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Terça-feira, 16 de Março de 2010

O movimento associativo popular - Elemento de emancipação das populações


Na ligação do Partido às massas, um elo importante reside na intervenção dos comunistas no movimento associativo popular.

O aparecimento das primeiras colectividades em Portugal remonta o fim do século XVIII e o início do século XIX, associado ao início da industrialização. Sem direitos, sem nenhuma protecção social e com um elevado nível de analfabetismo, os operários começaram a organizar-se, para que, colectivamente pudessem responder às suas necessidades. Deste modo nasceram as primeiras associações de socorro mútuo na doença, as sociedades cooperativas de consumo e produção, caixas de crédito e as associações de instrução popular.

As primeiras colectividades surgem com o objectivo da instrução e cultura, assentes nos princípios da solidariedade e da cooperação. Rapidamente se tornaram pólos de criatividade, das artes e das letras e como espaços de recreio e convívio dos operários e da comunidade local. Muitas actividades desenvolveram-se para além da instrução, como o ensino da música e a criação de bandas filarmónicas, a biblioteca, os grupos de teatro e as tertúlias.

A constituição destas estruturas associativas representa a evolução da consciência social dos operários que entenderam as desigualdades existentes. As colectividades constituíram-se como elemento de formação pessoal, cívica e política dos operários e das populações locais.
No período da ditadura fascista, as colectividades não só continuaram a desenvolver as suas actividades, culturais e recreativas, como as aprofundaram. Foram também pólos de grande resistência anti-fascista, de organização, de luta e de consciencialização do povo. Mesmo antes do 25 de Abril, as colectividades já exerciam o direito de livre associação, de reunião, de expressão e de opinião. A prática da democracia e da liberdade era uma realidade na vida interna destas.
A Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense na ditadura fascista realizou um conjunto de iniciativas, como por exemplo, o concerto de Carlos Paredes, o colóquio com o poeta soviético Ievtuchenko ou o concerto do Coro da Academia dos Amadores de Música, dirigido pelo maestro Fernando Lopes Graça, que levou o Governo Civil a proibir sessões culturais. Esta colectividade foi mesmo encerrada. A PIDE procurava controlar a vida e as iniciativas das colectividades, reprimindo tudo o que pudesse indiciar perigo e contribuísse para acções que colocasse em causa o regime fascista.

Com a Revolução de Abril, o movimento associativo popular conheceu um novo e diversificado crescimento, ao nível das colectividades de cultura, recreio e desporto, e com o surgimento de associações de âmbito social, de reformados, deficientes, associações juvenis e estudantes, associações ambientais, associações de moradores, associações de pais, entre outras.
Num país onde era preciso fazer quase tudo, o movimento associativo popular, os seus dirigentes e associados deram um contributo insubstituível para o desenvolvimento e progresso das localidades onde se inserem, acompanhando as dinâmicas do Poder Local Democrático consagrado pela Constituição da República Portuguesa.

Hoje, o movimento associativo popular continua a desempenhar um papel inestimável junto dos trabalhadores e das populações, continua a ser o garante da democratização do acesso à criação e fruição cultural e à prática desportiva, direitos conquistados pelo 25 de Abril, mas que o Estado não assegura. Se os jovens hoje têm a possibilidade de praticar desporto, ou de aprender a tocar um instrumento musical, deve-se ao Movimento Associativo Popular. É nas colectividades e nas associações que os trabalhadores continuam a fazer ponto de encontro e de convívio, mas também a partilhar os problemas e as dificuldades do quotidiano.

Segundo dados recolhidos pela Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, existem no país mais de 18 mil colectividades e associações, com mais de 234 mil dirigentes associativos, que envolvem mais de 3 milhões de associados. O movimento associativo popular constitui efectivamente um grande potencial de organização, intervenção e reivindicação a nível nacional. A sua capacidade de realização e mobilização em torno de aspectos culturais e desportivos, mas também sociais é enorme.

Pelas suas características e natureza, o movimento associativo popular mantém as suas actividades e iniciativas com uma grande proximidade às populações. É por isso um grande potencial de denúncia de problemas, de esclarecimento e mobilização, com capacidade para promover, organizar e liderar movimentos e luta reivindicativa para a solução dos problemas concretos dessa comunidade. Esta capacidade de organização e de luta em torno de problemas concretos, é o caminho para a consciencialização das populações para os problemas de âmbito mais geral que interferem com as suas condições de vida.

A intervenção dos comunistas no movimento associativo popular é essencial para alargar a influência do Partido Comunista Português a mais homens e mulheres, dar a conhecer o nosso projecto, e de certa forma implementar alguns dos seus aspectos, do ponto de vista social, cultural e desportivo, e da participação democrática das populações e das associações na vida política local. A proximidade com as populações é uma mais-valia para o Partido, permite não só conhecer os problemas concretos, mas dá capacidade de intervenção que corresponda aos seus anseios.
É responsabilidade dos comunistas contribuir para o reforço do papel do movimento associativo popular, afirmando a sua intervenção social e política local, assumindo-se como um grande movimento social de massas. Através do estímulo e dinamização de espaços de participação das populações conjuntamente com o Poder Local Democrático, na definição das políticas locais, não só nas áreas culturais, desportivas e sociais, mas também de outras áreas como a educação ou saúde, acessibilidades ou higiene e limpeza urbana; é possível concretizar uma verdadeira democracia participativa, onde a voz das populações e das associações contam, para o desenvolvimento e progresso da localidade onde estão inseridos. Deve-se ainda incentivar a participação das populações para encontrar soluções para os problemas comuns. Muitos deles passaram por um processo de reivindicação e luta dirigida aos seus responsáveis.

Muitos exemplos poderiam ser referidos, mas optemos pelo exemplo da luta pelo hospital no concelho do Seixal, uma luta que envolveu várias instituições do concelho, autarquias, comissões de utentes de saúde, associações de reformados, associações de pais, associações juvenis, colectividades, escolas, entre outros. O movimento associativo popular compreendendo esta necessidade e reivindicação da população do concelho, e também enquanto sua representante, empenhou-se directa e activamente nesta luta. Simultaneamente, a sua intervenção permitiu alargar a consciencialização e mobilização de mais populares para esta luta concreta.

Desde o primeiro momento o movimento associativo popular do concelho do Seixal, conjuntamente com as autarquias e as comissões de utentes de saúde do Seixal, foi elemento essencial para o esclarecimento da população sobre a necessidade de se organizar para reivindicar o hospital, que garantisse o direito à saúde. Dinamizou abaixo-assinados, distribuiu documentos, realizou debates e sessões de esclarecimento, elaborou vários materiais de propaganda - faixas, cartazes, mobilizou para as acções de massas, colocou à disposição instalações, viaturas, tudo para contribuir para alcançar o objectivo desta luta. E foi devido à luta unida de autarquias, comissões de utentes de saúde, movimento associativo e outras instituições que se conseguiu que o Governo decidisse a construção do hospital no concelho do Seixal. Mas o movimento associativo popular assim como as restantes entidades estarão atentos ao desenvolvimento deste processo até que o hospital abra as portas à população. Continuam disponíveis para levar a luta adiante até o objectivo final ser alcançado, o hospital construído e a desempenhar a sua função à população.

