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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

A mediocridade analítica e a luta de classes

A perspectiva de uma nova legislação laboral veio recordar-nos que Portugal é um país de traumas, um país de discussões atrasadas, um país reaccionário (?), avesso às mudanças. Não é de esquerda, nem de direita (?), é a favor de quem for capaz de deixar as coisas estar como estão, enquanto isso for possível.
É espantoso que os patrões estejam sempre a pedir mais flexibilidade nas relações contratuais com os trabalhadores, mas depois não aproveitem as alterações na lei para organizar melhor as suas empresas. Não mudam horários, não planeiam as férias, não trabalham mais quando é preciso e menos quando há pouco para fazer. Tudo isto já é permitido por lei, mas os patrões preferem a socapa com que transformam trabalhadores efectivos em falsos recebidos verdes, aceitando empregados que pouco fazem mas têm vínculo às empresas. Para muitos patrões, um trabalhador legalizado, mesmo que competente, é um fardo e não a sua maior riqueza.
O contrário também é verdade. Na maioria dos casos, os empregados olham para o patrão como o inimigo e raramente como o empreendedor que lhes possibilita terem o trabalho com que ganham a vida (?). A saúde da empresa pouco lhes importa, o desperdício não os incomoda (?), são problemas do patrão. Se houvesse capacidade de adaptação (?), haveria de certeza menos desemprego; mas isso é uma coisa que só parece preocupar quem não tem trabalho.
Não vale a pena alterar a lei se a mentalidade não mudar 1. E então qual a solução preconizada pelo ‘cronista/analista’? É preciso que patrões e empregados percebam que o êxito da empresa interessa a todos. Como? É preciso acabar com a luta de classes. Ah, ah, ah, ah. A recuperação da teoria do ‘fim da história’ ou a mediocridade da sociologia laboral no seu pior. Ou a defesa da flexigurança no seu (deles) melhor. E lá teríamos o vira do ora agora despede tu, ora agora não contrato eu.
 
1. Ver http://jn.sapo.pt/2007/12/26/preto_no_branco/a_luta_classes.html
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publicado por Sobreda às 00:52
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