela empresa municipal Gebalis, que previa a construção de equipamentos em diversos bairros da cidade.
A reabilitação do Bairro Padre Cruz é uma das intervenções prioritárias identificadas no Plano Local de Habitação (PLH), frisou, destacando a importância do envolvimento dos moradores no processo. “Não foi por vossa excelência ter reclamado que se juntaram as candidaturas”, respondeu a vereadora da Habitação.
Para o vereador comunista Ruben de Carvalho, “o processo por detrás desta candidatura é no mínimo atabalhoado”, referindo-se à mesma alteração de planos. Ruben de Carvalho lamentou que “a três dias de apresentar a candidatura” os parceiros ainda não estivessem definidos e sobretudo contestou que a Junta de Freguesia de Carnide (CDU) seja excluída dessas parcerias.
O vereador do Urbanismo afirmou que a requalificação do Bairro Padre Cruz é “viável mesmo sem a candidatura ao QREN”. O projecto prevê um investimento total de 143.466.910 euros, dos quais 22.836.099 euros financiados pelo QREN.
A CML aprovou também o envio para a Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR -- LVT) do plano de pormenor das Amoreiras. O plano permite a substituição integral de vários edifícios na Rua de Campo de Ourique e obras de ampliação noutros, desde que preservadas as fachadas principais.
Recuperar a frente da Rua Maria Pia e quarteirões adjacentes, alinhar fachadas dos edifícios e as cérceas ao longo da Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, restringir o estacionamento para promover a utilização dos transportes colectivos e definir com o Metropolitano a localização da nova estação das Amoreiras são outros dos objectivos do plano.
A área de intervenção do plano tem pouco mais de 130 mil metros quadrados entre o Bairro de Campo de Ourique e o Complexo Torres das Amoreiras, abrangendo as Freguesias de Santa Isabel e Santo Contestável.
Foi ainda aprovada a celebração de um contrato de planeamento para a elaboração do plano de pormenor do Alto dos Moinhos.
A elaboração do plano a uma empresa com “interesses imobiliários na zona”, sob supervisão da CML, foi criticada pela vereadora comunista Rita Magrinho e pela vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa, que entendem que a autarquia não deve prescindir da competência de elaborar aqueles instrumentos urbanísticos.
Com efeito, o Plano será elaborado pela autarquia em conjunto com a Irgossai, empresa do grupo Carlos Saraiva que detém parte dos terrenos.
 
Ver http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/517280
publicado por Sobreda às 01:38
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Continuam a faltar clínicos para 700 mil cidadãos

As 170 novas Unidades de Saúde Familiar, pequenos centros de saúde de proximidade, permitiram, em três ano e meio, que mais dois milhões de pessoas tivessem médico de família mas estes profissionais continuam a faltar a 700 mil cidadãos.

Os números foram avançados 3ª fª à noite, em Lisboa, por especialistas do sector da Saúde na IV Tertúlia do Alto, sobre ‘Cuidados de Saúde Primários’, que terminou na passada madrugada.
O coordenador da Unidade de Missão de Cuidados de Saúde Primários revelou que, em três anos e meio de reforma dos cuidados de saúde primários, foram criadas 170 Unidades de Saúde Familiar (USF). Das 250 candidaturas aceites - de um total de 309 apresentadas voluntariamente - aguarda-se a entrada em funcionamento de mais 80 USF.
Mas há distritos que continuam sem Unidades de Saúde Familiar, “pequenos centros de saúde de proximidade”, por haver, entre outros motivos, “poucos médicos que têm uma carga de trabalho muito grande”.
Também a presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos apontou as fragilidades da reforma, salientando a “desigualdade de acesso ao médico de família integrado na USF”. Assim, 700 mil doentes não beneficiam destes profissionais.
A médica alertou ainda para o facto de 73% dos médicos de família terem idade de pré-reforma, entre 50 e 60 anos, e para os atrasos no pagamento dos incentivos.
O número real de pessoas sem médico de família não é consensual para a tutela ministerial. Na lista de pessoas sem médico de família, que continua por concluir, segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, apenas constarão as que não têm acesso ao médico de família por opção.
A reforma dos cuidados de saúde primários prevê igualmente a criação de unidades de saúde pública, de cuidados especializados e de cuidados para a comunidade (saúde escolar, ocupacional, atendimento domiciliário...). Não foram indicados prazos para a sua concretização.
 
Ver http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/517033
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publicado por Sobreda às 01:15
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Projecto para Terreiro do Paço criticado devido à adjudicação directa

 

O arquitecto responsável conceptual pelo estudo prévio para o novo projecto para a Praça do Comércio/Terreiro do Paço fez, na 3ª fª à noite, a fundamentação da proposta no auditório da Ordem dos Arquitectos, que encheu para debater o tema, numa cerimónia que resultou de uma parceria entre a Secção Regional Sul da Ordem e a Sociedade Frente Tejo, que adjudicou o trabalho.
Após a apresentação e fundamentação do projecto, auxiliada pela projecção de diapositivos, foi aberto um espaço de perguntas e respostas onde foram ouvidos elogios e críticas ao trabalho, designadamente quanto ao facto de não ter sido aberto um concurso público para a sua adjudicação.
O primeiro dos arquitectos a intervir sublinhou que, apesar da Sociedade Frente Tejo “ter legitimidade legal para fazer ajustes directos”, deveria ter sido aberto um concurso público para o projecto. “Estes regimes de excepção têm sido criados ao longo dos tempos a reboque de acontecimentos com legitimidade social [como o centenário da instauração da República] mas não cumprem a ética e a deontologia. Andamos a construir Portugal ao ritmo de cada festa que vai existindo”.
Esta crítica, que viria a ser acentuada por outros presentes, foi de imediato dirimida pela presidente da Secção Regional Sul da Ordem, que moderava o debate, alegando que deveria ser aproveitado o tempo para discutir e analisar os pormenores do projecto.
Também o responsável pela Frente Tejo não quis debater este assunto, alegando que quando tomou posse na sociedade já o projecto tinha sido contratado.
A resposta levou outro arquitecto a contrapor que, apesar de a decisão já estar tomada quando assumiu posse como presidente da Sociedade, tinha o poder de revogar o que já estava contratado, recebendo como resposta: “A decisão não foi minha. Mantive-a porque tenho toda a confiança pessoal e profissional”.
O debate em torno do estudo prévio do novo projecto assumiu a seguir a esta polémica uma vertente mais histórica e técnica com elogios e críticas ao projecto.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=136454
publicado por Sobreda às 01:03
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

CDU, por uma vida melhor !

 

O período eleitoral está agora em marcha. Mas a campanha e a propaganda da CDU há muito estão na rua, no país e em Lisboa. Telheiras não é excepção!

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publicado por Sobreda às 00:57
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SGAL propõe-se a ‘arremprar’

A Sociedade Gestora da Alta de Lisboa vai lançar a opção de ‘arremprar’, que junta o arrendamento com a possibilidade de comprar o imóvel, conceito que permite fazer um ‘upgrade’ ou um ‘downgrade’ ao apartamento que se está a comprar.

Lançado ontem, 3ª fª, este conceito comercial de imobiliário conjuga o arrendamento com a possibilidade de comprar o imóvel até ao 60º mês de contrato. “Não deixa de ser um contrato de arrendamento que dá ao arrendatário a possibilidade de a qualquer altura ao longo do contrato comprar a casa onde habita utilizando para a compra uma parte do pagamento das rendas que efectuou”.
Para o director comercial da empresa, este conceito até não é novo, mas tem algo que o diferencia de outros contratos de arrendamento como o facto de o titular poder ceder a sua posição contratual mesmo sendo um contrato de arrendamento. Ou seja, “se a determinada altura, ele não quiser exercer a sua opção de compra, mas também não quiser comprar a casa onde mora por qualquer razão pode ceder a sua posição contratual a terceiros e serem estes a exercer a opção de compra”.
Neste conceito de contrato, “se a família cresceu, a pessoa quer comprar um apartamento maior pode exercer uma opção de compra sobre uma outra fracção da SGAL, uma outra tipologia com mais quartos ou com menos quartos”.
O ‘arremprar’ lançado ontem pela SGAL, aplica-se às cerca de 200 casas T1 a T5 que a sociedade tem à venda e nas construções futuras. Mas claro que esta ‘inovação’ imobiliária é apenas mais um esquema comercial para a SGAL responder à “crise (que) chegou a todos e a nós mediadores também”.
 
Ver http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1244348
publicado por Sobreda às 00:39
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Escola de Lisboa com terreno cultivado por centenas de mãos

Na Escola 34, na Alta de Lisboa, ao Lumiar, onde estudam 330 crianças com idades entre os 3 e os 14 anos, houve em tempos um matagal que deu lugar a uma horta, que rapidamente se transformou na menina-dos-olhos dos professores, auxiliares e alunos.