Outros exemplos podemos dar de participação, organização e mobilização do movimento associativo, não só no âmbito dos problemas locais que afectam a comunidade envolvente, mas também ao nível de aspectos mais amplos, como a sua grande presença nas comemorações do 25 de Abril, quer na realização de iniciativas nas suas instalações, quer no habitual Desfile do 25 de Abril em Lisboa. Mais uma vez, no concelho do Seixal, o movimento associativo popular conjuntamente com a Câmara Municipal do Seixal e a população do Concelho do Seixal, comemoram o 25 de Abril nas ruas, com numa grande saudação ao Poder Local Democrático, reafirmando os valores e conquistas de Abril, exercendo os direitos e liberdades consagrados na Constituição da República Portuguesa.

O movimento associativo popular participa diariamente em diversas dimensões da vida local, no desporto, na cultura, na acção social e cooperação, na educação e juventude, como parceiros na organização de iniciativas conjuntamente com as autarquias, como é exemplo no concelho do Seixal, a Seixalíada, os Jogos do Seixal, o Festival Internacional de Bandas da Arrentela, o Encontro de Bandas do Seixal, Semana social, o Projecto Municipal Teatro Sénior ou a Feira de Projectos Educativos.

A Seixalíada, que realizou a sua 26.ª edição em 2009, é seguramente uma das maiores iniciativas de desporto popular. A Seixalíada é resultado do 25 de Abril, do Poder Local Democrático, e da Constituição considerar o desporto como o direito do povo, pelo que as autarquias e o movimento associativo entenderam promover o desporto para todos. Em 1982 começa a primeira Seixalíada. Desde a primeira edição participam crianças, jovens, idosos, atletas federados ou não, individualmente ou através do envolvimento não só das colectividades mas também das escolas e associações de reformados. A Seixalíada é organizada totalmente pelo movimento associativo popular do concelho do Seixal, com o apoio da Câmara Municipal do Seixal e as Juntas de Freguesia do concelho. É eleita anualmente a Comissão Organizadora, constituída por dirigentes associativos das colectividades e associações que, conjuntamente com a Associação de Colectividades do concelho do Seixal, assumem todos os aspectos de planeamento, organização e execução do trabalho. São ainda criadas várias Comissões Técnicas Especializadas, com a participação dos técnicos das colectividades que preparam o quadro das diversas modalidades desportivas. A organização revela um carácter democrático e participativo, envolvendo cerca de 700 voluntários.
Ao longo dos anos a Seixalíada afirmou-se a nível nacional como uma grande manifestação desportiva e popular. A participação popular, as modalidades desportivas e o número de iniciativas têm crescido ao longo dos anos. No ano de 2008, ano de comemoração dos 25 anos da Seixalíada, registaram-se mais de 12 mil praticantes e de 43 mil participações, em 5371 jogos, de 66 modalidades desportivas. Em 2009 as modalidades desportivas foram cerca de 70, um número recorde desta iniciativa. Durante um mês, o concelho do Seixal é palco do desporto de massas. Mais uma vez, é confirmado o potencial de intervenção, de organização, de capacidade de realização e de autonomia do movimento associativo popular junto das populações, seja na luta e reivindicação dos seus direitos, seja na promoção de grandes eventos.

O movimento associativo popular continua a promover a participação das populações na vida local, partilhando as suas preocupações e encontrando soluções para a sua resolução, contribuindo para o desenvolvimento local. No passado, como no presente o movimento associativo popular assume-se como um espaço de formação pessoal e cívica, de aprendizagem e exercício dos valores democráticos, da participação e da liberdade. Afirma-se como espaço de exercício e de reivindicação de direitos, mas acima de tudo, aprofunda o seu papel de consciencialização e emancipação das populações, de que a união na luta é o único caminho para uma vida melhor.
 
Escrito por Revista «O Militante»  

Março/2010

 

publicado por teresa roque às 23:55
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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Inválidos do Comércio apresenta projectos

Ainda durante a recente visita de sábado, dia 3 de Outubro, parte do dia de campanha do cabeça de lista da CDU à CML, Ruben de Carvalho, e restantes candidatos à CML, AML e Freguesias da Ameixoeira, Carnide, Charneca e Lumiar, foi passada em contactos com as diversas colectividades destas freguesias.

O presidente dos Inválidos do Comérico, engº Vitor Damião, recebe Ruben de Carvalho, cabeça de lista da CDU e restantes candidatos à AML, CML e Freguesias 

A direcção dos Inválidos do Comércio apresenta os seus novos projectos

Na foto de cima reconhecem-se elementos da direcção da cidade de Lisboa e os vereadores Ruben de Carvalho, Rita Magrinho e Manuel Figueiredo

 

Através desses encontros, nos quais os membros da Coligação Democrática Unitária foram particularmente muito bem recebidos, os candidatos da CDU procuraram fazer um balanço das dificuldades que aquelas associações têm sentido, durante os mandatos de direita na Câmara de Lisboa, desde 2002. 

 

 Na foto de cima, Teresa Roque, cabeça da lista da Freguesia do Lumiar e Ruben de Carvalho

 

Na foto, reconhecem-se, da esquerda para a direita, David de Castro, cabeça de lista à Freguesia da Charneca, o vereador Manuel Figueiredo, Alberto Grijó e Teresa Roque 

 

 

Na foto, da esquerda para a direita, Alberto Grijó, Teresa Roque (candidatos no Lumiar), Ruben de Carvalho, Vitor Damião, presidente da direcção dos Inválidos do Comércio, a vereadora Rita Magrinho e Carlos Chaparro.

publicado por Sobreda às 00:16
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Arraiais começam amanhã a colorir as ruas de Lisboa

 

