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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008

Remodelar para não mudar

Conviria não dar grande importância à mudança de caras no Ministério da Cultura. Na verdade não é um acaso esta pasta ocupar o último lugar na hierarquia do Governo. E, apesar do PS ter um gosto especial para ornamentar a retórica com invocações culturais, também aqui o primeiro-ministro mostrou ao que vinha e o que realmente pensava dos ‘desalinhados’ da Arte e da Cultura reservou-lhes uma fatia orçamental indigente, a ‘anos-luz’ do almejado 1% do PIB. Cortou o pouco que havia sempre que o ministro das Finanças apresentou um novo orçamento, mandou I. Pires de Lima desempenhar um inevitável papel decorativo num cadeirão sem dinheiro e sem política cultural possível.
Em boa verdade, existir (ou não) Ministério da Cultura deve ser a coisa que menos preocupa o primeiro-ministro. Mas, como despromover a Cultura a Secretaria de Estado poderia causar algum novo ‘levantamento de rancho’ nas suas hostes já desalinhadas, contratou um novo ministro que, para além de créditos multifacetados, estará em boas condições para pedir nova ‘ajudinha’ a um determinado Comendador, conhecido por homem de Cultura (?).
Compondo o ramalhete da remodelação com este fait-divers da Cultura, o primeiro-ministro desviou as atenções de outros ministros.
Fica entretanto bem claro que os assobios e as manifestações sempre produzem mossa na firmeza e nas convicções do o primeiro-ministro, por mais que delas desdenhe e arrogantemente as queira remeter para o ‘folclore da democracia’. Por muito que lhe custe admitir, é evidente que foi a profunda indignação popular que levou à mudança de caras na Saúde.
Há obviamente objectivos claros com esta remodelação: acalmar a oposição interna que se quer sublevar, controlar os danos políticos com uma nova imagem, convencer o país que tudo mudou com a saída do ministro da Saúde e concretizar a desfiguração completa do SNS em que continua empenhado.
Só que, neste caso, novos e ainda mais fortes assobios se voltarão certamente a ouvir. O que também é claro é que, a mais de ano e meio de distância, está lançada a pré campanha eleitoral do actual Governo pela renovação da sua famigerada maioria absoluta.
 
Ler Honório Novo IN http://jn.sapo.pt/2008/02/04/opiniao/remodelar_para_mudar.html
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publicado por Sobreda às 20:54
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