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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Gestão do orçamento cemiterial

As cremações representam já quase de metade dos funerais feitos em Lisboa. Até Setembro deste ano realizaram-se na capital 4.769 funerais, dos quais 2.089 foram cremações, que representam 43,8 por cento do total. Em 2006, realizaram-se 8.791 funerais, dos quais 3.570 foram cremações (40,6%).

Por isso, o cemitério dos Olivais vai receber no próximo ano um segundo forno crematório para responder ao crescimento dos pedidos de cremação que representam já quase metade dos funerais realizados em Lisboa, afirmou fonte da autarquia. A sua compra integra um conjunto de investimentos para os cemitérios lisboetas - Alto de S. João, Benfica, Lumiar, Prazeres, Ajuda e Carnide - implicando ainda a reparação de jazigos, ossários municipais e sepulturas temporárias. “A aquisição de um segundo forno crematório para o cemitério dos Olivais deverá concretizar-se (...) já que se revelou que o forno construído em 2002 está a tornar-se insuficiente para os pedidos que existem”.

Desconhece-se o valor do investimento a realizar, por estar dependente da aprovação do Orçamento da CML para 2008. Fonte da divisão cemiterial da autarquia esclareceu que actualmente a gestão dos cemitérios continua influenciada pelas “restrições orçamentais que afectam a gestão de todo o município” e que “a situação encontrada no início do actual mandato era preocupante”, pois, para além da questão dos crematórios, havia ainda casos de falta de fatos e luvas descartáveis para fazer exumações.

Lisboa tem actualmente dois fornos crematórios - um nos Olivais e outro Alto de S. João -, estruturas que para além de começarem a revelar dificuldades de resposta ao crescente número de pedidos de cremação, em Julho correram mesmo o risco de fechar por falta de pagamento à empresa fornecedora do gasóleo. Prevista está igualmente a compra de dois elevadores para jazigos municipais, bem como duas câmaras de refrigeração para o cemitério do Alto de S. João. Identificada foi também a necessidade de intervir ao nível da pavimentação e das redes de água, esgotos e electricidade dos cemitérios.

 

Recorda-se que no cemitério de Carnide deixou de haver novos enterros ou exumação de corpos, devido aos altos níveis freáticos que percorrem o seu subsolo.

 

Ver Lusa doc. nº 7654117, 31/10/2007 - 12:30

publicado por Sobreda às 01:25
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