A partir de manhã e até 30 de Junho a capital é invadida por cheiros, sons e cores que indicam a chegada de um dos eventos mais tradicionais das Festas de Lisboa: os arraiais. À semelhança dos outros anos, os dias fortes serão os fins-de-semana e os feriados.
Ao calor juntam-se as sardinhas, o manjerico e a música popular que se espalham pelas ruas da capital. É já amanhã que os arraiais dos Santos Populares tomam conta dos bairros históricos, onde 25 colectividades já têm tudo preparado para a festa.
O ritual vem desde a Idade Média e graças às organizações e à vontade popular, as festividades continuam com grande vitalidade. Há 18 freguesias prendadas com arraiais mas nem todas começam já amanhã. Aliás, como explicam os organizadores, os dias mais fortes são “os fins-de-semana e as vésperas de feriado de Junho”.
Apesar do primeiro arraial na zona de S. Vicente de Fora se realizar apenas no dia 9, um exército de voluntários já tem quase tudo preparado. O coordenador das festas populares d'A Voz do Operário, Vitor Agostinho, conta que no beco onde costuma decorrer a animação “as paredes já estão todas pintadas com desenhos naif de zonas emblemáticas da cidade”.
O mesmo acontece com o Centro de Cultura Popular de Santa Engrácia, responsável pelos arraiais naquela zona, onde apesar dos “bailaricos” só arrancarem dia 6, já foram ultimados os preparativos. “Ainda hoje [ontem] de madrugada estivemos até às 6 da manhã a embelezar o arraial”.
Todos estes locais têm formas diferentes de viver o Santo António. A Voz do Operário decidiu animar a rua com noites de fado. Vítor Agostinho explica que a ideia é ter “fadistas amadores, sem grandes nomes, para ter um arraial calminho”.
No ringue do Clube Sportivo de Pedrouços, na zona de Santa Maria de Belém, também “já está tudo decorado. Já temos bandeiras, festão, luzes e manjerico, só falta umas palmeiras”, conta o seu vice-presidente.
Já a estratégia do Club Sportivo de Pedrouços passa por ter um "bom preço" nas sardinhas: "80 cêntimos". Assim, Vítor Santos acredita que o arraial "vai ficar cheio, porque vem tudo de Alfama para comer aqui uma sardinhada".
Apesar de todos quererem um “ambiente familiar” para os seus arraiais e reconhecerem que estes só são possíveis devido a uma solidariedade bairrista, tal não significa que os forasteiros sejam indesejados. Todos os organizadores revelam que “vem sempre muita gente de fora” 1.
Também em Telheiras, a A.R.T. está a começar a organizar um convívio popular - sardinhada, claro - no próximo dia 26 de Junho. Por isso, quem gosta de arraiais basta escolher um local ou então seguir o mais fiel dos sinais: o cheiro a sardinha! Conviva!
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1249286&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 09:08
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Assembleia Geral de Inválidos do Comércio

De acordo com os preceitos estatutários foi convocada a Assembleia Geral de Inválidos do Comércio a reunir-se no dia 30 do corrente, às 13h30, na sede da instituição, na Rua Alexandre Ferreira, 48-A, em Lisboa, em primeira convocação, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 - Estratégia de desenvolvimento de Inválidos do Comércio e suas implicações no que se refere ao Património.
2 - Alienação do espaço da Casa de Repouso Possidónio da Silva.
3 - Alienação do Edifício do Hotel Portugal, sito em Lisboa, na Rua João das Regras, 4 a 4-H.
 
 
Se é sócio, participe.
publicado por Sobreda às 00:07
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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

AMBCV 100% em movimento

 

No passado domingo dia 17, a Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha festejou os seus 15 anos, com a inauguração das instalações do ‘Espaço Senior’.
Com este novo espaço, a AMBCV tem em vista possibilitar aos idosos momentos de convívio com actividades de interacção e de lazer.
A Associação, que foi fundada em 12 de Maio de 1994 e conta actualmente com 500 sócios, está assim duplamente de parabéns.

 

À esquerda, na foto, Teresa Roque, cabeça de lista da CDU à Freguesia do Lumiar. Ao seu lado, o presidente da AMBCV, José Bandeira.
publicado por Sobreda às 01:22
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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Novo Espaço Sénior na AMBCV

 

O Espaço Sénior constitui um conjunto de actividades a inaugurar pela Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha no domingo, dia 17 de Maio de 2009. A obra está quase pronta.
 
Ver http://ambcvlumiar.wordpress.com/2009/05/10/yes-we-can
publicado por Sobreda às 00:09
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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Novo blogue da AMBCVL

A Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar (AMBCVL) foi fundada no ano de 1994 (Diário da República nº 146, III série, de 27 de Junho) em resultado do esforço de um grupo de moradores residentes no bairro que dá nome a esta Associação situada na freguesia do Lumiar.

A motivação destes moradores foi a de tentar que os problemas do seu bairro não caíssem no esquecimento dos autarcas e governantes da cidade e do país. A totalidade dos fundadores residia na Rua Maria Margarida, lotes 3, 4 e 5, do bairro da Cruz Vermelha. Dos fundadores só um era natural de Portugal, os restantes eram naturais de Cabo Verde.
A sede actual - a terceira desde 1994 - situa-se na Rua Maria Carlota, nº 8, Loja A, junto à zona do bairro que acolheu várias centenas de habitantes oriundos de outras zonas de realojamento.
O objectivo estatutário da associação consiste em criar e melhorar as infra-estruturas de apoio directo à comunidade residente, nomeadamente, através de uma melhor iluminação pública, de uma eficaz segurança policial, da criação de recintos desportivos e zonas verdes, da resolução dos problemas relacionados com habitação, da promoção o aperfeiçoamento social, cultural, físico e cívico.
Um dos desafios, entretanto conquistado, foi a de ter uma sede definitiva para a associação.
Desde o seu início a associação de moradores teve o cuidado de informar regularmente os moradores do bairro das principais questões do seu interesse, quer por correio, quer organizando sessões de esclarecimento, quer apelando à sua participação em sessões públicas da Junta de Freguesia e da CML.
Para além de informar, a Associação de moradores preocupa-se em exercer uma forte pressão política, quer através da sua presença nas reuniões públicas na Junta e Assembleia de Freguesia do Lumiar, quer através de reuniões com as várias vereações da CML, quer com os vários partidos políticos representados na Assembleia da República, quer ainda reunindo com outras associações de moradores.
Entre as actividades culturais, sociais e desportivas é de referir a organização de festas populares, passeios regulares a várias zonas do país, campanhas de sensibilização cívica, organização de um espaço para explicações escolares, organização de uma equipa de futebol, criação de um grupo de ciclismo, criação de um espaço de convívio para os associados, entre outras.
No que diz respeito à resolução dos problemas ligados à habitação, vêm manifestando uma actuação especialmente empenhada, nomeadamente, na legalização de situações irregulares, transferências e desdobramentos de famílias de forma a viverem de forma condigna e legal em casas no bairro. Graças à actuação persistente da Associação foi possível incluir as mais de 200 famílias no programa PER (Programa Especial de Realojamento) que habitavam na zona mais antiga do bairro.
Um outro exemplo expressivo da sua actuação foi a luta contra o desaparecimento de um edifício histórico do bairro (situado ao lado da creche) que se encontrava em escombros, e cujo futuro estava bloqueado por divergências entre a Santa Casa da Misericórdia e a CML, e após a intervenção conciliadora desta associação foi possível resolver o problema a favor do bairro, sendo hoje um Centro de Artes e Formação, gerido pela Junta.
Esta Associação pretende, em síntese, preparar o presente para construir e melhorar o futuro, certos de que só com uma intervenção participativa e reivindicativa dos moradores é que as suas expectativas e necessidades poderão ser alcançadas! Agora diversificam os seus meios de comunicação através do seu primeiro blogue.
 
