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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Reabilitação por concluir 20 anos depois

O arquitecto Álvaro Siza Vieira revelou ontem que está a elaborar a última etapa do plano de reconstrução do Chiado, 20 anos depois do incêndio que destruiu a zona, projectando uma nova ligação pedonal a pedido da autarquia.

Este era o único objectivo que faltava cumprir do Plano para a Reconstrução da Área Sinistrada, que foi coordenado pelo arquitecto a partir de 1991, depois de as chamas terem consumido aquela área nobre da cidade de Lisboa, em 25 de Agosto de 1988.
 

 

“De modo geral, os objectivos do plano foram cumpridos”, recordou mostrando-se honrado com o facto da autarquia o ter convidado agora para concluir este programa de intervenção arquitectónica que ele próprio iniciou, salientando que o executivo camarário lhe pediu para “fazer a ligação pedonal entre um pátio criado nas traseiras de alguns prédios da Rua do Carmo e o Convento”. Pretende-se que o novo percurso vá “recuperar um pátio sem saída” numa zona da cidade que “continua a desenvolver-se independentemente de desenhos e planos”.
Vinte anos depois do incêndio, considera que, apesar de a recuperação ainda ser um processo em curso, “o factor tempo é sempre importante para reequilibrar uma zona que sofre uma transformação grande”, neste caso provocada pelo “incêndio das dimensões do que em Agosto de 1988 deflagrou no Chiado”.
Mas por muito que seja o Chiado a ser reabilitado, para o arquitecto ainda há muitas zonas “em perigo” na cidade de Lisboa, designadamente, as áreas que, em Lisboa e um pouco por todo o país, precisam de ser reabilitadas de forma mais urgente, e que são “todas aquelas onde existe desertificação”.
Essa mesma desertificação foi “uma das razões para que o incêndio do Chiado tenha atingido aquelas proporções” recordou, afirmando que não tenciona repetir esta experiência de intervir numa zona afectada por uma catástrofe semelhante. “São trabalhos muito absorventes e que exigem uma presença contínua” 1.
Como há algum tempo atrás recordava Ruben de Carvalho, “a situação criada com estas incoerências e inconsequências exige uma rápida alteração do que se está a fazer. É preciso re-centrar Lisboa: trazer ao Centro a população que teve de o abandonar, e trazer moradores jovens para o Centro” 2.
 
publicado por Sobreda às 00:31
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