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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

UM DEBATE À NOSSA MANEIRA COMUNISTA

 

 

Prossegue em todo o Partido o debate sobre os resultados de cada um e do conjunto dos três actos eleitorais realizados este ano – batalhas que constituíram grandes desafios à capacidade, à dedicação, ao esforço, à inteligência dos militantes comunistas; desafios que o nosso grande colectivo partidário enfrentou e ganhou.
Trata-se de um debate que se quer participado e que se estende das direcções regionais às organizações concelhias e de freguesia, bem como aos sectores profissionais e às células de empresa e às organizações dos jovens comunistas, procurando, assim, envolver na necessária discussão o maior número possível de militantes do Partido e da JCP.
Trata-se de um debate à nossa maneira comunista:
procedendo à análise concreta de cada situação concreta; considerando tanto os aspectos positivos como os negativos da nossa intervenção e dos resultados eleitorais obtidos; tirando lições, acumulando experiências e aprendendo com vista a corrigir o que deve ser corrigido e a tomar como referência do trabalho futuro tudo o que de positivo aconteceu.
Trata-se de um debate colectivo, em que todas as opiniões contam porque todas são contributos para a síntese da soma de todas elas, a que muito justamente chamamos a opinião colectiva.
Trata-se de um debate que todos travamos com a consciência de que neste nossa maneira de debater os problemas, na conclusão colectiva a que chegamos e na aplicação colectiva dessa conclusão, reside uma das principais fontes de força do Partido.

Naturalmente, no que toca à análise dos resultados das autárquicas, o estado de espírito dos participantes varia consoante o resultado obtido foi bom ou mau em cada concelho ou em cada freguesia: um bom resultado é motivo de alegria para os camaradas da organização onde ele ocorreu, da mesma forma que um resultado menos bom, ou mau, entristece os que mais directamente a ele estão ligados. É natural e humano que assim seja.
Contudo, para além destas normais reacções emotivas, é bom não esquecermos, em situação nenhuma, que no nosso fraterno colectivo partidário, tanto os momentos bons como os maus, tanto os êxitos como os inêxitos do Partido num determinado concelho ou freguesia, dizem respeito a todos os militantes – e que, seja qual for o resultado da batalha que travamos, a luta continua.
Na verdade, como em diversas situações e circunstâncias tem sublinhado o secretário-geral do Partido, camarada Jerónimo de Sousa, «as vitórias não nos descansam, as derrotas não nos desanimam» - com isto apontando o caminho da luta colectiva como caminho de todos os dias, em todas as situações e circunstâncias.
Também de acordo com a nossa maneira de estar, de ser, de trabalhar, o debate agora em curso entre os militantes comunistas não se limita a analisar o passado eleitoral. Ele tem em vista o futuro: o futuro do Partido e do seu reforço e o futuro da luta de massas da qual o Partido é motor essencial, nessa estreita ligação que faz com que quanto mais forte for o Partido da classe operária e de todos os trabalhadores mais forte será essa luta – e vice-versa.
Nessa perspectiva, deste debate sairemos melhor preparados e em melhores condições para levar a cabo, com êxito, a aplicação das medidas e orientações de trabalho definidas pelo XVIII Congresso visando o reforço do Partido

Como é sabido, a necessidade do reforço do Partido, sendo sempre uma questão essencial para o colectivo partidário, assume em determinadas ocasiões um carácter imperativo e urgente.
É o que se passa na situação actual, em que um novo-velho Governo PS/José Sócrates acaba de tomar posse e se prepara para dar continuidade à política de direita do anterior governo (e dos anteriores governos), com tantas e tão graves consequências para os trabalhadores e o povo.
Ouvindo o primeiro-ministro, dir-se-ia que nada se passou nos últimos meses; que o povo português não condenou a política de direita ao serviço do grande capital, que ele quer prosseguir; que o eleitorado, numa inequívoca exigência de mudança, não lhe retirou a maioria absoluta que ele usou e de que ele abusou no anterior mandato.
E a desfaçatez chega ao ponto de pretender responsabilizar os outros pelo futuro do seu Governo, como se fosse tarefa obrigatória de todos apoiar a política que ele, José Sócrates, e o seu PS, decidiram fazer – e que, insista-se, os portugueses condenaram em 27 de Setembro.
Quando o capital financeiro, à pala da crise, acumula lucros fabulosos enquanto definha e se arruína o aparelho produtivo e a produção nacional – e isso é visto como um sinal de retoma; quando o Governador do Banco de Portugal (que é o funcionário do Estado que mais ganha em Portugal) vem defender o congelamento dos já baixos salários; quando o grande patronato se sente estimulado a questionar o acordo sobre o já miserável Salário Mínimo Nacional e a anunciar despedimentos - como na Quimonda e na Delphi - e ameaçar a destruição da produção nacional de vidro plano na Covina/Saint Gobain - quando tudo isto acontece, estamos perante realidades que apontam para a necessidade da intensificação e do alargamento da luta de massas.
Da luta dos trabalhadores, das populações, dos jovens, dos micro, pequenos e médios empresários, dos agricultores - que acabam de levar a cabo uma impressionante jornada de luta em Aveiro. Da luta que é o caminho para dar à política de direita a resposta que se impõe, derrotando-a e criando condições para a sua substituição por uma política ao serviço dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País.

 

Publicado no jornal "AVANTE" de 29.10.2009

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publicado por teresa roque às 23:15
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

A GRANDE FORÇA DE ESQUERDA NO PODER LOCAL

 
Foram meses de um trabalho intenso, dando resposta aos múltiplos e complexos desafios colocados por um longo e exigente ciclo eleitoral.
Foram meses de intensa actividade por parte de milhares e milhares de militantes do PCP, do PEV, da ID, da JCP, da Juventude CDU, de cidadãos independentes, enfim de homens, mulheres e jovens que, no seu conjunto, ergueram três campanhas eleitorais cheias de criatividade e tendo como traço essencial o contacto estreito com os trabalhadores e as populações.
Foram meses de uma intervenção marcada pela dedicação, pela entrega, pela disponibilidade de luta, pela militância, e que, afirmando a CDU como um amplo espaço de convergência e de vivência democrática, criaram condições para dar mais força às batalhas futuras por uma vida melhor num Portugal mais justo.
Por isso, o Comité Central do PCP, na sua reunião da passada terça-feira, enviou a todos estes camaradas e amigos uma fraterna saudação de combate e a todos reafirmou a determinação dos comunistas portugueses de, honrando os compromissos assumidos com os trabalhadores e o povo, darem a necessária continuidade à luta contra a política de direita, até a derrotar e substituir por uma nova política, de esquerda, que inicie a resolução dos muitos e graves problemas criados à imensa maioria dos portugueses por sucessivos governos PS/PSD/CDS-PP, ao longo de mais de três décadas.

Como sublinha o Comité Central, do ciclo eleitoral agora concluído – traduzido globalmente num sólido e progressivo avanço e crescimento da CDU, que os resultados das autárquicas não desmentem - ressalta uma inequívoca afirmação da Coligação Democrática Unitária como uma grande força nacional, enraizada nos trabalhadores e no povo, com uma reconhecida intervenção institucional, ancorada em convicções e portadora de um projecto indispensável ao País.
Os resultados das autárquicas – designadamente os quase 600 mil votos obtidos para as Assembleias Municipais (correspondendo a uma percentagem de 10,7%), bem como a confirmação da imensa maioria das presidências de Câmara – confirmam a CDU como a grande força de esquerda no Poder Local.
O Comité Central valoriza, igualmente, a expressiva votação obtida pela CDU na península de Setúbal - consolidando-se como força maioritária na Área Metropolitana de Lisboa – bem como a conquista dos municípios de Alpiarça, Alvito e Crato.
Este balanço positivo não esconde nem anula aspectos negativos e insatisfatórios do resultado obtido. Um resultado que ficou aquém dos objectivos definidos em matéria de votos e mandatos e, em especial, pela perda da maioria em sete municípios, alguns dos quais constituem referências históricas da luta dos trabalhadores, do povo, dos comunistas – e, acima de tudo, um resultado que não corresponde de todo nem à ampla e dinâmica campanha realizada, nem ao reconhecido valor do trabalho, da obra e do projecto autárquico dos comunistas e dos seus aliados.

Um facto, entretanto, emerge deste balanço: as posições conquistadas nas autarquias, as maiorias obtidas em municípios e freguesias, os mais de três mil mandatos directos alcançados, constituem uma força considerável que, posta ao serviço dos interesses das populações - com o trabalho, a honestidade e a competência que são traço distintivo dos eleitos da CDU - dará um forte contributo, não apenas para a construção de uma vida melhor no plano local, mas também para o reforço da acção mais vasta do Partido, da sua intervenção política e da luta dos trabalhadores e do povo visando a ruptura com a política de direita e a mudança, rumo à construção de um País de justiça social, de progresso, de respeito pelos direitos dos trabalhadores e dos cidadãos.
E essa é uma luta tanto mais necessária quanto a realidade nos mostra, de forma cada vez mais evidente, a disposição do primeiro-ministro indigitado de dar continuidade à política que levou a cabo durante o mandato anterior: a mesma política de direita ao serviço dos interesses do grande capital e de flagelação dos direitos e interesses dos trabalhadores e do povo.
Por isso, o Comité Central alerta para a importância decisiva do desenvolvimento e do alargamento da luta de massas envolvendo as diversas camadas e sectores, a começar pela luta da classe operária e dos restantes trabalhadores – luta que já derrotou a maioria absoluta do PS e que derrotará a política de direita.

Isso implica a intervenção organizada do PCP no cumprimento do seu papel do Partido da classe operária e de todos os trabalhadores, de grande força de esquerda, cujo reforço é indispensável para uma real alternativa de esquerda.
Daí a importância desse reforço e a necessidade de o colectivo partidário avançar para a concretização do conjunto de medidas decididas pelo XVIII Congresso, sob o lema «Avante! Por um PCP mais forte», designadamente: o acompanhamento e responsabilização de quadros; a formação política e ideológica; o reforço da organização e intervenção junto da classe operária e dos trabalhadores nas empresas e locais de trabalho; a criação e dinamização das organizações de base; a estruturação partidária; a realização de Assembleias das Organizações; o desenvolvimento do trabalho de ligação às massas; a imprensa; as questões financeiras – para além, naturalmente, da intensificação do esforço de recrutamento de novos militantes de entre os milhares de candidatos da CDU sem filiação partidária, e de dirigentes e activistas sindicais e de outros movimentos de massas.
Os tempos que aí vêm são tempos de luta. Vamos a ela.