Ver http://ambcvlumiar.wordpress.com
publicado por Sobreda às 01:17
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Longevidade em seminário

 

A Associação Inválidos do Comércio protagoniza em Lisboa desde 1929 uma resposta social organizada que assegura à população fragilizada pelas intempéries do tempo e a desatenção do poder instituído um envelhecimento condigno.
A ideia de encarar a velhice como um lado sombrio da vida e o envelhecimento como uma ameaça ao equilíbrio da sociedade sempre foi energicamente combatida pelos Inválidos do Comércio.
Nesse sentido, a Associação vai organizar um Seminário no próximo dia 13 de Março, no auditório do LNEC, sob o lema ‘O impacto da longevidade no séc. XXI’.
A instituição foi fundada em 1929, completando este ano o seu 80º aniversário.
 
Ver www.invalidos.org
publicado por Sobreda às 00:27
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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Telheiras, um bairro em mudança

A Associação de Residentes de Telheiras completou 20 anos em 2008. Durante as primeiras 2 décadas de vida da Associação, Telheiras foi um bairro em construção e a ART teve um papel relevante na discussão das questões ligadas ao urbanismo do bairro.
Hoje, Telheiras é um bairro em fase de consolidação e os problemas são outros: a população envelheceu, os adolescentes ocuparam o lugar das crianças, sobram algumas zonas expectantes e espaços verdes por concluir, o bairro é atravessado por trânsito de passagem, começam a surgir problemas de segurança.
Vivem-se actualmente tempos de crise e as organizações locais irão ter, no futuro, uma importância acrescida.
Com este encontro pretende-se:
* Pensar a ART, reflectir sobre a sua missão nos tempos que correm;
* Preparar a ART para os próximos 20 anos;
* Promover um maior e melhor relacionamento dos sócios com a ART.
Assim, sábado, dia 7 de Março, venha ao Centro Comunitário de Telheiras (em frente à ART) e participe. A sua opinião conta para melhorar a qualidade de vida no bairro!
Tragam todos os associados empenhados na problemática do bairro, porque vai valer a pena.
 
Ver www.artelheiras.pt/pages/index.php
publicado por Sobreda às 01:05
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

2ª Prova Luzia Dias

 

Realiza-se no dia 23 de Novembro, a partir das 10 horas, a 2ª Prova de Atletismo Luzia Dias. O percurso estende-se por 10 Km ao longo da Freguesia do Lumiar.
A Organização prepara uma reunião prévia para 6ª fª, dia 21 de Novembro, pelas 21h30, na Sede da Associação de Moradores do BCVL 1. A inscrição tem um custo de 3€ e é limitada a 600 atletas.
Luzia Dias, atleta do Águias da Musgueira e do Sporting C. P., foi medalha de Bronze no Campeonato do Mundo na Noruega em 19 de Março de 1989 e esteve presente no Campeonato da Europa de 23 a 27- de Agosto de 1989 em Warazidym (Jugoslávia) 2.

 

 

1. Ver www.revistaatletismo.com/LuziaDias07.htm e www.memoriascomvida.com/index.php?option=com_content&task=view&id=104&Itemid=88888902
2. Ver http://aguiasmusgueira.blogs.sapo.pt/43496.html
publicado por Sobreda às 00:24
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Pelo São Martinho vai à adega e prova o vinho

Todos os Ameixoeirenses e amigos da Ameixoeira estão convidados para participarem na abertura (prova) da água-pé no dia de São Martinho, que decorrerá no largo do Clube Recreativo Ameixoeirense (à Rua Direita da Ameixoeira), hoje 3ª fª, dia 11 de Novembro, das 15 às 20 horas.

Para além da oferta de água-pé, castanhas, caldo verde, febras e entremeadas, terá uma forte componente de animação artística popular.

 

 

A organização está a cargo da Associação de Estudos e Defesa do Património Histórico-cultural da Freguesia da Ameixoeira, em conjunto com a(s) Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos da Ameixoeira; Associação de Moradores das Galinheiras; Associação de Moradores da Quinta das Lavadeiras; Clube Recreativo Ameixoeirense e um grupo de moradores da Ameixoeira velha, que mais uma vez promove a abertura (prova) da água-pé no dia de São Martinho.
Tradicionalmente celebrado no dia 11 de Novembro, o Dia de São Martinho marcou, durante muitos anos, a Ameixoeira pela frequência de todos quantos aqui vinham para provar a água-pé e comer as castanhas assadas nos muitos magustos que os habitantes da Freguesia promoviam nos quintais e nas adegas das quintas que ainda há pouco tempo eram características emblemáticas da Ameixoeira.
Quem dos mais antigos moradores da Freguesia não se recordará ainda da tradicional abertura da água-pé na Adega Teia da Aranha, aquela tasca bem lisboeta hoje lamentavelmente abandonada e esquecida na Rua Direita da Ameixoeira, onde muitas pessoas acorriam ao apelo ancestral dos ditos populares: “No dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho”; “No Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho”?

 

 

Esta iniciativa conta com o apoio da Junta, a colaboração do(s) Grupo Comunitário das Galinheiras e Ameixoeira; Núcleo Empreendedor da Ameixoeira e participação dos alunos da Escola EB1 nº 109.
 
Programa
15h00 - Abertura (prova) da água-pé;
15h30 - Recepção dos Alunos, Pais, Encarregados de Educação, Professores e Funcionários da Escola Primária nº 109 - Prof. Eurico Gonçalves;
16h00 - Hélder Nunes (Organista e Vocalista);
16h30 - Grupo Coral Vozes da Ameixoeira;
17h30 - Hélder Nunes (Organista e Vocalista);
19h00 - Concerto de prestígio em Guitarra Portuguesa e Fado pelo Quarteto Edgar Nogueira, composto por Prof. Edgar Nogueira (Guitarra Portuguesa), Nelson Aleixo (Viola), Catarina Rosa (Violoncelo) e Teresa Rombo (Fadista).
publicado por Sobreda às 02:54
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

Só o PCP em defesa das colectividades

PROPOSTA N.º  404/2008

Considerando que:

1. As Associações Recreativas, Culturais e Desportivas da Cidade de Lisboa, denominadas popularmente por “Colectividades” têm um papel fundamental nas iniciativas e no desenvolvimento de eventos culturais, desportivos e recreativos da cidade de Lisboa, substituindo-se muitas vezes às entidades públicas que têm estas atribuições;