Num terreno lavrado e cultivado por muitas mãos, na Alta de Lisboa, crescem couves, favas, feijões, ervilhas, batatas, cebolas, cenouras, pepinos, pimentos e outras espécies hortícolas. No ano lectivo passado, as abóboras transformaram-se num doce que foi comido com tostas por todos os alunos, junto de quem se tenta, através do projecto da horta, promover uma alimentação mais saudável.
É por isso que para este ano lectivo estão reservadas para a festa do dia das bruxas. Os pais contribuíram para a plantação com sementes e plantas, e são também eles os principais clientes compradores dos produtos que os alunos vendem à porta da escola sempre que há colheitas.
Também naquele bairro da Alta de Lisboa poderá nascer nos próximos tempos uma outra horta, esta comunitária, sonhada por um morador e arquitecto que tem vindo a recrutar futuros hortelões. O mentor da ideia adianta já que conseguiu convencer “mais de 40” e precisa que vai tentando tentar reunir o maior número de apoios para o projecto, incluindo o necessário terreno.
Uma das ambições desta horta comunitária é aproximar os moradores realojados naquela zona da cidade dos que lá compraram casa, contribuindo para uma maior harmonia entre este ‘mix social’ e para o aumento do sentimento de pertença dos próprios ao todo da comunidade. A produção, explica o arquitecto paisagista Jorge Cancela, será biológica e a zona a cultivar terá que ter "um acesso relativamente fácil, seja de automóvel, seja pedonal", além de fornecimento de água e uma vedação.
O projecto e a eventual cedência de um terreno por parte da Câmara Municipal de Lisboa já estão a ser analisados pelos serviços da autarquia, garante aquele arquitecto paisagista.
No mesmo sentido, e segundo a CML, que aponta os exemplos das hortas no Vale Fundão e no Bairro Padre Cruz, o desafio da autarquia é intervir nas hortas comunitárias já existentes, algumas das quais em espaços privados e que não têm fornecimento de água ou acessos em condições, garantindo que nenhum dos hortelões deixa de ter um espaço de cultivo.
A autarquia diz que o seu plano é mais ambicioso e inclui, num prazo de dois anos (sempre os prazos das ‘calendas gregas’), a criação de hortas em Campolide e Telheiras, e que tentará melhorar os espaços já existentes na Quinta da Granja, Vale Fundão e Bairro Padre Cruz.
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090525%26page%3D14%26c%3DA
publicado por Sobreda às 00:21
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Menino electrocutado dá nome a rua em Telheiras

Passados 10 anos, a CML decidiu honrar a promessa do ex-presidente do município, João Soares, e homenagear Rúben Cunha, a criança morta ao pressionar um semáforo, em 1997, atribuindo o seu nome a uma rua na zona de Telheiras.

Uma deliberação da CML, que termina com um longo processo quanto à atribuição do topónimo naquela área da cidade, decidiu atribuir o nome de Rúben Tiago Lemos e Cunha a um arruamento vizinho da Rua professor Simões Raposo, na área de Telheiras, mais concretamente na urbanização do Parque dos Príncipes, do lado poente do Eixo Norte-Sul.
A denominação servirá para perpetuar a memória do menino que, em 7 de Julho de 1997, foi electrocutado num semáforo no Campo Grande (em frente a Caleidoscópio), tendo falecido três dias depois no Hospital de Santa Maria, devido ao incidente.
Segundo o actual presidente da CML, a proposta aprovada, sem votos contra, serve para colmatar um hiato de 10 anos sobre a promessa do então líder municipal. “Com esta decisão estamos a honrar o compromisso à data da tragédia, passando Rúben Cunha a ser o nome de uma artéria da cidade de Lisboa”.
Além da cedência de um espaço à Associação Viver Criança - criada pelos pais da vítima (no Alto da Faia, também em Telheiras) - e da oferta de um jazigo, Soares disponibilizou-se, dois anos após a tragédia, a dar o nome do menino a uma rua em Telheiras. Mas as mudanças partidárias no município e interpretações quanto se esta seria a melhor forma de homenagear Rúben, adiaram o processo.
“Tratou-se de uma luta muito difícil fazer com que a Câmara honrasse o que nos tinha prometido. Foram anos de persistência e perseverança. Mas valeu a pena”, explicou emocionado o pai do menino. Para nós, “o Rúben nunca morreu. A partir de hoje está vivo na cidade de Lisboa”.
O acidente ocorreu pelo mau funcionamento do semáforo, tendo um funcionário da empresa de manutenção do equipamento, Eyssa Tesis, sido condenado a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, no julgamento do caso, em Setembro de 2001.
O ‘condenado’ era um ex-pedreiro, com a 4ª classe, e que, sem formação técnica, assegurava a segurança do semáforo. O lamentável é que a empresa tenha saído incólume neste processo.
 
Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1238808
publicado por Sobreda às 00:18
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Discriminação da mulher na vida activa e na reforma

«A CGTP-IN realizou este fim de semana a sua V Conferencia sobre “Igualdade entre Mulheres e Homens”. É uma altura adequada para fazer um pequeno balanço sobre a situação da mulher em Portugal em alguns aspectos: os relacionados com o seu contributo para o desenvolvimento do País (evidentemente não todos), em particular nos 4 anos de governo de Sócrates.

Entre 2001 e 2008, a participação da mulher na criação de riqueza em Portugal, medida através do emprego, aumentou de 45% da população empregada para 46,2%. Se essa análise for feita por níveis de escolaridade conclui-se que a participação é tanto maior quanto mais elevado é o nível de escolaridade considerado.
Apesar das mulheres representarem ainda menos de metade quer da população activa (46,8% em 2008) quer da população empregada (46,2% em 2008), no entanto, o desemprego feminino correspondia, em 2008, a 54,5% do desemprego total. Se a análise for feita por níveis de escolaridade, as conclusões são ainda mais graves. Em 2008, as mulheres representavam 50,2% dos desempregados com o ensino básico; 59% dos com o ensino secundário, e 71,4% dos com o ensino superior. Portanto, a discriminação com base no género é evidente nesta área.
A discriminação que continuam sujeitas as mulheres no campo das remunerações em Portugal é também grande e chocante, sendo revelada pelos próprios dados oficiais. Segundo dados dos quadros de pessoal divulgados recentemente pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, em 2007, cerca de 44,3% das mulheres trabalhadoras empregadas recebiam uma remuneração base inferior a 500 euros, enquanto a percentagem de homens era apenas de 25,1%.
Mas é quando se faz uma análise mais fina com base nas qualificações e na escolaridade que a discriminação a que continuam a ser sujeitas as mulheres se torna ainda mais chocante. Em 2007, o ganho médio das mulheres era inferior ao dos homens, onde a desigualdade de ganhos é tanto maior quanto mais elevada é a qualificação da mulher. Situação muito semelhante se verifica em relação à escolaridade.
De acordo com o Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, em 2007, quanto mais elevada era a qualificação e escolaridade da mulher maior era a desigualdade de ganhos entre homens e mulheres. A discriminação com base no género também é evidente neste caso.
Mas não se pense que a discriminação a que continua sujeita a mulher actualmente em Portugal se limita à vida activa. De acordo com dados do próprio Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, essa discriminação continua quando a mulher se reforma, e com uma dimensão que não é menor. Em Março de 2009, portanto já este ano, a pensão de invalidez da mulher era apenas de 283,54 euros o que correspondia a 77,1% da do homem (367,93€); e a pensão média de velhice da mulher era, também em Março de 2009, de apenas de 292,12 euros, o que correspondia a 59,5% da pensão média de velhice recebida pelos homens (490,93€).
Portanto, as pensões dos homens, em Março de 2009, eram baixas, mas as recebidas pelas mulheres eram ainda muito mais baixas, o que prova que a discriminação com base no género não se limita apenas à vida activa, mas prolonga-se também na reforma».
 
Ler o estudo “A mulher continua a ser discriminada em Portugal tanto na vida activa como na reforma” do economista Eugénio Rosa
publicado por Sobreda às 00:10
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Gasolineira assaltada na Calçada de Carriche

Segundo fonte policial, dois homens encapuzados assaltaram hoje, à mão armada, o posto de abastecimento de combustível da Galp na Calçada de Carriche, em Lisboa, sentido Odivelas-Lisboa, tendo roubado 2.000 euros em dinheiro.

De acordo com a mesma fonte, os dois homens, de pistola em punho, assaltaram uma funcionária que transportava o dinheiro de um posto da Galp para outro, do lado oposto da via, fugindo de seguida num automóvel branco, de matrícula falsa.
Do assalto não resultaram quaisquer ferimentos na funcionária. O crime ocorreu cerca das 15h45, estando agora o caso entregue à Polícia Judiciária, que está a tentar identificar e localizar os dois assaltantes.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1243683&seccao=Sul
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publicado por Sobreda às 21:06
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Isto vai, camaradas e companheiros, isto vai!

A mensagem para as eleições está escolhida: a culpa não é da crise, é dos Governos de direita que têm regido o país nos últimos anos e, agora, do Partido Socialista em particular.

