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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Segurança ferido num hipermercado em Telheiras

Um segurança foi hoje ferido na face “com um objecto cortante” dentro de um Hipermercado localizado na Av. das Nações Unidas, em Telheiras, segundo informou fonte do INEM.

Os primeiros socorros foram prestados por um médico e um enfermeiro do INEM que, embora não se encontrassem de serviço, estavam no local e de imediato assistiram o homem.
O incidente foi reportado ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) e enviada uma ambulância para transportar o ferido para o Hospital de Santa Maria.
A única indicação disponibilizada pelo INEM refere que o ferido é um “segurança, do sexo masculino, agredido na face com um objecto cortante”.
Uma funcionária do hipermercado, que preferiu não se identificar, disse que a agressão estará relacionada com um grupo de rapazes apanhados a furtar no estabelecimento. O grupo terá sido interceptado e levado para o gabinete dos seguranças.
A agressão de hoje poderá ser uma represália pelo incidente. Fonte da PSP de Telheiras confirmou apenas o registo de “distúrbios” no hipermercado e que foi enviado para o local um carro-patrulha.
No local, agentes da polícia escusaram-se a falar e apenas referiram que o agressor não foi detido. Os responsáveis do hipermercado também se escusaram a prestar declarações.
 
Ver Lusa doc. nº 10068077, 01/09/2009 - 13:31
publicado por Sobreda às 13:57
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Varanda cai no centro do Lumiar

Os habitantes de um prédio, no Lumiar, não ganharam para o susto durante a noite de domingo. Parte de uma varanda do terceiro andar de um prédio caiu e causou estragos no andar de baixo e num carro estacionado na rua. Ninguém ficou ferido.

Segundo os moradores e vizinhos, que acusam o senhorio de não querer fazer obras, o episódio não é novo. Há cerca de duas semanas, quem passava, por pouco não foi atingido por parte da varanda.
O prédio de 40 anos é o único da praceta que nunca foi alvo de obras. Os esforços dos moradores têm sido em vão e esperam que o senhorio trate das obras do prédio para evitar que esta situação cause mais danos materiais ou vítimas 1.

 

 

O estado de conservação de algumas varandas das casas portuguesas são mesmo consideradas como pouco seguras para crianças.
Segundo a Associação Para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), a situação não é nova e deve-se à falta de normas técnicas nacionais que obriguem os construtores a salvaguardar as quedas.
No caso das crianças, as varandas têm que ter uma altura mínima de 1,10 m, não podem possuir aberturas por onde elas possam passar, nem grelhas que sejam “escaláveis” pelos mais pequenos. Por isso de acordo com a APSI é muito importante existir um reforço das infra-estruturas. “A fiscalização não tem sido eficaz e cada um faz o que quer”.
No entanto, não existe no Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) nenhuma regra que imponha medidas de segurança obrigatória apesar de uma revisão de 2007 apontar nesse sentido. Mas a APSI afirma que de acordo com uma directiva comunitária os construtores já deveriam ser obrigados a garantir a segurança das pessoas nomeadamente em casos de queda.
De acordo com a APSI a fiscalização é pobre, “a fiscalização não tem sido eficaz e cada um faz o que quer”. Há muitas casas novas que não apresentam as garantias exigidas. Para além das novas regras, é necessário mudar os erros já cometidos e esse é um trabalho que deve ser fomentado pelas câmaras e orientado por profissionais 2.
 
1. Ver http://diario.iol.pt/sociedade-regioes/lumiar-acidente-predio-varanda-lisboa-tvi24/1085724-4556.html
2. Ver www.tvi24.iol.pt/sociedade/varanda-perigosas-construtores-crianca-queda-portugal/980102-4071.html
publicado por Sobreda às 19:42
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Sábado, 1 de Agosto de 2009

Autor de ‘carjacking’ detido no Lumiar

A Polícia de Segurança Pública (PSP), deteve, um homem de 28 anos, com “vastos antecedentes criminais por roubo”, minutos depois de ter roubado, à mão armada, uma viatura à sua proprietária, em Loures.

O carro foi furtado às 14h40 de anteontem, junto à estação de Metro do Senhor Roubado, quando a condutora foi surpreendida, ao entrar para a viatura, por um indivíduo que lhe apontou uma faca, levando-lhe também o telemóvel.
Vinte minutos depois, elementos da PSP avistaram o carro no Bairro da Cruz Vermelha, no Lumiar, tendo procedido à detenção do condutor, cuja descrição correspondia à identificação feita pela vítima.
A viatura e o telemóvel foram recuperados sem danos e foi apreendida a faca usada no assalto. O detido já foi ouvido por um juiz da Comarca de Loures mas desconhece-se até ao momento as medidas de coacção aplicadas, que podem ir até à prisão preventiva 1.
Outras situações de ‘carjacking’ foram já aqui descritas neste blogue 2. A sentença habitual apontada pelos juízes é enviar os assaltantes de novo para suas ‘casas’ com a famosa pulseirinha 3. Resta saber qual o alcance real da solução preconizada.
 
1. Ver www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=F344F296-92A7-4A0F-ADDA-748ADC85C255
2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/363668.html
3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/366173.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/203187.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/20704.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/24225.html
publicado por Sobreda às 00:06
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Assaltos a marcos e caixas de correio

 

Os CTT têm 17.449 marcos e caixas de correio, além de 3.226 postos de selos espalhados por todo o país.
No entanto, nos distritos de Lisboa e Santarém tem-se registado dezenas de furtos e actos de vandalismo contra marcos e caixas de correio. O objectivo dos assaltantes é apoderarem-se de cartões de crédito, vales postais e valores que circulam no interior das cartas, apesar de ser proibido enviar valores sem registo prévio nos balcões dos correios.
Nos últimos cinco anos, o número de queixas apresentadas na PSP relacionadas com os Correios tem aumentado de forma sistemática anualmente, passando de 12 em 2004 para 245 em 2008.
Em consequência, os CTT estão a proceder à renovação dos marcos e caixas de correio para os tornar mais seguros e imunes a actos de vandalismos, justificando deste modo a selagem temporária de muitos receptáculos pelo país.
Os CTT estão a selar temporariamente as caixas ou marcos de correio vandalizados em diversas localidades da região até que sejam reparados, evitando que seja aí depositada correspondência, disse fonte do gabinete de imprensa, realçando que há sempre postos ou caixas alternativos nas proximidades.
Segundo referiu o gabinete de imprensa dos CTT, “o plano de renovação dos marcos de correio tem como objectivo torná-los mais imunes a actos de vandalismo e assaltos”. De acordo com a empresa, o plano “foi antecedido de um período de consulta a várias entidades postais estrangeiras sobre a maneira como elas próprias tinham resolvido o problema, e de concurso a nível nacional para a encomenda da obra”.
 
Ver www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=31858&idSeccao=479&Action=noticia
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publicado por Sobreda às 13:02
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Sábado, 20 de Junho de 2009

Assalto a multibanco com sequestro em Telheiras

A Polícia Judiciária deteve dois homens por fortes suspeitas da autoria de crimes de roubo e sequestro na madrugada de domingo passado em Telheiras, foi apenas ontem revelado.

Em comunicado, a PJ refere que os detidos, de 23 anos, acompanhados de outros dois indivíduos ainda por identificar, entraram num clube privado de lazer, na zona de Telheiras, manietaram e sequestraram o segurança e, durante três horas, arrombaram uma máquina ATM, apoderando-se de mais de 13 mil euros.
A PJ interceptou um dos suspeitos já no Aeroporto de Lisboa, quando se preparava para viajar para o estrangeiro, com bens que adquirira com o produto do crime.
Um dos detidos era funcionário do clube e o outro trabalhara lá anteriormente, tendo-lhes sido apreendidos quatro telemóveis, um computador, um televisor LCD e material informático, presumivelmente comprados com o dinheiro do assalto.
Os detidos encontravam-se em situação irregular em Portugal e serão presentes às autoridades judiciárias para aplicação de medidas de coacção.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=138944
publicado por Sobreda às 00:27
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Tiroteio na ex-Musgueira

A PJ deteve um homem que atingiu outro a tiro após um confronto durante um jogo de futebol no bairro da Musgueira, em Lisboa, do dia 20 de Abril.

No final do jogo, o agora detido foi ao carro buscar uma pistola de 9 mm e disparou vários tiros contra o seu opositor, tendo-o atingido numa perna e ferindo num braço outro homem. Trata-se de uma prática recorrente naquela zona do Alto do Lumiar.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1247369&seccao=Sul
publicado por Sobreda às 00:02
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Menino electrocutado dá nome a rua em Telheiras

Passados 10 anos, a CML decidiu honrar a promessa do ex-presidente do município, João Soares, e homenagear Rúben Cunha, a criança morta ao pressionar um semáforo, em 1997, atribuindo o seu nome a uma rua na zona de Telheiras.

Uma deliberação da CML, que termina com um longo processo quanto à atribuição do topónimo naquela área da cidade, decidiu atribuir o nome de Rúben Tiago Lemos e Cunha a um arruamento vizinho da Rua professor Simões Raposo, na área de Telheiras, mais concretamente na urbanização do Parque dos Príncipes, do lado poente do Eixo Norte-Sul.
A denominação servirá para perpetuar a memória do menino que, em 7 de Julho de 1997, foi electrocutado num semáforo no Campo Grande (em frente a Caleidoscópio), tendo falecido três dias depois no Hospital de Santa Maria, devido ao incidente.
Segundo o actual presidente da CML, a proposta aprovada, sem votos contra, serve para colmatar um hiato de 10 anos sobre a promessa do então líder municipal. “Com esta decisão estamos a honrar o compromisso à data da tragédia, passando Rúben Cunha a ser o nome de uma artéria da cidade de Lisboa”.
Além da cedência de um espaço à Associação Viver Criança - criada pelos pais da vítima (no Alto da Faia, também em Telheiras) - e da oferta de um jazigo, Soares disponibilizou-se, dois anos após a tragédia, a dar o nome do menino a uma rua em Telheiras. Mas as mudanças partidárias no município e interpretações quanto se esta seria a melhor forma de homenagear Rúben, adiaram o processo.
“Tratou-se de uma luta muito difícil fazer com que a Câmara honrasse o que nos tinha prometido. Foram anos de persistência e perseverança. Mas valeu a pena”, explicou emocionado o pai do menino. Para nós, “o Rúben nunca morreu. A partir de hoje está vivo na cidade de Lisboa”.
O acidente ocorreu pelo mau funcionamento do semáforo, tendo um funcionário da empresa de manutenção do equipamento, Eyssa Tesis, sido condenado a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, no julgamento do caso, em Setembro de 2001.
O ‘condenado’ era um ex-pedreiro, com a 4ª classe, e que, sem formação técnica, assegurava a segurança do semáforo. O lamentável é que a empresa tenha saído incólume neste processo.
 
Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1238808
publicado por Sobreda às 00:18
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Gasolineira assaltada na Calçada de Carriche

Segundo fonte policial, dois homens encapuzados assaltaram hoje, à mão armada, o posto de abastecimento de combustível da Galp na Calçada de Carriche, em Lisboa, sentido Odivelas-Lisboa, tendo roubado 2.000 euros em dinheiro.

De acordo com a mesma fonte, os dois homens, de pistola em punho, assaltaram uma funcionária que transportava o dinheiro de um posto da Galp para outro, do lado oposto da via, fugindo de seguida num automóvel branco, de matrícula falsa.
Do assalto não resultaram quaisquer ferimentos na funcionária. O crime ocorreu cerca das 15h45, estando agora o caso entregue à Polícia Judiciária, que está a tentar identificar e localizar os dois assaltantes.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1243683&seccao=Sul
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publicado por Sobreda às 21:06
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Excessos de rivalidade entre as claques da 2ª circular

O conteúdo de uma pen-drive apreendida a um elemento do 'No Name Boys' (NNB) foi apenas um indício para o Ministério Público avançar para a acusação de associação criminosa.

