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Domingo, 2 de Março de 2008

50.000 em marcha pela liberdade e democracia

A Marcha pela Democracia e a Liberdade, que o PCP organizou ontem em Lisboa reuniu mais de 50.000 militantes, amigos e anti-fascistas, numa poderosa afirmação dos valores de Abril e da determinação do PCP em defender os direitos conquistados com a Revolução, e derrotar a actual ofensiva do Governo e dos exploradores.
Entre o Príncipe Real e o Rossio, os manifestantes comunistas percorreram a rua do Século, Calçada do Combro, o Chiado o Largo do Carmo, onde se cantou a «Grândola Vila Morena», de Zeca Afonso, seguindo depois pelas Ruas da Conceição e da Prata até à Praça D. Pedro IV.
Em frente ao Palácio Ratton, edifício do Tribunal Constitucional, milhares de militantes comunistas ergueram os seus cartões de militantes em protesto contra a actual Lei dos Partidos. «Somos muitos, muitos mil. Muito mais do que cinco mil», gritou-se na manifestação que foi colorida com milhares de bandeiras vermelhas.
Num Rossio repleto de bandeiras vermelhas, no breve comício que se seguiu à manifestação, o nome de José Sócrates recebeu um coro de apupos sempre que foi pronunciado.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, acusou o Governo liderado por José Sócrates de atacar todas as vertentes da democracia, de se submeter aos «ditames dos poderosos» e de estar a desenvolver um Estado policial. Para Jerónimo de Sousa, a ofensiva do Governo de José Sócrates «não deixa intocável nenhuma das vertentes do regime democrático, a democracia social, a democracia económica, a democracia cultural e a democracia política».
O Governo «está cada vez mais submetido aos ditames dos poderosos, sobretudo pela sua prática e decisões políticas e económicas», sustentou, antes de acusar o executivo socialista de se colocar «do lado contrário aos constituintes e da Constituição». «Este Governo auto proclamado moderno recorreu à resposta clássica, com arrogância e autoritarismo - animado directa ou indirectamente pelo silêncio ou mesmo com intervenção - através de uma escalada de ataques às liberdades», denunciou o líder dos comunistas.
Para Jerónimo de Sousa, em Portugal, o exercício de direitos sindicais está a ser «coartado e proibido em muitas empresas, o direito à greve ameaçado» e os piquetes de greve são «dispersados com recurso a forças de segurança», ao mesmo tempo que «dirigentes sindicais são expulsos e os processos criminais são cada vez mais frequentes contra quem faz uso de direitos constitucionais». «Um pouco por todo o país vão crescendo as limitações às liberdades de expressão e de propaganda, com regulamentos inconstitucionais e intromissões abusivas de diversas autoridades e instituições públicas ou privadas; multiplicam-se os casos de tentativas de limitação do direito de associação e de autonomia das organizações».
Jerónimo de Sousa fez depois um ataque directo à figura do primeiro-ministro. «Este Governo e em particular o primeiro-ministro, do alto da sua olímpica arrogância, embevecido pelo apoio e aplauso dos poderosos, dos seus seguidores e clientelas, que lhe auguravam a perpetuação do cargo, julgou que seria tão fácil proceder à demolição dos direitos sociais como descer a Avenida da Liberdade até ao Rossio. Enganou-se», exclamou o secretário-geral do PCP.
No seu discurso, além críticas duras á actual lei dos partidos, Jerónimo de Sousa acusou ainda o PS e PSD de pretenderem rever as leis eleitorais para criar um sistema de «dois partidos da política única».
publicado por cdulumiar às 11:04
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