É um mar de gente em protesto por melhores condições de vida, entre o Campo Pequeno e o final da Av. de Fontes Pereira de Melo, já na Praça Marquês de Pombal, com as juventudes entusiasmadas - da Juventude Comunista e da Ecolojovem de “Os Verdes” - agitando bem alto as suas bandeiras. Foi estimada a participação de mais de 80.000 manifestantes.

 

 

Entre muitos outros, há desempregados da Quimonda, a ex-fábrica modelo. “Fui despedido há um ano, depois de ter estado três a contrato. Puseram-me fora quando devia passar aos quadros”, queixa-se um dos despedidos com 26 anos. Outras coisas acabaram na vida dele. Por exemplo, o curso superior: “Deixei de ter dinheiro para pagar as propinas”. É este o sentimento de “revolta. Sentem-se enganados”. Vive com a mãe e continua à procura de um emprego.
Como dizia o secretário-geral do PCP, estes jovens são a linha da frente “das gerações sem direitos”. Um símbolo destes tempos, infelizmente bem representados na manifestação, mas há um “buraco geracional” que se repete: estão lá os jovens e os mais velhos, os reformados que foram activos numa época em que os empregos eram para durar, mas cujas reformas são hoje de miséria.
No Marquês de Pombal, Ilda Figueiredo, cabeça de lista da CDU às eleições europeias de 7 de Junho, anuncia que os manifestantes são “mais de 80 mil” e que “não há memória” de qualquer força política que tenha conseguido tal feito. “A mobilização é um apanágio do PCP, mas encher as ruas não significa ganhar eleições. O líder do PCP devolve a responsabilidade: o “povo português” tem que decidir: ou “acata” ou considera que “chegou o momento de dizer basta” às políticas de direita dos últimos 30 anos.
Passa uma rapariga com uma t-shirt vermelha que alerta: “Eu não desisto”. Um outro ‘jovem’, de 70 anos, puxa por um papel da farmácia. Mediu a tensão há pouco e a máxima está mesmo muito alta. Mas quer continuar a desfilar. “Tem que se fazer sacrifícios para o bem-estar de todos. Já não é por mim, felizmente não tenho que passar por isto tudo, estou reformado. Mas o que vai acontecer aos meus filhos, aos meus netos? Este país está a empenhar-se e são os jovens que vão ter de pagar por isso”.
É o “capitalismo” que está na origem desta crise, mas isso só não desculpa o PS, frisa o secretário-geral do PCP. O cavalo de batalha da campanha da CDU está dado: “Não foi com a crise internacional, nem por sua causa” que Portugal e os portugueses estão onde estão.
Uma assistente social, de 32 anos, diz não acreditar que o seu trabalho venha a ser valorizado, porque considera que o Estado, que é o seu empregador, está a falhar. O que a faz falar de outro sinal dos tempos: “Trabalho com jovens em risco e nunca me senti tão insegura a trabalhar com eles como agora. São jovens difíceis, de bairros difíceis, que deixaram de ter lugar nas instituições e que tinham precisado de uma base de cidadania anterior, que não lhe foi garantida”. É que cada vez o Estado é menos Estado, com a sua descapitalização, privatização de serviços e despedimentos de trabalhadores, enviados para as listas dos excedentários.
Portugal conta já com mais de meio milhar sem emprego, tendo acabado de entrar nos dois dígitos percentuais de desempregados. O patronato exige agora ainda mais: o trabalho ao sábado, não remunerado suplementarmente. “Não há emprego para quem quer estar a passar os fins-de-semana com os pés na água”, foram as palavras proferidas na véspera pelo patrão da Sonae. Jerónimo de Sousa diz que elas representam um recuo civilizacional à época ainda não muito distante em que “os trabalhadores não tinham direitos”.
Apesar de tudo, uma fotocompositora de 58 anos, está contente: “Há tanta gente hoje aqui”. E tantos jovens. São quase 18 horas, e o grosso da manifestação - aquele mar de gente - nem conseguiu aproximar-se do final da Av. Fontes Pereira de Melo.
“Sim, é possível”, a frase que a CDU insiste que inventou antes de Obama. “Isto vai, camaradas e companheiros, isto vai!”
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20090524%26page%3D10%26c%3DA
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publicado por Sobreda às 00:12
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Vereadoras assumem divergências entre si sobre exposições de arte africana

As vereadoras do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta e Manuela Júdice assumiram na 4ª fª a divergência sobre a realização de duas exposições de arte africana, orçamentadas em 500 mil euros.

Roseta disse que votará contra a realização das exposições das colecções de arte africana de José de Guimarães e Joe Berardo, no âmbito do projecto ‘Lisboa, Encruzilhada de Mundos’ (LEM), da responsabilidade da outra vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa, Manuela Júdice.
“Os Cidadãos por Lisboa não aprovarão a realização destas exposições por motivos políticos”, justificou Roseta aos jornalistas, sublinhando entender que o montante envolvido “não é razoável” e a iniciativa “não é prioritária” 1.
Ou seja, Júdice aceitou apresentar esta proposta na CML a pedido do próprio presidente da CML, mas Roseta percebeu que se tratava de mais uma jogada de promoção política do PS em vésperas de eleições, e retirou o tapete à sua colega do Movimento. Aleluia!
 
1. Ver http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Helena-Roseta-e-Manuela-Judice-assumem-divergencia-sobre-exposicoes-de-arte-africana.rtp&article=221125&visual=3&layout=10&tm=4&rss=0
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publicado por Sobreda às 00:02
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Domingo, 24 de Maio de 2009

Mais de 80 mil em protesto

Mais de uma hora após o início da manifestação, e quando os principais dirigentes políticos que encabeçavam a marcha já se encontravam no Marquês de Pombal, ainda muitos manifestantes não tinham começado a andar no Campo Pequeno, preenchendo totalmente as avenidas Fontes Pereira de Melo e da República.

 

 

Foram cerca de 85 mil pessoas que saíram da Praça do Saldanha numa marcha de protesto com destino ao Marquês de Pombal.
A liderar a marcha estiveram os candidatos às eleições europeias na lista da CDU e as principais figuras da Associação Intervenção Democrática, do Partido Ecologista “Os Verdes” e do Partido Comunista Português.
Na frente, rodeada das juventudes partidárias, Ilda Figueiredo empunhava uma faixa onde se lia ‘Nova política - Uma vida melhor!’. Já o secretário-geral do PCP sublinhou que “nunca uma força política realizou uma iniciativa com esta dimensão e esta combatividade”, marcha que “tem um conteúdo que vai para além do conteúdo eleitoral”, em particular no contexto “da crise que vivemos, dos apelos e convites à resignação, ao conformismo e ao desespero”.
O secretário-geral destacou ainda a “componente de luta, de disponibilidade para os combates que aí vêm e que vão ser muitos”, num ano com três actos eleitorais: europeias, legislativas e autárquicas. “A CDU está a crescer. Estamos a construir ainda o resultado. As sondagens que não se precipitem. Deixem o povo votar e depois verão”, reforçou. Intervieram ainda Heloísa Apolónia, pelo PEV, e Corregedor da Fonseca pela ID.
Os manifestantes gritavam palavras de ordem como ‘CDU avança com toda a confiança’, ‘Abril de novo com a força do povo’ ou ‘É preciso dizer basta, esta política já está gasta’. A animação musical esteve a cargo de Samuel e de Maria Basto e a locução de Cândido Mota 1.
Como recentemente desabafou uma ‘líder’ partidária, “ainda bem que já passou o tempo das manifestações políticas”. Só que, infelizmente para ela, neste caso foram ‘só’ mais de 80 mil a extravasarem o seu protesto pelas políticas de direita, ao longo de duas das principais avenidas da capital.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1382474
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publicado por Sobreda às 00:57
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Empréstimo de 130 milhões do PREDE à CML

A CML aprovou na passada 4ª fª a contratação de empréstimos, no valor global de 130 milhões de euros, o máximo permitido no âmbito do Programa de Regularização Extraordinária da Dívidas do Estado (PREDE).