Dentro do dispositivo encontravam-se informações detalhadas sobre elementos da rival Juve Leo: fotografias dos dirigentes, acompanhadas por notas sobre "namoradas, cônjuges e restantes familiares". A recolha de informação fazia parte da forma de actuação dos NNB. Os 38 elementos ligados a esta claque foram acusados pelo DIAP de Lisboa de crimes de associação criminosa e tráfico de estupefacientes.
A acusação é feita após um grupo de 30 suspeitos ter sido detido em Novembro de 2008, na operação 'Fair Play' realizada pela PSP de Lisboa. Nas buscas domiciliárias, a polícia apreendeu droga, armas e material pirotécnico.
Terá sido a metódica recolha de informação que levou elementos do NNB ao encalço de um adepto do Sporting e membro do grupo ‘1143’ que integra a Juventude Leonina. Em Fevereiro de 2008, quatro elementos do NNB, abordaram o rival junto à casa deste.
O jovem ainda tentou fugir para uma esquadra da PSP em Telheiras. Porém foi alcançado pelo grupo. Um dos agressores, segundo a acusação, "desferiu diversos golpes no corpo do ofendido com uma faca que trazia consigo". Os restantes, “utilizando tochas incendiárias queimaram o corpo do ofendido, nomeadamente na anca esquerda e no abdómen, ao mesmo tempo que, utilizando um taco, desferiram com ele pancadas no corpo daquele, atingindo-o em várias zonas letais, nomeadamente na cabeça”.
Este é apenas um caso relatado no despacho de acusação do DIAP de Lisboa neste caso, o qual resultou na junção de vários processos dispersos por diferentes comarcas. Um destes veio da comarca do Seixal e diz respeito à agressão e destruição do carro de um jornalista no centro de estágio dos ‘encarnados’. O episódio ocorreu em Abril de 2008 e o envolvimento dos NNB foi ‘apanhado’ em escutas telefónicas.
No dia da agressão, em deles telefonou ao outro (ambos acusados no processo), contando que um grupo esteve no Seixal onde “partiram a boca toda a um” jornalista.
Os membros da claque partiram ainda o vidro do carro do jornalista, e tentaram introduzir no interior da viatura uma tocha incendiária que poderia ter destruído por completo o carro. “Partimos o carro todo do jornalista, (…) mandei uma tocha para dentro do carro, só não incendiou porque saiu fora”, disse numa escuta que está transcrita na acusação.
Os líderes da claque são ainda suspeito de revenderem ilegalmente bilhetes para os jogos do Benfica. Os ingressos seriam cedidos à claque a um preço reduzido, mas depois eram colocados mais caros no mercado. O DIAP de Lisboa sustenta que o lucro obtido era ‘investido’ depois no negócio da droga.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1236871
publicado por Sobreda às 00:52
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Quando os defesas passam ao ataque

Seis seguranças da noite de Lisboa foram detidos pela PSP no âmbito de um inquérito contra a criminalidade violenta. Os indivíduos, usando artes marciais, roubavam clientes das discotecas onde trabalhavam.

A operação teve por nome ‘Kilo’ e teve por base uma investigação de sete meses, segundo anunciou o Comando da PSP de Lisboa. A investigação esteve a cargo da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa, tutelada pela Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento, do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), do Ministério Público de Lisboa.
A acção da investigação decorreu nas áreas tradicionais de estabelecimentos nocturnos de Lisboa, na Avenida 24 de Julho e em Alcântara e foi justificada por vários roubos com violência que iam decorrendo já há alguns meses na zona.
Os indivíduos acumulavam a função de seguranças em discotecas para depois assaltarem os frequentadores dos estabelecimentos nocturnos, contando com a conivência de uma mulher.
Os indivíduos, com idades compreendidas entre os 25 e os 35 anos, eram praticantes de artes marciais e frequentadores de ginásios. As vítimas eram seguidas após a saída dos estabelecimentos nocturnos, após o que eram roubados com recurso à força física, uma vez que o tipo de vítimas e os conhecimentos que os assaltantes tinham de artes marciais dispensava qualquer arma de fogo ou arma branca.
 
Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1233091
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publicado por Sobreda às 00:46
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Domingo, 10 de Maio de 2009

Moradores da Ajuda exigem esquadra prometida há vários anos

Dezenas de moradores da Ajuda protestaram ontem contra a falta de policiamento na freguesia, pedindo ao Governo a abertura de uma esquadra “prometida há vários anos”, e ameaçaram manifestar-se junto do Ministério da Administração Interna.

Os moradores concentraram-se frente ao espaço onde está prevista há vários anos a abertura de uma esquadra de polícia.
Segundo Joaquim Granadeiro, presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, que apoia a iniciativa dos moradores, a abertura de uma esquadra na zona é “fundamental” para auxiliar os cerca de 20 mil habitantes, muitos deles idosos e jovens.
 
Ver http://aeiou.visao.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=vs.stories/507914
publicado por Sobreda às 01:03
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

PSP detém suspeitos de tráfico de droga

A Polícia de Segurança Pública deteve esta 6ª fª cinco indivíduos referenciados por tráfico de droga no Bairro da Cruz Vermelha, sendo que um deles está “fortemente indiciado por três tentativas de homicídio de elementos da PSP”, ocorridas a 22 de Janeiro deste ano.

Na operação foram feitas seis buscas domiciliárias no Bairro da Cruz Vermelha e em Camarate, onde foram apreendidos droga, entre heroína, cocaína, cannabis, haxixe e ecstasy, duas armas de calibre proibido, 179 munições de vários calibres, cartuchos, duas balanças digitais, duas viaturas, habitualmente usadas no tráfico, quatro telemóveis e 800 euros em dinheiro.
 
Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=61238723-E3E8-4A62-8C37-8D4A67241D42&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021
publicado por Sobreda às 21:47
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Domingo, 19 de Abril de 2009

Bombeiros profissionais reivindicam estatuto especial

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) iniciou ontem, em Torres Vedras, o seu 8º congresso, chamando a atenção para a falta de elementos de socorro, principalmente nas grandes cidades, e reivindicando um estatuto especial.

O presidente da ANBP lembrou que há falta de bombeiros profissionais em todo o país, “uma situação muito complicada”, principalmente nas grandes cidades. “Consideramos que para cada mil habitantes deveria haver um bombeiro profissional, mas neste momento este rácio não é correspondido e há uma grande carência de bombeiros profissionais” em Portugal.
Destacou, também, que em debate está o problema da avaliação profissional, “aplicada de forma diferente pelas autarquias devido a diferentes entendimentos da lei”.
É que os bombeiros profissionais são funcionários públicos e das câmaras municipais, mas a especificidade da sua actividade não tem sentido se for feita com base no Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP). “Não é que não queiramos ser avaliados, antes pelo contrário. O problema é que o conteúdo funcional de um funcionário público escriturário ou de um técnico é diferente do de um bombeiro profissional”.
Os bombeiros profissionais vão ainda exigir ao Governo a elaboração de um código deontológico aplicável a todos os bombeiros.
 
Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=132607
Temas:
publicado por Sobreda às 00:04
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

O regresso do Conselho Municipal de Segurança

A Polícia Municipal de Lisboa (PML) deverá receber até Setembro mais 150 agentes da PSP, de acordo com a proposta do MAI, no âmbito da descentralização de competências na área da fiscalização de trânsito. A proposta será analisada hoje na reunião do Conselho Municipal de Segurança, onde serão discutidas as sugestões da CML e do Ministério para o Contrato Local de Segurança (CLS).

No que se refere à transferência da dependência dos parques de recolhas de viaturas para a PML, o Ministério refere que a PSP não pode abdicar de manter na sua dependência e administração o parque do Restelo, sugerindo que passe para a PML a guarda, utilização e gestão dos parques de viaturas do Marquês de Pombal, Campo Grande e Telheiras.
Quanto ao acesso ao Sistema de Contra-Ordenações de Trânsito (SCOT), a câmara é autorizada a utilizar o sistema, mas terá que suportar os custos associados à aquisição de equipamentos, à formação dos operadores, manutenção e comunicações.
As principais áreas de intervenção da proposta do MAI para o CLS são os comportamentos anti-sociais como a delinquência juvenil, a violência doméstica e o risco de incidentes sobre populações vulneráveis, designadamente idosos e turistas.
Reduzir os índices de criminalidade na cidade de Lisboa, aumentar o sentimento de segurança e os níveis de confiança e satisfação dos que visitam a cidade, reforçar o policiamento de proximidade e as acções policiais nalguns locais considerados mais inseguros são alguns dos objectivos das propostas de CLS do MAI e da autarquia que serão analisadas na reunião do Conselho Municipal de Segurança.
Além de assegurar a transferência dos meios humanos necessários ao projecto, o MAI deverá garantir a monitorização do CLS, através de um protocolo a assinar com uma Universidade, e elaborar diagnósticos da criminalidade na área abrangida pelo CLS.
Os contratos locais de segurança têm vindo a ser desenvolvidos pelo MAI e alguns estão já em fase de concretização, como os do Porto e Loures. No caso do Porto, o CLS abrange o Bairro do Cerco e em Loures as freguesias da Apelação, Camarate e Sacavém. Vai também ser proposta a criação de um Observatório da Segurança, o reforço da Polícia Municipal e a libertação dos agentes daquele força de segurança de actividades administrativas.
O Conselho Municipal de Segurança de Lisboa, que não reunia desde Março de 2006, tem funções de natureza consultiva e visa promover a articulação, a troca de informações e a cooperação entre entidades que, na área do Município, têm intervenção na área da segurança das populações 1.
Por isso o Grupo Municipal de “Os Verdes” apresentou, na sessão de AML de 16 de Setembro de 2008, uma Recomendação propondo a urgente entrada em funcionamento deste órgão, a qual seria aprovada por Unanimidade 2.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1374273
2. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=212&Itemid=36
publicado por Sobreda às 01:03
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Relatório de Segurança Interna revela aumento da criminalidade

O Governo anunciou ontem a lista de crimes de investigação prioritária, sem reforçar os meios ou alterar as leis, designadamente as molduras penais e os pressupostos da prisão preventiva, responsáveis pela maior queda de sempre da população prisional nas cadeias portuguesas.

Enquanto que o crime disparou, como demonstra o Relatório de Segurança Interna de 2008 1, com um aumento de 10,8% da criminalidade violenta em 2008, as prisões perderam 2.238 presos desde 2004, com a maior quebra - 1.049 reclusos - a acontecer de 2006 para 2007, período em que as leis penais foram alteradas.
E os números continuaram a descer: segundo os Serviços Prisionais, a 1 de Abril deste ano havia 10.914 pessoas presas, enquanto que três meses antes, a 31 de Dezembro de 2008, havia 11.008, número inferior ao registado na mesma data de 2007 (11.587).
Ou seja, à medida que o crime aumenta, o número de presos baixa, segundo constatação da Polícia Judiciária, que classifica a lei de prioridades de investigação como uma “falsa lei. Para o Governo todos os crimes que se cometem em Portugal são prioritários. Temos lá o catálogo de todos os crimes”, diz referindo-se à extensa lista ontem aprovada em Conselho de Ministros 2.
Os dados agora conhecidos e tornados públicos pelo gabinete do Secretário-Geral do sistema de segurança interna indicam que aumentaram os crimes levados a cabo em grupo, crimes que são praticados por três ou mais indivíduos, chegando-se à conclusão de que este tipo de criminalidade teve um incremento na ordem dos 35%.
Crimes que conheceram, em contrapartida, um significativo decréscimo foram os praticados por menores de 16 anos, registando uma quebra de 43,7% em 2008 se comparado com o ano de 2007. Ás 4.440 participações feitas no ano de 2007, as entidades policiais e judiciais tomaram conhecimento de apenas 2.510 queixas.
Por isso, o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público acusou o Governo de ter cometido uma “falha democrática” por não ter ouvido esta estrutura sindical na elaboração da Proposta de Lei-quadro da política criminal para o biénio 2009/2011, onde qualquer definição de prioridades na luta contra o crime deve obedecer a “estudos sérios e objectivos” e a “uma avaliação dos resultados em função da aplicação das leis de âmbito criminal” 3.
 