 

Publicado no jornal "AVANTE" de 15.10.2009

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publicado por cdulumiar às 16:58
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Sábado, 3 de Outubro de 2009

CDU acusa PSD de gestão danosa de Lisboa com o apoio do PS

O ‘número um’ da lista de candidatos da CDU à CML, Ruben de Carvalho, acusou o adversário Santana Lopes de ser responsável por “muitos males de que a cidade ainda sofre”, sublinhando que durante o mandato na presidência da autarquia o PSD teve o apoio do PS.

“Muitos males de que a cidade ainda sofre são fruto dos anos da gestão PSD de Santana Lopes e Carmona Rodrigues, mas é preciso não esquecer que o que o PSD fez foi com o apoio do PS”, afirmou Ruben de Carvalho, no final da apresentação dos candidatos da CDU às freguesias de S. Miguel e Santo Estevão.
“O PS é que agora pode dizer que não tido o apoio do PSD”, acrescentou, referindo-se a muitas das propostas do executivo socialista da autarquia chumbadas pela maioria social-democrata na Assembleia Municipal.
Ruben de Carvalho falava no Largo de Chafariz de Dentro, em frente do Museu do Fado, uma das obras “da coligação” PS/CDU nos anos 90 na Câmara de Lisboa que o candidato destacou.
A propósito da “guerra de cartazes”, o cabeça-de-lista da CDU à CML lembrou que “o conflito não é entre a CML e a AML. É entre o executivo PS (na CML) e a maioria social-democrata na Assembleia Municipal”, e nada tem a haver com os verdadeiros interesses dos munícipes.
Referindo-se à área da reabilitação urbana, Ruben deu o exemplo de Alfama para mostrar o trabalho que ficou por fazer. “Fomos nós que começámos com a reabilitação urbana na cidade. Muitos recordam as obras que começaram com a CDU e sabem também quando elas pararam. Foi em 2002, quando as eleições autárquicas deram a vitória a Santana Lopes”.
“A diferença em Lisboa tem sido feita pela CDU. Esperamos que a comunicação social tenha de facto em conta todos os candidatos à autarquia”, afirmou Ruben de Carvalho, referindo-se à bipolarização e dando o exemplo a imprensa de 4ª fª passada: “nos jornais vi notícias sobre iniciativas da candidatura de Santana Lopes, de António Costa, mas não vi nada da CDU”.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1403242&idCanal=12
publicado por Sobreda às 00:14
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

CDU ganha mais um deputado em Lisboa

Resultados para o distrito de Lisboa das eleições legislativas de 2009:

O PS perdeu quatro mandatos em Lisboa e a coligação PCP-PEV, o PSD e o BE sobem um cada. Com todas as Freguesias apuradas - 226 (ou seja, todas) - os resultados são os seguintes:
 
PS (417542) – 36,34% = 19 mandatos
PPD/PSD (288554) – 25,12% = 13 mandatos
CDS-PP (126088) – 10,98% = 5 mandatos
BE (124244) – 10,81% = 5 mandatos
PCP-PEV (114119) – 9,93% = 5 mandatos
 
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1374260&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 00:30
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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Contar com o trabalho dos eleitos da CDU

Muitas são as razões para que os activistas da CDU se sintam satisfeitos: eles foram os construtores de uma intensa, ampla e esclarecedora campanha, que fica marcada, ainda, pela realização das mais participadas de todas as iniciativas eleitorais.

Têm razão também, esses activistas, para se sentirem cansados, dado o enorme esforço que desenvolveram – um esforço sempre superior ao dos activistas (chamemos-lhes assim…) das restantes forças políticas. Por muitas e conhecidas razões.
É sabido que um voto na CDU dá sempre mais trabalho a conquistar do que um voto de qualquer das outras forças concorrentes, já que estas, todas, contam com o apoio da comunicação social dominante, que funciona como seu activo instrumento da propaganda.

 

 

A explicação para esse apoio é simples: sendo os média dominantes propriedade do grande capital e sendo o grande capital o principal interessado na política de direita, esses média, agindo, naturalmente, de acordo com os interesses dos seus patrões, propagandeiam tudo o que, directa ou indirectamente, favorece essa política e silenciam, deturpam ou manipulam a actividade dos que, de facto, combatem a política de direita – no caso, as forças que integram a CDU. E é assim não apenas no decorrer das campanhas eleitorais, mas durante todo o ano. E todos os anos…
Deste modo, a batalha pela conquista de cada voto novo na CDU comporta exigências que passam por afastar dos eleitores a imagem negativa que os média difundiram, vencer preconceitos – tarefa complexa, como se sabe – e pela apresentação da imagem real da CDU, com as suas propostas e os seus objectivos.
Apesar de tudo isso, para domingo os activistas da CDU estão confiantes num bom resultado, no aumento do número de votos e de deputados, em relação às anteriores eleições legislativas. E se assim for – como é quase certo que será – então o essencial desta batalha estará ganho.
Avante, 2009-09-24
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publicado por cdulumiar às 01:00
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Sábado, 26 de Setembro de 2009

Crise para uns, 'farinha' para outros

 

publicado por cdulumiar às 09:03
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

A CDU avança com toda a confiança

O Campo Pequeno foi ontem à noite um campo, grande, imenso, de força, de confiança, de determinação. Cerca de 7 mil apoiantes da CDU encheram-no a transbordar para aquele que foi o maior comício desta campanha de qualquer força política.

Do balcão, da plateia e das galerias daquele histórico recinto pulsava a certeza que no próximo domingo se confirmará nas urnas o crescimento da CDU verificado nas ruas ao longo destes meses. Como diria mais tarde nessa noite Jerónimo de Sousa, o que começou por parecer uma decisão algo ousada – realizar ali o comício – cumpriu-se plenamente. Tal como no Porto e em Évora, aliás 1.
Depois de um apetitoso intróito musical, os discursos foram iniciados por uma representante das Juventudes, seguindo-se Corregedor da Fonseca, pela Intervenção Democrática e Heloísa Apolónia, do Partido Ecologista “Os Verdes.
 

 

 

Jerónimo de Sousa, candidato da CDU às eleições legislativas, voltou a criticar as opções do Governo socialista para o combate ao défice, apelando à batalha contra o défice uma “vitória efémera”, um “grande feito que já não o é”, sobre o qual se faz agora um “religioso silêncio, acerca de quem vai pagar a factura”.
“Que ninguém se iluda. Este silêncio tem ‘água no bico’. Este silêncio não é sério porque esconde deliberadamente o que de novo preparam, se tiverem força e votos para isso”, disse, perante sete mil apoiantes (número que ele próprio anunciou), que assobiavam e apupavam veementemente a cada vez que se proferia o nome de José Sócrates.
Depois, o secretário-geral do PCP acusou o PS, o PSD e também o CDS de terem “nos seus programas mais sacrifícios para o povo. Uns e outros não dizem ao povo como se combate a pobreza, o desemprego, a injustiça fiscal e propõem que se mantenha intocável o privilégio e benefício dos intocáveis”.
O candidato da CDU aludiu à intervenção de Manuel Alegre num comício do PS, em que o histórico socialista falou de “esquerda possível. Esta é apenas a esquerda que copia a direita e torna inútil o voto do povo. A esquerda que deixa a direita sem saber mais o que fazer, porque tomou as suas principais políticas e propostas”, disse, dizendo que “esta ‘esquerda possível’ é tão só ‘esquerda faz de conta’”.
 

 

No discurso do Campo Pequeno, Jerónimo de Sousa voltou a comparar PS e PSD e a dizer que, entre um e outro, são poucas as diferenças. “O voto no PS é fortalecer a política de direita, é dar força à política que o PSD não desdenharia realizar”.
Fez ainda o mais insistente apelo ao voto da campanha, como seria de esperar quando se vivem as últimas horas de campanha eleitoral. Prometeu que quem votar CDU, encontrará na coligação “a opção mais segura, não apenas em palavras ou em frases feitas, para assegurar uma alternativa verdadeiramente de esquerda. Convirjam connosco na opção eleitoral, votando na força amiga, combativa e solidária”.
Voltou a apelar (mas desta vez de uma forma mais insistente) aos desiludidos do PS e alertou os que “parecem de novo atraídos pelas palavras doces e delicadas do PS”. A esses, pediu que vissem que “ainda os votos não estão contados” e já se assiste a uma «soberba arrogância. É vê-los e ouvi-los, como ontem o PS enfunado pelas sondagens, perder o verniz e voltar a ajustar contas com a luta de quem lutou contra a sua política”.
Jerónimo de Sousa reforçou, assim, o apelo que tem feito ao longo de toda a campanha, que se combata a política de direita e que cada apoiante e cada militante participe activamente no apelo ao voto, até domingo, altura em que pretende ver reforçado o número de votos na CDU e também o número de deputados eleitos para a Assembleia da República 2.
 
1. Ver www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=827&Itemid=107
2. Ver www.destakes.com/redir/c7590c9a17a31c7a1514471cb431e4c4
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publicado por Sobreda às 12:50
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Vamos a votos!