A proposta foi aprovada com a abstenção do PSD e do PCP e os votos favoráveis do PS, Lisboa com Carmona, Cidadãos por Lisboa e do vereador independente, ex-BE.
Em causa estão empréstimos junto da CGD até 56 milhões de euros, do Banco Português de Investimento até 22 milhões de euros, e junto do Estado através da DGTF até 52 milhões de euros.
A vereadora do PSD afirmou que se absteve (se este voto se repetir na AML permitirá viabilizar a proposta) depois de o vereador das Finanças ter assegurado que a lista de credores seria encerrada.
Pelo PCP, a vereadora comunista Rita Magrinho manifestou dúvidas sobre os montantes em causa, referindo que foi distribuída uma listagem da facturação na 3ª fª diferente de uma outra distribuída na semana passada. “Isto não é maneira de trabalhar”, afirmou, sublinhando que o PCP continua a ter dúvidas sobre o que é dívida comercial e dívida financeira nas contas do Município.
O contrato de empréstimo a conceder pelo Estado tem a duração de dez anos, a contar da data do visto do Tribunal de Contas, sendo os primeiros cinco anos de carência de capital e de juros e os últimos anos de reembolso de capital.
Durante o período de reembolso, a taxa de juro será equivalente à Euribor a seis meses em vigor no início de cada período de contagem de juros, podendo ser acrescentados ou deduzidos ‘spreads’ em função do cumprimento dos objectivos estabelecidos para o prazo médio de pagamentos do Município.
O empréstimo junto do BPI, a cinco anos, tem uma taxa de juro variável à Euribor a seis meses/360 verificada no início de cada período de contagem de juros e um ‘spread’ sobre a Euribor de 1,25%, sem arredondamentos.
Já o empréstimo a conceder pela CGD, a cinco anos, tem uma taxa de juro variável à média aritmética das Euribor a seis meses/360 verificadas no mês anterior ao início do período de contagem de juros e um ‘spread’ de 1,745.
 
Ver Lusa doc. nº 9698390, 20/05/2009 - 23:07
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publicado por Sobreda às 00:48
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EMEL recebe da CML encomenda de obra do elevador para o Castelo

A CML aprovou na 4ª fª o estabelecimento de um contrato-programa com a EMEL para a criação dos elevadores de acesso ao Castelo, situados num edifício da Rua dos Fanqueiros e no Mercado do Chão do Loureiro.

O contrato envolve uma transferência de 380.400 euros e inclui também a conversão do mercado do Chão do Loureiro em silo automóvel, a requalificação urbana do Largo Adelino Amaro da Costa, da zona envolvente ao mercado e do percurso até à cota do Castelo de São Jorge.
A proposta foi aprovada com os votos contra do PSD e dos Cidadãos por Lisboa, a abstenção de Lisboa com Carmona e do PCP e os votos favoráveis do PS e do vereador independente, ex-BE.
O piso térreo do mercado deverá acolher um supermercado e último andar um restaurante panorâmico. Estas obras foram eleitas pelo executivo como (pretensos) projectos-âncora da revitalização (?) da Baixa-Chiado.
A vereadora social-democrata questionou a oportunidade de a autarquia gastar 5 milhões de euros “numa obra deste calibre”, considerando que as verbas provenientes do Casino deveriam ser canalizadas para a requalificação do espaço público, sublinhando ainda que em 2006 a EMEL (Empresa Pública de Estacionamento de Lisboa) tinha atribuído à Soares da Costa a empreitada de transformação do mercado do Chão do Loureiro num parque de estacionamento. Afinal, “que obras vão adjudicar? A de 2006, a nova?”, questionou.
Já a vereadora comunista Rita Magrinho considerou, por outro lado, que a obra “não tinha que ter enquadramento na EMEL. Não nos parece que nos estatutos tenha essa competência”, argumentou. “Estamos de acordo com soluções para acesso facilitado ao Castelo. Reservamo-nos para quando a proposta de empreitada vier à Câmara”, acrescentou.
 
Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=389331
publicado por Sobreda às 00:44
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Sábado, 23 de Maio de 2009

Marcha por uma vida melhor!

Hoje, dia 23 de Maio, a CDU vai fazer em Lisboa um grande desfile, sob o lema «Marcha – Protesto, Confiança e Luta! Nova política – Uma vida melhor», de indignação contra a forma como o país está a ser espoliado.

A tua presença e participação são muito importantes. Traz outro amigo também!

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publicado por Sobreda às 00:52
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Contacto Verde nº 64

 

Nesta edição da newsletter ‘Contacto Verde’ o destaque vai para a nova legislação, que altera o Regime Geral dos Bens do Domínio Público, aprovada no passado dia 7 de Maio e que tem sido amplamente contestada por vários sectores da sociedade.
Na ‘Entrevista’ Philippe Lamberts, porta-voz dos Verdes Europeus dá a conhecer melhor o Novo Acordo Verde para a Europa. Este ‘Acordo Verde’ é a resposta ecologista às crises combinadas que a Europa e o mundo enfrentam, e que incluem as crises económica e financeira, mas com destaque para as alterações climáticas, a exaustão de recursos (incluindo terra arável, água, etc.), a crise alimentar e a extinção massiva de espécies.
No ‘Em debate’, escreve-se sobre a reacção ecologista ao recente aval dado pelo Ministro do Ambiente à barragem da foz do Tua.
Na secção de notícias ‘Breves’ é prestado realce à escandalosa alteração do regime de contra-ordenações ambientais, aos projectos para proibir o uso e reforçar a protecção de animais no circo, a iniciativas da Madeira a Afife e ao novo blogue da Ecolojovem, aos direitos dos jovens, das mulheres e dos emigrantes.
Finalmente, fica o apelo à ‘Marcha de Protesto, Confiança e Luta’, organizada pela CDU, hoje à tarde em Lisboa, entre o Saldanha e o Marquês de Pombal. Participe também!
 
Ver www.osverdes.pt/contactov.asp?edt=64
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publicado por Sobreda às 00:32
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O ‘apagão’ no desemprego registado nos ficheiros do IEFP

No passado dia 18 de Maio, quase todos os órgãos de informação deram grande destaque ao “apagão” (eliminação) nos ficheiros do IEFP de 15.000 desempregados.

O presidente do IEFP, não podendo negar facto, em conferência de imprensa veio dizer que isso teve como causa um erro informático (a informática tem costas largas) e que iria ser rapidamente corrigindo, não afectando os desempregados atingidos. E simultaneamente criticou aqueles que afirmaram que é uma praticada reiterada do IEFP para manipular os dados do desemprego registado, apresentando assim valores mais baixos e favoráveis ao governo, ameaçando todos o que afirmaram isso com processos em tribunal, nomeadamente o Sindicato Nacional dos Técnicos de Emprego que denunciou a situação.    
No entanto, o presidente do IEFP, assim como o Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social continuam a recusar esclarecer um “estranho fenómeno” que todos os meses acontece no IEFP revelado nos dados divulgados por este Instituto público tutelado pelo ministro do Trabalho, que temos vindo a denunciar há vários anos a esta parte.
Ora, de acordo com os próprios dados do IEFP divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, durante o 1º Trimestre de 2009, os novos desempregados que se inscreveram nos Centros de Emprego somaram 196.654. Deste total, os Centros de Emprego só conseguiram colocar (arranjar emprego) para 12.576, o que significa que 184.078 não foram colocados pelo IEFP. No entanto, entre 31 de Dezembro de 2008 e 30 de Março de 2009, o total de desempregados inscritos nos Centros de Emprego aumentou apenas de 416.005 para 484.131, ou seja, somente em 68.126.
Portanto, só no primeiro trimestre de 2009, foram eliminados dos ficheiros dos Centros de Emprego 115.952 desempregados (184.078 – 68.126), como revelam os próprios dados do IEFP.
E não se pense que este “estranho fenómeno” apenas se limitou ao 1º Trimestre de 2009. Ele tem-se verificado de uma forma sistemática nos últimos anos no IEFP. Basta analisar os dados que o IEFP divulga todos os meses, compará-los e fazer contas.
O quadro seguinte, igualmente construído com os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, mostra a dimensão desse “estranho fenómeno” que o governo e o presidente do IEFP continuam a recusar-se explicar, no ano de 2008.
Portanto, durante o ano de 2008 inscreveram-se nos Centros de Emprego 608.090 novos desempregados. Os Centros de Emprego, durante todo o ano de 2008, (colocaram) arranjaram emprego para apenas 64.521 desempregados. Se deduzirmos este valor - 64.521 - ao total de desempregados que se inscreveram nos Centros durante o ano de 2008 - 608.096 - ainda ficam 543.575 que o IEFP não conseguiu arranjar emprego. No entanto, entre Janeiro de 2008 e Dezembro de 2008 o número total de desempregados registados nos Centros de Emprego passou de 399.674 para 416.005, ou seja, aumentou apenas em 16.331.
A pergunta imediata que se coloca é a seguinte: Como é que desapareceram 527.244 (543.575 – 16.331) desempregados dos ficheiros do IEFP? Quais foram as razões que justificaram a eliminação de um número tão elevado de desempregados dos ficheiros do IEFP? Este é um “estranho fenómeno” que sucede todos os meses no IEFP que o seu presidente se tem recusado sistematicamente a explicar. É altura de o fazer perante o descrédito que poderá atingir o IEFP determinado pelo “apagão do desemprego”.
Durante o debate do Orçamento do Estado para 2009 na Assembleia da República, em que participamos, colocamos esta questão directamente ao ministro do Trabalho e Solidariedade Social. Ele apenas conseguiu dizer que menos de metade era explicado pelo facto dos próprios desempregados arranjarem emprego, ficando por explicar o que acontecia ao restante, que é mais de metade.
 
