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Domingo, 13 de Julho de 2008

A “vigilância” e a “pressão” dos pseudo-independentes

Os lisboetas elegeram para a vereação da CML cinco vereadores independentes nas eleições intercalares de há um ano atrás, em 15 de Julho de 2007, sem que partidos como a CDU ou o BE tivessem perdido eleitos, ‘castigando’ sobretudo o PSD que estivera no poder.
Deste modo, o espaço político da CML alargou-se a dois movimentos independentes nas eleições intercalares, um feito inédito que os politólogos acreditam ter introduzido “pressão” e “vigilância” sobre os partidos políticos.
Um, o da lista Lisboa com Carmona, encabeçada pelo ex-presidente da CML, que elegeu três vereadores e, o outro, o do movimento Cidadãos por Lisboa, liderado por Roseta, que conseguiu estar representado com dois eleitos. Nessa perspectiva, ambas “as candidaturas foram bem sucedidas”, resume o politólogo André Freire.
Contudo, para este investigador do Instituto de Ciências Sociais, as duas listas independentes têm uma origem distinta, considerando que a candidatura encabeçada por Carmona foi movida por “uma coisa mais pessoal, uma questão de brio” do autarca. “Não sei se vai ter continuidade. Não sei se há ali um ideário e uma visão de cidade ”, refere. Por outro lado, o politólogo identifica “maior consistência programática” no movimento Cidadãos por Lisboa, que atribui à experiência de “activismo cívico” e ao anterior “lastro” de Roseta.
A distinção estende-se ao mediatismo dos dois movimentos: “As intervenções do grupo Lisboa com Carmona são menos visíveis, ao passo que os Cidadãos por Lisboa têm mais visibilidade”, salienta. Para André Freire, os independentes vieram também aumentar a “vigilância ao executivo” municipal.
Já para o politólogo Manuel Meirinho, este entende que “cumprem uma função de renovação nos partidos e sobre eles introduzem pressão” apesar de terem um “desempenho meramente tribunício”. Ou seja, “elegeram vereadores, mas não têm poder”, sublinha, já que nenhum destes eleitos assumiu um pelouro, apesar de havido conversações nesse sentido entre o actual presidente da CML e o movimento dos Cidadãos por Lisboa.
De acordo com este investigador do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, os Cidadãos por Lisboa “utilizam mais o espaço mediático para fazer valer as suas posições, trazem uma dinâmica diferente que não se reflecte nas decisões concretas mas numa pressão externa” à maioria PS/BE. Já a lista Lisboa com Carmona tem estado “um pouco mais apagada e arredada”, e “não pode ser tão errática como os cidadãos por Lisboa” já que o seu líder veio directamente do poder para a oposição.
Segundo o politólogo, há ainda um ponto prévio que antecede qualquer avaliação: nenhuma das duas listas é verdadeiramente independente, sendo sobretudo constituída a partir de um gesto de “dissidência” partidária. “São movimentos que emergem de lutas partidárias, ou seja, são independentes disfarçados ou tácticos que não têm nada a ver com movimentos de cidadãos”, conclui.
 
Ver Lusa doc. nº 8518826, 07/07/2008 - 09:31
publicado por Sobreda às 09:27
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