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Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Os “terroristas”

Pela primeira este blogue produz uma incursão ao outro lado do Atlântico. O motivo para a excepção é o excelente artigo de opinião de António Vilarigues, publicado no Público de 6ª fª passada, que aqui parcialmente se transcreve 1.

«Quando foi preso pela última vez em 1962, Nelson Mandela era o comandante do braço armado do ANC. Tal prisão só foi possível por informações passadas pela CIA à polícia política do regime do apartheid na África do Sul. Mandela era considerado um perigoso terrorista e comunista. (…) Durante os 27 anos de prisão, Nelson Mandela sempre recusou a sua liberdade condicional em troca de uma declaração de renúncia à luta armada.
A história depois da sua libertação em 1990 é por demais conhecida. O que poucos leitores deviam saber é que Mandela e o seu partido, o ANC, estiveram na lista negra do “terrorismo” americano até bem recentemente (ver Público de 6/7).
(…) A comunicação social dominante em Portugal nada disse nestes dias sobre o facto do Presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, enfrentar uma crise política na Colômbia, grave. Sessenta parlamentares da sua base de apoio estão a ser incriminados num escândalo de corrupção, ligações com o narcotráfico e os paramilitares. Tem um primo e conselheiro político, Mário Uribe, preso pelos mesmos motivos. O Supremo Tribunal contesta a legalidade de sua reeleição em 2006, obtida mediante a compra de votos confirmada pela confissão de uma ex-parlamentar. Não possui uma base política sólida e nem um sucessor de confiança, o que o leva à tentação de mudar de novo as regras do jogo e tentar um terceiro mandato.
Dizer que o Governo Uribe é o governante mais à direita da América Latina dá apenas uma pálida imagem do seu posicionamento político e ideológico. Ele e sua base de classe são com frequência comparados aos regimes nazi-fascistas. Sobretudo depois de a oligarquia colombiana ter entrado no ramo das drogas e ter criado os paramilitares.
A Colômbia não é apenas o único país das Américas que vive uma experiência guerrilheira. É também campeã do mundo em assassinatos de sindicalistas e de jornalistas: mais de metade dos sindicalistas assassinados listas: em todo o mundo.
Mais de 11.200 colombianos foram assassinados desde que Uribe foi “eleito” (não inclui os mortos em combate entre as guerrilhas e as Forças Armadas). O número de desaparecidos ronda os 30 mil. São homens e mulheres, novos e velhos, com nome. Mas a comunicação social dominante cala-se, ou refere friamente os números. Não são mediáticos. Não podem aparecer nas televisões. Jazem sob sete palmos de terra.
Aparentemente, quem fala e escreve sobre a Colômbia ignora também que as forças democráticas de esquerda deste país (socialistas, sociais-democratas e comunistas) estão aglutinadas no seio do Pólo Democrático Alternativo (PDA). (…) O candidato do PDA às últimas eleições presidenciais na Colômbia, Carlos Gaviria Díaz, foi o 2.º mais votado com 22,04% dos votos. Em 2008, o PDA conquistou, entre outros, o município de Bogotá.
Notas finais: Já por três vezes, a propósito das mentiras das sucessivas administrações americanas, indiquei nesta coluna o sítio do National Security Archive da George Washington University 2. Vão lá e revisitem o inqualificável passado e presente de Álvaro Uribe e dos seus mais próximos colaboradores. Talvez revejam algumas ideias feitas…»
 
1. Ler “Os ‘terroristas’ de Nelson Mandela às FARC” por António Vilarigues IN Público 2008-07-11, p. 41
2. Ver www.gwu.edu/~nsarchiv
publicado por Sobreda às 00:52
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