Ler o estudo do “A eliminação sistemática de desempregados nos ficheiros do IEFP que nunca foi explicada” do economista Eugénio Rosa
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publicado por Sobreda às 00:20
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Dia 23 é dia de Protesto, Confiança e Luta

A Marcha anunciada para amanhã, dia 23 de Maio, tem como lema “Marcha - Protesto, Confiança e Luta! Nova política - Uma vida melhor”, com partida da Praça do Saldanha para o Marquês de Pombal.

 

 

Esta Marcha de indignação e protesto, mas também de confiança na luta por uma nova política, terá início às 15 horas, na Praça do Saldanha (com concentrações prévias dos participantes a partir do Campo Pequeno e ao longo da Av. de República), e terminará com um comício no Marquês de Pombal.
Ao longo das próximas semanas a CDU intensificará a divulgação desta importante iniciativa política para que, de todo o país, possam participar todos aqueles que desejam levar mais longe a denúncia e o combate consequente às injustiças e desigualdades sociais, ao desemprego, à corrupção, à degradação das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e de diversos sectores e camadas da população e que justamente reclamam uma ruptura com a política de direita, uma nova política e um novo Governo para Portugal.
publicado por Sobreda às 01:07
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A taxa de desemprego efectivo atinge já os 11%

«O INE acabou de publicar as Estatísticas do Emprego referentes ao 1º Trimestre de 2009. E elas revelam, por um lado, um aumento muito significativo do desemprego; por outro lado, uma destruição muito elevada de postos de trabalho; e, finalmente, uma percentagem reduzida de desempregados a receber subsídio de desemprego.

A taxa de desemprego oficial, ou seja, aquela que é utilizado pelo Governo e divulgado habitualmente pelos media, atingiu, no 1º Trimestre de 2009, 8,9%, ou seja, mais 1,4 pontos percentuais da registada no 1º Trimestre de 2005, quando o actual Governo tomou posse. Em valor absoluto são mais 83,2 mil desempregados dos que existiam no 1º Trimestre de 2005.
Mas para além deste desemprego ainda existiam mais desempregados, não incluídos nestes números oficiais de desemprego. E esses desempregados são os chamados “inactivos disponíveis” (desempregados que por não terem procurado emprego na semana em que foi feito o inquérito não são considerados nos números oficiais de desemprego, embora estejam efectivamente desempregados), assim como o chamado “Subemprego visível” (desempregados que não encontram emprego, que não têm direito ao subsidio de desemprego que, para sobreviver, fazem pequenos “biscates” e que, por isso, não são incluídos nas estatísticas oficiais).
Se somarmos os “inactivos disponíveis” e o “subemprego visível” ao número oficial de desemprego (469,9 mil no 1º Trimestre de 2009) obtém-se 624,3 mil, o que corresponde já a uma taxa efectiva de desemprego de 11,2% no 1º Trimestre de 2009, portanto superior à taxa oficial de desemprego de 8,9% divulgada pelos media
Os dados do INE também revelam uma elevada destruição de emprego. Entre o 2º Trimestre de 2008 e o 1º Trimestre de 2009, o número de postos de trabalho no nosso País passou de 5.228,1 mil para 5.099,1 mil, o que significa que neste período (3 trimestres) foram destruídos 129 mil postos de trabalho. Mas esta destruição tem aumentado de ritmo ultimamente, pois no 1º Trimestre de 2009, ou seja, apenas num trimestre, foram destruídos 77,2 mil de postos de trabalho. É um agravamento socialmente insustentável, que prova que as medidas tomadas pelo governo são manifestamente insuficientes, pois não estão a conter o aumento do desemprego.
Apesar da elevada destruição de emprego, e de um aumento muito rápido do desemprego, a percentagem de desempregados a receber subsídio de desemprego é muita reduzida, sendo bastante inferior à registada quando este governo entrou em funções.
Assim, no 1º Trimestre de 2005, se se considerar o desemprego oficial a percentagem de desempregados a receber subsídio de desemprego era de 76,3%; e se se considerar o desemprego efectivo essa percentagem diminuía para 57,3%. Mas no 1º Trimestre de 2009, a percentagem de desempregados a receber subsidio de desemprego era já de 60,7% se se considerar o desemprego oficial, e de apenas 48,2% se se considerar o desemprego efectivo.
Estes números mostram só por si a necessidade urgente de alargar o subsídio de desemprego a mais desempregados, medida essa que este governo continua a recusar tomar, apesar da miséria aumentar no País devido à subida rápida do desemprego».
 
Ler o estudo “Taxa de desemprego efectivo atinge 11% e foram destruídos 76,2 mil postos de trabalho no 1ºT de 2009” do economista Eugénio Rosa
publicado por Sobreda às 00:28
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Novo loteamento ‘Alto da Faia IV’

O loteamento do Alto da Faia IV, que já tem luz verde da parte da CML, é composto por um lote habitacional destinado ao Programa EPUL Jovem e vem completar a intervenção urbanística de media escala em Telheiras, por parte da empresa, que permite a ligação com a área de intervenção do Paço do Lumiar.

O projecto do futuro edifício residencial está inserido numa área de intervenção classificada no PDM como Área de Estruturação Urbanística Habitacional.
O loteamento compreende um total de 32 apartamentos, distribuídos por 2 blocos, com tipologias T1 a T3, 6 lojas e 44 lugares de estacionamento em cave, representando uma área bruta de construção na ordem dos 5.600 m2.
 
Ver www.vidaimobiliaria.com/noticias.asp?codigo=3545
publicado por Sobreda às 00:14
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Alterações de trânsito em Lisboa

A CML anunciou várias alterações de trânsito na capital. A saber:

Desde ontem, por motivos de trabalhos urgentes na faixa descendente da Lateral da Avenida da Liberdade, no troço de acesso à Praça dos Restauradores, o trânsito vai ser cortado durante 3 semanas.
Devido ao evento ‘Lisboa Down Town’, irão ocorrer cortes de trânsito a partir das 20h do dia 22 de Maio até às 24h do dia 23 de Maio, na Rua Jardim do Tabaco com o Largo Chafariz de Dentro e na Rua Cais de Santarém com o Campo das Cebolas. A alternativa ao tráfego será a Avenida Infante Dom Henrique.
Ainda a partir do dia 21 de Maio, e até ao dia 23 de Maio, devido a obras de repavimentação da Avenida Gomes Pereira, o trânsito vai ser condicionado no troço entre a Rua General Morais Sarmento e a Estrada de Benfica do seguinte modo: o troço ficará a funcionar alternadamente para transportes públicos e acessos locais; o tráfego de passagem será desviado por percursos alternativos.
 
Ver http://news.automotor.xl.pt/?s=12&n=24086&nivel=3
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publicado por Sobreda às 00:06
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

‘Guarda-sol Amarelo’ numa aldeia dentro da cidade

«Como podemos pensar a comunidade de hoje em dia numa cidade cada vez mais impessoal, invadida e abandonada todos os dias? O grupo Teatroàparte, de forma arrojada e criativa, propõe-nos, através de um exercício pessoal e colectivo, uma reflexão sobre esta temática com o seu mais recente projecto, ‘Guarda-sol Amarelo’.

A peça está em cena e prolonga-se nos dois próximos fins de semana na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, demonstrando uma vez mais o porquê deste grupo de teatro ser um objecto atípico nos dias que correm.
“Recordo com um sorriso doce e nostálgico o que era ser criança em Telheiras. Essa Telheiras que já apenas suspira por baixo de prédios ricos e de uma azáfama constante.” É com esta recordação de um tempo que deixou de o ser mas que, ao mesmo tempo, evoluiu para um conceito de comunidade de século XXI, que somos invadidos ao ver ‘Guarda-Sol Amarelo’, peça do grupo de teatro Teatroàparte, que nasceu e vive dentro de Lisboa, em Telheiras.
Telheiras é um sem dúvida um caso especial não só pelas características de ‘aldeia’ dentro de uma cidade cosmopolita que mantém, mas também pela mobilização que os seus habitantes, devido à sua cultura, idade e predisposição mantém em relação a outras ‘aldeias’ dentro da cidade onde habitam de pessoas de idade já bastante avançada.
Através desta vontade surgiu o profícuo grupo de teatro Teatroàparte, que conta já com 12 anos de idade e com uma miríade de trabalho que atinge o clímax com a sua nova peça de Teatro: ‘Guarda-Sol Amarelo’.

