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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Um outro olhar sobre o Dia Mundial da Criança

Um total de 5.161 crianças da Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras e Sintra foram entrevistadas pessoalmente nos anos lectivos de 2004/2005 e 2005/2006. A média de idades é de nove anos. A amostra é representativa das crianças que, naqueles concelhos, frequentavam os 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino público.

O inquérito resultou do estudo “Um olhar sobre a pobreza infantil : análise das condições de vida das crianças” produzido por um grupo de investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão e do Instituto de Apoio à Criança.
O livro com os resultados do estudo vai ser lançado na terça-feira, no ISEG, e aborda um tema “pouco estudado em Portugal” onde, segundo o Eurostat, se registam das taxas de pobreza infantil mais elevadas da União Europeia (25% em 2005).
Para os autores, a pobreza não se reduz, contudo, aos rendimentos das famílias, que é o que o Eurostat avalia. Optaram assim por “dar voz às crianças” de forma a detectar, através de inquéritos, a “existência de carências em áreas fulcrais do bem-estar”.
Comer sopa, prato e fruta antes de deitar não é um hábito enraizado entre os inquiridos e 6% diz mesmo que o seu jantar costuma ser apenas “sopa e pão” ou então “sopa, pão e fruta”. Para a investigadora, este é um dado preocupante: “Uma refeição completa é o que é considerado essencial para o desenvolvimento da criança, é o que qualquer cantina de escola oferece”.
Com efeito, muitas crianças da grande Lisboa não comem jantar completo. Geralmente sentem-se felizes, gostam da escola e do bairro onde vivem. Mas quase metade (45,8%) das 5.000 crianças inquiridas em sete concelhos da Grande Lisboa dizem que sentem que a família tem dificuldades financeiras.
Apesar de serem raras as que afirmam que não têm comida em casa quando têm fome (2,4%), só uma pequena parcela (12%) costuma fazer uma refeição completa de sopa, prato e fruta ao jantar. O que, segundo um grupo de investigadores, indicia “potenciais problemas ao nível da dieta alimentar”.
Poucas são também as crianças (39,3%) que vão ao médico por rotina. “Significa que não vão lá para aquelas consultas próprias de crianças desta idade, ver como está a altura, o peso, ver se está tudo bem. E, uma vez mais, isto não acontece necessariamente ou apenas nas famílias carenciadas”.
Como ajudas em casa? Esta era outra pergunta às crianças: 27,5% ajudam a tomar conta dos irmãos e 10% dizem que ajudam os pais nas respectivas profissões. Nalguns casos, se estas crianças gastarem muito tempo a “ajudar o pai no café, por exemplo”, poderão estar a ser prejudicadas. Trabalho infantil? É um país no século XXI à beira-mar plantado.
 

Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1330805

publicado por Sobreda às 02:13
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