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Sábado, 1 de Dezembro de 2007

Natal não é quando o comércio quiser

As compras de Natal são sempre, para mim, momentos de enorme prazer. Nunca percebi muito bem as pessoas para quem as prendas desta época são uma obrigação instituída, uma coisa que tem de ser, uma espécie de competição para ver quem despacha mais e no mais curto espaço de tempo, tudo a correr e como se estivessem a libertar de um terrível frete sazonal e que, de lista na mão, vão riscando os nomes, ‘a tia já está, a prima já está, o chefe já está’, tudo com um ar mercenário que muito me aflige.
Eu demoro imenso tempo a pensar no que cada pessoa gostará, porque o Natal é também isso, pensar mais um bocadinho nas pessoas, e fazê-las sentir que são importantes para nós, que não são apenas um nome no meio de uma lista, que aquela prenda que lhe damos foi pensada para ela, e só podia mesmo ser para ela. E depois vêm ainda as horas que passo em casa a fazer os embrulhos, porque também esses têm de ser especiais - já para não falar dos cartões que os acompanham.
Resumindo as compras desta época, para mim, são também um ritual, tal como espalhar pela casa os presépios todos, e armar a árvore, e enfeitá-la - e como tal necessita de tempo 1… Mas para que o comércio aumente as suas vendas durante o período de férias, é habitual proceder-se à iluminação das vias localizadas em zonas comerciais.
Ora o orçamento previsto pela CML para as iluminações natalícias na capital ascendem este ano, apesar dos cortes, a 406 mil euros. Algumas das ruas a iluminar são as abrangidas pelo protocolo assinado em 1996 entre a CML e a União das Associações de Comerciantes do Distrito de Lisboa. Mas a iluminação da zona central, do Rossio à Av. da Liberdade, será feita com base num patrocínio. 
Sejamos justos. Não pondo em causa a beleza da época natalícia, como se pode justificar o facto da CML e as Juntas estarem a pagar, à conta dos impostos municipais, a iluminação que serve de publicidade às lojas dos comerciantes, para de seguida, nós, consumidores, nos dirigirmos a essas lojas para adquirir produtos e pagar os respectivos impostos indirectos sobre o consumo?
Ou seja, se os comerciantes pretendem aumentar as vendas, não deverão ser eles mesmos a associarem-se e a quotizar-se para promoverem os seus produtos através da iluminação natalícia? Não seria incompreensível, aos olhos das populações, que tal se fizesse à custa de mais impostos municipais 2.
 
1. Ler Alice Vieira IN http://jn.sapo.pt/2007/11/25/opiniao/quando_o_comercio_quiser.html
2. Ver http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=33
publicado por Sobreda às 00:44
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