2. Este trabalho é quase sempre desenvolvido voluntariamente por cidadãos, que nas direcções destas colectividades altruisticamente promovem a melhoria da vida na cidade, o que fazem muitas vezes com sacrifício da sua vida pessoal;

3. As Colectividades constituem ainda um motor da promoção turística da cidade pela participação nas festividades mais emblemáticas da cidade;

4. Têm vindo a ser cobradas taxas de ruído e de ocupação do espaço público na sequência de eventos por si organizados, muitas vezes superiores aos escassos apoios financeiros para a sua realização;

5. Estas associações não dispõem de meios próprios ou receitas que permitam fazer face aos encargos gerados com as taxas;

6. O Município de Lisboa tem todo o interesse em manter a vida recreativa, cultural e desportiva da cidade, devendo apoiar o associativismo popular;

Os Vereadores do PCP têm a honra de propor que a Câmara Municipal de Lisboa delibere aprovar:

I. submeter à Assembleia Municipal de Lisboa, nos termos das alíneas a) do n.º 6 do art. 64º da Lei n.º 169/99 na redacção dada pela Lei n.º 5-A/2001, de 11 de Janeiro e alínea d) do n.º 1 do art. 11º e n.º 2 do art. 12º da Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro, a aprovação da isenção de taxa de ruído e de ocupação do espaço público às Associações referidas no art. 1º do Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa durante o ano de 2008;

II. Determinar que nos projectos dos novos regulamentos municipais de taxas a aplicar a partir de 2009 (actualmente em elaboração nos termos da Lei n.º 53-E/2006), seja contemplada a isenção de taxas de ruído e de ocupação do espaço público a estas Associações.

Lisboa, 21 de Maio de 2008

Os Vereadores do PCP

_____________________________________________________

Adiada a discussão na Reunião Pública de Câmara de 28 de Maio de 2008

Rejeitada, na Reunião Pública de Câmara de 30 de Julho de 2008, com 2 votos a Favor (PCP), 11 votos contra (5 PS, 2 LCC, 3 PPD/PSD e 1 BE) e 2 Abstenções (CPL) na Reunião Pública realizada em 30/07/2008

_____________________________________

___  Esta rejeição, por parte da maioria dos eleitos da CML, originou uma nota à Comunicação Social  cujo conteúdo se anexa __

Nota à Comunicação Social

PS, PSD, BE na CML rejeitam a isenção de taxas

Só o PCP em defesa das colectividades

Ontem, na sessão da CML, a maioria dos eleitos da CML votou contra uma proposta de isenção de taxas de ruído e de ocupação do espaço público apresentada pelo PCP.
 

A proposta do PCP é do seguinte teor:

Proposta do PCP: isenções para as Colectividades


Os Vereadores do PCP propuseram que a Câmara Municipal de Lisboa deliberasse aprovar o seguinte:

  • Submeter à Assembleia Municipal de Lisboa, a aprovação da isenção de taxa de ruído e de ocupação do espaço público às Associações referidas no art. 1º do Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa durante o ano de 2008 [Associações Recreativas, Culturais e Desportivas];


  • Determinar que nos projectos dos novos regulamentos municipais de taxas a aplicar a partir de 2009 (actualmente em elaboração nos termos da Lei n.º 53-E/2006), seja contemplada a isenção de taxas de ruído e de ocupação do espaço público a estas Associações.
     

Votação significativa contra as colectividades
Quando se passou à votação, PS, Sá Fernandes/Bloco de Esquerda, PSD, bancada de Carmona Rodrigues uniram-se contra as colectividades e rejeitaram a proposta.
A bancada de Helena Roseta absteve-se.
Esta rejeição mais uma vez vem prejudicar as colectividades numa época do ano especialmente dinâmica e plena de actividade.
O PCP regista com preocupação a crescente inclinação à direita da política dominante na CML, abrangendo cada vez maior número de matérias. Desta vez, são as próprias colectividades populares que sofrem as consequências desta visão política.

Lisboa, 31 de Julho de 2008

publicado por teresa roque às 15:17
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Troço da CRIL gera queixa na PGR

O troço final da CRIL, que deverá ficar concluído até final de 2009, ligará o nó da Buraca ao da Pontinha e este à rotunda de Benfica, numa extensão aproximada de 4,5 quilómetros, tendo a adjudicação da obra sido fixada em cerca de 110 milhões de euros. Como a obra, para ser executada, implica o derrube de várias habitações, os moradores começaram a ser notificados.
Porém, as cartas enviadas pela Estradas de Portugal (EP) têm selo dos CTT de 11 de Agosto, pelo que os moradores terão recebido o documento apenas no dia seguinte. No texto, a empresa convida cada proprietário a um acordo para uma indemnização amigável mas com a data-limite do dia anterior (11 de Agosto) à recepção, ficando obrigado a desocupar a sua habitação até ao dia 15 de Agosto.
Naturalmente, os moradores do Bairro Santa Cruz, em Benfica, entregaram de imediato na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma queixa contra a EP, responsável pelo troço final da CRIL, acusando-a de aproveitar o Verão para tentar desocupar casas afectadas pela obra.
Nesta queixa os moradores acusam a empresa de pôr em causa os seus “mais básicos direitos”, explicou o porta-voz da comissão, considerando que a EP está a “aproveitar esta época, em que as pessoas estão de férias, para enviar cartas com avisos para desocupar as casas porque vão iniciar os trabalhos”.
“Entregámos (ontem) uma queixa na PGR contra o que consideramos ser um atropelo dos direitos dos cidadãos. A EP age com total impunidade e como um Estado dentro do próprio Estado” e “isto não pode acontecer numa democracia”.
A comissão acusa ainda a empresa de aterrorizar e encetar uma ‘perseguição’ contra os moradores e de agir com ‘má fé’, negando-lhes um direito ‘que legalmente é seu, dando-lhes um prazo de 10 dias, para desocuparem as suas casas’. Desta forma, ‘negam-lhes o direito de reacção e de defesa em tempo útil’, sustentou o porta-voz da comissão.
“As pessoas que vivem nestas casas são, muitas delas, mais idosas e estão angustiadas e a sofrer com o desgaste desta situação. Houve pessoas que não foram de férias com medo de ficarem sem as suas casas e as que foram arriscam-se a chegar e a não ter a sua, sem sequer saberem”.
Os moradores afirmam que “ainda não existe projecto de execução aprovado para esta zona”, e que “a obra não pode ter início sem que este esteja aprovado e sem que exista o Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução (RECAPE)”.
Recorda-se que os moradores entregaram no passado mês de Julho uma petição com 4.000 assinaturas na Assembleia da República mostrando o seu total desacordo relativamente ao projecto.
 
