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Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Como negociar a Saúde

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) quer entrar no capital do SAMS, podendo vir a adquirir o controlo do sistema de saúde dos bancários, ou seja, através da subsidiária Hospitais Privados de Portugal (HPP), ficando com 51% do capital do SAMS, incluindo o hospital dos Olivais e o centro médico do Bairro Azul. Para já terá sido entregue uma carta de intenções à administração da SAMS.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), de momento, existe apenas uma “declaração de intenções” por parte da HPP para negociar uma parceria. O responsável indica ainda que não foram discutidos valores, salientando as vantagens que a parceria trará aos 160 mil beneficiários do SAMS, como o facto de estes passaram a ter acesso a toda a rede de hospitais da HPP 1.
Entretanto, o Estado colocara também à venda o antigo Hospital do Desterro.
O prazo para a apresentação de candidaturas terminou no dia 18, porém sem que ninguém se tenha mostrado interessado em pagar os 11 milhões de euros pedidos pelo edifício da Rua da Palma, junto ao Martim Moniz. A imobiliária do Estado que está a conduzir o negócio foi assim obrigada a alargar o período de licitação.
Este é o primeiro de vários hospitais a desmantelar no centro da cidade - entre eles estão o S. José, os Capuchos, Santa Marta, o IPO e o de D. Estefânia, que vão passar para a nova unidade de Todos-os-Santos, a ser criada em Chelas.
Mas o negócio está longe de ser um sucesso. A tutela decidiu que os 12 mil metros quadrados que ocupa o Desterro apenas poderiam ser aproveitados para uma unidade de cuidados continuados. A União das Misericórdias, que inicialmente ponderou avançar, considera que o valor pedido é excessivo e não vai apresentar nenhuma proposta.
Para os grupos privados, a aquisição também não é vantajosa, pois além dos 10,7 milhões de euros iniciais, teriam de gastar outros dez em obras. Valores a rentabilizar numa unidade de cuidados continuados que, de acordo com as normas emitidas pelo Ministério da Saúde, não devem ultrapassar as 60 camas 2.
 
1. Ver www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=0CC51DFC-E43B-406B-B666-2F44BCBF8888&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
2. Ver www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=6E6AD20E-7B49-4521-986E-FF6966560470&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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publicado por Sobreda às 00:20
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