1. Ver www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MAI/Comunicacao/Outros_Documentos/20090326_MAI_Doc_RASI.htm
2. Ver http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Mais-criminalidade-grupal-e-menos-delinquencia-juvenil.rtp&article=213154&visual=3&layout=10&tm=8
publicado por Sobreda às 19:48
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Em contramão pela Segunda Circular

A grande confusão instalou-se ao início da madrugada de ontem, na Segunda Circular, com uma perseguição policial que levou os fugitivos a inverterem a marcha e a seguir em contramão.

Uma testemunha que circulava naquela via contou que “aquilo foi um perigo. Tivemos de nos desviar e parar para o nosso carro não ser atingido. Os outros carros também se desviaram para os deixar passar”.
Para a PSP, tudo começou com um caso de carjacking, com quatro encapuzados a roubar um carro na Rua Cidade de Benguela, nos Olivais. Pelas 00h20, a viatura roubada foi localizada na Segunda Circular, a transitar no sentido Sul-Norte, perto do Estádio José Alvalade.
Um carro-patrulha da 5ª Divisão da PSP perseguia-os, quando, a determinada altura, por haver trânsito congestionado mais à frente, os fugitivos decidiram fazer inversão de marcha em plena Segunda Circular.
Ainda de acordo com informações prestadas pela mesma fonte policial, o carro-patrulha da PSP teve de se desviar para evitar ser abalroado pela viatura dos fugitivos, mas ainda se registou uma colisão com um veículo civil. Os assaltantes acabaram por conseguir fugir com a viatura roubada 1.
Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna para 2008, agora divulgado, só o número de ocorrências participadas, no conjunto da GNR, PSP e PJ, registou um aumento de 7,5% (+29 426 casos) em relação a 2007. A comparação trimestral com 2007 (1º trimestre +4,1%, 2º trimestre +10,3%, 3º trimestre +10,6%, 4º trimestre +4,9%) permite observar uma evolução no último trimestre de 2008.
Diz o MAI que, em relação a 2007, observa-se uma diminuição dos crimes participados à GNR (-1%) e um aumento das ocorrências registadas pela PSP (+15,2%) e pela PJ (+22,7%) e que apesar de o valor global de ocorrências registadas ser o maior da década, é similar ao registado em 2003 (409.509 crimes) e em 2004 (405.605) 2.
Não parece propriamente ser o que se constata nas ruas, pois uma análise mais pormenorizada do Relatório Anual de Segurança Interna revela um aumento geral da criminalidade grave e violenta.
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1197360&seccao=Sul
2. Ver www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MAI/Comunicacao/Outros_Documentos/20090326_MAI_Doc_RASI.htm
publicado por Sobreda às 19:36
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Sábado, 21 de Março de 2009

Videovigilância causa muita apreensão

Os vereadores da oposição manifestaram-se, durante a reunião da CML desta semana, apreensivos com a possível instalação de câmaras de videovigilância na Baixa e Bairro Alto, e com a esquadra da Alta de Lisboa que está praticamente ocupada pela Divisão de Trânsito, propondo ainda a deslocalização da GNR das Janelas Verdes, deixando livres instalações que poderiam ser aproveitadas para a PSP e Polícia Municipal.
Para o movimento Cidadãos por Lisboa existem “muitas dúvidas” sobre a instalação de um sistema de videovigilância. Poderá ser “uma solução de último recurso e que muitos comerciantes a pedem, mas tenho muitas dificuldades em aceitar videovigilância em espaço público”.
Por seu turno, a vereadora comunista Rita Magrinho considerou que se trata de um “instrumento perigoso” que “vigia os cidadãos no espaço público. Os sistemas de vigilância instalados por este Governo nem sequer são conhecidos da Assembleia da República. O grau de confiança dos cidadãos é relativamente diminuto, do ponto de vista democrático”.
Para Rita Magrinho as questões de segurança na cidade de Lisboa não podem ser dissociadas dos “critérios economicistas” da Administração Central nesta matéria, tendo sublinhado ainda que os problemas de segurança não se resolvem apenas com soluções de “índole policial”, mas prendem-se igualmente com políticas sociais, culturais e desportivas, nas quais a autarquia tem competências directas.
 
Ver Lusa doc. nº 9451031, 18/03/2009 - 18:11
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publicado por Sobreda às 12:51
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

CDU Lisboa alerta para medidas urgentes na segurança das pessoas

lx.jpgApontando como causa sistemática do incremento da criminalidade a profunda crise económica e social em que o País tem vivido nos últimos anos, com os governos do PSD e do PS como protagonistas activos dessa crise, a CDU apresenta medidas que garantem um aumento na segurança das populações.

 

 

Ler nota à comunicação social

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publicado por teresa roque às 15:32
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Reunião Extraordinária da CML sobre Segurança

   

  A Câmara Municipal de Lisboa está reunida, em sessão extraordinária, hoje quarta-feira, dia 18 de Março.
     Com início marcado para as 09h30, na Sala de Reuniões dos Paços do Concelho, tendo como ponto único da ordem de trabalhos a Segurança na Cidade de Lisboa, conta com a participação da Governadora Civil de Lisboa, do Director Nacional da PSP e do Director-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna.
     Dado o "profundo" desagrado manifestado por António Costa no passado dia 04 de Março, aquando da Reunião Pública descentralizada para as freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar e a propósito do “suposto” incumprimento dos termos acordados para a cedência da esquadra do Alto do Lumiar à Divisão de Trânsito, aguardemos que esse “desagrado” confessado publicamente reverta nesta reunião a favor das nossas 3 freguesias.
 
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publicado por teresa roque às 10:47
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

PCP promove audição sobre segurança

 

seguranca.jpgFoi promovida ontem, no Centro de Trabalho Vitória, uma Audição sobre a Segurança das Populações na cidade de Lisboa.

Com a participação do Secretário Geral do PCP, Jerónimo de Sousa, ficou claro que é indispensável alterar profundamente as orientações da política de segurança interna, da actuação das forças policiais e dar um salto qualitativo no policiamento de proximidade.

 

Ler intervenção de Jerónimo de Sousa 

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publicado por cdulumiar às 10:07
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Há 36 bairros perigosos em Lisboa

À margem de uma reunião da Confederação Europeia de Polícia (EuroCOP), o director nacional da PSP adiantou, esta 2ª fª, que a Polícia de Segurança Pública identificou “36 bairros de risco” na zona de Lisboa.

Para a PSP, estes 36 bairros problemáticos referenciados na zona da Grande Lisboa apresentam “algum risco e ameaça à ordem pública”.
De seguida procedeu a uma análise sobre o tipo de criminalidade, ameaças e riscos existentes 1, mas sem identificar nem os referidos 36 bairros (quais são, onde estão?), nem as particularidades que permitiram catalogá-los como sendo de “risco”.
Os munícipes em geral teriam, provavelmente, ficado bem mais esclarecidos se lhes dissessem também se se incluem nalguma dessas zonas ou se a PSP tem prevista acções de policiamento de proximidade, ou seja, políticas preventivas, em vez de medidas repressivas.
Paralelamente, seria também relevante que a CML adoptasse medidas inclusivas para os problemas sociais e urbanísticos de alguns desses bairros, designadamente, através da sua reabilitação urbana.
Não basta - aqui d’el-rei - sacudir a ‘água do capote’ e pedir a outro órgão “explicações sobre a estratégia de policiamento de proximidade e a gestão da rede de esquadras” ou afirmar que distúrbios urbanos não passam de “casos de polícia” 2.
 
1. Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1165170
2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1368426
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publicado por Sobreda às 00:18
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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Ruptura de gás corta trânsito na Segunda Circular

O trânsito na Segunda Circular, em Lisboa, esteve cortado durante uma hora, esta 3ª fª à noite, devido a uma ruptura de gás, revelou o Comando Metropolitano da PSP.

O corte de trânsito fez-se junta à Escola Alemã, no sentido Aeroporto-Benfica. No local estiveram também os bombeiros e um piquete da Lisboa Gás.
 
Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1147507
publicado por Sobreda às 02:31
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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Porquê o aumento da insegurança?

Considerando a oportunidade de analisar o tema ‘insegurança’ na sociedade actual, e julgando estarem criadas condições para uma reflexão aprofundada sobre uma matéria que, em princípio, a todos preocupa, a Associação Intervenção Democrática (ID) decidiu organizar um Debate Público subordinado ao título “Aumento da insegurança porquê?”.

Dos pressupostos do debate constavam o facto de a sociedade portuguesa estar a “ser cada vez mais confrontada com questões que causam forte instabilidade nomeadamente as que dizem respeito à insegurança, incluindo a insegurança social. Os cidadãos não se sentem seguros, receiam os problemas provocados pela criminalidade, mas também os relacionados com o agravamento das condições de vida, com o desemprego, com o emprego precário, com o baixo nível remuneratório e das pensões, com dificuldades acrescidas no acesso aos cuidados de saúde, ao ensino, ou à habitação.
Perante estes factores que concorrem, sem dúvida, para que se crie nos espíritos um sentimento de insegurança, com notórias e preocupantes consequências no comportamento social das pessoas, a Associação Intervenção Democrática - ID (procedeu) a uma análise sobre uma problemática, que afecta muitos milhares de famílias”.
A iniciativa, que teve lugar no sábado, dia 24 à tarde, foi moderada pelo advogado e antigo Deputado Constituinte, dr. Levy Baptista.
Para a Mesa do Debate foram convidados os senhores Juiz Conselheiro Eduardo Maia Costa, do Supremo Tribunal de Justiça, prof. António Casimiro Ferreira, da Faculdade de Economia e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e o dr. Carlos Anjos, presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, que participam como oradores e respondentes às interpelações dos cidadãos presentes.
 
Pela Comissão Directiva da ID, João Corregedor da Fonseca
 
[recebido por e-mail, www.intervencao-democratica.pt/index.htm]
publicado por Sobreda às 00:20
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Um aeroporto cercado de pombais

Em 2007, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves recebeu 126 notificações de casos de ‘Bird Strikes’ registados nos aeroportos portugueses. Só na Portela foram 51 choques de aves com aviões no Aeroporto Internacional de Lisboa.

Os pilotos garantem que a maioria das situações não é reportada e alertam que a Portela está “completamente cercada” de pombais, pelo que, aos olhos dos aviadores, a quantidade de pombais junto ao Aeroporto de Lisboa assemelha-se a uma “bateria anti-aérea”: as aves que rondam as pistas são uma “ameaça” à segurança de passageiros e tripulação.
“A existência de aves pode provocar problemas, como o que aconteceu recentemente em Nova Iorque”, avisa o comandante responsável pelo Departamento de Segurança de Voo da Associação Portuguesa dos Pilotos de Linha Aérea (APPLA), para quem estes dados são apenas “uma pequena percentagem do verdadeiro número de embates com pássaros”.
Em Lisboa, quase todos os pilotos já tiveram “uma situação de embate com um pássaro ou avistamento e quase embate”. Consciente do perigo, a ANA - Aeroportos de Portugal fez um levantamento do número e localização de todos os pombais existentes nos arredores. O mapa foi enviado para o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), entidade reguladora, e apresentado no final do ano passado à APPLA.
Os pilotos ficaram “assustados”. “Estamos completamente cercados de pombais. Assustou-nos a todos a sua quantidade e localização. Aterramos sempre com uma série de pombas a voar em redor do aeroporto, é uma bateria anti-aérea”, critica o comandante da APPLA, explicando que, para um piloto, tentar desviar-se dos pássaros é uma manobra difícil quando se está a aterrar ou a descolar e, muitas vezes, as aves também não o conseguem fazer a tempo, “lembrando que estes choques podem provocar danos nas superfícies de voo dos aviões, vidros e até motores”.
Na Associação Columbófila do Distrito de Lisboa (ACDL) estão registados cerca de 5.000 pombos-correio. Além destes, existem ainda os pombais ilegais, uma realidade reconhecida pelas Câmaras de Lisboa e de Loures.
Para a ACDL, a ameaça real não é o pombo-correio mas sim os pombos errantes. “Lisboa tem milhares de pombos que se formam em bandos e vão à procura de comer”. De acordo com a autarquia lisboeta, são cerca de 20 mil.
Para afugentar as aves da rota dos aviões, o gabinete de segurança da ANA tem experimentado vários sistemas, desde canhões de gás que emitem explosões sonoras, sistemas de ultrasons só audíveis pelos pássaros e alguns falcões, que assim que são soltos afastam toda a passarada. Na ANA, os investigadores estão também a conceber uma tecnologia que recorre a um laser de cor verde que, dizem, afugenta os pássaros.
 
Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=384319&visual=26&rss=0
publicado por Sobreda às 00:08
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Tiroteio no Bairro da Cruz Vermelha

Um homem aparentando 30 anos foi, na 3ª fª, morto a tiro no Bairro da Cruz Vermelha, no Lumiar.

De acordo com o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, o homem foi baleado mortalmente por volta das 21h30, já estando cadáver quando chegaram os meios de socorro, accionados pelo número de emergência 112. O corpo foi levado para a Medicina Legal.
A mesma fonte disse que são desconhecidos os autores e mais pormenores sobre este crime, tendo a Polícia Judiciária estado no local.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356937
publicado por Sobreda às 02:25
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Candeeiros na Quinta de Santo António

Há quase um ano, na reunião descentralizada da CML, várias foram as queixas apontadas pelos munícipes de falta de segurança, entre elas, a ausência de iluminação no Parque dos Príncipes, em Telheiras 1.

Meses depois, voltara-se a alertar, neste blogue, para o facto de, na urbanização da Alameda de Stº António e vias circundantes - vulgo Parque dos Príncipes - como por exemplo nas Rua Frei São Bento Menni ou Rua professor Simões Raposo, a iluminação continuar inexistente 2.
Ora, ainda no ano passado, o município, em lugar de instalar prioritariamente candeeiros onde eles não existiam, optou pela substituição dos existentes por uma iluminação de proximidade.
É o caso das Rua professor Carlos Teixeira ou da Rua professor Mário de Albuquerque, esquecendo-se, no entanto de dois pormenores: fiscalizar a obra e recolher as tubagens entretanto retiradas.

 

 

 

Por este motivo, as anteriores versões da iluminação vertical encontram-se, desde há um par de meses, empilhadas e abandonadas em zonas expectantes, entre os prédios. Para além desse facto, o assentamento dos novos candeeiros não parece ter sido correctamente feito, pois, no caso reportado, o solo já abateu. Poderá o poste vir a cair em cima de algum transeunte ou das viaturas ali estacionadas junto ao passeio?
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/224273.html
2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/336212.html
publicado por Sobreda às 00:59
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Pôr fim aos massacres

Há já 10 dias que o mundo assiste a mais uma criminosa incursão militar Israelita contra a população palestiniana da Faixa de Gaza. Estima-se que só neste período, mais de 530 palestinianos tenham sido brutalmente assassinados, entre os quais 90 crianças. Os números de mortos e feridos não param de aumentar à medida que a invasão prossegue, e o grau de destruição é incomensurável.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação, que condenou desde a primeira hora este criminoso acto de guerra, considera que se trata de mais um exemplo particularmente cruel da política de terrorismo de Estado que Israel pratica há várias décadas contra o povo da Palestina e o seu direito a constituir-se em Estado soberano.
Considera ainda particularmente grave o facto de Israel continuar a gozar de um estatuto de imunidade conferido pela “comunidade internacional”, que lhe permite violar o direito internacional, invadir, ocupar, assassinar, cortar fontes de energia, alimentos, impedir assistência médica e humanitária a uma população de aproximadamente 1.500.000 pessoas que vivem encarcerados naquela que é já considerada a maior prisão do mundo.
 
 
  
É tempo de parar o massacre! É tempo de parar o Bloqueio a Gaza!
O CPPC apela a todas as organizações, homens e mulheres de paz, para que se associem à Concentração, que se realiza em Lisboa, esta 5ª fª, dia 8 de Janeiro, às 18 horas, frente à Embaixada de Israel, para ai exigir o fim do genocídio contra o povo palestiniano.
 
(comunicado enviado pela) Direcção Nacional do Conselho Português para Paz e Cooperação, ver www.cppc.pt
publicado por Sobreda às 02:04
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Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

Trancas à porta

De tal modo aumentaram as encomendas de fechaduras com tranca e de portas blindadas, que “chegámos a atender cerca de 100 pessoas por dia”, revela o lojista da Casa das Chaves de Telheiras, situada num dos hipermercados da zona.

O acréscimo na procura de fechaduras para portas nas casas de chaves, que em alguns casos chega aos 50%, é justificado pelos lojistas com o aumento dos assaltos e do sentimento de insegurança no bairro, mas também porque, “nestas alturas festivas, as pessoas querem ir passar as suas férias descansadas e nos dias de hoje mais vale prevenir do que remediar”
A situação tem-se repetido noutras lojas do género, como a Casa de Chaves Arco-íris, ou a das Chaves do Areeiro, pois “a onda de assaltos têm aumentado a insegurança dos lisboetas”. “Todos os anos nesta altura é a mesma coisa. As pessoas vão passar o Natal e o Ano Novo fora e antes disso vêm cá comprar fechaduras”.
Mas, este mês, houve um acréscimo da onda de assaltos, facilitada por moradores que saíram de casa deixando apenas a porta no trinco. E quando se facilita, o amigo do alheio aproveita o ensejo.
Segundo dados da PSP, este ano só no dia de Natal foram assaltadas duas dezenas de casas na área metropolitana de Lisboa sem recurso a arrombamento e por descuido dos moradores. Para algumas pessoas, agora já se vai tarde para ‘trancas à porta’.
 
Ver www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=827CB671-D324-4A83-A1C8-D559CF5AC090&contentid=0A50D879-4406-48CA-B632-C9A286F3AE5D
publicado por Sobreda às 00:32
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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

Assaltos pela consoada

Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da Polícia de Segurança Pública (PSP), cerca de duas dezenas de casas foram assaltadas nas últimas 24 horas na área metropolitana de Lisboa.

Segundo o oficial de dia do Cometlis, os assaltantes terão aproveitado o facto de as pessoas se ausentarem para passar a Consoada para entrarem nas habitações.
Não há registo de qualquer queixa de arrombamento de portas ou janelas, pelo que se presume que os assaltantes terão conseguido, sem dificuldades, entrar nas casas abrindo as respectivas portas.
A PSP alerta para o facto de tal ser possível por as pessoas deixarem as portas apenas no trinco e recomenda que mesmo que se saia de casa por breves instantes se tranquem sempre as portas.
 
Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354136
Temas:
publicado por Sobreda às 23:10
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Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Obras do Metro põem em risco galeria do Aqueduto

A protecção ao Aqueduto das Águas Livres, classificado como monumento nacional, é a maior preocupação das medidas de minimização que impõem o acompanhamento técnico de todas as fases de obra e exploração pelo LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil). As recomendações prevêem a suspensão das obras sempre que se verificar a ocorrência de qualquer tipo de dano na estrutura, e nos seus aferentes e correlacionados, e o acompanhamento arqueológico integral de todas as operações, com suspensão dos trabalhos, sempre que forem encontrados vestígios.

Em causa está a salvaguarda das questões de segurança das reservas de água tratada no reservatório do Pombal, que poderá ter de ficar fora de exploração durante o período de intervenção, mas ainda das condutas de abastecimento.
Segundo a EPAL - Empresa Portuguesa de Águas Livres, existe “uma probabilidade elevada da conduta DN 600, que se encontra instalada numa galeria do Aqueduto das Águas Livres (galeria Campo de Santana), vir a ser afectada, podendo ocorrer o seu colapso, sendo que tal situação originaria danos relevantes na estrutura do Aqueduto e nas áreas subjacentes e representaria perigo para pessoas e bens”.
A empresa, que abastece água a Lisboa, salienta a falta de informação sobre o planeamento da obra e os métodos construtivos que não permite avaliar o impacte sobre pessoas e infra-estruturas, alertando para o risco das obras de prolongamento da Linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa poderem vir a afectar o abastecimento de água a 40 mil pessoas. Em causa estão intervenções na área do Aqueduto das Águas Livres que podem pôr em causa a integridade de pessoas e bens.
Apesar do parecer negativo da EPAL, o projecto do Metro recebeu luz verde a 28 de Novembro da Agência Portuguesa do Ambiente. A Declaração de Impacte Ambiental favorável é condicionada pela imposição de medidas de minimização de impactos, sobretudo na fase de construção, que “respondem às preocupações levantadas nos pareceres”, diz o órgão tutelado pelo Ministério do Ambiente.
No entanto, a EPAL mantém o parecer negativo por considerar que o estudo de impacte ambiental previa situações incompatíveis. A empresa acrescenta que até agora não lhe foi apresentado o projecto que irá ligar S. Sebastião a Campolide.
No parecer, entregue na discussão pública, a EPAL argumenta que as peças do estudo disponíveis “não são suficientes para uma tomada de posição informada, pelo que não garantem a funcionalidade operativa dos órgãos e condutas de abastecimento de água abrangidos, colocando em risco as condições de abastecimento de água a uma população de cerca de 40 mil pessoas, bem como a integridade de pessoas e bens”.
 
Ver http://dn.sapo.pt/2008/12/11/cidades/obras_metro_poem_risco_abastecimento.html
publicado por Sobreda às 00:38
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

A estatística da caça à multa

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia da PSP (ASPP) avisa que há oficiais a avaliar os polícias pelo número de multas e detenções que fazem.

 
Que polícia criou este Governo?
- Primeiro começou por nos tirar direitos fundamentais, como a assistência na doença, e obrigar-nos a pagar por um serviço pior. Depois envelheceu a polícia, aumentando a idade de reforma. Em 2004 a média de idade era 38,5 anos, agora vai nos 40. O mesmo partido que, com António Guterres, apostou forte na imagem e credibilidade da polícia agora faz o contrário. Para agravar tudo, prepara uma série de legislação, como o Estatuto, o Regulamento de Disciplina, entre outros, que mostram claramente a intenção de transformar a polícia numa força servilista, apostada em agradar às hierarquias, mesmo que em detrimento da nossa principal missão, que é a prevenção criminal. Ou seja, em duas palavras, o cenário é negro.
 
Pode concretizar esse retrato?
- Há uma situação que está a preocupar-nos especialmente. Neste momento há oficiais a avaliar os polícias pelo número de multas ou detenções que fazem. Quanto mais multas melhor se é avaliado e mais se ganha. Isto é muito grave. A principal missão da polícia não é a prevenção? Afinal o melhor polícia é aquele que faz caça à multa durante uma hora e passa o resto do turno no café, ou aquele que está sempre presente e tem a sua área pacificada? Fazer detenções é fácil. Mas o que se ganha a longo prazo com isso? Só se for para agradar aos comandantes e apresentar estatísticas. Infelizmente, prevejo que qualquer avaliação que venha a ser feita dará sempre muita importância ao cumprimento de directivas. Os polícias vão preocupar-se mais com a progressão na carreira que em fazer um bom trabalho na segurança dos cidadãos.
 
Mas todas a reestruturações que foram feitas não melhoraram a segurança?
- Foi um passo positivo, principalmente porque agora cada força de segurança sabe quais são as suas fronteiras territoriais. Mas não se podia ter feito isto sem saber se as polícias tinham capacidade para ver os seus territórios aumentados. Em Lisboa e Viana do Castelo por exemplo, as áreas duplicaram e o número de homens ficou o mesmo. Tudo é baseado num conceito economicista (…)
 
Ver http://dn.sapo.pt/2008/12/08/sociedade/policias_avaliados_multas.html
Temas: ,
publicado por Sobreda às 01:45
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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Evolução do Carjacking

O fenómeno dos assaltos aos ocupantes das viaturas começou a surgiu em 2003, registando-se principalmente na grande Lisboa (Olivais e Benfica, Telheiras, Lumiar, linhas de Sintra e de Cascais e no concelho de Loures) e grande Porto.