 

 

Esta peça não é inocente e era, de certa forma, inevitável, tendo estado apenas a marinar de forma lenta para explodir com a dose certa de criatividade. Para quem segue o trabalho activo deste grupo de pessoas, cujo conjunto advém dos inputs de cada um, sabe que não é fácil gerir um grupo tão heterogéneo com idades e backgrounds tão diversificados. Saber aproveitar esta massa criativa e orientá-la para um resultado desta índole não é certamente pêra doce. Contudo podemos afirmar com segurança que se atingiu esse objectivo de forma clara e de certa forma brilhante.
Com esta peça foi posta em prática um tipo de exercício que nem sempre consegue ser bem sucedido. Colocou-se a nu o mapa emotivo dos actores com interpretações e textos escritos por si próprios. “A primeira ideia foi uma espécie de Conferência, teatro documental e show num espectáculo. Começámos a trabalhar a partir da Telheiras espacialmente, das idades e também a partir dos mapas emotivos das pessoas e um retrato da cidade sempre tendo Telheiras como referência, mas sempre com uma ideia de universalidade”.
Esta ideia de universalidade ganha uma nova dimensão a partir da forma como os actores expõem parte das suas vidas, sem que com isso seja gratuito ou sensacionalista o que curiosamente cria uma sensação de partilha verdadeiramente gratificante, tornando esta experiência mais rica e indo ao âmago do que uma experiência cultural deve ter. Além deste contacto mais pessoal com os actores, a peça acaba por ser também “histórias de 35 anos de democracia portuguesa e do contacto intra-geracional com o que existiu pelo meio”.
O mito que dá nome à peça veio segundo a explicação de um dos seus membros como uma metáfora para uma mobilização pessoal: “Há um guarda-sol amarelo na mitologia da Associação de Residentes de Telheiras, entretanto, tornado seu símbolo gráfico. Mas o mito do guarda-sol amarelo, difundido na pequena brochura, é também uma realidade materializada. Sempre que alguma coisa está para acontecer, há uma campanha em curso, ou se torna urgente gerar mobilização, os chapéus abrem-se nas esquinas de maior movimento”.
Se certamente as pessoas vão discutir a relevância e ligação com o conjunto de algumas das interpretações, não vão certamente sentir-se defraudadas do conjunto e da ideia final que resulta.
O cenário, que é composto por uma maquete da ‘cidade’ de Telheiras, que acaba por servir os actores das mais diversas formas, “está muito relacionado com o projecto e com isso surgiu a maquete que seria a base que foi construída com materiais reunidos por toda a gente”.
Outro dos elementos que se utilizou de forma mais presente pela primeira vez numa peça do grupo foi uma câmara. Esta experiência veio enriquecer o trabalho, pois “a multimédia acabou por complementar a cenografia o que fez com que a maqueta ganhasse vida pelas brincadeiras que fizemos com a escala”.
O rumo sócio-cultural que Portugal segue nos dias de hoje está na ordem do dia, e cada vez mais se reflecte acerca do conceito de comunidade, ou da falta dela. O Teatroàparte veio, uma vez mais, e desta vez de forma explícita, reforçar que ainda existe em Lisboa esse sentimento, com uma memória colectiva muito portuguesa destes 35 anos de democracia portuguesa, independentemente dos interesses particulares».
 
Ler ‘Guarda-sol Amarelo’ por Tiago Gil Batista IN www.semanario.pt/noticia.php?ID=4794
Ver também http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/470068.html
publicado por Sobreda às 01:05
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Campanha da CDU arranca com marcha de protesto e percorre nove distritos

 

A campanha da CDU para as eleições europeias arranca com uma marcha de protesto na capital, este sábado, e percorre nove distritos, em particular Lisboa, Porto, Braga e Setúbal, onde termina.
Ainda antes do início oficial da campanha, a cabeça-de-lista da CDU, Ilda Figueiredo, estará esta 6ª fª na Madeira, nas cidades do Funchal e de Câmara de Lobos.
No dia seguinte, a CDU promove em Lisboa uma marcha com o lema “Protesto, Confiança e Luta! Nova Política - Uma Vida Melhor”, entre o Saldanha e o Marquês de Pombal, terminando com as intervenções da número um da lista da CDU e do secretário-geral comunista.
Um comício no teatro municipal Pax Júlia, em Beja, novamente com a participação de Ilda Figueiredo e do líder do PCP, é a iniciativa agendada para domingo.
A campanha arranca oficialmente na segunda-feira, no distrito de Setúbal, onde a eurodeputada da CDU vai visitar Almada e Alcochete, contactar os trabalhadores da Autoeuropa e jantar com apoiantes no Seixal.
Na 3ª fª, a comitiva segue para Coimbra, onde durante a tarde está prevista uma acção de rua com Jerónimo de Sousa. Aveiro é o distrito visitado na 4ª fª, com passagem marcada para esta cidade, além de Estarreja e Ovar.
Na 5ª fª, dia 28, a campanha da CDU desloca-se ao distrito de Braga, para contactos com agricultores na feira de Barcelos e com trabalhadores da Grundig (Braga) e Continental/Mabor (Vila Nova de Famalicão), passando ainda pelo centro de Braga e terminando com um comício em Guimarães. O dia seguinte é dedicado ao Porto, estando previsto um jantar com apoiantes em Gondomar.
Sábado, dia 30, começa no mercado de Loures, seguindo-se depois um almoço com apoiantes em Sacavém. A candidata desloca-se depois a Alverca e termina o dia num comício-festa em Cascais.
Évora é o distrito visitado no domingo, dia 31, com passagem marcada para Mora, Cabeção, Pavia, Arraiolos e, durante a tarde, um comício na capital de distrito com a candidata e Jerónimo de Sousa.
A 1 de Junho, a campanha da CDU vai a Santarém, e tem, à noite, um comício em Alpiarça. No dia seguinte, a comitiva regressa ao distrito de Setúbal, desta vez para visitar o Arsenal do Alfeite (Almada) e contactar os trabalhadores da Câmara do Seixal e da Lisnave, concluindo a jornada com um comício, às 22h, em Almada.
Lisboa volta a ser o distrito escolhido no dia 3, onde Ilda Figueiredo vai contactar a população em Algés, almoçar com funcionários da CML realizar um comício na Amadora. O penúltimo dia de campanha começa pelas 10:00 na feira de S. Cosme, em Gondomar, passando depois pelo Porto para um contacto com trabalhadores da Portugal Telecom e para uma acção de rua com Jerónimo de Sousa, e termina em Braga, num comício com a candidata e o secretário-geral do PCP.
Jerónimo de Sousa volta a juntar-se a Ilda Figueiredo na sexta-feira para uma “arruada” no centro de Lisboa e para encerrar a campanha, num jantar no largo Fonte Nova, em Setúbal.
 
Ver Lusa doc. nº 9695035, 20/05/2009 - 10:35
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publicado por Sobreda às 00:59
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Excessos de rivalidade entre as claques da 2ª circular

O conteúdo de uma pen-drive apreendida a um elemento do 'No Name Boys' (NNB) foi apenas um indício para o Ministério Público avançar para a acusação de associação criminosa.

Dentro do dispositivo encontravam-se informações detalhadas sobre elementos da rival Juve Leo: fotografias dos dirigentes, acompanhadas por notas sobre "namoradas, cônjuges e restantes familiares". A recolha de informação fazia parte da forma de actuação dos NNB. Os 38 elementos ligados a esta claque foram acusados pelo DIAP de Lisboa de crimes de associação criminosa e tráfico de estupefacientes.
A acusação é feita após um grupo de 30 suspeitos ter sido detido em Novembro de 2008, na operação 'Fair Play' realizada pela PSP de Lisboa. Nas buscas domiciliárias, a polícia apreendeu droga, armas e material pirotécnico.
Terá sido a metódica recolha de informação que levou elementos do NNB ao encalço de um adepto do Sporting e membro do grupo ‘1143’ que integra a Juventude Leonina. Em Fevereiro de 2008, quatro elementos do NNB, abordaram o rival junto à casa deste.
O jovem ainda tentou fugir para uma esquadra da PSP em Telheiras. Porém foi alcançado pelo grupo. Um dos agressores, segundo a acusação, "desferiu diversos golpes no corpo do ofendido com uma faca que trazia consigo". Os restantes, “utilizando tochas incendiárias queimaram o corpo do ofendido, nomeadamente na anca esquerda e no abdómen, ao mesmo tempo que, utilizando um taco, desferiram com ele pancadas no corpo daquele, atingindo-o em várias zonas letais, nomeadamente na cabeça”.
Este é apenas um caso relatado no despacho de acusação do DIAP de Lisboa neste caso, o qual resultou na junção de vários processos dispersos por diferentes comarcas. Um destes veio da comarca do Seixal e diz respeito à agressão e destruição do carro de um jornalista no centro de estágio dos ‘encarnados’. O episódio ocorreu em Abril de 2008 e o envolvimento dos NNB foi ‘apanhado’ em escutas telefónicas.
No dia da agressão, em deles telefonou ao outro (ambos acusados no processo), contando que um grupo esteve no Seixal onde “partiram a boca toda a um” jornalista.
Os membros da claque partiram ainda o vidro do carro do jornalista, e tentaram introduzir no interior da viatura uma tocha incendiária que poderia ter destruído por completo o carro. “Partimos o carro todo do jornalista, (…) mandei uma tocha para dentro do carro, só não incendiou porque saiu fora”, disse numa escuta que está transcrita na acusação.
Os líderes da claque são ainda suspeito de revenderem ilegalmente bilhetes para os jogos do Benfica. Os ingressos seriam cedidos à claque a um preço reduzido, mas depois eram colocados mais caros no mercado. O DIAP de Lisboa sustenta que o lucro obtido era ‘investido’ depois no negócio da droga.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1236871
publicado por Sobreda às 00:52
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Quando os defesas passam ao ataque

Seis seguranças da noite de Lisboa foram detidos pela PSP no âmbito de um inquérito contra a criminalidade violenta. Os indivíduos, usando artes marciais, roubavam clientes das discotecas onde trabalhavam.

