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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Orwell ao virar da esquina

A Baixa de Lisboa, por onde passam todos os dias 200 mil pessoas, é considerada um centro comercial a céu aberto. Alguns residentes e clientes das lojas desta zona histórica da cidade dizem conhecer casos de assaltos na área e receiam ser vítimas. Como a Baixa tem grande concorrência dos centros comercias, e do Chiado, argumentam que a zona não pode ser revitalizada sem mais segurança.

Por isso surgiu a ideia para serem instaladas câmaras em quase todas as artérias, apontadas a Norte e Sul, a maioria a partir da Rua da Vitória, e cobrindo as artérias principais, como as ruas Augusta, do Ouro e da Prata, assim como as Nova do Almada, Fanqueiros, e da Madalena 1.

Este projecto de videovigilância proposto pela Junta de São Nicolau para as ruas da Baixa foi esta semana entregue ao Ministério da Administração Interna. As câmaras deverão ficar sob o controlo do comando de Lisboa da Policia de Segurança Pública. No total são 32 câmaras de alta definição que vão implicar um investimento superior a 130 mil euros e que poderá ser suportado por fundos comunitários.
A justificação apresentada para a medida é porque “a Baixa é um centro comercial a céu aberto onde passam cerca de 200 mil pessoas por dia. O objectivo deste projecto é fazer da Baixa o local mais seguro de Lisboa, pois não há dia em que não haja pessoas assaltadas ou que façam queixa na polícia” 2.
Porém, a Associação de Moradores da Baixa Pombalina (AMBP) está convencida de que este projecto de videovigilância que a Junta quer instalar naquela zona de Lisboa será ineficaz no combate à criminalidade. “Os estudos feitos nas capitais europeias, nomeadamente em Inglaterra, demonstram que este modelo de segurança só funciona no início”, defende a porta-voz da AMBP.
“O efeito dissuasor do crime acaba quando os criminosos percebem que não há mais detenções por causa das câmaras de videovigilância”, esclarece a responsável. Tudo isto porque os estudos feitos em Londres concluíram que o sistema tinha várias debilidades, designadamente “a captação de imagens para identificar os suspeitos não ser clara”.
Outro dirigente da Associação de Comerciantes da Baixa Pombalina diz, por seu turno, só ver vantagens na utilização de videovigilância para dissuadir o crime em Lisboa: “A polícia não tem meios para garantir a segurança e este sistema vai facilitar o seu trabalho, não só na prevenção de assaltos como de actos vandalismo no mobiliário urbano e no património arquitectónico da cidade” 3.
Porém, teme-se também que uma medida deste tipo conduza a breve trecho à redução do número de efectivos policiais com tarefas de segurança de proximidade.
 
1. Ver http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/20071220+Videovigilancia+na+baixa+de+Lisboa.htm
2. Ver www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=270605&idCanal=10
3. Ver http://dn.sapo.pt/2007/12/21/cidades/moradores_contra_videovigilancia_rua.html
publicado por Sobreda às 00:10
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