Em 2005, o recurso a este crime violento sofreu um boom - no total registaram-se 397 casos. Mas em 2006, o número de carros roubados com ameaça de arma de fogo e violência física sofreu um decréscimo passando a ser de 365 casos, devido à detenção e desmantelamento de grupos de assaltantes que se dedicavam a esta prática.
Mas em 2007 torna a ter um aumento muito significativo passado de 365 para 487 casos, registando-se assim um aumento de mais 122 casos relativamente a 2006.

O aumento do ‘carjacking’ não pode ser dissociado do facto de os dispositivos de segurança e prevenção de furto terem melhorado a sua eficácia, tornando muito mais difícil o simples furto do automóvel e tornando necessária a apropriação ilícita do veículo com o condutor no seu interior ou na sua proximidade, bem como a crescente utilização quotidiana de veículos em circuitos fechados, e logo, ficando mais fácil preparar e encetar uma acção criminosa desta natureza.
 
Ver http://carjacking.com.pt/?p=86
publicado por Sobreda às 19:03
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Sábado, 15 de Novembro de 2008

Mulheres continuam a ser as maiores vítimas

O facto mais preocupante é o caso da violência doméstica que mata mais mulheres do que o cancro, de tal modo que, em Portugal, registam-se 5 mortes por mês, colocando o nosso país acima da média mundial

As vítimas de violência doméstica são homens, pessoas idosas, crianças e jovens; são pais, avós, filhos e cônjuges ou companheiros ou namorados, mas são, sobretudo, mulheres... A violência doméstica continua, por isso, marcada por ser uma violência contra o género feminino.
O indicador de Violência Doméstica das Estatísticas da APAV 2006 revela que chegam à APAV (na sua rede nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e número nacional 707 200 077) 16 mulheres vítimas de violência por dia, a uma alarmante média de 112 por semana 1.
Também o Relatório Anual das Nações Unidas estima que normas e tradições podem perpetuar a violência de género em muitas culturas.
A cada minuto há uma mulher que morre por falta de cuidados de saúde reprodutiva e cerca de 10 milhões de mulheres morrem na altura do parto. Cerca de dois terços dos 900 milhões de adultos que não sabem ler, são mulheres e cerca de 70% das mais de 100 milhões de crianças que não vão à escola são raparigas.
A Associação para o Parlamento da Família já apelou a que “os países europeus, o nosso Governo e os parlamentos nacionais para que, até 2015, atribuam e confirmem 0,7 por cento do rendimento nacional bruto para a ajuda pública ao desenvolvimento” 2.
Mas não só em situações de pobreza. Uma mulher que tentava fugir de um ritual iniciático do Ku Klux Klan (KKK) foi morta pelo responsável do grupo nos pântanos do Luisiana (Sul). A vítima fora trazida de Tulsa (Oklahoma, Sul) a fim de ser iniciada pela organização racista e recrutar outros membros.
Chegada à Luisiana, foi submetida pelo KKK a vários rituais, entre os quais rapar o cabelo, e depois conduzida a um campo acessível apenas por barco para prosseguir a iniciação. Contudo, domingo à noite, a mulher tentou deixar o local e travou-se de razões com o chefe do grupo, que lhe deu um tiro com uma pistola. De seguida terá depois tentado “retirar a bala do corpo” da mulher com uma faca, pedindo então ao seu grupo para queimar os pertences pessoais da vítima e lançar o corpo para a berma de uma estrada.
Os factos foram descobertos quando, numa loja, perguntaram como podiam tirar manchas de sangue da roupa, tendo o vendedor, que já os conhecia, telefonado para o gabinete do xerife, que imediatamente se dirigiu ao local da reunião do KKK.
O Ku Klux Klan foi fundado em 1866 por antigos oficiais depois da derrota da Confederação sulista que se opunha à abolição da escravatura. Os seus membros defendiam a supremacia da raça branca e aterrorizavam os negros com linchamentos e outros actos de violência. No seu apogeu, em 1925, o grupo chegou a ter cinco milhões de membros, entre os quais políticos e um juiz do Supremo Tribunal 3.
 
1. Ver http://mulher.sapo.pt/articles/actualidade/solidariedade/744006.html
2. Ver www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=36617
3. Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=372610&visual=26&tema=2
publicado por Sobreda às 02:36
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Do lusco-fusco à escuridão total

É frequente encontrar-se uma sequência de vários candeeiros apagados, um pouco por toda a cidade. Exemplo da falta de iluminação pública é o de uma via muito frequentada, como a Segunda Circular, nos seus acessos nas imediações do Campo Grande. Não será, talvez, por isso de estranhar a frequência com que aí ocorrem acidentes rodoviários 1.

Se no caso da sua zona de residência existirem lâmpadas fundidas, lixo acumulado na via pública, buracos nas ruas e nos passeios, anomalias de sinalização ou jardins em mau estado, os munícipes deverão contactar o programa Lisboa Alerta para o número 808 203 232.
Bastante anormal, porém, será existirem ruas sem um único candeeiro.

 

 

Mas tal é o que acontece, precisamente, numa zona de construção consolidada, vai já para 8 anos, no Parque dos Príncipes em Telheiras, quer na Rua Frei São Bento Menni, quer na Rua professor Simões Raposo, bem em frente ao Eixo Norte-Sul.
Nem um único candeeiro!! É a escuridão total 2, foco óbvio de insegurança para os transeuntes e os residentes nesses locais. Que medidas já tomaram a Junta de Freguesia e a CML para resolver o problema? Lamentavelmente, até ao momento, nenhumas.
 
1. Ver http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1019712 e http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200809308837042
2. O lusco-fusco, e a má visibilidade daí decorrente, dura muito mais tempo do que o considerado pelo Gato Fedorento em http://www.youtube.com/watch?v=kwYyvfpksw4 ou www.youtube.com/watch?v=T6IN4Rwy_zQ
publicado por Sobreda às 01:25
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Sábado, 27 de Setembro de 2008

Vaga de crimes ou vaga securitária?

Tal como veio se desfez a «vaga de crimes» que, durante dias e dias do final de Agosto e numa inaudita e nada inocente mediatização, adensou justas e legítimas preocupações e sentimentos de insegurança dos cidadãos face à criminalidade prevalecente na sociedade. O curioso é que foi precisamente na crista dessa «onda» que o Presidente da República promulgou a Lei da Segurança Interna e o Governo nomeou o super-polícia Secretário-Geral da Segurança Interna, no que pode ser considerado uma nova e alarmante vaga, essa sim real, a vaga securitária.

 

Prometem-nos mais segurança em troca da liberdade. Recusamos esse dilema

É altamente preocupante a vaga securitária que percorre o mundo e a Europa, a pretexto da ameaça terrorista, da «ameaça global», afrontando as liberdades públicas e os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos. Desde o já célebre Echelon, sistema de espionagem electrónica, criado nos anos 90, verdadeira rede de escuta internacional capaz de vigiar qualquer um de nós, a qualquer momento, passando pela Grã-Bretanha e a sua gigantesca base de dados genética – 4 milhões de cidadãos, 5% da população, fazem parte dos ficheiros policiais; até à recente criação, pelo governo de Sarkozy, do ficheiro EDVIGE.
Esse ficheiro policial, cuja concretização está a ser travada pela fortíssima contestação do povo francês, permite à polícia secreta francesa (recentemente unificada) guardar, vitaliciamente, informações diversificadas (até a orientação sexual) sobre qualquer cidadão, desde a idade de 13 anos, «susceptível de atentar contra a ordem pública», isto é, a simples participação em manifestações poderia justificar uma ficha na «secreta» francesa.
Por cá, nunca governo algum ousou ir tão longe, nas orientações, propostas e medidas de cariz repressivo e violador de direitos, como o governo PS/Sócrates. Parte integrante de um processo de continuado desfiguramento do regime democrático (como referem as teses do XVIII Congresso) essa ofensiva tem conhecido diversas expressões, designadamente no plano legislativo, com o apoio parlamentar, por regra, dos partidos da política da direita – PS, PSD e CDS/PP. Como se documenta com o vasto leque que se segue.
A inserção, no Código de Processo Penal, da possibilidade da realização de buscas nocturnas e também da localização celular, sem que estejam asseguradas as condições para um efectivo controle judicial.
A Lei 5/2008, que cria uma «base de dados e perfis de ADN, para fins de identidade civil e criminal», a que o PCP se opôs, pelas incertezas e perigos não controláveis que contém de «um efectivo controle dos cidadãos por parte dos poderes», no dizer da própria Comissão de Protecção de Dados.
A Lei 32/2008, sobre a conservação de registo de dados, que veio permitir que quase tudo de todas as nossas comunicações seja conservado durante um ano, período em que todos os dados (chamadas, serviços de mensagens e multimédia, etc.) de todos nós (criminosos e inocentes, suspeitos e insuspeitos) podem estar à disposição de múltiplas autoridades.
A fusão dos Serviços de Informações e a sua centralização num Secretário-Geral do SIR sob a tutela directa do Primeiro-Ministro.
A aprovação da Lei de Segurança Interna e da Lei da investigação criminal, uma operação legislativa que visa assegurar um controle político sem precedentes do aparelho policial e da própria investigação criminal em que predomina a figura do Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna, cargo governamentalizado e partidarizado com poderes que nunca ninguém concentrou no regime democrático.
A inserção na Lei de Segurança Interna das chamadas «medidas especiais de polícia», sem controle judicial prévio – buscas, revistas, fecho de estabelecimentos e instalações, corte de comunicações, etc., que atingem os cidadãos nos seus direitos, liberdades e garantias.

Defender a liberdade

Mas o Governo parece apostado em não ficar por aqui, no seu afã de campeão das medidas securitárias.
O Governo de Sócrates vem defendendo a possibilidade, inconstitucional, da realização de escutas pelos Serviços de informações; favorece o crescimento das polícias privadas, dos seus poderes e funções, ocupando o espaço da força pública; generaliza a vídeo-vigilância, controlando e vigiando cada vez mais os nossos actos e as nossas vidas; avança a ideia dos chips nas matrículas, etc., etc. Mais grave, a pretexto de uma suposta «criminalidade importada» ou da alegada «componente externa da segurança interna», o Governo alimenta a mistura dos conceitos de segurança e defesa, abrindo a porta à intervenção das Forças Armadas nas questões da segurança interna, possibilidade hoje abertamente defendida por muitos.
Ao mesmo tempo que recusa o reforço das políticas de serviço público e soluções coerentes e de fundo, estruturantes, de uma verdadeira política de segurança capaz de prevenir e combater eficazmente a criminalidade que cresce, o Governo desdobra-se em operações variadas e espectaculares nas grandes cidades, em particular nos bairros ditos problemáticos, tratados como se fossem território inimigo.
Pelos precários resultados dessas acções mediáticas fica claro que o seu objectivo primeiro, de resto já assumido por alguns responsáveis, é acima de tudo tentar diminuir o sentimento de insegurança que prevalece na nossa sociedade.
É altamente preocupante o rumo que as coisas estão a tomar a nível desta área da segurança interna.
Prometem-nos mais segurança em troca da liberdade. Recusamos esse dilema. A vida está a demonstrar que, com as medidas securitárias, ficamos com menos liberdade e não temos mais segurança.
É necessário que não baixemos as nossas defesas colectivas contra os sistemas repressivos em desenvolvimento, contra o Estado policial em gestação, que põem em causa a liberdade por que tanto se lutou e que tanto custou a conquistar com a Revolução de Abril.
O PCP, através da sua iniciativa, proposta e acção política tudo continuará a fazer na defesa de uma sociedade mais segura com amplos direitos e liberdades democráticas.