A operação teve por nome ‘Kilo’ e teve por base uma investigação de sete meses, segundo anunciou o Comando da PSP de Lisboa. A investigação esteve a cargo da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa, tutelada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), do Ministério Público de Lisboa.
A acção da investigação decorreu nas áreas tradicionais de estabelecimentos nocturnos de Lisboa, na Avenida 24 de Julho e em Alcântara e foi justificada por vários roubos com violência que iam decorrendo já há alguns meses na zona.
Os indivíduos acumulavam a função de seguranças em discotecas para depois assaltarem os frequentadores dos estabelecimentos nocturnos, contando com a conivência de uma mulher.
Os indivíduos, com idades compreendidas entre os 25 e os 35 anos, eram praticantes de artes marciais e frequentadores de ginásios. As vítimas eram seguidas após a saída dos estabelecimentos nocturnos, após o que eram roubados com recurso à força física, uma vez que o tipo de vítimas e os conhecimentos que os assaltantes tinham de artes marciais dispensava qualquer arma de fogo ou arma branca.
 
Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1233091
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publicado por Sobreda às 00:46
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Com Bolonha qual é o futuro para o Ensino Superior?

 

Hoje, dia 20 de Maio, 4ª feira, às 18h, no edifício C6, na sala 2.53 (2º piso), da Faculdade de Ciências, no Campo Grande em Lisboa, irá decorrer um debate CDU promovido pelo Sector Intelectual de Lisboa do PCP, sob o título ‘Ensino Superior: que futuro com Bolonha?’
O debate conta com a participação de João Ferreira, segundo candidato da CDU ao Parlamento Europeu, Manuel Gusmão, Eduardo Chitas, Carlos Mota Soares, Rui Namorado Rosa, Frederico Carvalho e Luísa Mota Soares. Participe!
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publicado por Sobreda às 01:15
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O verniz pode estar quase a estalar

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa exigiu ontem esclarecimentos da CML sobre os cartazes colocados em edifícios por reabilitar que referem que os projectos aguardam aprovação pela Assembleia

O pedido de esclarecimento “formal e por escrito”, que dá oito dias à CML para responder, foi anunciado no início dos trabalhos daquela Assembleia.
A presidente da Assembleia quer saber quanto custaram os cartazes, quem autorizou a utilização do símbolo do órgão a que preside, os “procedimentos de colocação” e quem autorizou esses procedimentos, bem como “o que aguarda aprovação na Assembleia”, já que aquele órgão autárquico não tem competência em matéria de aprovação de projectos de reabilitação.
Os cartazes colocados pela CML sinalizam edifícios por reabilitar que poderiam beneficiar do empréstimo de 120 milhões de euros, que, dizem, aguarda aprovação pela Assembleia. O empréstimo para reabilitação urbana foi aprovado pela Câmara, com os votos contra dos vereadores do PSD.
A AML pede também “cópias dos projectos aprovados para os edifícios em que foram colocados os cartazes”, que a CML colocou em 50 a 60 imóveis cartazes onde se lê que «aprovado pela Câmara” e ao lado outros em que se afirma «aguarda aprovação pela Assembleia Municipal”.
Após anunciar este pedido de esclarecimentos, a presidente sublinhou que se trata de um “pedido formal, dentro do que são as competências da Assembleia” 1.
O presidente da CML garantiu depois, já ao final da tarde, que dará à AML os esclarecimentos pedidos sobre os cartazes colocados em edifícios por reabilitar que referem que os projectos aguardam aprovação da Assembleia.
O referido empréstimo servirá para a concretização de cerca de 350 empreitadas de reabilitação urbana, algumas iniciadas em 2004, paradas por falta de verba, sublinhando terem sido lançadas “sem financiamento e sem projecto”. Os realojamentos provocados por essas “mega-empreitadas” custam um milhão de euros anuais ao Município 2.
 
1. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=135573
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=135602
publicado por Sobreda às 01:06
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Exposição dos ‘Vasos da Cidadania’

Inauguração Exposição dos Vasos da Cidadania      
 
 

Hoje, dia 20 de Maio (4ª feira), pelas 18 horas, será inaugurado na zona envolvente ao edifício sede da Junta de Freguesia uma exposição de rua com os cerca de 150 vasos da cidadania que estão a ser construídos nas instituições locais e nas turmas das escolas de Carnide.
Esta exposição de rua é um trabalho colectivo que envolve toda a freguesia, na sua diversidade de bairros e movimentos locais.
Todos estão convidados para a inauguração e para apreciarem e discutirem as diferentes propostas e sugestões para Carnide.
Nesse mesmo dia, pelas 18h30, será constituída formalmente a Rede Comunitária de Carnide, uma rede social que junta cerca de 70 parceiros com intervenção directa em Carnide.
A afirmação das parcerias, do trabalho em rede e de projectos sólidos e de continuidade passa também por esta grande exposição de rua que irá, certamente, marcar o futuro.

Ver www.jf-carnide.pt/cr_agenda_detalhe.php?aID=875

publicado por Sobreda às 01:01
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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

AMBCV 100% em movimento

 

No passado domingo dia 17, a Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha festejou os seus 15 anos, com a inauguração das instalações do ‘Espaço Senior’.
Com este novo espaço, a AMBCV tem em vista possibilitar aos idosos momentos de convívio com actividades de interacção e de lazer.
A Associação, que foi fundada em 12 de Maio de 1994 e conta actualmente com 500 sócios, está assim duplamente de parabéns.

 

À esquerda, na foto, Teresa Roque, cabeça de lista da CDU à Freguesia do Lumiar. Ao seu lado, o presidente da AMBCV, José Bandeira.
publicado por Sobreda às 01:22
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Defesa do Serviço Nacional de Saúde é imperativo nacional

O secretário-geral do PCP considerou ontem um “imperativo nacional” a defesa do Serviço Nacional de Saúde “geral, universal e gratuito”, criticando o que disse ser o “ataque generalizado” ao serviço público e às carreiras médicas.

O dirigente comunista falava em Lisboa num debate sobre as perspectivas de evolução do Serviço Nacional de Saúde, promovido pela Ordem dos Médicos, durante o qual a discussão ficou também marcada pela polémica recente sobre a prescrição de medicamentos, que opôs esta classe aos farmacêuticos.
Alguns médicos mostraram receios que os medicamentos vendidos nas farmácias não correspondam àquilo que eles prescreveram, caso o façam por princípio activo, mas garantiram que não têm reservas quanto aos genéricos.
Sobre esta matéria, Jerónimo de Sousa considerou que “tarda a prescrição pelo princípio activo, acompanhada por medidas que impeçam o controlo” dos medicamentos vendidos, pela indústria farmacêutica e pelas farmácias.
O PCP defende que a manutenção da “possibilidade de ser o médico a prescrever um medicamento com a indicação de uma marca, com a devida fundamentação. Não passamos um atestado de desconfiança aos médicos. Eu ponho-me no papel de um utente. Tenho muito mais confiança num médico do que nos interesses económicos, que têm por objectivo o lucro”, afirmou o líder comunista, que sublinhou que “deve sempre estar presente o interesse do utente e a garantia de saúde pública”.
Para Jerónimo de Sousa, a polémica sobre a prescrição dos medicamentos faz parte de uma ‘ofensiva’ ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que começou “com os encerramentos e lógicas economicistas, que só abrandou devido à luta das populações”.
Agora, referiu, esta ofensiva entra numa segunda fase: “eles precisam de atacar a classe médica e enfermeiros” para alcançar a privatização. “Precisam de neutralizar os seus principais agentes, procurando criar as condições para o recurso ao privado, provocar um amaldiçoar do serviço público para se olhar para a alternativa que é o serviço privado”.
Por outro lado, “o ataque ao SNS passa fundamentalmente pela vertente económica e financeira, facto a que não são alheios os valores movimentados anualmente neste sector”, considerou ainda Jerónimo de Sousa, que destacou também que “uma outra linha de ataque dos defensores da privatização é a utilização do dogma de que a gestão privada é mais eficiente que a pública”.
“Os esforços dos grandes grupos financeiros para se apoderarem do negócio da saúde têm provocado alterações profundas nas relações entre o SNS e os prestadores privados”, degradando também as relações com os profissionais de saúde, sublinhou o líder do PCP, defendendo que o desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde passa pela renovação dos Cuidados de Saúde Primários, e considerando “um desaire” a política do Governo nesta área, que “gerou desigualdades”.