«A opção que se coloca a cada eleitor é simples:

- ou votar na continuação da política de direita que - aplicada ora pelo PS ora pelo PSD ao longo de 33 anos - conduziu o País ao estado em que está;
- ou votar na ruptura com essa política e na implementação de uma nova política, de esquerda, que inicie a resolução dos muitos e graves problemas existentes.
A troca de acusações com que o PS e o PSD têm vindo a desviar as atenções do eleitorado dessa questão principal - fingindo que são alternativa um ao outro; fingindo que entre eles há diferenças no que respeita à política que pretendem aplicar; fingindo que nada têm a ver com a política praticada por ambos nos últimos 33 anos - é a prova mais clara da intenção comum a Sócrates e a Ferreira Leite de darem continuidade à política de direita de que ambos têm sido os implacáveis executantes.
Do outro lado da política de direita e dos partidos que a têm praticado e querem continuar a praticar está a CDU, contrapondo-lhes uma política alternativa de facto e assumindo-se como alternativa política de facto.
E a ampla adesão das populações à campanha eleitoral da CDU é um sinal inequívoco de que essa alternativa vai avançando, vai ganhando terreno, vai conquistando mais e mais apoiantes.
Isto apesar do tratamento de excepção a que os média dominantes submetem as iniciativas eleitorais da CDU, numa prática de distribuição de simpatia e de elogios por todas as outras forças concorrentes, e do contrário de tudo isso em relação à CDU.
É nessa mesma linha de comportamento que devem ser vistas as chamadas «sondagens de opinião» - utilizadas cada vez mais, não como instrumentos de avaliação das intenções de voto dos eleitores, mas como instrumentos de influenciar o voto.
No entanto, e apesar disso, a CDU avança. Com toda a confiança.
E o seu resultado eleitoral está ainda em processo de construção - ou seja: daqui até dia 27, muitos votos podem ser, e devem ser, conquistados. É essa a tarefa que se coloca a todos os candidatos e activistas da Coligação Democrática Unitária.
Com a profunda convicção - atrevo-me a dizer: com a profunda certeza - de que, no domingo, a CDU obterá mais votos e elegerá mais deputados do que nas anteriores eleições legislativas.
E se assim for, uma coisa pelo menos é certa: no dia 28, a luta continuará mais participada e mais forte - sendo que, nesse sentido e com esse objectivo, o voto na CDU é o único que conta».
Fernando Samuel, 20.09.2009
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publicado por cdulumiar às 08:59
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Como derrotar a direita

«Em Portugal vive-se um ambiente de medo como nunca se viu»: gritou a líder do PSD, certamente pensando lá para si que a Madeira é o único recanto deste jardim da Europa onde não há medo... - e receitou que «a única forma de acabar com esta situação é afastar José Sócrates do poder.

É verdade que centenas de milhares de portugueses vivem num ambiente de medo. Melhor dizendo, de medos: medo de perder o emprego, medo de não arranjar emprego, medo de não receber o salário, medo das reformas e pensões de miséria, medo do presente, medo do futuro, etc, etc, etc.
Todavia, é injusto responsabilizar José Sócrates - só ele - por tais medos. E é falsa a afirmação de que afastando-o do poder - só a ele - acabam os medos.
Na realidade, os muitos medos que percorrem a sociedade portuguesa são medos característicos de um regime assente no domínio do grande capital, ou seja, assente na violência da exploração e da opressão.
E é esse regime que tem vindo a ser construído, há 33 anos, precisamente pelo PS (de Soares, Alegre, Guterres, Sócrates, etc.) e pelo PSD (de Cavaco, Marcelo, Barroso, Manuela Ferreira Leite, etc.) - num processo que pela sua longevidade (33 anos!) e pela sempre assegurada alternância (PS/PSD/CDS!) na execução da mesma política de direita pariu este regime de política única, praticada por um partido único bicéfalo.
Regime sustentado no medo e gerador de medos. Por isso Ferreira Leite está enganada - ou melhor quer enganar-nos... - quando diz que «a única forma de acabar com esta situação é afastar Sócrates do poder».
De facto, a «única forma de acabar com esta situação» é afastar do poder a política de direita praticada pelo PS de José Sócrates e pelo PSD de Manuela Ferreira Leite - e substituí-la por uma política de esquerda, ao serviço dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
É nesse sentido que as eleições do próximo domingo podem vir a constituir um significativo passo em frente para acabar com esta situação. Para acabar com o medo. Com os medos».
Fernando Samuel, 21.09.2009
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publicado por cdulumiar às 08:53
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Hoje há comício da CDU em Lisboa

 

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publicado por cdulumiar às 08:44
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Quatro anos depois, como ficou o país?

 

 

Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Campanha da CDU em Carnide

No passado domingo a CDU esteve em campanha em Carnide, com especial destaque para o espaço da Feira da Luz e seus visitantes.

 

 

 

Os diversos candidatos à Câmara e Assembleia Municipais, bem como à Assembleia de Freguesia de Carnide procederam à distribuição do ‘Programa de ruptura de esquerda’, apresentando as razões e vantagens para se votar na Coligação Democrática Unitária.

 

 

 

Está nas mãos dos portugueses assegurar, com o apoio do trabalho, honestidade e competência dos eleitos da CDU, a construção de uma política ao serviço dos trabalhadores, do povo e do País.

 
Toda a informação e jornal de campanha encontra-se disponível em www.cdu.pt
publicado por Sobreda às 00:57
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Blocos centrais há muitos

«A Direita existe e, sempre que pode, une-se com os dedos cravados às lapelas uns dos outros.

O problema de Portugal é o excepcional centrismo da grande maioria dos maiores partidos portugueses. O CDS, querendo (ou fingindo querer) ser de direita, é centrista até de nome. O PSD e o PS são centristas também.
Não é preciso formarem-se blocos centrais: eles já existem!
Qualquer combinação CDS/PSD ou PSD/PS ou CDS/PS é uma concentração centralista que nada custa, porque é feita por partidos que ficariam ofendidos caso os chamássemos extremistas. Ou mesmo insensatos» (…)
 
Ler de Miguel Esteves Cardoso “O que trama a esquerda” IN Público 2009-09-21, p. 47
publicado por Sobreda às 00:37
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Candidatos da CDU visitaram de novo o Bairro da Cruz Vermelha

 

No passado sábado à tarde, dia 19 de Setembro, os candidatos da CDU à Câmara Municipal, incluindo o candidato à presidência da Câmara, Ruben de Carvalho, e à Assembleia de Freguesia do Lumiar, nomeadamente, Teresa Roque e outros elementos da lista da CDU, levaram a efeito uma nova visita às instalações da Associação de Moradores do Bairro da Cruz Vermelha.

 

De seguida repetiu-se uma nova visita pelo bairro, para contactos com os seus moradores e prestação de esclarecimentos sobre as medidas contidas no programa da CDU para a cidade, os bairros municipais e a Freguesia em particular.
 

 
Constatou-se também das condições de habitabilidade, da ausência de equipamentos e das latentes deficiências do espaço público, a par da construção em curso de novos empreendimentos para venda livre.
publicado por Sobreda às 00:28
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Também há quem ganhe porque engana os portugueses

Jerónimo de Sousa afirmou, no comício de ontem no Porto, que o PS tem sido eleito porque engana os portugueses com o “papão da direita”, alertando que a actual situação do país não permite “novos enganos”.

No comício da CDU no Palácio do Cristal, onde o secretário-geral do PCP disse estarem “cerca de cinco mil pessoas”, Jerónimo de Sousa afirmou que “não se combate a direita fazendo-lhe o frete de fazer a política que é dessa mesma direita”. “Não venha agora o PS agitar o papão do PSD e da direita, para continuar a fazer o que a direita gostaria de fazer directamente”.
Para o líder comunista, “é em nome desse papão que o PS tem conseguido ganhar eleição após eleição e levar ao engano milhares de eleitores”, mas agora “o tempo e a situação do país não está para novos enganos”. Se a direita cresce a culpa é do PS.
“A direita avança e ganha crédito sempre que o PS lhe abre portas, sempre que o PS rasgou as suas promessas de esquerda, sempre que o PS caçou votos em nome de um alegado perigo que rapidamente esqueceu”
Jerónimo voltou a destacar as parecenças entre PS e PSD, pois têm, sustentou, “a mesmíssima veneração perante o capital financeiro, a mesmíssima recusa de fazer pagar à banca os impostos que qualquer pequeno ou médio empresário se vê obrigado a pagar”. Semelhanças que se estendem ao Código do Trabalho, à “injusta distribuição do rendimento nacional, na promoção de financeirização da economia, em detrimento dos sectores produtivos”.
Ambos desenvolvem “manobras de ocultação e mistificação para fazer esquecer o seu passado”, disse, recordando o apelo do líder do CDS para que os portugueses “não olhem para as políticas, mas para as pessoas”, porque “querem fazer das eleições uma espécie de concurso de beleza, esquecendo tudo o que são e o que fizeram”.
Pelo que, PS, PSD e CDS “bem podem limpar as mãos à parede”, porque “fizeram coisas muito feias, quando levaram a que este país seja hoje mais injusto, mais desigual, mais dependente, mais endividado”.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=148571&dossier=Legislativas%202009
publicado por Sobreda às 00:12
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

Lutar com o voto

«Votar para defender os direitos, promover os interesses dos trabalhadores e assegurar o desenvolvimento do País» - foi este o apelo que a CGTP-IN deixou, numa posição divulgada após a reunião da sua Comissão Executiva, na segunda-feira.

No documento, a central recorda que «a luta intensa, concretizada pelos trabalhadores nos locais de trabalho, nos sectores, nas regiões e nas grandes manifestações nacionais contra as práticas patronais violadoras dos direitos dos trabalhadores e contra as políticas negativas prosseguidas pelo actual Governo, contribuíram decisivamente para um forte sentido de mudança, expresso nos resultados das últimas eleições para o Parlamento Europeu, e reforçaram a esperança e confiança de que é possível e necessário encontrar caminhos alternativos».
A 27 de Setembro e a 11 de Outubro, o voto dos trabalhadores «assume-se como um valioso instrumento para dar continuidade a essa luta».
A Inter rejeita a abstenção e «exorta os trabalhadores e trabalhadoras, assim como os seus familiares, a participarem activamente nas próximas eleições, contribuindo com o seu voto para defenderem os seus interesses e direitos, para condenarem políticas seguidas nesta legislatura, para rechaçarem as propostas da direita e as políticas neoliberais, venham de onde vierem, para reforçarem a democracia, para criarem condições políticas que permitam a mudança necessária».
«Mais deputados e mais autarcas que se identifiquem com os direitos e os interesses dos trabalhadores, com as propostas dos sindicatos e da CGTP-IN, reforçarão a luta por uma mudança de rumo na vida nacional», conclui a central.
Avante! 2009-09-17
publicado por cdulumiar às 10:47
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E se de repente...

Basta abrir as páginas de qualquer jornal «de referência», para perceber que o tempo da campanha eleitoral é marcado ao mesmo tempo pelas inúmeras obras que, por coincidência, terminam todas a tempo de serem inauguradas antes das eleições, pelas diversas iniciativas e apoios para os mais inusitados problemas que até agora eram impossíveis de resolver e por promessas de bem-aventuranças para os tempos que hão-de vir, por parte dos mesmos que nos arrastaram para este caminho de injustiça social.