 

José Neto - Membro da Comissão Política

Publicado no Jornal "Avante" de 25.09.2008

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publicado por teresa roque às 18:46
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Se vai à bola não leve o carro

 

O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a CML, a EMEL e as empresas de transportes públicos da cidade, anunciaram esta semana o reforço das carreiras do Metro e da Carris, a par de um novo modelo no estacionamento da capital, com vista aos jogos nos estádios do Benfica e do Sporting, procedendo à abertura gratuita dos parques do Areeiro, da Biblioteca Nacional em Entrecampos, na Cidade Universitária, na Estrada da Luz e no Pavilhão Carlos Lopes 1.
Recorda-se que, em Janeiro deste ano, o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” havia apresentado uma Recomendação na AML, que seria aprovada por Unanimidade, a propósito da necessidade de implementação de medidas de mobilidade, mais concretamente, o reordenamento do trânsito e dos estacionamentos nas imediações dos estádios de futebol, e onde se apelava à CML para “campanhas de sensibilização do uso dos transportes públicos na deslocação dos espectadores para os estádios como alternativa ao uso do transporte individual” 1.
A medida, que inclui a abertura a título gratuito dos parques nos dias dos jogos, entra já hoje em vigor com o Benfica - Sporting, sendo repetida nos jogos europeus e no Sporting - Porto do próximo fim de semana.
Fica por resolver a segurança das deslocações pendulares e o atravessamento de ambas as claques pelas zonas residenciais, entre os dois estádios de Lisboa, que no último Sporting - Benfica para a Taça de Portugal, em Abril deste ano, redundou no esfaqueamento de um jovem em Telheiras 3.
 
1. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=153&Itemid=36
2. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080926%26page%3D23%26c%3DA
3. Ver www.artelheiras.pt/pages/index2.php?page=noticias&section=violencia
publicado por Sobreda às 03:06
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Domingo, 21 de Setembro de 2008

Mais autocarros e policiamento para noctívagos

Os noctívagos de Lisboa vão ter mais razões para deixar o carro em casa aos fins de semana, com novos autocarros gratuitos a servir o Bairro Alto e a 24 de Julho e aumento da oferta nocturna de transportes.
As alterações, que vigorarão nas noites de sexta-feira, sábados e vésperas de feriados, constam do programa ‘Lisboa à Noite’, que a Câmara Municipal e o Governo apresentam hoje na Estação Fluvial de Belém no âmbito da Semana da Mobilidade 2008.
O ‘Night Bus’ do Bairro Alto funcionará em regime de vaivém entre Marquês de Pombal e a gare marítima de Belém entre as 22h e as 5h, com intervalos de 20 minutos, segundo o projecto a que a Lusa teve acesso.
Quanto ao autocarro da 24 de Julho, circulará entre o Cais do Sodré e Alcântara-Mar, no mesmo horário e com a mesma frequência, ambos com uma decoração exclusiva.
O programa ‘Lisboa à Noite’ prevê também que o ascensor da Glória, que faz o percurso entre os Restauradores e a zona de São Pedro de Alcântara, junto ao Bairro Alto, passe a funcionar até às 4h30.
Na rede da madrugada da Carris haverá ainda reforço de carreiras, que passarão a circular de meia em meia-hora - em vez do intervalo de uma hora actual - , além da inclusão de uma nova carreira entre Belém e a Estação do Oriente.
Já para as horas de ‘fim de festa’, serão criadas quatro novas carreiras – ‘Rede Alvorada’ - que anteciparão a entrada em funcionamento do Metropolitano, entre as 5h e as 6h15 da manhã, uma para cada linha do Metropolitano.
Nos comboios urbanos, a CP vai passar a fazer três comboios com partida de Lisboa às 4h30 da manhã nas linhas de Cascais, Sintra e Azambuja.
Para atravessar o rio, passará a haver duas carreiras também às 4h30 nas linhas de Cacilhas e Barreiro, com partida do Cais do Sodré e do Terreiro do Paço, respectivamente.
A partir de hoje, a PSP vai também estar mais ocupada nas noites de sexta, sábado e vésperas de feriado, com operações na rua entre as 23h e as 5h que visam "aumentar o sentimento de segurança da população".
A polícia vai estar presente para fiscalizar estacionamento, trânsito e a segurança nos transportes públicos das Avenidas 24 de Julho e de Brasília, entre o Cais do Sodré e as Docas de Alcântara.
 
Ver Lusa doc. nº 8787149, 19/09/2008 - 08:20
Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Hospitais admitem não ter planos de emergência aprovados

O Ministério da Saúde perguntou a 96 instituições hospitalares o que é que os hospitais portugueses fariam em caso de incêndio ou catástrofe?

Apenas quatro, e todas da região Norte, declararam ter planos de emergência aprovados como manda a lei. Para além dos quatro que declararam estar em conformidade com a lei, outros 25 hospitais admitiram ter os dois planos de emergência obrigatórios, mas omitiram informações sobre o respectivo estado de aprovação.

 

 

Em Lisboa, entre as unidades de saúde que admitiram não ter qualquer orientação para agir em caso de incêndio ou catástrofe encontram-se os hospitais Francisco Xavier, Curry Cabral, Egas Moniz, Capuchos e Pulido Valente (no Lumiar), alguns dos prevaricadores que constam do relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.
Os incêndios eram preocupação única em 26 hospitais, mas destes apenas sete admitiram possuir um plano avalizado pelo Serviço Nacional de Bombeiros ou pela Protecção Civil, entre os quais apenas em Lisboa se incluía o Hospital Miguel Bombarda.
Menos adiantado ainda está o Curry Cabral, pois “tanto o plano de emergência externa ou de catástrofe como o plano de incêndios estão a ser desenvolvidos para aprovação pelas entidades competentes”, como assegurou a sua directora clínica.
Entre os anunciados, surgiu um meio-desmentido. Confrontado com os dados da inspecção, o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental acabou por adiantar que o Hospital de Egas Moniz “tem plano de emergência interno elaborado em 2005”, embora sem garantir a segurança da unidade, não tendo o conselho de administração precisado se se trata de um plano avalizado pelos bombeiros e pela protecção civil, e nada adiantando quanto à existência de um plano de catástrofe 1.
Como bem afirmava há algumas semanas atrás o presidente da Liga de Bombeiros (LNB), na maior parte dos estabelecimentos, os planos de emergência não passem de “documentos burocráticos, desconhecidos pela maioria das pessoas a que se dirigem”.
Sobre os planos que efectivamente existem, o presidente da LNB assegurou que os mesmos “não são testados, nem treinados”, acrescentando que “pode haver muitas reclamações num hospital, mas ninguém reclama porque há um extintor mal colocado ou faltam as luzes de emergência”.
Os números são mesmo “piores do que pensava” e, à luz desta nova realidade, já é preciso um “plano de contingência”. “Os hospitais têm de garantir a segurança de todos os que lá estão. Neste domínio, parece que estamos num país terceiro-mundista”, comentou 2.
 
1. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080917%26page%3D19%26c%3DA
2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/315331.html
publicado por Sobreda às 00:49
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

CDU exige soluções para o Bairro da Liberdade

 

Os vereadores da CDU de Lisboa exigiram ontem que a maioria PS/BE no executivo municipal garanta o realojamento dos moradores do Bairro da Liberdade, que moram em casas em risco de ruir.
Os moradores que habitam junto a uma escarpa, que foi considerada instável por um estudo do LNEC, receberam ordens de despejo, em que a autarquia lhes dava 60 dias para sair de casa, sem referir uma proposta de realojamento, partindo do “princípio da clandestinidade de todas as construções”, lembra o comunicado da CDU.
A Coligação PCP/PEV acusa o abandono do bairro pelos sucessivos executivos, quer do PSD, quer da actual governação da cidade, de “desprezo pelos problemas da população afectada”, referindo que desde “Maio de 2001” está em elaboração um “Plano de Pormenor para a reabilitação dos bairros da Liberdade e Serafina” que dá aos moradores “direitos de informação e participação nas soluções” para a escarpa.
“Ao fim de mais de um ano de mandato, com o apoio do BE, o PS não estabeleceu o desejável diálogo com a população do Bairro da Liberdade”, afirma a CDU, considerando “inaceitável que o PS venha alijar responsabilidades das consequências sociais da decisão arbitrária da ordem de despejo dos moradores”, acrescenta.
Assim, a CDU exige que a Câmara retome a elaboração do Plano de Pormenor, com um “programa de actuação com acções e calendarização coerente” que resolva os problemas dos moradores, “muitos deles idosos”, que entretanto “desesperam” 1.
Recorda-se que estes bairros foram declarados, em 2002, como sendo uma “área crítica de recuperação e reconversão urbanística”.
Em causa estão 32,24 hectares na freguesia de Campolide, atravessados pelo Aqueduto das Águas Livres, que se apresenta como um elemento dominante, mas também polémico. O monumento tem de ser preservado em qualquer cenário, mas na apresentação da proposta enviada na altura para a CCDR a sua ligação ao Bairro da Liberdade foi um dos pontos mais contestados 2.
Os receios de derrocada vieram de novo a ser reforçados passados todos estes anos, inclusive pelo próprio LNEC.
 
1. Ver http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=361539&visual=26&rss=0
2. Ver http://dn.sapo.pt/2007/01/31/cidades/plano_bairro_liberdade_segue_para_co.html
publicado por Sobreda às 02:24
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Remoção da passagem pedonal em Alcântara

Segundo a Rede Ferroviária Nacional (REFER), a remoção da passagem superior pedonal de ligação entre Alcântara-Mar e Alcântara-Terra deverá iniciar-se amanhã, pelas 8 horas, estando a sua conclusão prevista para meados de Setembro.
O presidente da Junta de Freguesia de Alcântara expressou de imediato a sua satisfação com a remoção da passagem pedonal superior junto à linha-férrea, por responder a uma aspiração antiga da população, que a considera insegura.
Foram “1,2 milhões de euros para o lixo”, afirmou José Godinho que, desde a inauguração daquela passagem pedonal, tem demonstrado a sua “total discordância” quanto à obra, pelos custos elevados da sua construção e manutenção, assim como pelo “impacto visual agressivo”. Com os milhões de euros “o Estado podia-os ter gasto com a reabilitação de Alcântara, mas fico muito satisfeito que seja removida. Penso que é a melhor opção”.
O elevado custo da manutenção e limpeza, aliados à sua pouca utilização por peões, ditaram o abandono da passagem superior metálica. A passagem terá sido o “mais caro parque infantil do país”, já que tem sido utilizada somente por jovens para brincar e jogar à bola, ironizou o autarca.
Os trabalhos decorrerão durante os fins-de-semana de 23 de Agosto a 15 de Setembro.
 
Ver Lusa doc. nº 8695291, 22/08/2008 - 16:53
publicado por Sobreda às 22:58
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

‘Levantamentos’ de Multibanco

Desde o início do ano, houve em média um assalto a caixas de Multibanco a cada dois dias. Segundo a directoria de Lisboa da PJ, “Desde Janeiro foram registados 96 assaltos a caixas ATM e detidas 14 pessoas. O montante roubado ascende a 850 mil euros” e “apenas cinco das 96 máquinas furtadas ainda não foram recuperadas ou localizadas”.

Das 14 pessoas detidas, oito foram indiciadas por “crimes instrumentais”, isto é, crimes que funcionam em conexão com o furto de máquinas Multibanco, nomeadamente carjacking, onde os assaltantes ameaçam as vítimas com armas de fogo.
Porém, segundo a mesma fonte, “são raras as vezes que há violência contra as pessoas”. “Os assaltantes aproveitam locais com pouca vigilância ou fáceis de penetrar por arrombamento”.
Em conclusão, o ‘carjacking’ e o furto de caixas de Multibanco foram duas das ocorrências que aumentaram em 2007 por comparação com 2006.
 