O fim da empresarialização dos serviços de saúde públicos, o fim da promiscuidade entre público e privado, uma "verdadeira reforma" dos cuidados de saúde primários, a abertura de novos centros de saúde, a abertura de vagas para medicina geral e familiar e a criação de uma carreira de Saúde no Trabalho são algumas das medidas propostas pelo PCP para garantir um SNS “geral, universal e gratuito”.
 
publicado por Sobreda às 01:12
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Apresentação dos candidatos da CDU da Ameixoeira

 

Realizou-se no passado sábado à tarde a apresentação pública dos primeiros candidatos da lista da CDU aos órgãos autárquicos na Freguesia da Ameixoeira e do seu cabeça de lista, e anterior presidente da Junta, Bruno Rôlo (à direita na foto).
A lista da CDU conta com uma equipa vitoriosa!
 
A iniciativa contou ainda com a participação do deputado na AR do PCP e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, Miguel Tiago.

 

publicado por Sobreda às 00:22
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Apresentação dos candidatos da CDU da Charneca

 

 

Realizou-se no passado sábado, ao final da tarde, a apresentação pública dos primeiros candidatos da lista da CDU aos órgãos autárquicos na Freguesia da Charneca e do seu cabeça de lista, e anterior presidente da Junta, David Castro.
A iniciativa contou ainda com a participação do actual vereador do PCP e candidato à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Ruben de Carvalho.

 

publicado por Sobreda às 00:15
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Domingo, 17 de Maio de 2009

Marcha do próximo dia 23/5

 

A CDU está a preparar uma marcha de protesto. Participe também!

 

publicado por Sobreda às 00:42
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PLH propõe medidas para reabilitação semelhantes ao PER

O Programa Local de Habitação (PLH) de Lisboa defende a criação de uma medida nacional para a reabilitação urbana, à semelhança do que foi feito para a eliminação das barracas com o Programa Especial de Realojamento (PER).

A matriz estratégica preliminar do PLH, o documento que define os objectivos, programas e medidas da política municipal de habitação para os próximos cinco anos, é hoje discutida em reunião do executivo municipal, que votará o seu envio para discussão pública.
O programa conclui pela necessidade de “criação de uma instrumento financeiro de carácter e dimensão nacional, à semelhança do PER, para a reabilitação urbana, incluindo a reabilitação habitacional”. O PER foi criado em 1993 para erradicar as barracas nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.
Um dos objectivos do Programa Local de Habitação é “dar prioridade à reabilitação” sobre a construção nova e, nesse âmbito, defende também a “aprovação de um regime legal único para a reabilitação urbana” e a “extensão dos benefícios fiscais a mini-fundos imobiliários”.
É igualmente proposta a “criação de um programa tipo Recria para inquilinos” e de um programa de “reabilitação jovem”. O programa defende a concretização de “acções de reabilitação por quarteirão, criando efeito de demonstração e economias de escala”.
 
Ver Lusa doc. nº 9661054, 13/05/2009 - 07:20
publicado por Sobreda às 00:24
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Demolição de fogos inabitáveis

O abate de fogos inabitáveis públicos e privados é uma das medidas propostas pelo Programa Local de Habitação de Lisboa, que defende também a promoção de programas de apoio à partilha de casa entre gerações, como idosos e estudantes.

O documento define os objectivos, programas e medidas da política municipal de habitação para os próximos cinco anos. O programa propõe a identificação de todos os fogos sem condições básicas de habitabilidade e conforto sanitário e a “reconversão ou abate do parque municipal inabitável”.
Uma medida que se estenderá ao parque habitacional privado e público não municipal, depois de um “levantamento exaustivo” em parceira com as juntas de freguesia, associações de moradores e rede social.
O “abate” é proposto para “fogos inabitáveis que não tenham condições de recuperação, com garantias de realojamento dos ocupantes, no quadro de processos participados de regeneração urbana”.
No capítulo da promoção da coesão social, o PLH defende programas de “apoio à partilha de habitação entre gerações”, dando como exemplo a divisão de casa entre idosos isolados e estudantes.
Uma rede de residências assistidas que forneça alojamento e assistência a “pessoas fragilizadas ou capacidades funcionais reduzidas”, em fogos municipais ou em parceria com a rede social ou outras entidades, é outra medida avançada.
O PLH estabelece também a garantia de acesso de imigrantes à contratação de arrendamento habitacional “sem discriminação”, através de um sistema de “aval público”, em parceria com o Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural e organizações de defesa dos imigrantes.
Para “adequar a oferta à procura de habitação”, é proposta a criação de bolsas de arrendamento jovem a partir de fogos devolutos municipais, bem como o incentivo à colocação de fogos devolutos privados no mercado de arrendamento, com criação de um seguro de rendas e medidas fiscais.
A promoção e criação de bolsas público-privadas de arrendamento com uma quota a custos controlados é outra das medidas avançadas no PLH.
 
Ver Lusa doc. nº 9665690, 13/05/2009 - 07:20
publicado por Sobreda às 00:18
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Sábado, 16 de Maio de 2009

Apoie a Coligação Democrática Unitária !

 

Para contribuir para uma vida melhor, nós apoiamos a CDU !

 

Ver www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=74&Itemid=44

Temas:
publicado por Sobreda às 00:26
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Neste sábado, dia 16 de Maio, CDU em novas acções de campanha

Visite o sítio da CDU nacional

 

Eis a lista de iniciativas calendarizadas para este sábado à tarde:
13h na Ajuda, Rio Seco: almoço/apresentação de candidatos, com a participação de Miguel Tiago, deputado e candidato à CML, e de Modesto Navarro, cabeça de lista à Assembleia Municipal de Lisboa.
15h na Ameixoeira, C.T. na Rua Cmdt Fontoura da Costa: apresentação de candidatos, com a participação do deputado e candidato à CML Miguel Tiago e do deputado municipal de “Os Verdes” Sobreda Antunes.
15h no Beato, Ateneu Musical: apresentação de candidatos, com a participação de Ruben de Carvalho, cabeça de lista da CDU à CML.
15h em Stª Engrácia, Lg. Chafariz (Machado Castro): apresentação de candidatos, com a participação de Manuel Figueiredo, vereador e candidato à CML.
16h em São João, Praça Paiva Couceiro: apresentação da lista à Freguesia, com a candidata de “Os Verdes” Cláudia Madeira.
16h Arroios, no CT Vitória, Av. da Liberdade: apresentação de candidatos.
17h na Charneca, Anfiteatro do Campo das Amoreiras: apresentação de candidatos, com a participação do cabeça de lista à CML Ruben de Carvalho e do deputado municipal de “Os Verdes” Sobreda Antunes.
17h no Coração de Jesus, Jardim das Areias, junto dos Capuchos: apresentação de cabeça de lista, com a participação de Carlos Carvalho, vereador e candidato à AML.
20h nas Mercês, Charcutaria Francesa: apresentação de cabeça de lista, com a participação de Miguel Tiago.
publicado por Sobreda às 00:13
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Teatroàparte apresenta ‘Guarda-sol amarelo’

 

Mês de Maio é o mês do teatroàparte passar pelo palco. E cá estão eles a partir de hoje mais uma vez.!

O teatroàparte vai levar a cena mais uma peça: “Guarda-sol amarelo” (será que este nome não vos diz nada?). É uma criação colectiva (a terceira em 12 anos), uma meditação sobre a cidade feita por 30 cabeças, 60 mãos, algumas miniaturas, umas maquetes. É sobre estarmos aqui. E é uma espécie de construção em andares da nossa história recente (os 35 anos desta democracia) feita em cima dos mapas emotivos das ruas por onde andamos.

Como vem sendo hábito desde 2004, o espectáculo terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Telheiras. As datas são as seguintes:
- sexta-feira, 15 de Maio, 22h
- sábado, 16 de Maio, 22h
- sexta-feira, 22 de Maio, 22h
- sábado, 23 de Maio, 16h e 22h
- sexta-feira, 29 de Maio, 22h
- sábado, 30 de Maio, 22h
Os bilhetes (ao preço de 5,00 euros - o teatroàparte continua sem inflação!) podem ser reservados pelo 965 577 545 (e têm que ser levantados até meia-hora antes do início do espectáculo - por favor, respeitem este ponto).
Como se sabe, os espectáculos têm esgotado a maioria das sessões, pelo que não demorem a decidir-se (até porque desta vez só há sete sessões em vez das nove da passada peça).
Para o grupo teatral, toda a divulgação do espectáculo será muito bem vinda !
publicado por Sobreda às 00:16
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Novo Espaço Sénior na AMBCV

 

O Espaço Sénior constitui um conjunto de actividades a inaugurar pela Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha no domingo, dia 17 de Maio de 2009. A obra está quase pronta.
 
Ver http://ambcvlumiar.wordpress.com/2009/05/10/yes-we-can
publicado por Sobreda às 00:09
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