Ver Lusa doc. nº 8647568, 12/08/2008 - 19:22
publicado por Sobreda às 00:57
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

AMBCV de parabéns

 

E já vão 14 anos... No passado dia 25 de Maio, celebrou-se, com grande festividade, a comemoração dos 14 anos de existência da Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha do Lumiar.
O evento ficou assinalado com a presença da fanfarra dos Bombeiros Voluntários do Montijo e com o inicio às 9h30 do 4º passeio de Cicloturismo com a presença de 281 participantes num percurso de 52 km pela cidade de Lisboa, com o regresso pelas 12h45. No final os participantes tiveram a sua espera um churrasco.
No período da tarde, pelas 16h, foi feita a oferta de um beberete aos convidados de honra, nomeadamente aos eleitos, ou seus representantes, da Assembleia de Freguesia, à Gebalis, ao Centro Social da Musgueira, ao K’cidade, ao blogue Viver na Alta de Lisboa, aos sócios em geral e restante população presente.
A nova direcção da Associação compromete-se a cada vez mais procurar o trabalho em rede, como um estado de espírito permanente, procurando sempre o prosseguimento do bem comum.
Deste blogue se enviam os nossos sinceros parabéns, com votos que a AMBCV tenha sempre por objectivo imediato o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida dos habitantes do bairro.
publicado por Sobreda às 01:11
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Sábado, 17 de Maio de 2008

Hoje há eleições na ART

A Associação de Residentes de Telheiras (A.R.T.) é uma associação de residentes que, através de ma participação cívica consciente, procuram resolver problemas da comunidade, nesta área de Lisboa. Através da Associação, os residentes de Telheiras procuram fomentar:

A criação de infra-estruturas de apoio directo à comunidade residente;
A realização de actos que visem promover, directa ou indirectamente, o aperfeiçoamento social, cultural, físico e cívico dos seus membros residentes;
O espírito de solidariedade e civismo entre os residentes da área de Telheiras, efectuando e promovendo reuniões, visitas, actividades desportivas, sociais ou intelectuais, no sentido de defender, preservar e melhorar as vertentes urbanística e ecológica desta área residencial;
A animação cultural, social, desportiva e recreativa, desenvolvendo e promovendo actividades em áreas em que os associados e os residentes manifestem interesse: Vertente Recreativa;
A participação dos residentes de Telheiras, como interlocutores indispensáveis, em todas as decisões importantes, relacionadas com a vida do bairro, com especial incidência nas questões da qualidade do ambiente urbano, do meio escolar e da segurança, aprofundando relações institucionais com os principais decisores políticos e administrativos, numa vertente reivindicativa e de participação cívica.
O apoio aos residentes - numa vertente de serviço - em questões de natureza pública ligadas à vivência no bairro, facilitando e agilizando a sua resolução através de contributos específicos ou do seu correcto encaminhamento.
Hoje há eleições. Participe e defenda a qualidade de vida do seu bairro !
 
Ver www.artelheiras.pt/pages/index3.php?page=quem_somos
publicado por Sobreda às 00:24
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Colectividades ponderam boicote às festas da cidade

As colectividades de Lisboa ameaçam boicotar as festas da cidade, caso a CML mantenha a redução do financiamento.
Segundo o vice-presidente da Associação das Colectividades do Conselho de Lisboa, o corte de 75% apanhou de surpresa as 27 colectividades. Os tradicionais arraiais deveriam receber 5150 euros, no entanto, a nova proposta da CML prevê apenas a atribuição de um subsídio de 1284 euros.
Um eventual boicote às festas dos Santos Populares será decidido hoje, em plenário de colectividades 1.
A Presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão, em Alfama, assim como as colectividades e os comerciantes e moradores da zona, criticam também a CML por falta de apoios nos arraiais populares.
Os moradores de Alfama dizem que a zona ‘está a morrer’, a propósito de as colectividades virem a receber este ano da Câmara menos de 75 % do dinheiro do ano passado para financiar os arraiais dos santos populares, proposta aprovada em reunião de executivo.
“Estou contra o facto de a Câmara fazer coisas destas”, afirma a presidente da Junta, Lurdes Pinheiro, justificando que "as colectividades é que dinamizam os santos populares e estão a tirar-lhes os meios para isso”. “As colectividades vão ter muitos problemas em cumprir o regulamento que a própria Câmara estipulou para os arraiais, como por exemplo a regra que exige música ao vivo. O dinheiro que vão dar agora não chega para pagar nem uma noite de música”, observa a Presidente da Junta.
A Presidente da Junta acredita que a medida adoptada pela CML “é apenas uma desculpa”, pois “entretanto [a Câmara] vai apoiando eventos privados como o Rock in Rio”. “A tradição deixa de ser tradição”, acrescenta.
Os arraiais são organizados por voluntários, “mas não é o pobre que vai pagar as bandas que actuam”, reitera o presidente do Centro Cultural Magalhães Lima, uma das colectividades que costuma receber o apoio da Câmara, e que vê em risco, este ano, a organização dos seus arraiais.
Alguns comerciantes que gerem restaurantes criticam as licenças que têm de pagar à CML para, por exemplo, algo tão ‘ridículo’ como porem o “fogareiro na rua”. “Acho mal as colectividades terem apoio e nós não”, pois “os comerciantes também fazem a festa” e apresentam condições de que esta necessita, “como as casas de banho que todos usam”. “Pelo menos devíamos estar isentos de pagar a licença”, contesta o dono de um restaurante, afirmando que assim “a gente acaba por desistir de participar nos arraiais”.
“Qualquer dia isto morre. Apenas o amor de algumas pessoas que fazem um grande esforço mantém o Santo António”, observa um dos moradores da Freguesia de Santo Estêvão, acrescentando que “antigamente” a festa decorria durante “o mês todo”, recordando a existência de “um coreto com um conjunto a tocar”. Dantes “convivia-se... E agora não permitem isso” 2.
No entanto, dinheiro ou isenção de taxas para promover os festivais privados é o que não falta. Trata-se de uma clara opção de classe por parte do município da capital.
 
