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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Há reclusos evadidos que continuam a monte

Pelo menos 51 reclusos continuam evadidos das prisões há vários anos, sem deixar o mínimo rasto. Um deles, foragido há oito anos, é um dos assaltantes a um estaleiro de construção civil em Santo António do Tojal, Loures, arredores de Lisboa.

De acordo com os números da Direcção Geral dos Serviços Prisionais (DGSP), entre 2000 e 2007 fugiram da prisão 502 reclusos, tendo sido capturados 455, o que representa uma taxa de sucesso de 90,6%. Este ano já escaparam mais 10, dos quais 6 foram entretanto recapturados. Feitas as contas, mantêm-se 51 a monte com mandado de recaptura.
Em termos percentuais, nos últimos oito anos a média anual de evasões foi de 0,4% da população média dos estabelecimentos prisionais. Os últimos dados estatísticos referem que o universo prisional em Portugal é de 11.152 pessoas, dos quais 10.427 homens e 725 mulheres.
A maior parte dos reclusos evadem-se das prisões durante as saídas precárias. Vão a casa das famílias passar uns dias e aproveitam para escapar. Foi o caso, por exemplo, do padre Frederico, que desapareceu de Vale dos Judeus em 1998. Os reclusos com problemas de toxicodependência são igualmente uma população muito vulnerável a fugas. Basta “um encontro com alguém que lhe forneça droga”, disse uma fonte dos serviços prisionais.
A percentagem de recapturas tem sido à volta dos 90%. Para este saldo positivo tem valido a rápida comunicação da DGSP para todas as polícias, na expectativa de que o recluso seja interceptado numa operação stop ou em qualquer outra operação policial. Um fax, com a fotografia do evadido, é enviado para os departamentos policiais de todo o País e, a partir desse momento, todas as forças de segurança têm competência para proceder à detenção e entregar o foragido à DGSP.
O sistema informático das polícias regista o nome, e a captura pode acontecer a qualquer momento e numa qualquer circunstância. Ao deparar-se com o suspeito, o agente insere a identificação no computador e logo surge a palavra: “procurado”.
Na esquadra ou no posto, os agentes apenas sabem que se trata de um indivíduo evadido. Para saber mais pormenores, que podem ser úteis para cruzar com outros dados, a informação tem de ser pedida a um nível superior, do comando ou da unidade territorial, por exemplo. Mas, se se tratar de um sujeito ligado à criminalidade altamente organizada, poderão, eventualmente, nunca saber o que está por detrás da detenção 1.
Apesar deste bom trabalho policial, os ladrões arrecadaram, em média, nos primeiros seis meses, quatro mil euros por cada ataque. Estão até agora pelo menos contabilizados 100 assaltos a bancos que renderam 439 mil euros 2.
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/2008/08/15/sociedade/andam_a_monte_evadidos_prisoes.html

2. Uma estatística com as várias ocorrências pode ser lida no final do artigo com o URL www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=DDEF9A6E-67B5-486F-9324-2726EF6FF49B&channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009

publicado por Sobreda às 20:14
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