O Jornal de Notícias é disso um exemplo claríssimo. Seja no plano das questões nacionais, seja ao nível local, folhear agora o JN é quase como entrar numa dessas novas experiências dos canais de informação positiva. Agora resolve-se tudo, há apoios para todas as situações, é tudo novo ou de cara lavada.
Mas, eis senão quando, aparece, no meio das páginas positivas de propaganda aos poderes instalados, o toque da difícil realidade. Trinta e duas páginas, pagas pela Direcção de Finanças do Porto, da Direcção Geral de Impostos. Um suplemento especial inteiro, cheio, repleto de anúncios de penhoras e consequentes vendas em hasta pública de propriedades, habitações, maquinarias, direitos de trespasse, viaturas, mobílias, eu sei lá. Um mundo ao virar da página!
Ao folhear aquelas páginas, tão distantes do mundo cor de rosa que os actuais executores da política de direita tentam vender, procurei imaginar que vidas, que sonhos, que projectos, que alegrias e tristezas, estariam nas entrelinhas de cada um daqueles anúncios.
E lembrei-me daquela publicidade que rezava assim «e se de repente alguém lhe oferecer flores?».
É que, nestes dias, muitas das famílias que vivem o drama de ver a sua habitação ser alienada e as suas vidas postas a público, muitos dos que assistem impotentes à venda das máquinas onde já produziram sapatos, roupas, ferramentas e tantas outras mercadorias, muitos dos que apostaram todas as suas esperanças em pequenos negócios que agora vêm ir ao fundo, têm grande probabilidade de se cruzar com aqueles que são directamente responsáveis pela sua situação difícil, mas que, agora, cara lavada e sorriso no rosto, correm o País a oferecer novas promessas e novos futuros risonhos.
Eles vão andar pelo País a oferecer flores para tentar evitar a ruptura que o País, os trabalhadores e o povo precisam.
Avante! 2009-09-17
publicado por cdulumiar às 10:31
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Campanha da CDU na Zona Norte de Lisboa

 

A CDU procede, este fim-de-semana, a diversos contactos com a população, de que apenas aqui destacamos aqueles que terão lugar na Zona Norte de Lisboa.
 
Sábado, dia 19 de Setembro:
10h em Telheiras, com Modesto Navarro e Teresa Roque
10h em São Domingos de Benfica, no Mercado e Estrada de Benfica
10h em S. João, pelas Ruas Barão Sabrosa e Morais Soares, com Rita Magrinho
10h30 em Nª Srª de Fátima, no Mercado, com Manuel Figueiredo
11h30 em Carnide, com Ruben de Carvalho
15h na Freguesia do Campo Grande, com Graça Mexia
16h no Lumiar e Bairro da Cruz Vermelha, com Ruben de Carvalho, Libério Domingues, Teresa Roque e Sobreda Antunes
 
Domingo, dia 20 de Setembro:
10h na Ameixoeira, Charneca e Lumiar, Feira das Galinheiras, com Miguel Tiago
17h em Carnide, com Paulo Quaresma
 
Ver http://cdudelisboa.blogspot.com/2009/09/agenda-politica_17.html
publicado por Sobreda às 01:10
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

A CDU apresenta soluções

 

Acompanhe os 'Grandes momentos da campanha' em www.cdu.pt

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publicado por cdulumiar às 10:02
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Pendões da CDU em Telheiras

 

Abriu a campanha para as próximas eleições - legislativas a 27 de Setembro - continuada, logo de seguida, pela das autárquicas a 11 de Outubro.

Os pendões da CDU também já estão em Telheiras.

 

 

Sobre o Programa Eleitoral e as Medidas Urgentes propostas pela CDU - PCP, PEV e ID - consulte-se www.cdu.pt

Sobre as iniciativas da CDU em Lisboa consultar, com regularidade, http://cdudelisboa.blogspot.com

Sábado, 12 de Setembro de 2009

Encontro sobre Saúde

DOMINGO ­– 13/SET/ 2009 – 15.30H

NO LARGO DAS GALINHEIRAS
 
 Com a participação de:
 
BERNARDINO SOARES – Deputado do PCP na Assembleia da República;
 
BRUNO RÔLO – candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Ameixoeira;
 
DAVID CASTRO - candidato a Presidente da Junta de Freguesia da Charneca;
 
TERESA ROQUE - candidata a Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar.
   
Pela defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS):
 
· Exigimos o reforço de pessoal médico, de enfermagem, administrativo e auxiliar, no Centro de Saúde do Lumiar e suas Extensões, para que se acabe com a actual situação de cerca de 20.000 utentes sem médico de família nas Freguesias do Lumiar, Charneca e Ameixoeira;
 
· Reclamamos a construção urgente do novo edifício do Centro de Saúde, já com terreno disponível no Montinho de S. Gonçalo, para servir as populações da Ameixoeira e da Charneca;
 
·  Defendemos transferência dos serviços da Extensão da Charneca, actualmente a funcionar num edifício de habitação adaptado e sem condições de dignidade, para este novo equipamento a construir;
 
· Reivindicamos a resolução da solução provisória para a Extensão da Musgueira, actualmente a funcionar em lojas comerciais adaptadas, construindo um novo edifício definitivo, como está previsto no Plano do Alto do Lumiar;
 
Lutamos por melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde e de atendimento para os utentes.
publicado por cdulumiar às 01:52
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Domingo, 30 de Agosto de 2009

Sim, é possível uma vida melhor!

Ruptura e Mudança - CDU

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publicado por cdulumiar às 11:01
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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Os apoiantes da CDU

Apoiar a CDU 
Clicar sobre a imagem acima

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publicado por cdulumiar às 10:01
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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Trabalho da CDU é obra ao serviço das populações

Está concluída a entrega das candidaturas às eleições autárquicas de Outubro próximo e concretizado com êxito o primeiro dos objectivos da CDU.

Uma expressiva e presença generalizada de listas para os órgãos municipais (301 dos 308) e, sobretudo, pelo seu significado, a apresentação em 2275 freguesias (que constitui o maior número de listas a freguesias desde 1989), são expressão da dimensão nacional de um projecto enraizado na vida e realidade locais.
E também uma confirmação, que um balanço posterior tornará ainda mais nítido, do carácter unitário das candidaturas da CDU que a confirmam como um espaço de participação e convergência democráticas de milhares de homens e mulheres independentes que, ao lado do PCP e do PEV, agem e trabalham, em maioria ou minoria, em defesa dos interesses locais e da melhoria das condições de vida das populações.
Uma participação que desmente todos os que a propósito das listas de cidadãos eleitores se apressam a transformá-las em listas de independentes quando em muitos dos casos são, sobretudo, veículos de projectos particulares, ambições pessoais ou mal disfarçadas candidaturas partidárias. E que sobretudo afirmam a natureza superior de uma força política que sem esconder quem lhe dá suporte político e jurídico faz da empenhada e participação de milhares de cidadãos independentes um acto responsável, baseada num projecto claro, num percurso de trabalho e obra que lhe confere particulares responsabilidades.
Estamos prontos a construir uma grande campanha eleitoral que, articulada com a decisiva batalha das legislativas e para esta contribuindo, confirme a CDU como uma força indispensável à afirmação e defesa do poder local, amplie as suas posições e número de eleitos e a projecte para um novo mandato com as acrescidas responsabilidades que o seu trajecto de trabalho e obra realizada lhe confere.
Na CDU e na intervenção dos seus eleitos locais está presente um reconhecido património de trabalho e realizações, uma distintiva qualidade na intervenção e gestão de centenas de autarquias, uma inegável obra realizada na valorização urbana e cultural de numerosos concelhos e freguesias do País, uma acção em defesa do poder local democrático e um percurso marcado pelo trabalho, honestidade, competência e isenção.
Na defesa intransigente dos interesses populares, na acção empreendedora de apresentação de propostas e soluções mas também, nas provas dadas pelo trabalho desenvolvido, a CDU afirma-se como uma força portadora de um projecto de futuro com a energia, a capacidade e o saber indispensáveis à construção de uma vida melhor.
Para os que concedem, perante um trabalho e resultados sem paralelo desenvolvido, no reconhecimento da acção da CDU nas autarquias para de imediato sentenciarem sobre o esgotamento do seu projecto autárquico, a acção dos eleitos da CDU cuida de os desmentir. Manutenção de elevados níveis de qualidade na gestão de equipamentos e infra-estruturas convivem com uma indesmentível capacidade de inovação e de resposta a novos problemas.
Qualidade e modernização dos sistemas urbanos e da organização do território traduzidos na actualização dos instrumentos de planeamento, na introdução de novos e modernos meios de transporte, na valorização e usufruto do espaço público de que uma nova geração de parques urbanos é exemplo. Qualidade na educação e nos projectos educativos, na ligação da escola ao meio e do ensino à vida, na difusão e valorização da ciência. Qualidade e democratização do acesso à cultura e à prática desportiva. Qualidade e firmeza na defesa do carácter público da gestão, na preservação da água enquanto bem público, na valorização dos trabalhadores da autarquia e das suas condições de trabalho.
Suportado num projecto sério, responsável e com princípios que, como nenhum outro, dá garantias de trabalho, honestidade e competência, a CDU parte para um novo mandato em condições de honrar o seu percurso de trabalho na construção de uma vida melhor.
 

Avante! nº 1865 de 27.Agosto.2009

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publicado por Sobreda às 00:01
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Sábado, 22 de Agosto de 2009

CDU pede suspensão de funções da Governadora Civil de Lisboa

Porque reclama a CDU pela suspensão da Governadora Civil de Lisboa?

Porque está em causa o equilíbrio democrático e a lei da igualdade entre as candidaturas. É que a actual titular deste cargo é a candidata nº 5 de uma lista partidária (a do PS) para a CML.
E, enquanto titular de órgão de poder, tem incumbências que incluem o processo eleitoral. Ou seja, a Governadora “tem competências em matéria eleitoral, o que torna manifestamente incompatíveis as duas situações do ponto de vista democrático”.
Além disso, em causa está “o equilíbrio democrático e a lei da igualdade entre candidaturas” que “impõem tal suspensão”, a qual “já devia ter sido decidida pela própria”, logo após a apresentação da sua candidatura pelo PS.
A CDU manifestou, por isso, a sua indignação pelo facto de o próprio Ministro da Administração Interna e o Primeiro-Ministro não serem eles próprios a tomar a iniciativa de substituir a Governadora nem sequer depois de apresentadas as respectivas candidaturas. Trata-se de um gesto de oportunismo político que a CDU desde logo repudiou 1.
Na sequência desta queixa, o gabinete do Ministro da Administração Interna acabou então de confirmar o pedido de exoneração do cargo feito por Dalila Araújo, e a nomeação de Jorge Andrew, chefe de gabinete da agora ex-governadora, para a substituir à frente do Governo Civil de Lisboa 2.
 