1. Ver www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=247290
2. Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=346364&visual=26&rss=0
publicado por Sobreda às 00:46
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

«Solidariedade com A Voz do Operário»

É inaugurada, hoje, às 18h30, na Galeria João Hogan de «A Voz do Operário», uma exposição-venda de artes plásticas, cujas receitas revertem a favor da instituição.
A mostra, que vai estar patente até ao dia 10 de Maio, conta com trabalhos de Albino Moura (pintura), António Carmo (serigrafia), Cecília Guimarães (pintura), César Roussado (gravura), Cidália Rodrigues (pintura), Eduardo Lima Teixeira (pintura), Eduardo Santos Esteves (pintura), Helena Chaínho (tapeçaria), Fátima Neves (pintura), Francisco Nogueira (gravura), Joana Villaverde (pintura), João Aboim (fotografia), João Duarte (medalhista), Jorge Cabral (fotografia), José Augusto Coelho (pintura), José Félix (desenho), José Santa-Bárbara (pintura), Juan Souttulu (pintura), Pedro Penilo (pintura), Rui Vasquez (escultura), Sérgio Vicente (escultura), Sofia Martins (fotografia) e Teresa Magalhães (serigrafia).
Todos estes artistas doaram as suas obras no âmbito da campanha «Solidariedade com A Voz do Operário», estando a exposição integrada nas comemorações do 125.º aniversário da instituição.

publicado por cdulumiar às 16:02
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Domingo, 2 de Março de 2008

Memórias registadas em livro

A história das colectividades da Graça, onde se estreou aos microfones da rádio a carismática Milú, celebrizada em filmes como ‘O Leão da Estrela’ e ‘Costa do Castelo’ fica a partir de 6ª fª disponível numa edição da CML. O livro, que inclui fotos e entrevistas com as antigas vedetas, recordando os seus êxitos, vai estar disponível a partir de 2ª fª na Livraria Municipal, na Avenida da República, e será em breve vendido nas livrarias do circuito comercial.
Na publicação são descritos episódios da história das colectividades da Graça - algumas delas centenárias - e desconhecidos do grande público. As mais antigas são a Caixa Económica Operária, de 1876, o Grupo Excursionista Fiseu do Monte (1898) e o Grupo dos Cinco Reis (1907). Mais recentes, mas também alvo de atenção, são o Maria Pia Sport Clube, o Grupo Recreativo Estrela de Ouro, o Desportivo da Mouraria, o Futebol Clube Monte Pedral e o Núcleo dos Amigos do King (1996).
Todas estas colectividades têm ainda as suas portas abertas. Símbolos emblemáticos da Graça são o Cine Royal, onde foi exibido o primeiro filme sonoro em Portugal. Hoje está lá um supermercado, mas na fachada não se pode mexer, dado o interesse do imóvel.
Este livro é o 2º volume de uma colecção sobre as colectividades de Lisboa, sendo o primeiro dedicado aos Prazeres. Em preparação estão já mais dois volumes, um dedicado à Freguesia do Lumiar e outro sobre as Freguesias da Ajuda e Santos.
 
Ver Lusa doc. nº 8059054, 29/02/2008 - 16:39
publicado por Sobreda às 00:58
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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Centro Social da Musgueira

Segundo o seu coordenador, a Mediateca dá a todos os leitores, colaboradores, amigos e conhecidos as boas vindas, a todos endereçando convite para participarem neste projecto on-line, de modo a enriquecê-lo e a torná-lo um pouco pertença de cada um.
Porquê? Porque já estava na hora de ‘chegarem’ à net, pois desde há muito que havia o desejo (ou a necessidade) de uma ferramenta (como a blogosfera) para poderem comunicar e dar a conhecer a Mediateca e o seu dia a dia.
Com o auxílio e ideias de muitos, decidiram arrancar. Recorrendo ao formato de blogue, encontraram um modelo simples, flexível e dinâmico para partilhar um espaço de todos para todos. Fica também como um instrumento de consulta e arquivo de tudo quanto se vai fazendo e vivendo. Para todos os cibernautas que procuram informações, testemunhos, experiências e esperam ser este um meio de divulgação das novas valências.
Para além da biblioteca e de outras actividades lúdicas, deram também agora início à área da informática e a actividades desportivas. E sendo destinado a todos, solicitam participações e contribuições. Da nossa parte, a promoção já aqui está feita!
 
Ver http://csm-mediateca.blogspot.com
publicado por Sobreda às 00:06
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Solidariedade com a Voz

Na próxima 4ª fª, dia 13 de Fevereiro, às 18h30, o início das comemorações dos 125 anos será marcado por uma homenagem à Fundação Calouste Gulbenkian, pela acção fundamental e insubstituível que desenvolve em Portugal e pelo apoio que tem concedido à “Voz do Operário” 1.

Esta sociedade de instrução e beneficência, com uma história e património inigualáveis, tem, actualmente, uma população estudantil de 457 crianças e jovens, nas escolas do 1º, 2º e 3º ciclos, creches e jardins de infância, com uma valiosa acção social, cultural, desportiva e associativa. A metodologia pedagógica seguida é a do Movimento da Escola Moderna, que alia à aprendizagem e aquisição de competências a preparação para a vida, com responsabilidade, autonomia e solidariedade.
Cerca de 50% dos alunos provêem de famílias com dificuldades económicas, pelo que a sociedade tem reivindicado junto do Ministério da Educação (ME) pelo regresso dos contratos de apoio aos alunos oriundos de famílias de baixos rendimentos, que já provocou um prejuízo á instituição de 900 mil euros.
Na vertente social, presta apoio a idosos e doentes através do Centro de Convívio para a terceira idade, do Apoio Domiciliário a idosos e acamados, do Posto Médico para associados e a população. Tem também um Balneário Público, a Biblioteca, que realiza frequentes actividades culturais, desportivas e associativas, bem como actividades diversas com outras instituições, nomeadamente em cooperação com a CML.
Na ocasião, vão ser apresentadas as iniciativas a realizar durante este ano de 2008, na sede da “Voz do Operário” e em espaços culturais e sociais da cidade, como, por exemplo, a estreia de uma peça do “Novo Grupo/Teatro Aberto”. Do programa consta ainda uma gala de fado no dia 16 de Fevereiro, um festival internacional de tango argentino entre os dias 21 e 25 de Maio, um arraial popular em Junho, um espectáculo infantil a 21 do mesmo mês, a 17 de Dezembro a encenação da peça ‘Os operários de Natal’ (a partir das histórias de um álbum de histórias infantis com mais de 20 anos), bem como a estreia de um filme 2.
No sábado realizar-se-á um jantar de “amizade e solidariedade” com aquela instituição, uma vez que o Ministério da Educação (ME) suspendeu o contrato, com o “Voz do Operário”, de apoio às crianças e jovens com mais dificuldades financeiras. Vai ainda ser assinado um protocolo para a construção de um elevador na “Voz do Operário”, uma aspiração há muito desejada.
A campanha de solidariedade visa também arrecadar 500 mil euros para remodelar e modernizar as infra-estruturas da associação. Não se trata de “pedir esmola”, mas sim de captar a “atenção e a solidariedade” de sócios e amigos, para vencer a falta de apoios do ME 3.
 
