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CDU LUMIAR

Blogue conjunto do PCP e do PEV Lumiar. Participar é obrigatório! Vê também o sítio www.cdulumiar.no.sapo.pt

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Estacionamentos encerrados

Sobreda, 18.09.07

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu na 4ª fª passada a actividade de um dos dois parques contíguos ao estádio do Sporting que, na próxima 4ª fª recebe o Manchester, numa noite em que se espera casa cheia. O parque de estacionamento foi fiscalizado e vai permanecer fechado, por causa de cobranças indevidas de tarifas.

O parque de estacionamento subterrâneo do Alvaláxia e um outro, localizado ao ar livre nos terrenos do antigo estádio José de Alvalade, foram inspeccionados pela ASAE, antes do jogo entre Portugal e a Sérvia, tendo sido detectadas irregularidades no processo de cobrança de tarifas em dias de jogo.

O encerramento de um dos parques vem complicar ainda mais o estacionamento nas imediações do estádio, já habitualmente caótico em dias de jogo. Mais ainda, prevê-se um aumento da confusão na próxima 4ª fª, 19 de Setembro, dia em que o Sporting espera casa cheia na recepção ao Manchester United, primeiro adversário dos leões na Liga dos Campeões.

“As tarifas estavam a ser cobradas de forma ilegal, ou seja, era utilizada uma taxa fixa independentemente do tempo de estacionamento”, explicou um porta-voz da ASAE. Há muito que se sabe que o parque subterrâneo do Alvaláxia cobra, em dias de jogo, uma tarifa única de 5 euros, sendo grátis nos restantes dias da semana. Já nos terrenos do antigo estádio, abertos apenas durante os jogos, estavam a ser cobrados 2 euros.

“Este era um sistema pouco justo para o consumidor e o operador fazia um aproveitamento indevido do espaço”, acrescentou, pelo que o parque que ocupa os terrenos do antigo estádio, para onde está previsto um polémico empreendimento a ser dirimido por um Tribunal Arbitral, foi encerrado “por falta de condições técnicas para cobrar tarifas ao minuto”, como é permitido por lei. Ambos os parques foram alvo de processos de contra-ordenação e obrigados ao pagamento de coimas.

Não se compreende, porém, toda esta ‘febre’ pelo uso do carro em dias de futebol, quando o preço do próprio bilhete do jogo poderia incluir o de uma ida e volta em transporte público, por exemplo, de Metro, visto o estádio ser servido pelas estações do Campo Grande e de Telheiras.

 

Ver http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/115880