1. Ler ‘Nota da CDU à Comunicação Social’ de 2009-08-21 http://cdudelisboa.blogspot.com/2009/08/cdu-reclama-suspensao-de-governadora.html
2. Ver http://jornal.publico.clix.pt/noticia/22-08-2009/mai-propoe-substituto-de-governadora-civil-de-lisboa-17623852.htm
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publicado por Sobreda às 09:14
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Dois terços dos recandidatos às Câmaras já não o podem fazer em 2013

Dos 308 presidentes de Câmara actualmente no poder, 191 recandidatam-se em 2009 mas, em caso de nova vitória, não poderão ir a votos em 2013, por concorrerem este ano pelo menos a um terceiro mandato.

Ou seja, cerca de 200 presidentes de Câmara actualmente no poder concorrem às autárquicas deste ano mas, caso ganhem, já não poderão recandidatar-se em 2013, devido à lei de limitação de mandatos de presidentes de executivos locais.
A Lei nº 46/2005, que limita os mandatos dos autarcas, foi aprovada em Julho de 2005 pelo Parlamento, mas a mesma só será aplicada efectivamente nas autárquicas de 2013.
Em 2005, aquando da votação em Parlamento, PS, PSD, CDS-PP e BE aprovaram a lei de limitação de mandatos autárquicos, tendo o PCP sido o único partido que votou contra o diploma do PS. O presidente da República de então, Jorge Sampaio, promulgou a lei em Agosto de 2005, tendo a mesma entrado em vigor a 1 de Janeiro de 2006.
A lei refere que os presidentes de Câmara Municipal e da Junta de Freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos, “salvo se no momento da entrada em vigor da presente lei tiverem cumprido ou estiverem a cumprir, pelo menos, o terceiro mandato consecutivo”, pelo que poderão ser eleitos para mais um mandato, concorrendo ainda nas autárquicas deste ano.
Por isso, os aparelhos políticos terão de ‘antecipar’ a saída de cena de diversos candidatos autárquicas nas eleições de 2013, as primeiras com a lei da limitação dos mandatos locais em vigor.
“O poder a nível autárquico aponta muitas vezes para mecanismos de sucessão dos presidentes, e as forças políticas procurarão encontrar novos candidatos próximos daqueles que sairão do poder”, sublinha um investigador do ICS da Universidade de Lisboa.
Acontece que o sistema político português está “muito envelhecido”, motivo pelo qual diversos presidentes da Câmara, “verdadeiros caciques locais”, contestam a aplicação do diploma que restringe o número de mandatos.
No que refere à sucessão dos candidatos que vão a votos pela última vez em Outubro, os politólogos defendem que é “impossível prever” como enfrentarão os aparelhos partidários o desafio de procurar substitutos para os referidos autarcas.
A lei que limita a renovação de mandatos dos presidentes das autarquias afectará alguns “dinossauros políticos” locais, em caso de nova vitória este ano, mas também diversos candidatos há menos tempo no poder nalguns dos concelhos mais significativos do país.
São os casos dos actuais eleitos no Porto, Amadora, Sintra, Viseu, Almada, Coimbra, Cascais, Leiria, e Salvaterra de Magos, e os independentes em Oeiras, Gondomar e Felgueiras, autarcas que têm no sufrágio deste ano a última possibilidade de ir a votos.
 
Ver http://aeiou.expresso.pt/autarquicas-dois-tercos-dos-recandidatos-as-camaras-ja-nao-o-podem-fazer-em-2013=f531193
publicado por Sobreda às 00:40
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Cadernos eleitorais têm milhares de votos fantasma

De acordo com a última actualização dos cadernos eleitorais, divulgada pela Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI) em Julho, existem mais de 9,3 milhões eleitores portugueses nos cadernos nacionais, um número que não é verdadeiro porque só existem 8,6 milhões de portugueses maiores de idade, segundo as estimativas de população residente de 2008 do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Conclusão: os cadernos eleitorais portugueses contam com cerca de 650 mil eleitores que não existem de facto, um número que cria uma abstenção fictícia de cerca de 7%, mas que conta para a estatística final.
Nas eleições europeias, Portugal registou 63,5% de abstenção, um número que na realidade é sete pontos mais baixo porque existem 650 mil números de cartões de eleitores referentes a pessoas que já morreram ou não residem em Portugal. A Comissão Nacional de Eleições não quis, por enquanto, fazer qualquer comentário em relação a este assunto.
Sobre esta questão, a DGAI, que rejeitou qualquer responsabilidade, salientando que os dados do recenseamento são “actuais e consolidados” com base na informação obtida automaticamente nos sistemas de identificação civil, incluindo a plataforma do cartão de cidadão.
A reforma do recenseamento eleitoral retirou da “clandestinidade eleitoral” mais de 300 mil de cidadãos jovens eleitores que nunca haviam estado recenseados. “Os números reflectem ainda os milhares de cidadãos que, de acordo com a Lei da nacionalidade com regras mais justa, obtiveram a nacionalidade portuguesa. Acresce que um número significativo de pessoas, que não residem no país, mantêm bilhete de identidade nacional com residência em Portugal”.
Ainda segundo a DGAI, até às Europeias foram enviadas 265 mil notificações (informando a freguesia e número de inscrição) para eleitores que, por terem obtido o Cartão de Cidadão, foram inscritos pela primeira vez ou alteraram o seu recenseamento.
Porém, para os sociólogos esta é uma diferença “grave” que influencia a abstenção e “custa dinheiro aos contribuintes”, visto que o número de mandatos depende do número de pessoas inscritas, sendo “urgente” a sua resolução.
A nível local também se verificam diferenças entre o número de eleitores e o total de habitantes por concelho. Exemplo disso é o que acontece nos distritos de Bragança e Vila Real, em que todos os concelhos têm mais eleitores que habitantes.
Desde o lançamento do Cartão do Cidadão que os seus portadores estão obrigados a votar onde residem e não onde estavam recenseados, porque os eleitores ficam automaticamente inscritos na freguesia correspondente à morada que tenham indicado no pedido do cartão.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=145401
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Algumas das propostas do programa eleitoral do PCP

O PCP já tem programa eleitoral, onde propõe outro modelo económico e no qual recupera o papel do Estado como vital para o desenvolvimento e o pleno emprego.

Eis as principais propostas:

 

- Alargamento dos critérios de acesso e do período de atribuição de subsídio de desemprego.
- Aumento do salário mínimo para 600 euros.
- Alteração do código laboral e da legislação laboral da administração pública.
- Fiscalização do lay-off, combate à violação de direitos e à redução de salários.
- Programa nacional de combate ao trabalho precário.
- Revogação do estatuto da carreira docente e alteração do modelo de avaliação.
- Aumento das reformas e diversificação do financiamento da Segurança Social.
- Distribuição gratuita de manuais escolares este ano.
- Revogação da Lei do Ensino Superior.
- Acesso a consulta no dia nos Cuidados Primários de Saúde.
- Alargamento de critérios para atribuição de apoio judiciário.
- Reforço dos efectivos e dos meios de policiamento.
- Redução da factura de gás, electricidade e combustíveis.
- Criação de rendimento mínimo para explorações agrícolas e pesca.
- Eliminação do pagamento especial por conta para micro e pequenas empresas e redução dos prazos de reembolso do IVA.
- Taxação de todas as mais-valias bolsistas e criação de imposto sobre património mobiliário.
- Taxa mínima efectiva de IRC de 20 % ao sector financeiro, banca e seguros.
- Criação do Laboratório Nacional do Medicamento.
- Garantir a produção nacional de material ferroviário.
- Estabelecimento de valores de referência das taxas de juro, margens (spreads) e comissões da Caixa Geral de Depósitos.
- Pagar a 100 % as licenças de maternidade, paternidade e adopção.
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publicado por cdulumiar às 09:55
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Domingo, 9 de Agosto de 2009

Promessas...

Monginho, Publicado no Jornal "AVANTE" de 06.08.2009

 

publicado por teresa roque às 00:20
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

CDU acusa SIC de favorecer PS e PSD - Lisboa exige «igualdade de oportunidade»

A CDU, em carta ao Director de Informação da SIC, exigiu «igualdade de oportunidade» para o esclarecimento público, em virtude do debate que esta estação de televisão realizou, na passada semana, apenas, com os candidatos do PS e do PSD para a Câmara de Lisboa, deixando Ruben de Carvalho, primeiro candidato da Coligação, de fora.
«A SIC está necessariamente a ocultar as suas opiniões, projectos e críticas [de Ruben de Carvalho] – que os cidadãos irão avaliar em sede de votação nas eleições autárquicas marcadas pera 11 de Outubro», acusa a CDU, que foi a primeira força política a divulgar publicamente os seus candidatos aos órgãos do município de Lisboa, no dia 26 de Março de 2009.
«A SIC, não convidando Ruben de Carvalho para o debate no “Jornal da Noite”, omitindo as ideias da CDU para a cidade de Lisboa, falha o seu dever de isenção e não cumpre a sua obrigação de dar a conhecer outros candidatos e suas ideias», acrescenta a Coligação, criticando ainda a estação de televisão de procurar «objectivamente influenciar o resultado eleitoral a favor das candidaturas do PS e do PSD».
No documento, a Coligação, «a única candidatura alternativa para a cidade de Lisboa», recorda também que a SIC «está obrigada ao princípio do pluralismo democrático, devendo promover a divulgação plural de ideias ao abrigo do princípio da igualdade de tratamento – como determina a lei». A SIC já foi, entretanto, advertida pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), sobre um debate ocorrido no dia 19 de Junho de 2007.