Ler http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1338688&idCanal=62

Temas:
publicado por Sobreda às 00:13
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

Senhorio despeja esquadra da PSP

A 17ª esquadra da PSP, situada na Avenida João Crisóstomo, na zona do Campo Pequeno, terminou na 4ª fª as suas funções naquele local. O proprietário do edifício alegou necessitar do imóvel que tinha arrendado à polícia. E o efectivo de 42 elementos que ali exerce funções vai ser dividido e passa a trabalhar na 21ª esquadra de Campolide e na 31ª esquadra do Rego.
Posteriormente, quando estiverem concluídas as novas instalações na Alta de Lisboa - junto à Divisão de Trânsito, que foi inaugurada pelo Ministro da Administração Interna, no dia 22 de Julho -, a maioria do efectivo passará para lá, desconhecendo-se a data em que isso irá suceder.
Contactado o oficial de serviço na 17ª esquadra da Avenida João Crisóstomo, no sentido de obter algum esclarecimento sobre a situação, o mesmo elemento explicou estar “impedido de prestar informações”, remetendo qualquer tipo de explicação para o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. No entanto, daquele Comando também disseram ser “impossível dar qualquer informação, porque não se encontra ninguém na secção de relações públicas”.
Segundo informações prestadas por fontes ligadas a este processo, as instalações da 17ª esquadra já deveriam ter ficado vagas desde o final de Julho, prazo dado pelo senhorio e proprietário do prédio.
As mesmas fontes recordam que naquelas instalações da Avenida João Crisóstomo, a PSP efectuou, há um ano, obras de reabilitação que custaram cerca de 150 mil euros, acrescentando que aquele edifício deverá agora ser transformado num hotel.
Por outras palavras, desperdício de verbas públicas em obras num edifício desactivado e esquadra na Av. Maria Helena Vieira da Silva, à entrada da Alta e Lisboa, sem efectivos.
 
Ver http://dn.sapo.pt/2008/08/07/cidades/senhorio_vende_predio_e_despeja_esqu.html
publicado por Sobreda às 20:42
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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Desenlace policial na Cruz Vermelha

A PJ de Lisboa deteve um dos autores e a vítima de um assalto à mão armada decorrido em Janeiro no bairro da Cruz Vermelha, após o qual o jovem roubado tentou atingir a tiro os assaltantes.
Segundo informou ontem aquela entidade policial, o crime ocorreu durante a noite, quando dois homens estrangeiros roubaram um telemóvel e mais de 200 euros a um português de 24 anos, morador naquele bairro, sob a ameaça de uma pistola de calibre 6.35 mm.
Numa tentativa de vingança, a vítima foi a casa buscar uma pistola idêntica e atirou sobre os assaltantes, sem conseguir atingi-los.
No âmbito das duas detenções, ocorridas no final do mês de Julho, a Polícia Judiciária apreendeu ambas as armas e ainda uma caçadeira modificada para ser utilizada em assaltos à mão armada, que estava na posse do cidadão estrangeiro e havia sido roubada há meses de uma residência no concelho de Loures.
Ao assaltante detido, de 19 anos, foi imposta a apresentação semanal no posto policial da sua área de residência, enquanto a vítima foi presente a julgamento sumário, cujo resultado não foi divulgado.
“Nestes casos, há normalmente uma pena de dias de prisão com a alternativa de pagamento de multa ou, mais raramente, pena suspensa”, afirmou uma fonte da PJ, adiantando que a investigação continua a decorrer, na tentativa de identificar e deter o segundo autor do assalto.
 
Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=343662 e http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=104428
publicado por Sobreda às 00:18
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Esquadras da PSP com ordem de despejo

O ministro da Administração Interna inaugurou antes de ontem, de uma assentada, as novas instalações da Divisão de Trânsito (DT) da PSP de Lisboa, no local onde também funcionará a esquadra da Alta de Lisboa. Mas na DT há viaturas por reparar, a área de vestiários está instalada onde deveria ser o ginásio e o frigorífico e microondas partilhado pelo efectivo funcionam na garagem.
Conduzido pelo director nacional da PSP numa visita guiada à DT, sita na avenida Maria Helena Vieira da Silva, na Freguesia no Lumiar, o ministro não passou pelas mesmas áreas que os jornalistas fotografaram.
De entre todas as deficiências encontradas o director só se pronunciou sobre a avaria das viaturas, admitindo que “algumas viaturas estão inoperacionais, situação que a curto prazo deve ser resolvida”. No lote de viaturas encostadas por falta de verba para reparação estão as cinco bombas adjudicadas ao programa Provida e que não circulam desde Agosto do não passado.
O comandante metropolitano da PSP de Lisboa referiu que na origem do impasse na reparação dos veículos está a transição entre a ex-Direcção-Geral de Viação e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, pois, segundo argumenta, “aguarda-se que as viaturas passem para a posse da PSP” 1.
Mas os problemas estão bem longe de se ficar aqui. As esquadras de Telheiras e da Musgueira, também no Lumiar, ficaram no mesmo dia (3ª fª) sem carros para responder a qualquer ocorrência ou fazer patrulha. Tudo porque os carros ‘novos’ que poderiam servir para substituição tiveram que ficar à porta da nova esquadra da PSP na Alta de Lisboa.
Segundo fonte da PSP, o carro patrulha da esquadra da Musgueira avariou cerca das 13h e pouco depois avariou o da esquadra de Telheiras. “Pedimos à secção auto um carro de substituição, mas não tinham. Só podemos ir a ocorrências perto, às outras tem de vir um carro de outra esquadra”.
A nova esquadra da PSP foi ‘oferecida’ pela autarquia e erguida pelos construtores dos prédios da zona, tendo chegado a estar destinada à sede do Comando da PSP de Lisboa e depois a uma eventual 6ª Divisão. E quando foi anunciado que, afinal, seria ali instalada a DT, os moradores revoltaram-se e a inauguração prevista foi adiada dois meses.
Mas ainda na 3ª fª, a escassos minutos da cerimónia, os polícias foram informados de que ali também iria funcionar a esquadra instalada na Av. João Crisóstemo. A partir do final do mês, a DT vai ter de dividir a esquadra com os 15 elementos de serviço na 17ª Esquadra 2.
Ou seja, também a 17ª Esquadra da PSP, sedeada na Avenida de João Crisóstomo, em Lisboa, vai fechar. A ordem de despejo, solicitada pelo proprietário do edifício, deve ser cumprida até final do mês. Edifício onde a PSP fez obras há um ano (gastando 150 mil euros), e que deverá agora ser transformado num hotel. O efectivo será transferido para duas outras esquadras da zona.
A direcção nacional da PSP confirmou a extinção da esquadra da Avenida de João Crisóstomo, que já funcionou como sede da 3ª Divisão (a actual sede desta de polícias que ali trabalham serão distribuídos pela esquadra do Rêgo (31ª) e pela que funciona junto ao Palácio da Justiça (a 21ª).
Sobre os motivos que levam a polícia a abandonar uma das áreas mais densamente povoadas de Lisboa (na zona da Avenida da República) apenas foi feito o comentário de que “não há condições”. Alguns polícias da 17ª lamentam a situação, não tanto por estarem a abandonar um local que “poucas condições oferece”, mas porque acabam por ser transferidos para um sítio “igual ou pior”: “A esquadra do Rêgo também é alugada, aos donos de um palacete vizinho. Os tectos estão a cair e não tem capacidade para receber em condições os polícias que vão para lá”, adiantou um dos agentes contactados.
Por isso, meia centena de polícias da esquadra da João Crisóstomo serão distribuídos por duas outras, uma das quais é alugada e tem estado a cair últimos anos, já que muitos têm sido os edifícios que a PSP tem abandonado por acção dos respectivos proprietários. As rendas pagas são elevadas mas, na maior parte dos casos, as condições de habitabilidade são muito deficientes. “Não há condições para ninguém trabalhar, com os tectos e as paredes a cair, sem espaço para estacionar os carros e, em alguns sítios, até com ratos”, adiantou um oficial da 3ª Divisão da PSP.
A falta de dinheiro faz com que a PSP tenha vindo a aceitar a saída de alguns locais. Há um ano, na impossibilidade de efectuar as reparações, iniciou-se a transferência da maior parte dos serviços (sobretudo oficinas) que se encontravam na Rua de Santa Marta (Divisão de Trânsito). O efectivo encontra-se agora na Alta de Lisboa, num edifício que, segundo os polícias, embora novo, não tem espaço suficiente 3.
 
1. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=940D46FA-B306-4E80-B642-800EF7FED745&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
2. Ver 24 Horas, 2008-07-23
3. Ler artigo de José Bento Amaro IN Público 2008-07-23
publicado por Sobreda às 01:04
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Banco de Telheiras assaltado à mão armada

Um homem entre 30 e 35 anos acaba de assaltar à mão armada uma dependência de um banco em Telheiras, tendo fugido com uma quantia indeterminada de dinheiro, segundo declarações da PSP à comunicação social
O assalto ocorreu há momentos, às 12h50, quando o homem entrou na dependência da Rua professor Francisco Gentil com o rosto descoberto e, sob a ameaça de uma pistola, obrigou duas funcionárias - as únicas pessoas ali presentes na altura - a permanecer na casa-de-banho.
Em seguida, retirou um montante ainda indeterminado da caixa e pôs-se em fuga, a pé, estando ainda a ser procurado pela PSP.
A mesma fonte policial adiantou que as funcionárias não sofreram quaisquer ferimentos e que o banco possui um sistema de videovigilância que deverá permitir uma rápida identificação do suspeito. Ainda de acordo com a polícia, uma das funcionárias afirmou ter visto o assaltante no banco, na semana passada.
Junto da agência bancária permaneciam, ainda às 14 horas, cinco elementos da PSP, que aguardavam a chegada da Polícia Judiciária, que tomará conta das investigações. A Lusa procurou falar com funcionários da dependência, mas estes escusaram-se a prestar declarações por não terem ainda recebido “instruções para falar” 1.
 
Ler http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/8adbe2443e765e9819e624.html
publicado por Sobreda às 16:34
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Sábado, 12 de Julho de 2008

Multibanco foi de férias

Mesmo ‘aqui’ ao lado, a moda dos assaltos às caixas multibanco chegou à capital em período de férias estivais.
Uma caixa multibanco do centro comercial Fonte Nova, foi roubada ontem de madrugada e colocada numa viatura em menos de um minuto, confirmou uma fonte daquela superfície comercial.
O incidente ocorreu cerca das 5 h da manhã, quando um grupo de assaltantes - em número não divulgado - partiu os vidros de uma das portas do Fonte Nova e arrancou o equipamento.
“O segurança accionou o alarme e a polícia chegou em dois minutos, mas já não foi suficiente. Fizeram tudo em pouco mais de 50 segundos”, adiantou a mesma fonte, acrescentando que o funcionamento do centro comercial não ficou prejudicado. “Quando abrimos, de manhã, a porta já tinha sido substituída”, referiu.
O roubo está agora a ser investigado pela Polícia Judiciária. Entretanto, as notas da caixa foram de férias.
 
publicado por Sobreda às 00:02
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Condições de (in)segurança no lago do Parque Oeste

Em Novembro do ano passado uma criança caiu ao lago do Vale Fundão, no Parque Oeste, tendo acabado por morrer após um internamento hospitalar de mais de um mês. Na altura, o vereador dos espaços verdes da CML determinou a instauração de um inquérito interno no dia seguinte ao acidente 1, o qual se espera seja ‘despachado’ durante a próxima semana.

 

 

Entretanto, sete meses depois, a CML continua ainda a estudar a forma de aumentar as condições de segurança do lago do Vale Fundão, no Parque Oeste, onde uma criança se afogou, anunciou ontem, durante o PAOD da reunião de Câmara, o presidente da autarquia.

Perante o arrastar da avaliação do processo, três vereadoras da oposição na CML decidiram interpelar o vereador pela manutenção da insegurança do referido lago, tendo decidido voltar ontem a levantar a questão durante a reunião pública do executivo municipal.

A vereadora social-democrata começou por apresentar fotografias, constatando a ausência da rede de protecção que o vereador dos Espaços Verdes se comprometera a colocar no local, insistindo no facto de que o lago deveria ter uma rede “nas margens” e alertando que os perigos aumentam nos lagos durante o Verão, altura em que são mais procurados pelas crianças.

A vereadora do PCP sublinhou que também visitara o local com uma delegação de eleitos locais da CDU e que “o que lá está não é suficiente” para salvaguardar eventuais acidentes, referindo que os projectistas do jardim se manifestaram “absolutamente resistentes” à colocação de novas barreiras de segurança para crianças, mesmo de sebes.