1. Ver www.vozoperario.pt
2. Ver Sexta 2008-02-08, p. 9
3. Ver Lusa doc. nº 7977440, 07/02/2008 - 20:37
publicado por Sobreda às 01:04
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Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Bastonada no Grémio Lisbonense

O Grémio Lisbonense recebeu ontem uma ordem de despejo, revelou o vice-presidente desta Associação centenária, embora o património da Associação possa continuar dentro do edifício até ser encontrado um novo sítio, devendo as chaves ser entregues ao senhorio. O vice-presidente admitiu que o Grémio continua a tentar uma aproximação com o senhorio mas tem “poucas esperanças” de chegar a um acordo. É que sobre o edifício pendem "outros interesses económicos", devido à sua localização no coração histórico da Baixa lisboeta.
O caso remonta ao ano de 1998 quando o proprietário do imóvel iniciou uma ordem de despejo ao Grémio Lisbonense, localizado no topo sul da Praça do Rossio, após a realização de obras numa das salas, alegadamente sem o consentimento do senhorio. Apesar das inúmeras tentativas para salvar o Grémio, o caso evoluiu para a concretização de uma ordem de despejo 1.
Até que, ontem à noite, agentes da PSP que guardavam o Grémio Lisbonense, intervieram à bastonada atingindo alguns sócios e amigos da Associação que se insurgiram contra a ordem de despejo.
Cerca das 20h de ontem, agentes da PSP que permaneciam junto à Associação, para garantir o despejo do primeiro andar de um edifício da baixa pombalina que o Grémio ocupava há mais de 150 anos, atingiram com cassetetes vários sócios e amigos da instituição que se encontravam nas escadarias de acesso às instalações insurgindo-se contra o despejo ordenado pelo tribunal.
Um repórter fotógrafo da agência Lusa foi também atingido pela polícia na cabeça, nos braços e nas costas. “Estávamos a tentar dialogar mas a polícia bateu indiscriminadamente na cabeça, nas mãos e no pescoço dos vários associados”, afirmou um dos sócios do Grémio Lisbonense, enquanto segurava um saco com gelo sobre uma das mãos. Este jovem associado e mais cerca de uma centena de pessoas encontram-se na Praça do Rossio, em frente ao Arco da Bandeira, onde vários agentes da PSP impediam o seu acesso às instalações do Grémio.
Momentos antes da intervenção da polícia, três homens de uma empresa de mudanças retiraram da sede da associação diversos haveres do bar, enquanto no átrio do edifício se concentravam algumas dezenas de sócios e amigos do Grémio 2.
À porta, taciturnos, assistindo ao despejo, reuniam-se alguns sócios que, todas as tardes, ao longo dos últimos anos, se habituaram a frequentar a colectividade como se fosse a sua segunda casa. A ‘desgraça’ que ontem aconteceu não surpreendeu os sócios mais idosos. “A gente já lá não entra mais. Já mudaram as fechaduras”, lamentavam.
A notícia espalhara-se rapidamente através de e-mails e sms: “Estão a despejar o Grémio. Querem transformar o edifício num hotel de luxo” e, durante a tarde, o número de pessoas à porta do edifício aumentou, inconformadas com o encerramento. “Então querem revitalizar a Baixa e fecham um sítio destes?”, indignavam-se. “Podem arranjar uma solução numa garagem num bairro social, que é o que faz a Câmara, mas já não vai ser como era”, vaticinavam 3.
Fundado a 26 de Outubro de 1842, o Grémio Lisbonense tem sido palco de festas temáticas. Desdobrando-se em dois salões imbuídos de charme, com uma vista única sobre o Rossio, faz parte do circuito de todos os noctívagos. A entrada faz-se pela rua dos Sapateiros, subindo umas escadas íngremes e escuras, mas assim que se acede ao salão principal, é-se transportado no tempo para o início do século 4.
A CML, que pretende distinguir o Grémio Lisbonense com o estatuto de “Instituição de Utilidade Pública”, já prometera intervir como interlocutora entre as partes 5. Será que vai a tempo?
 
1. Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=325328&visual=26&rss=0
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=79588
4. Ver www.lxjovem.pt/index.php?id_categoria=14&id_item=173300&id_tema=21
5. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=77927
publicado por Sobreda às 02:18
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Associações sem apoio

São cerca de três centenas as associações mais ou menos de ‘bairro’ que ainda existem em Lisboa. Umas dedicam-se à promoção do desporto, outras à da cultura, outras ainda, a ambas. Todas elas nasceram de um espírito de vizinhança que as mudanças sociais e a desertificação da capital tendem a inibir.
Mas “ainda têm uma enorme importância para a vida da cidade”, conforme destacou um dos muitos representantes das várias dezenas de associações que, na última semana, participaram num debate promovido pelos vereadores do PCP na CML destinado a debater do Projecto de Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa.
A vereadora Rita Magrinho lançou o debate e fez logo à partida uma observação “Teria sido mais boa ideia que o projecto do Executivo liderado por António Costa tivesse sido apresentado aos vereadores dos diversos partidos antes de ser ‘lançado’ na página on-line da CML”.
O desconhecimento de tal documento - em fase de debate público para posterior aprovação em sessão de Câmara - foi aliás acusado por diversos intervenientes.
Na nota justificativa do projecto, pode ler-se, por exemplo que a “prossecução do interesse público municipal” de que as associações são exemplo, “constitui um auxiliar inestimável na promoção do bem-estar e da qualidade de vida da população”. O pior é o resto: os sócios escasseiam, e os que restam são, na maioria, pessoas de idade avançada.
A maior parte das sedes estão a cair de velha, e os apoios têm sido poucos ou nenhuns. Ou ainda este problema mais prosaico: “Em algumas zonas, a partir das 20.30 horas, as pessoas não têm transportes públicos. Como é que podem frequentar a sua associação?”, questionou um interveniente.
Do debate quase só ficaram dúvidas para uma iniciativa camarária que nasce inquinada.
 
Ver http://jn.sapo.pt/2007/12/09/pais/falta_apoios_asfixia_associacoes.html
publicado por Sobreda às 00:47
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Domingo, 9 de Dezembro de 2007

Colectividades do Lumiar

Lista não exaustiva de colectividades da Freguesia:
Academia Musical 1.º de Junho
Academia Recreativa Joaquim Xavier
Academia União Familiar de Telheiras
Académico Clube de Ciências
Associação de Cultura e Recreio da Musgueira Norte.
Associação Popular do Lumiar
Associação de Residentes de Telheiras
Associação Sociocultural “A Festa"
Associação Sociocultural Recreativa e Desportiva da Mugueira Sul
Atlético Clube da Musgueira Sul
Centro Cultural Quinta de Nossa Senhora da Luz
Grupo Desportivo das Calvanas
Grupo Desportivo e Recreativo Tunelense e Grupo Recreativo
Grupo Recreativo e Desportivo Bairro da Cruz Vermelha
Sporting Clube de Portugal
publicado por Sobreda às 00:27
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