 

Jornal "AVANTE" de 06.08.2009

publicado por cdulumiar às 10:40
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Domingo, 2 de Agosto de 2009

Ruptura com a política dos privilégios

Em Agosto, a CDU renovará a sua presença com dois novos cartazes onde, a partir da palavra de ordem «CDU – Soluções para uma vida melhor», tornará públicas seis propostas para o País, cuja a implementação permitiria dar resposta a alguns dos mais sentidos problemas com que o povo português está confrontado.
«Mais emprego e mais produção», «aumento dos salários e pensões» e o «alargamento dos critérios de atribuição de subsídio de desemprego», constituem o primeiro lote de propostas que são acompanhadas num outro cartaz pelas referências à «gratuitidade dos manuais escolares», à «exigência do acesso a médico de família» e ao «direito à reforma de todos os trabalhadores com 40 anos de descontos».
Estes cartazes, a que se junta um jornal de Verão que acolherá uma entrevista com Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, e que será distribuído por todo o País, fazem parte de uma acção mais geral de intensificação das acções de contacto e esclarecimento dos trabalhadores e da população com vista aos próximos actos eleitorais de Setembro e Outubro.
«Numa fase em que se intensifica a propaganda e a demagogia por parte do Governo PS, ao mesmo tempo que o PSD se apresenta ao País como se não fosse também sua a responsabilidade por mais de 33 anos de política de direita, a CDU reafirma a necessidade de uma ruptura com esta política de lucros e privilégios para os grupos económicos e de dificuldades e injustiças para o povo português», lê-se numa nota do Gabinete de Imprensa da Coligação.

 

Jornal "AVANTE" em 31.07.2009

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publicado por teresa roque às 00:20
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

CDU exige que a RTP cumpra a Lei!

 

 

 

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Na concentração realizada da RTP, a CDU exigiu da RTP o cumprimento da lei, que esta violou realizando apenas entrevistas aos candidatos do PS e do PSD à Câmara de Lisboa, no quadro da mega-operação de falsificação da realidade política da capital destinada a tentar convencer os eleitores que estão condenados a escolher entre dois candidatos da mesma política de direita.

 

Carta entregue à RTP durante a concentração

 

À Direcção de Informação da RTP

A RTP, no Programa “Grande Entrevista”, entrevistou sucessivamente Pedro Santana Lopes e António Costa, primeiros candidatos do PSD e do PS candidatas à Câmara Municipal de Lisboa.

Na entrevista de António Costa, a entrevistadora anunciou a abertura de um novo ciclo de debates, agora com os secretários-gerais dos partidos, dando por encerrado o ciclo com os candidatos à CML.

Estando marcadas eleições autárquicas para 11 de Outubro e estando já apresentado publicamente desde 26 de Março de 2009, o primeiro candidato da CDU à CML, Ruben de Carvalho, não é admissível a sua exclusão do ciclo de entrevistas.

Não é admissível no plano legal, porque estando marcadas eleições a RTP está obrigada a respeitar o princípio da igualdade de tratamento (Constituição da República e Lei 27/2007), tem ainda a RTP especiais responsabilidades em matéria de pluralismo e de isenção (Artº. 50º. /nº. s 1 e 2 da mesma Lei).

Acresce que a CDU não é apenas mais uma força que aparece para marcar presença em período eleitoral. A CDU tem uma história de ligação aos trabalhadores, bairros, movimento associativo e população da cidade, está ligada aos que de melhor foi feito em Lisboa nos últimos 33 anos. Foi a única força que no plano político fez frente à desastrosa política do PSD/ Santana Lopes / Carmona Rodrigues, tem um presente de combate a tudo o que é negativo e de apresentação de propostas para melhorar a vida em Lisboa.

A CDU é uma grande força autárquica em Lisboa, com dois vereadores. Preside a 8 freguesias, tendo mais de 150 eleitos nos vários órgãos autárquicos.

Ao excluir das entrevistas o cabeça der Lista da CDU e outros candidatos já anunciados, a RTP toma partido e assume-se como participante activo na tentativa de bipolarizar a campanha em torno das candidaturas do PS e do PSD, tentando fazer crer à população de Lisboa que está condenada a votar numa das duas força que no essencial defendem a mesma política, escondendo a CDU que nas eleições de 11 de Outubro se apresentará com o seu projecto como a força alternativa de que Lisboa precisa.

A CDU reclama da RTP que respeite a legalidade democrática, entrevistando Ruben de Carvalho e que cubra em pé de igualdade as iniciativas das várias forças políticas, não se escondendo debaixo do eufemismo dos critérios jornalísticos para fugir ao cumprimento da Lei a que o serviço e interesse público a obriga.

A CDU / Lisboa

 

 

publicado por cdulumiar às 13:35
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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

CDU Lisboa promove concentração frente à RTP contra a discriminação


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publicado por cdulumiar às 18:30
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Domingo, 12 de Julho de 2009

Estamos no intervalo do filme...

 

Monginho

Nº 1858 Jornal "AVANTE" de 09.07.2009

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publicado por teresa roque às 10:17
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Sábado, 4 de Julho de 2009

10 eixos estratégicos para mudar as políticas

Emanif.jpgxigências dos trabalhadores aos partidos

A CGTP-IN apresenta aos partidos políticos propostas concretas, visando compromissos claros, para que das eleições legislativas e autárquicas saiam programas de governação a favor dos trabalhadores e das trabalhadoras, dos cidadãos e das cidadãs e do desenvolvimento do país.

 A CGTP-IN apresenta aos partidos políticos propostas concretas, visando compromissos claros, para que das eleições legislativas e autárquicas saiam programas de governação a favor dos trabalhadores e das trabalhadoras, dos cidadãos e das cidadãs e do desenvolvimento do país.

Os problemas com que o país se debate impõem uma mudança de rumo no fundamental das políticas. Sem essa mudança, a crise manter-se-á; prosseguirão os favores aos grandes capitalistas e às forças mais conservadoras e a imposição de sacrifícios aos trabalhadores; ficaremos cada vez mais afastados do nível de vida médio nos países da União Europeia; a taxa oficial de desemprego estará em breve acima dos 10%; teremos um grande e grave aumento da pobreza.
A situação exige novas políticas que respondam ao progressivo enfraquecimento do tecido produtivo; às desigualdades; ao enfraquecimento do Estado Social, incluindo dos serviços públicos; à situação de não-direito nas relações de trabalho, de que a precariedade é expressão gritante; à subversão do direito constitucional de contratação colectiva feita pelos dois últimos Governos; à corrupção e ao sentimento da generalidade dos cidadãos de que o Estado é impotente para a combater; à falta de confiança na justiça; à falta de diálogo a todos os níveis.
O ano 2010 será um ano particularmente sensível. Será um teste à alegada retoma económica e à sua consistência, ou se teremos uma crise muito mais duradoira e, ainda, um teste às políticas europeias. Está na mesa a avaliação da Estratégia de Lisboa e das políticas de protecção social, num quadro marcado por propostas dos Governos que vão no sentido de manter e aprofundar políticas confirmadamente desajustadas.
A CGTP-IN formula, assim, 10 eixos estratégicos com vista a uma efectiva mudança de políticas:
- Criar emprego estável e com direitos e evitar os despedimentos.
- Garantir o direito constitucional de contratação colectiva.
- Valorizar o trabalho e os direitos dos trabalhadores.
- Combater a precariedade.
- Alargar o acesso ao subsídio de desemprego para que mais desempregados possam ser abrangidos pela prestação.
- Promover o aumento real dos salários e das pensões assim como do Salário Mínimo Nacional de modo a alcançar 500 euros em 2011 e 600 euros em 2013.
- Reforçar a solidariedade, promover a coesão social e combater as desigualdades.
- Reforçar os serviços públicos e a protecção social.
- Reorientar as políticas económicas.
- Tornar o sistema fiscal mais equitativo.
Os trabalhadores e a população em geral têm a particular responsabilidade de, através do seu voto, poderem mudar a natureza das políticas seguidas, num momento crucial em que é muito grave a situação do país e complexa a crise internacional. Mas têm também o direito de propor e reivindicar, exigindo respostas sérias.

 

Ler texto completo IN...http://cgtp.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=1389&Itemid=1

publicado por Sobreda às 01:07
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Sábado, 27 de Junho de 2009

A farsa e os farsantes

 

 

É sempre assim: quando se aproximam eleições – especialmente para a Assembleia da República – o PS e o PSD iniciam uma muito específica intervenção em defesa da política de direita. Trata-se da representação de mais um acto da farsa intitulada «alternativa». O acto anterior ocorre quando um dos dois partidos está no Governo e ao outro compete representar o papel de «oposição» - papel por vezes muito difícil, como aconteceu nos últimos quatro anos em que Sócrates levou a política de direita tão à direita que a direita PSD ficou sem papel...
Agora, em campanha eleitoral, os dois farsantes exibem-se como «opositores» em matéria de política a levar à prática após as eleições. Na representação – que decorre num cenário cuidadosamente preparado pelos média dominantes - cada um remete para o outro as responsabilidades da situação a que ambos conduziram o País; cada um finge propor uma política diferente da que cada um pratica quando está no governo; cada um finge não ser o que é e prepara-se para ser o que sempre foi – ambos procurando criar condições para assegurar a continuação da política de direita comum aos dois.
Esta ideia de que PS e PSD são alternativa um ao outro, constitui uma das mais graves mistificações da vida política nacional e tem sido um autêntico seguro de vida para a política de direita, iniciada em 1976 pelo Governo Soares/PS, e prosseguida até hoje por todos os governos que lhe sucederam. PS e PSD (sozinhos, de braço dado, ou com o CDS/PP atrelado), destruíram, em 33 anos, parte significativa das conquistas de Abril; depositaram o País nas mãos do grande capital nacional e internacional; desferiram profundas machadadas no conteúdo democrático do regime e nos direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores e dos cidadãos; agravaram as condições de trabalho e de vida da imensa maioria dos portugueses, enfim, mergulharam Portugal na gravíssima crise hoje existente.
E só uma total ausência de vergonha e um imenso desrespeito pela inteligência e pela sensibilidade dos portugueses pode explicar que, uma vez mais, os dois farsantes venham ocupar a boca de cena representando a velha e indecorosa farsa da «alternativa».

 

José Casanova

Publicado no Jornal "AVANTE" de 25.06.2009

 

publicado por teresa roque às 03:27
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

" Democracias... "


Monginho

Nº 1856 Publicado no Jornal "AVANTE" de 25.06.2009
 

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publicado por teresa roque às 03:31
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

A democracia só beneficiará com legislativas e autárquicas em datas diferentes

O Presidente da República esteve ontem de manhã a ouvir os representantes dos partidos com assento parlamentar para decidir sobre a data de realização das eleições legislativas. As audiências em Belém começaram com o PS, seguindo-se PSD, PCP, CDS, BE e “Os Verdes”.

