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Sábado, 24 de Novembro de 2007

Graves defeitos no último troço da CRIL

O Observatório de Segurança das Estradas aponta ‘graves defeitos’ no último troço da Circular Regional Interna de Lisboa (CRIL) 1, entre a Buraca e a Pontinha, obra adjudicada a semana passada por cerca de 110 milhões de euros.

Francisco Salpico, engenheiro civil responsável pelo estudo feito pelo Observatório, salienta que as deficiências são tais que “não será suficiente limitar a velocidade com sinalização vertical”. “É muito fácil construir estradas com total violação dos critérios de segurança e depois limitar a velocidade para passar a responsabilidade dos acidentes para os condutores”, afirma.

O especialista defende ainda que no último troço da CRIL, obra adjudicada a semana passada a uma construtora, a circulação só se fará em segurança se a velocidade de tráfego “não exceder os 60 km/hora”.

“A vigilância e a gestão desta velocidade é da responsabilidade da entidade que promove a construção e a manutenção da via” e para que os 60 km/h não sejam ultrapassados “não basta colocar sinalização vertical”, acrescentando que são necessárias outras “medidas especiais”. Por exemplo, “o mais indicado é a colocação de semáforos ligados aos limites de velocidade, como fizeram na marginal que liga Lisboa a Cascais, em que o sinal seguinte fica vermelho se o condutor ultrapassar determinada velocidade”, refere.

Questionado sobre a possibilidade de colocação de radares para limitar a velocidade, o especialista é peremptório: “isso iria acarretar um encargo brutal para a máquina judicial, entupindo os tribunais de multas, e não resolveria o problema, além de que é injusto cobrar ao automobilista toda a culpa”. “Quando o condutor excede a velocidade já tem parte da culpa, mas as deficiências na estrada não são culpa dele e é ele quem acaba por pagar a totalidade da multa”. “Se estas condições de segurança não forem garantidas, facilmente se demonstra o porquê do acidente e pode ser suscitada a responsabilização criminal das entidades públicas que aprovaram este projecto defeituoso”, explica.

Segundo o especialista do Observatório, a manutenção de estradas com graves defeitos é uma situação corrente “corrente em Portugal”, dando como exemplo a própria CRIL, no troço entre a 2ª Circular e Algés.

Aí, garante, “as condições de visibilidade e o pavimento são defeituosos”. “O pavimento é muito escorregadio quando molhado, retirando ao condutor a capacidade, que lhe deveria estar garantida, de efectuar travagens em condições de segurança”, denuncia.

“As condições deficientes desse traçado existente na CRIL, conjugadas com a má macrotextura desse pavimento, fazem com que, na ocorrência de chuvadas frequentes, a hidroplanagem ocorra para velocidades entre 80 e 90km/h, colocando em perigo concreto a vida dos utentes da estrada, uma vez que a segurança deveria estar garantida até à velocidade de tráfego que aí se pratica”, alerta.

O último troço da CRIL, que deverá ficar concluído até final de 2009, ligará o nó da Buraca ao da Pontinha e este à rotunda de Benfica, numa extensão aproximada de 4,5 quilómetros. Contra o traçado escolhido também se têm manifestado os moradores dos bairros de Alfornelos, Damaia e Santa Cruz e até chegaram a ser entregues em tribunal duas providências cautelares, que acabaram por ser rejeitadas.

A Associação de Moradores do Bairro de Santa Cruz promete não baixar os braços e já disse que vai apresentar uma queixa contra o Estado português e pedir a intervenção do Presidente da República nesta matéria, alegando que a atitude do Governo ao adjudicar a obra com um traçado diferente do que esteve em consulta pública é “prepotente” e “antidemocrática”.

Segundo a associação, o traçado escolhido está cheio de ‘pontos negros’ e é “irregular e ilegal” por não respeitar a norma da Declaração de Impacte Ambiental (DIA), que obriga à construção de três vias em cada sentido, em túnel fechado.

“Ao contrário do que o Governo quer fazer querer, e temos documentos que provam isso, o traçado escolhido nunca esteve em consulta pública”. “Ao invés, avançam com um traçado que inclui quatro faixas em cada sentido, com um percurso a céu aberto, ocupando para isso propriedade privada", afirmou aquele membro, adiantando que os moradores já receberam as respectivas cartas de expropriação.

Com efeito, “a insistência e rapidez em avançar com esta obra revela que não houve qualquer preocupação em relação à estrada e às populações”. “Esta rapidez deve-se aos interesses das empresas que querem construir nos terrenos da Falagueira/Venda Nova” 2.

Convém não esquecer que o troço final da CRIL fará confluir mais trânsito, logo mais engarrafamentos, para as freguesias de Benfica e Carnide, à semelhança do que ocasionou o Eixo Norte-Sul na freguesia do Lumiar.

 

1. Ver www.cril-segura.com

2. Ver Lusa doc. nº 7724015, 21/11/2007 - 6:44

publicado por Sobreda às 01:51
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