Também a vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa sugeriu, por seu lado, que os serviços da CML deveriam consultar a Associação para a Protecção e Segurança Infantil (APSI) sobre as melhores medidas que possam vir a ser tomadas no local.

Visivelmente agastado perante a insistência das perguntas colocadas, o vereador virou-se de costas para a restante vereação camarária, para mais directamente, de frente, poder responder à primeira interpelação, garantindo que a rede fora mesmo colocada, apesar de não ser visível. Perante a insistência de novas interpelações, acabou por declarar onde afinal se encontrava a rede, retorquindo que ela não era visível porque se encontra debaixo de água. “Foi esse o conselho técnico que foi dado”, argumentou.

 

[Ou seja, pelos vistos, a finalidade da rede 'invisível' não serve para impedir o acesso das crianças incautas ao bordo da água, mas sim para aparar o que cair lá dentro!]

 

 

Perante a polémica e a constatação da inércia do vereador, o presidente da CML concluiu que os serviços deveriam então estudar outras formas de salvaguardar a segurança do local 2. Até lá, continue-se, por isso, a aguardar que nada de semelhantemente grave volte a acontecer.
 
Nota: Fotografias tiradas aquando de uma das recentes visitas da CDU, na qual se constata a inexistência de qualquer protecção nas margens do lago.
 
1. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/154434.html e http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/178652.html
2. Ver Lusa doc. nº 8486677, 25/06/2008 - 17:49
publicado por Sobreda às 01:08
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Domingo, 25 de Maio de 2008

Entre a agência bancária e o banco hospitalar

Fonte oficial da PSP confirmou que um cliente de uma agência bancária de Telheiras formalizara uma queixa contra o presidente e o motorista de um clube de Lisboa, o primeiro por o ter insultado e o segundo por o ter agredido com “socos e pontapés”.
Os clientes, que estavam na 2ª fª, cerca das 15h, na agência bancária, assistiram, atónitos, a uma agressão praticada pelo motorista, incitado pelo próprio presidente do referido clube de Lisboa.
O cliente conta que naquela tarde ia “fazer um depósito” no banco e aguardava na fila, quando se apercebeu que uma viatura buzinava com insistência no exterior. Era o seu carro que estava mal estacionado e a bloquear a passagem. Saiu, retirou o carro, mas os ânimos não acalmaram: “O motorista insultou-me de todas as formas e depois (o presidente) abriu o vidro e continuou”.
Um comentário proferido parece ter sido a gota de água. O presidente e o motorista, acusa o cliente, foram atrás dele até ao interior da agência e o que seguiu foi uma cena de pancadaria. “O (presidente) põe-me a mão no ombro, começa aos gritos e o motorista desata a agredir-me que nem um louco. A cada soco eu caía no chão”, acusa o cliente, que foi auxiliado pelas pessoas que estavam na agência. “Todos tentaram ajudar e impedir o pior”.
Não é a primeira vez que o presidente desse clube é protagonista de casos desta natureza. Quando a Polícia chegou ao local já os agressores tinham saído, mas as câmaras de videovigilância registaram a cena e a PSP vai agora visionar as cassetes. Três funcionários da agência bancária estão indicados como testemunhas do caso.
No fim, o cliente teve de se dirigir para outro banco - o do Hospital de Santa Maria -, onde recebeu tratamento, tendo o relatório das lesões sido anexado à queixa: “Estou cheio de hematomas na cabeça”, desabafou 1.
O cliente da agência de Telheiras conta ainda que os seus advogados contactaram “pessoas próximas” do presidente para “sondar” um acordo. “Propuseram 2500 euros e um pedido de desculpas privado. Mas não é dinheiro que quero. Quero sim, um pedido de desculpas público, porque isto não se faz!”, adiantou 2.
 

1. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=93596

2. Ver http://diario.iol.pt/sociedade/iol-cgd-vieira-ultimas-noticias-agressoes-benfica/953193-4071.html

publicado por Sobreda às 00:17
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Divisão Policial no Alto do Lumiar

A ARAL está a promover uma petição para a instalação da Divisão Policial no Alto do Lumiar, divisão esta que como todos sabemos nos foi prometida, construída pela CML e entregue em tempo recorde pelo actual presidente da CML à Divisão de Trânsito.
A CDU em visita ao Alto do Lumiar no passado dia 12.04.2008, esteve nas instalações da esquadra e trocou dois dedos de conversa com os 2 (dois) agentes de serviço (!) na mesma que nos garantiram, poder tomar conta de qualquer ocorrência (se o sistema integrado da polícia o permiti-se ) tirem as V/conclusões...
Assim damos conhecimento do texto da Associação na integra:
A ARAL (Associação de Residentes do Alto do Lumiar), vem desta forma informar que deu início a uma petição online com o objectivo de sensibilizar os orgãos competentes para a necessidade premente de instalação da 6ª Divisão Policial no Alto do Lumiar, que a nosso ver é de extrema importância para os residentes das Freguesias da Ameixoeira, Charneca e Lumiar.

Para subscrever e/ou ler a petição, deverá aceder ao seguinte link :
 
 Instalação da 6ª Divisão Policial no Alto do Lumiar

Desde já agradecemos o vosso apoio e com consideração nos subscrevemos.

Cumprimentos,

Associação de Residentes do Alto do Lumiar
Condomínio da Torre, 15.5, Bloco B 7º B
1750 – 209 Lisboa
http://aralumiar.wordpress.com
Email: aralumiar@gmail.com
Temas:
publicado por teresa roque às 12:07
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

Enxurrada de queixas na periferia da capital

Uma escola visitada por ratazanas, um centro de dia e creche pronto a abrir há tanto tempo que foi ‘inaugurado’ à força por vândalos, uma divisão da PSP que afinal será só uma esquadra, um jardim histórico com sarjetas desentupidas, mas onde faltam agora as respectivas grelhas e mais segurança, ruas perigosas para carros e peões, acessos raros ou precários, casas abandonadas que convidam à ocupação ilegal…
Uma enxurrada de queixas inundou a terceira reunião pública descentralizada do executivo camarário, realizada na passada 4ª fª, na sede da Associação de Deficientes das Forças Armadas, no Lumiar.
Com um número recorde de inscrições (mais de 80, reduzidas para menos de metade após uma prévia análise dos casos), a sessão foi dedicada a ouvir os problemas dos munícipes de três freguesias da zona Norte de Lisboa: Ameixoeira, Charneca e Lumiar. Um território onde se misturam antigas quintas, com novos empreendimentos e bairros de realojamento. E onde a mudança tem sofrido da falta de planeamento nuns casos e puro abandono noutros, deixando à beira de um ataque de nervos grande parte da população, que já ronda os 60 mil e promete crescer muito mais.
A Insegurança marcou as primeiras intervenções. A Divisão de Trânsito da PSP começou a mudar-se das instalações que ocupa há décadas no centro de Lisboa para o edifício novo da PSP, no Lumiar, inicialmente destinado a acolher uma esquadra e uma nova divisão daquela polícia, cuja criação não chegou a efectivar-se. A opção pela divisão de trânsito defraudou as expectativas criadas quanto ao policiamento de proximidade numa área geográfica tão vasta. O presidente da CML (e ex-ministro da Administração Interna, com responsabilidade sobre a polícia) procurou mesmo esclarecer que, perante a mudança de planos relativamente a este último ponto, a posição da CML é “que não temos nada contra que a PSP utilize como entender o excedente de instalações para lá das necessidades da esquadra, desde que esta exista e funcione”.
Posição de imediato contrariada por Ruben de Carvalho do PCP, que contrapôs a diferença de expectativas geradas à população por uma e outra opções. Por seu turno, Negrão do PSD quis saber ao certo a dimensão da nova esquadra.
Esteve também em foco a escola nº 185, nas Galinheiras (Charneca), por causa das infestações de ratazanas que chegam mesmo a obrigar ao seu fecho periódico. A vereadora da Educação confirmaria o cenário: “Praticamente todos os meses têm de fazer desratização”. O que tem a haver “com grandes construções na envolvente, obras que requerem cuidados com tratamento de lixos”. Estranhamente, um problema que “dura há anos”, disse a vereadora, lembrando que a rede pública camarária de escolas “está muito degradada”, pois “apenas 4% é aceitável”. Recorde-se que uma nova escola básica integrada na Charneca está entre as sete prioritárias a construir pelo actual executivo na área da educação.
Outro tipo de invasão sofreu o centro de dia e duas creches que há muito estão prontos no bairro do Reguengo (Charneca) e cujo edifício integrado acabou por ser recentemente vandalizado. “Temos o protocolo pronto para entregar à SCML, que vai gerir o equipamento, e quando íamos a compor tudo aconteceu isso. Está a ser entaipado e será reposto o que foi estragado", esclareceu a vereadora da Habitação e Acção Social.
Um cenário que pode ser confirmado por uma visita ao local, onde se mantém agentes da polícia municipal de guarda 24 horas por dia. Como recordou um morador “casa roubada…”.
Também a Casa da Cultura Cigana (na Ameixoeira) foi dada como abandonada por um interveniente na sessão, esclarecendo a vereadora que foi usada na altura do Natal para uma festa da comunidade cigana. “É um edifício muito grande com as inerentes dificuldades de gestão, as quais se estão a tentar resolver com mediadores de etnia cigana e outras instituições”. Sobre as AUGI, de que a Ameixoeira possui metade das existentes em Lisboa, nem uma palavra…
O vereador da Mobilidade foi confrontado com numerosas situações perigosas para a circulação viária e para os peões. Desde os engarrafamentos diários no Eixo Norte-Sul, entre a Alta de Lisboa e Telheiras, à Calçada da Carriche e ao troço entre a Rua do Lumiar e a Travessa da Castiça, vedado ao trânsito há mais de seis meses (apesar de ter verba aprovada na CML para a sua reabilitação), pelo que os carros têm de se enfiar na faixa BUS e só por acaso não aconteceu, ainda, uma tragédia”, como alertou um morador, mencionando, também, passadeiras em curvas na Rua José Pinto Correia, um “cruzamento há mais de 15 anos com sinalização prometida”, além ainda da Estrada de São Bartolomeu, “sem espaço para peões e carros” e que deixa os autocarros da Carris em apuros quando se cruzam..., de tudo se ouviu. “Já se chegou a entendimento com o empreiteiro sobre o que deve ser ele a fazer e o que deve ser a Câmara a fazer”, tentou explicar-se o vice-presidente da CML sobre este último caso.
Na área dos Espaços verdes, destacou-se a degradação do Jardim de Santa Clara, onde, segundo garantiu uma utilizadora, “desentupiram, e bem, as sarjetas, mas falta-lhes agora as respectivas grelhas”. Problema a que se junta o avançado estado de degradação do pavimento e “assaltos a qualquer hora”. Em resposta, o vereador do Ambiente desculpou-se que “desde que entrou esta vereação o jardim está muito melhor, com uma intervenção sistemática, apesar da falta de meios humanos e financeiro”. Ficou então a promessa de que “a requalificação vai ser executada em 2009”. Motivo de queixa foi também as abandonadas zonas expectantes, o lixo e a falta de espaços verdes e de iluminação no Parque dos Príncipes, em Telheiras, que ficaram sem resposta.
Os problemas estavam aliás há muito identificados, tal como a maior parte das soluções, como reconheceram vários dos vereadores chamados a prestar esclarecimentos. Porém, diz-se, esbarram agora na actual ‘debilidade’ económica da CML. Ao ponto de a certa altura, quando se falava da falta de lâmpadas ou grelhas de esgotos, o presidente da CML ter de tomar a palavra para lembrar que “a rotura financeira da CML não é ficção e se traduz até em coisas comezinhas”.
Ou seja, após todas estas pertinentes queixas os munícipes ficaram atónitos com a solução prognosticada pela CML: talvez só lá para o ano das eleições (ou mesmo depois!!), porque ‘hoje’ a CML diz que não tem dinheiro!
 
Ver JRegião 2008-02-08, p. 7
publicado por Sobreda às 00:08
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