À saída de Belém, o PCP considerou que “a democracia só beneficiaria” com a realização das legislativas e das autárquicas em datas diferentes, recusando o argumento que a simultaneidade poderia ajudar no combate à abstenção.
“A democracia só beneficiaria com duas campanhas, duas batalhas diferenciadas, que levam ao esclarecimento, à mobilização dos portugueses”, afirmou o secretário-geral do PCP, em declarações aos jornalistas à saída de uma audiência com o Presidente da República sobre a data das eleições legislativas.
Sublinhando o “carácter distinto” de legislativas e autárquicas, Jerónimo de Sousa recusou que a simultaneidade das eleições possa beneficiar o combate à abstenção.
“A questão de fundo de combate à abstenção não é por serem separadas ou juntas. O melhor combate à abstenção é que as forças políticas que se apresentam às eleições cumpram as promessas, cumpram os compromissos que assumem perante o povo português e quando isso não acontece, como recentemente aconteceu com este Governo, obviamente as pessoas desacreditam”. Por isso, acrescentou, “a melhor forma de combater a abstenção é que cada força política assuma as suas responsabilidades, os seus compromissos com o povo português”.
Quanto à questão dos custos acrescidos que a realização das eleições em datas separadas possa representar, o secretário-geral comunista defendeu que a única poupança acontecerá se as subvenções estatais diminuírem.
“Não há que haver confusão, na medida em que a diferença está no apoio logístico, juntas ou separadas tem que haver sempre os custos subsequentes”. Por isso, “se querem se facto insistir tanto na poupança, reconsidere-se os gastos fabulosos das campanhas eleitorais, das subvenções estatais, reduza-se por aí e de certeza que teremos a solução mais ajustada”.
Na semana passada, ouvidos pelo Governo sobre a data das autárquicas, todos os partidos com assento parlamentar, à excepção do PSD, defenderam que autárquicas e legislativas devem realizar-se em datas diferentes, tendo apenas os sociais-democratas apontado vantagens na realização dos dois actos eleitorais em simultâneo.
A data das legislativas será “publicamente anunciada antes do fim do mês”, reiterara o chefe de Estado, 3ª fª, em Edimburgo. De acordo com a lei, as eleições autárquicas são marcadas pelo Governo para o período entre 22 de Setembro e 14 de Outubro e a marcação tem de ser feita até 80 dias antes da última data possível. As eleições legislativas são marcadas pelo PR para um período mais largo, entre 14 de Setembro e 14 de Outubro, e podem ser marcadas mais tarde, até 60 dias antes da última data possível.
 
Ver http://aeiou.expresso.pt/eleicoes-pcp-defende-que-democracia-so-beneficiaria-com-legislativas-e-autarquicas-em-datas-diferentes-caudio=f522508
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publicado por Sobreda às 00:37
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Linhas fundamentais do Programa Eleitoral do PCP


 

Na última reunião do Comité Central do Partido, realizada no dia 9, foi aprovada uma resolução sobre o Programa Eleitoral do PCP para as eleições legislativas, contendo as suas linhas fundamentais, a serem desenvolvidas nos próximos meses. Pela sua importância, destacamos hoje os seus pontos e propostas mais relevantes.

 
Na última reunião do Comité Central do Partido, realizada no dia 9, foi aprovada uma resolução sobre o Programa Eleitoral do PCP para as eleições legislativas, contendo as suas linhas fundamentais, a serem desenvolvidas nos próximos meses. Pela sua importância, chamamos a atenção para os pontos 3 e 4 desse documento, que transcrevemos em seguida.

- Uma política de esquerda ao serviço do povo e do País. Uma política que, baseada nos princípios e valores da Constituição da República, se dirija no sentido do aprofundamento da democracia e da afirmação da independência e soberania nacionais, o que pressupõe:

- A valorização do trabalho e dos trabalhadores, através de uma justa distribuição do rendimento, assente na valorização dos salários, no pleno emprego, na defesa do trabalho com direitos, no combate à precariedade e na efectiva protecção social dos desempregados; maiores reformas e pensões, uma nova política fiscal e a defesa do sistema público solidário e universal de segurança social para assegurar o direito a uma reforma digna; uma redistribuição da riqueza produzida anualmente em Portugal como factor de justiça social, mas também como questão crucial para a dinamização do mercado interno para o acréscimo da produtividade.
- A defesa dos sectores produtivos e da produção nacional, com a defesa da indústria transformadora e extractiva, da agricultura e das pescas, e a afirmação de uma economia mista com o apoio às micro, pequenas e médias empresas e ao sector cooperativo.
- Uma política onde o Estado assuma um papel determinante nos sectores estratégicos, designadamente na banca e nos seguros, na energia, nas telecomunicações e nos transportes, ao serviço do desenvolvimento e da justiça social.
- Uma administração e serviços públicos ao serviço do País, com a defesa e reforço do Serviço Nacional de Saúde como serviço público de saúde, geral, universal e gratuito, com garantia de acesso em qualidade aos cuidados de saúde; a afirmação da Escola Pública, gratuita e de qualidade como factor necessário à democratização do ensino e imprescindível ao desenvolvimento do País.
- A defesa do meio ambiente, do ordenamento do território e a promoção de um efectivo desenvolvimento regional, assente no aproveitamento racional dos recursos do País, numa criteriosa política de investimento público, potenciando a correcção das assimetrias regionais; o respeito pela autonomia das autarquias locais e o reforço da sua capacidade financeira; a criação das regiões administrativas conforme a vontade das populações, e políticas públicas económicas, sociais e culturais, visando um maior equilíbrio territorial e uma maior coesão económica e social das várias regiões do País.
- A democratização e promoção do acesso à cultura e à defesa do património cultural, com uma nova política que defenda e valorize a língua e a cultura portuguesas, que apoie a livre criação e fruição artística como parte integrante do progresso e do desenvolvimento do País e da elevação do conhecimento.
- A defesa do regime democrático de Abril e o cumprimento da Constituição da República, com o aprofundamento dos direitos, liberdades e garantias fundamentais e o reforço da intervenção dos cidadãos na vida política; o respeito pela separação dos poderes e a autonomia de organização e funcionamento dos partidos políticos; com uma justiça independente, democrática e acessível a todos, e uma política de segurança que defenda os direitos dos cidadãos e a tranquilidade pública.
- A efectiva subordinação do poder económico ao poder político, o combate e punição da corrupção, crime económico e tráfico de influências, o fim dos privilégios no exercício de altos cargos na Administração e Empresas Públicas, a eliminação da circulação entre lugares públicos e privados e da promiscuidade de interesses.
- A afirmação de um Portugal livre e soberano e uma Europa de paz e cooperação, com uma nova política que rompa com a conivência e subserviência face às políticas da União Europeia e da NATO, assegure a defesa intransigente dos interesses nacionais; com uma Europa de cooperação de Estados soberanos e iguais em direitos, de progresso social e paz entre os povos, e uma política externa baseada na diversificação das relações com outros países do mundo.

No quadro das grandes orientações assim definidas, a primeira resposta do Programa Eleitoral é para a profunda crise que o País atravessa, e sobre a qual a política de direita do Governo PS e as propostas avançadas pelo PSD e CDS-PP se têm limitado a repetir as medidas que estão, em grande parte, na sua origem. Na continuidade das propostas que o PCP apresentou ao longo de 2008 e 2009, e em coerência com as orientações referidas, colocam-se três medidas urgentes para travar os despedimentos e a destruição do tecido empresarial e dos postos de trabalho: a dinamização do mercado interno, a promoção do investimento público, a resposta aos desequilíbrios financeiros das empresas.

Medidas urgentes

Um Programa Eleitoral, que inscreve, entre muitas outras medidas e propostas inadiáveis e urgentes para responder a problemas, reclamações e objectivos de lutas das populações e trabalhadores ao longo dos últimos anos:

- o alargamento dos critérios de acesso e prolongamento do período de atribuição do subsídio de desemprego;
- o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) para pelo menos 600 euros até 2013;
- a alteração dos aspectos negativos do Código do Trabalho (designadamente o restabelecimento do efectivo direito à contratação colectiva) e da legislação laboral da Administração Pública;
- a fiscalização rigorosa do recurso ao lay-off combatendo a violação dos direitos dos trabalhadores e a redução dos salários;
- a revogação do estatuto da carreira docente e alteração do modelo de avaliação;
- o aumento real das pensões e reformas, revogação das normas penalizadoras do seu valor (factor de sustentabilidade e fórmula de actualização anual) e diversificação do financiamento da segurança social com base na riqueza criada;
- a salvaguarda do direito à reforma aos 65 anos e possibilidade da sua antecipação sem penalizações para carreiras contributivas de 40 anos;
- a distribuição gratuita dos manuais escolares para todo o ensino obrigatório, já a partir do próximo ano lectivo;
- a revogação da Lei do Financiamento do Ensino Superior;
- um programa especial para garantir o acesso à consulta no próprio dia nos Cuidados Primários de Saúde;
- a gratuitidade do acesso dos trabalhadores à justiça laboral;
- o reforço dos efectivos e meios para um policiamento de proximidade e uma política de segurança com mais prevenção;
- a redução da factura de energia – electricidade, gás e combustíveis – para famílias e empresas;
- a garantia de um rendimento mínimo nas explorações agrícolas familiares e unidades de pesca artesanal, pela criação de adequado seguro às suas actividades;
- a eliminação do pagamento especial por conta (PEC) para as micro e pequenas empresas e redução dos prazos de reembolso do IVA;
- a taxação de todas as mais valias bolsistas e criação do imposto sobre o património mobiliário (acções, obrigações, etc.);
- a imposição de uma taxa mínima efectiva de IRC de 20% ao sector financeiro, banca e seguros;
- o estabelecimento de valores referência das taxas de juro, margens (spreads) e comissões da Caixa Geral de Depósitos para um funcionamento adequado do mercado de crédito

 

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publicado por teresa roque às 10:38
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CDU apresenta cabeças de lista

 

A CDU de Lisboa vai apresentar os principais membros da Coligação nas listas à Assembleia e Câmara Municipais, bem como para as Freguesias da capital, na 5ª fª, dia 25, às 18h30, no terraço do Centro de Trabalho Vitória, na Avenida da Liberdade, 170.

O programa da CDU de Lisboa para os órgãos do município está já em fase final de elaboração.
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publicado por cdulumiar às 10:24
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

CDU cresceu em Lisboa de 11,56% para 12,79%

Foi apenas por ínfimas centésimas - mais concretamente, por escassos 0,07% - que a CDU não elegeu o seu 3º deputado europeu.

