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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Cursos de iniciação musical devem continuar

De acordo com dados do Ministério da Educação, apenas 17 mil alunos num universo de 1,5 milhões têm acesso ao Ensino Artístico Especializado, pelo que a reforma deste sector poderia passar pela reorganização da oferta de cursos e sua dispersão por uma rede de escolas mais alargada.
Segundo a tutela, a reforma teria como “objectivo fundamental aumentar o número de alunos a frequentar o Ensino Artístico Especializado”, objectivo que passaria por uma melhor organização da oferta destes cursos e sua disseminação “por uma rede mais alargada de escolas ao nível do ensino básico e secundário”.
Em total desacordo estão pais, alunos e professores. A Associação de Pais da Escola de Música do Conservatório Nacional (APEMCN) vai mesmo pedir ao Ministério da Educação (ME) que mantenha o regime supletivo e que os cursos de iniciação possam continuar a ser leccionados neste tipo de instituições.
A APEMCN esteve 4ª fª à noite reunida para analisar a reforma do Governo sobre o ensino artístico especializado e decidiu que vai entregar ao ME “uma contra-proposta” com os pontos que defende, disse um porta-voz da Comissão.
No âmbito da reforma do ensino artístico especializado, a partir do próximo ano lectivo as escolas públicas de música estão impedidas de dar aulas ao 1º ciclo e terão de funcionar em regime integrado, ou seja, ministrarem formação geral (como em qualquer escola) e especializada (artística).
Para a Comissão, as aulas no 1º ciclo “são essenciais” no ensino artístico, tendo em conta que “preparam os alunos a entrarem nos conservatórios”. “Se não houver cursos de iniciação, os pais das crianças são obrigados a pagar escolas particulares para que os filhos aprendam música”, disse, considerando que poderá tornar-se “um ensino elitista”.
Outra das propostas que a associação de pais vai apresentar ao ME está relacionada - segundo o mesmo responsável - com o ensino supletivo, sistema que permite aos alunos frequentar as disciplinas musicais no Conservatório e as do ensino geral numa escola à sua escolha. “O ensino supletivo deve continuar, pois permite maior mobilidade dos alunos”, salientou 1.
Estas propostas vão ser levadas esta 6ª fª à reunião que a APEMCN vai manter com a Direcção Regional de Educação de Lisboa. Entretanto, a petição “Contra o Fim do Ensino Especializado da Música em Portugal”, dirigida ao Ministério da Educação e que tem estado a circular na Internet, reuniu já 11.000 assinaturas 2.
 
1. Ver Lusa doc. nº 7975078, 06/02/2008 - 23:41
2. Ver www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?CFEEMP
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publicado por Sobreda às 01:03
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