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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Ainda o início do ano lectivo

Se este ano o Governo apostou forte no arranque das aulas, com o primeiro-ministro, sete ministros e 13 secretários de Estado a distribuíram cerca de dois mil portáteis pelo País e com a ministra da Educação a garantir que há motivos para comemorar o início das aulas do ano lectivo 2007/2008 com pompa e circunstância.

No entanto, a falta de professores e as más condições das escolas continuam a dar dores de cabeça aos pais, que não encontram motivos para comemorar. Rapidamente a Confederação das Associações de Pais revelou que há dezenas de escolas de portas fechadas, com problemas no transporte das crianças, falta de auxiliares de acção educativa e de professores.

Por um lado, os professores não efectivos, os contratados do ensino básico e secundário, não têm direito a poderem comprar um computador portátil por 150 euros, nem a beneficiarem de Internet de banda larga a um valor inferior em cinco euros/mês às ofertas do mercado, no âmbito do programa e-professor, lançado pelo Governo a 15 de Setembro 1.

Para os alunos, as aulas começaram no dia 17, mas alguns continuam sem saber quando regressam ao estudo. Outros ficaram sem almoço, como no caso de uma escola que está em obras e a “empresa de cattering faz a comida, mas como não sabiam quantos alunos iam almoçar, as refeições não chegaram. Aos que não tiveram almoço deram uma sandes de atum, foi um belo início de aulas”.

Noutra escola, os alunos foram transferidos devido a obras que obrigam à redistribuição dos alunos por outros estabelecimentos do agrupamento, mas, segundo os pais, foram para contentores onde as crianças têm agora aulas. “O espaço para o recreio é exíguo, as crianças não podem sair dali e a gestão da escola improvisa todos os dias”. Muitas dessas crianças têm agora problemas de deslocação. Há casos de mães que resolveram mesmo dar as aulas aos filhos em casa, devido ao fecho de uma escola.

Noutro estabelecimento de ensino “o barulho é insuportável”, afirma um professor, que lamenta ser “impossível ter momentos de concentração com as marteladas” e cheiros provenientes das obras de requalificação. “Alguns alunos tiveram reacções cutâneas, vómitos e más disposições devido ao cheiro das tintas”, acrescenta o mesmo professor, alertando para a rampa de acesso para deficientes, cuja inclinação “não permite que uma cadeira de rodas possa circular”. Situação que afecta um menino de oito anos, deficiente motor, que tem de ‘subir’ e ‘descer’ três lanços de escadas porque a escola não tem acesso para deficientes.

As falhas detectadas em vários concelhos passam pela falta de professores, instalações e transportes, pelo sobrelotamento, falta de local para refeições e a ausência de transporte escolar são apenas alguns dos problemas registados pelo Sindicato de Professores 2. Bem, num ano qualquer, o Ministério há-de acertar e o ano lectivo começará sem problemas.

 

1. Ver João Nascimento IN 24 Horas 2007-10-01

2. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=260043&idselect=9&idCanal=9&p=200

publicado por Sobreda às 00:27
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