 

 

[clique para ampliar a imagem]

 

Confirmando a subida à nível nacional dos resultados eleitoral da CDU nas eleições para o Parlamento Europeu, em que registou um aumento superior a 70.000 votos, também no distrito de Lisboa a CDU registou importantes subidas eleitorais, nomeadamente em percentagem (mais 1,23%, passando para 12,79%) e em votos (mais 11.026, passando para 96.461).
Constata-se assim um reforço da CDU que a comunicação social adversa não conseguiu evitar e não conseguirá agora disfarçar. Mas a nota central das eleições foi a enorme derrota do PS, numa clara condenação da política de direita de que tem sido o principal responsável 1.
É no entanto de condenar a “falta de rigor” de algumas sondagens que desvalorizaram o resultado da CDU em detrimento da promoção de outras candidaturas: “A falta de rigor, mesmo no plano científico, coloca as questões já num outro foro que é o do plano político”, considerou o secretário-geral do PCP.
Os resultados deste escrutínio espelham “um resultado positivo traduzido no aumento de 1,6 pontos percentuais, um crescimento superior a 70 mil votos confirmando a eleição de dois deputados no quadro da redução de 24 para 22 mandatos nacionais”, mas “houve claramente o objectivo político de desvalorização do resultado da CDU”.
“Nesse sentido, mais do que uma medida punitiva no plano legal, deveria haver uma reconsideração dessas empresas que estão a prestar um serviço público e que não podem tomar partido fazendo a manipulação desses dados estatísticos com o objectivo de prejudicar alguns”, considerou o presidente partidário, o qual reiterou ainda que “os resultados da CDU não foram construídos no último dia mas paulatinamente durante meses, o que demonstra não só o carácter falível das sondagens, com o sentido propositado de menorizar e secundarizar a CDU” 2.
 
1. Ver http://cdudelisboa.blogspot.com/2009/06/cdu-cresce-em-lisboa-acompanhando-o.html
2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=138073&dossier=Europeias%202009
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publicado por Sobreda às 02:24
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

CNE regista mais de 250 queixas e pedidos de esclarecimento

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) recebeu ontem mais de 250 queixas e pedidos de esclarecimento desde a abertura das urnas, registando-se muitas situações de “revolta” por dificuldades relacionadas com o cartão do cidadão

Segundo o porta-voz da CNE, os telefonemas de protesto sobre o novo documento de identificação devem-se sobretudo ao facto de muitas pessoas não se terem apercebido da importância da carta enviada pela Direcção-Geral da Administração Interna com o novo número de eleitor, que pode implicar a alteração da mesa de voto.
Até às últimas eleições, o cidadão tinha de ir à Junta requerer o recenseamento, mas agora o Estado recenseia automaticamente todos os cidadãos que atingem 18 anos e que alteram o documento de identificação consoante a área de residência.
“Uma pessoa que mora em Oeiras, mas vota em Sintra e deitou fora a carta, chega a Sintra e percebe que está recenseada onde mora. Claro que isto motiva revolta, mas a lei prevê prazos para as pessoas reclamarem”.
De acordo com o representante, grande percentagem das queixas e pedidos de esclarecimentos está relacionada com a ausência nos cadernos eleitorais de pessoas que estão vivas e moram em Portugal, propaganda eleitoral junto de mesas de voto e irregularidades na situação de ex-emigrantes.
Neste caso, explicou, o cidadão recenseado em Portugal foi para o estrangeiro, actualizou o recenseamento e disse que, nas eleições para o Parlamento Europeu votava no país onde se encontrava, sendo o seu nome descarregado no caderno eleitoral português e carregado no recenseamento do consulado português do país para onde se encontra. No entanto, quando regressou a Portugal definitivamente, actualizou o recenseamento mas esqueceu-se de pedir para passar a votar cá nas europeias.
A CNE apontou duas situações consideradas de maior gravidade: uma em Fanhões, Loures, onde os delegados credenciados para assistir ao acto eleitoral foram impedidos de desempenhar a sua função por a credencial estar incorrectamente impressa e outra no concelho de Santarém, onde o presidente de uma Junta de Freguesia apelou à abstenção como forma de protesto contra o traçado de uma estrada.
Foram recebidas “bastantes” reclamações sobre a emissão “inoportuna” de um programa sobre participação eleitoral da juventude num canal de TV, onde pessoas de várias cores políticas assumiram as suas posições partidárias.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=137851&dossier=Europeias%202009
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publicado por Sobreda às 00:05
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Sábado, 6 de Junho de 2009

CDU em campanha na baixa lisboeta

 

Cerca de dois mil apoiantes da CDU desceram ontem o Chiado, numa iniciativa que alertou que até domingo pode continuar a ser construído o resultado da CDU. A concentração, junto à praça Luís de Camões, começou algum tempo antes da hora marcada para a saída (17h30).

À hora prevista, a número um da CDU ao Parlamento Europeu, Ilda Figueiredo e outras figuras do PCP e de “Os Verdes” começaram a descer a rua Garrett em direcção ao Rossio, num desfile colorido pelas bandeiras da CDU e animado pelos sons de uma bateria brasileira. Deputados do PCP e PEV na Assembleia da República, o candidato à Câmara de Lisboa Ruben de Carvalho, e elementos da lista candidata às eleições de domingo marcaram presença na arruada.
Depois de atravessar o Rossio, o desfile seguiu para a rua Augusta, sem grandes demoras, com Ilda Figueiredo a cumprimentar algumas pessoas pelo caminho e a acenar aos transeuntes.
“Temos este sentimento muito sustentado: a CDU está a crescer”. No final da arruada, que no entanto alertou os apoiantes que “a jornada ainda não terminou (…) estamos em condições neste tempo que resta de continuar a construir o resultado da CDU”, disse, lembrando que “ainda há alguma insatisfação”.
“Podemos ir mais longe, porque há muita gente indecisa, porque ainda há muita gente que sofreu a pressão dessas vozes que apelavam à abstenção. Eles, que serão os primeiros a votar nos seus partidos, são os primeiros a dizer 'abstenham-se', ao povo português, que hoje vive aflito tendo em conta a política realizada por este governo”.
Dizendo que os socialistas “têm medo” da coligação de esquerda, Ilda lançou também críticas contra o governo de Sócrates. Depois de PS e PSD aprovarem em Bruxelas as medidas “que aqui tiveram estas consequências”, o Governo de cá ainda “dá uma mãozinha para agravar a situação”.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385333
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publicado por Sobreda às 01:16
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Participa na arruada no Chiado

 

Convidam-se todos a participar na arruada que se vai realizar hoje, 6ª fª, dia 5 de Junho, na Baixa de Lisboa.
Ponto de encontro: 17h no Largo do Chiado, junto à saída de Metro (estátua de Fernando Pessoa). A arruada terminará na Rua Augusta, no cruzamento com a Rua da Vitória.
Contamos contigo. Aparece e traz um amigo também!
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publicado por Sobreda às 02:00
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Leva a tua indignação e luta até ao voto

 

Ver www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=50&Itemid=78
 
O período que decorreu desde os últimos actos eleitorais, foi marcado pelo aumento da ofensiva política, económica e social de direita contra os trabalhadores e as populações, sustentada nas opções políticas do Governo PS, apoiada pelos deputados que suportam a maioria e pelos seus eleitos no Parlamento Europeu e nas autarquias locais. Políticas caracterizadas pelo aumento do desemprego e da precariedade, pela degradação do poder de compra e dos salários, o ataque à segurança social, ao Serviço Nacional de Saúde, à escola pública e a fragilização do papel social do Estado.
A esta grande ofensiva, os trabalhadores e as populações reponderam com uma profunda frente de luta, das maiores que o país assistiu.
Desta ampla mobilização, destacam-se a Greve Geral de Maio de 2007, as grandiosas manifestações nacionais de 12 de Outubro de 2006 (mais de 100 mil trabalhadores), de 2 de Março de 2007 (mais de 150 mil), de 18 de Outubro de 2007, durante a Cimeira da União Europeia (200 mil), de 5 de Junho de 2008 (mais de 200 mil), e do dia 13 de Março de 2009 (mais de 200 mil); as manifestações nacionais de jovens trabalhadores no dia 28 de Março, Dia nacional da Juventude, desde 2006, com a participação de milhares de jovens; e as comemorações do 1º de Maio.
Destacam-se ainda as jornadas nacionais dos trabalhadores da administração pública e as acções específicas de vários sectores profissionais, como os professores, nas manifestações de 8 Março e 8 de Novembro de 2008 e na Greve de 19 de Janeiro de 2009, ou os agricultores, como se verificou na acção nacional do último dia 26 de Março, assim como muitas lutas decisivas nas empresas e locais de trabalho.
Salientam-se ainda a luta de milhares de estudantes do Ensino Secundário e Superior, por uma Escola Pública e democrática, e a luta de vários sectores da população.
É com a intensificação da luta que se criarão as condições para uma ruptura com a política de direita. As muitas jornadas de luta travadas ao longo dos últimos anos terão seguramente continuidade nos próximos actos eleitorais, condenando a acção do governo, exigindo uma nova política ao serviço do Povo e do país.
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publicado por Sobreda às 01:41
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

6 razões para votar CDU

 

·    O voto em quem fez um trabalho sem paralelo no Parlamento Europeu
·    O voto por uma Europa de cooperação entre Estados iguais e soberanos
·    O voto que afirma a ruptura com a política direita
·    O voto na recusa de benefícios pessoais
·    O voto de protesto e condenação da política do Governo PS
·    O voto que defende os interesses nacionais
 
Ver mais em www.cdu.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=206&Itemid=66
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publicado por Sobreda às 01:51
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Eu apoio, tu apoias, ele apoia...

 

Não se esqueça que as eleições para o Parlamento Europeu são já este domingo, dia 7 de Junho. Não deixe que os outros decidam por si. Apoie a CDU e contribua para uma vida melhor!

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publicado por Sobreda às 01:51
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Iniciativas da CDU em Telheiras

 

 

 

A campanha eleitoral da CDU percorreu, este sábado de manhã, as principais ruas de Telheiras centro e Alto da Faia.
publicado por Sobreda às 01:34
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Iniciativas da CDU no Campo Grande

 

 

A campanha eleitoral da CDU passou, neste sábado à tarde, pelos bairros de Fonseca e Calçada e Quinta de Barros.
publicado por Sobreda às 01:21
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Iniciativas da CDU na Ameixoeira e Charneca

 

 

 

A campanha eleitoral da CDU passou este domingo de manhã pela movimentada Feira das Galinheiras.
publicado por Sobreda às 01:02
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