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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

O protesto continua

Foi nos 225 apartamentos da Rua Pedro de Queirós Pereira que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) fez, há 36 anos, o realojamento de grande parte do Bairro da Musgueira.

Hoje, os seus moradores são pessoas maioritariamente idosas. Entre as suas habitações, 92 fogos são da Gebalis e 129 foram "alienados". Trata-se de uma zona profundamente degradada, para a qual a população vem desde há muito requerendo obras urgentes. Durante a semana passada, os moradores começaram por afixar tarjetas negras nas suas janelas alertando para a insalubridade e a insegurança da situação em que vivem.

Nesse sentido, no passado sábado dia 24 ao final da manhã, procederam a um protesto público “em sinal de tristeza e de desagrado”, perguntando quais as medidas correctivas e as soluções planeadas pela CML para a sua rua.

O gabinete do vereador responsável pela Acção Social da autarquia apenas disse que a grande maioria dos fogos já não é nem da CML nem da Gebalis, remetendo para outra ‘calenda’ mais oportuna a prestação de esclarecimentos. O Presidente da Junta seguiu-lhe a prosa, enviando-os de Pôncios para Pilatos, apontando para um acordo entre os moradores e a Gebalis, a empresa gestora dos bairros municipais.

A Gebalis, que geria, em finais de 2005, 70 bairros e 25 mil fogos, onde vivem aproximadamente 87.500 moradores. Sim, a Gebalis, aquele empresa municipal que se encontra agora sob a suspeita desse mesmo vereador. Sim, a Gebalis, aquela empresa gestora dos bairros municipais do município que está agora a ser avaliada pelo Tribunal de Contas e pela Inspecção-Geral de Finanças. A Gebalis onde terão sido detectados procedimentos irregulares no que diz respeito à aquisição de material e dúvidas sobre as grandes empreitadas de manutenção, nos últimos três anos. A Gebalis a quem o Presidente da CML determinou a semana passada a realização de audiências aos seus responsáveis. Mas, e as outras habitações que não são da Gebalis? Ficariam excluídas das obras?

Quanto aos moradores, fartos de se sentiram enganados, decidiram encetar outros processos de denúncia e dirigiram-se hoje à reunião mensal da Assembleia Municipal de Lisboa, onde um dos seus representantes expôs os problemas das habitações e o adiamento da abertura da extensão do Centro de Saúde na Alta do Lumiar. A vereação camarária presente na AML, confrontada com as questões colocadas, optou pelo... silêncio.

Por isso, cenas dos próximos capítulos: novas acções começaram já a ser preparadas...

publicado por Sobreda às 23:57
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