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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Comerciantes de domingo sem clientela

Poderá haver quem já não passe um domingo sem ir a esta praça lisboeta, mas os vendedores com negócios montados nas arcadas da Praça do Comércio queixam-se da falta de movimento e de vendas. Quatro meses passados desde o arranque da iniciativa ‘Aos Domingos o Terreiro do Paço É das Pessoas’, a maioria dos comerciantes envolvidos no projecto da autarquia queixa-se da fraca afluência de pessoas à Baixa lisboeta e pondera desistir do negócio.
De facto, de novo durante a manhã de domingo passado, as arcadas daquela praça estavam vazias, não se vendo praticamente ninguém além dos vendedores de artesanato, flores, livros e velharias que ali instalam as suas bancas aos domingos. No centro do Terreiro do Paço, cruzado de quando em quando por utilizadores de bicicletas, cerca de 30 pessoas assistiam a um espectáculo natalício de teatro. E era tudo.
Uma das comerciantes queixava-se que após quatro horas de trabalho continuava com uma banca cheia de flores por vender: “Estou aqui desde as dez horas e hoje ainda não fiz nada. Isto está mau”. O lamento da florista foi partilhado por vários dos artesãos que semanalmente expõem as suas peças numa feira instalada no lado nascente das arcadas do Terreiro do Paço, junto à galeria de exposições do Ministério das Finanças.
Outra das vendedoras, que ontem em mais de seis horas vendeu apenas “três dúzias de castanhas”, garante que, se as vendas não melhorarem nos próximos domingos, vai desistir de fazer negócio no local. “Isto hoje não está muito bem. Nos outros domingos tem corrido mais ou menos, mas acho que a feira não está muito divulgada. Ainda por cima estamos um bocadinho escondidos e quem está do outro lado dos autocarros não nos vê”, criticou uma das artesãs. Idêntica opinião tinha um dos organizadores da feira de artesanato, que explicou que o negócio piorou a partir de Novembro, quando diminuiu a afluência de turistas a Lisboa.
Ao início da tarde, uma iniciativa das paróquias da Baixa e do Chiado e a actuação da charanga a cavalo da GNR acabaram por atrair à praça centenas de pessoas, naquele que foi seguramente, e apesar de tudo, um dos domingos mais concorridos desde o arranque da iniciativa camarária. Apesar disso, os comerciantes foram praticamente unânimes em queixar-se da pouca divulgação que tem sido feita das actividades existentes e da falta de vendas. Também pouca atenção tiveram as estruturas montadas junto ao Arco da Rua Augusta, nas quais uma cronologia ilustrada dava conta dos principais momentos da história da União Europeia. A exposição atraiu poucos olhares e acabou por ser utilizada como encosto por quem assistia às exibições.
Por isso, quando iniciativas públicas como esta não têm a participação das organizações populares na sua organização, merecem ser rapidamente repensadas e reestruturadas.
 
Ver Público 2007-12-24
publicado por Sobreda às 00:22
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