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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Agentes pedem para sair da Polícia Municipal

O descontentamento com os horários de trabalho, agravado com processos disciplinares, está na origem dos pedidos, que têm sido fundamentados por várias dezenas de agentes da Polícia Municipal de Lisboa (PML) que pediram, em Agosto, o regresso à PSP, alegando a lei da mobilidade da Administração Pública.
A PML é composta, na totalidade, por pessoal vinculado à PSP. Com funções específicas, este corpo de polícia está na dependência directa da CML. O seu quadro orgânico diz que deveria estar dotada com 857 efectivos. No entanto, a realidade é bem diferente e, actualmente, conta apenas com 497 pessoas. Número insuficiente para quem tem a atribuição de fiscalizar o urbanismo e as construções e o trânsito, passando pela protecção do património municipal, defesa e protecção da natureza e ambiente, entre outros.
Todos os polícias que solicitaram a saída chegaram à PML em Outubro do ano passado, integrados num contingente de voluntários de 150 efectivos. Dizem-se descontentes com a gestão do horário de trabalho e com algumas chefias e invocam a lei da mobilidade da administração pública para poderem sair. No comando deste corpo policial, na dependência da CML, não foi confirmado o número de pedidos de saída, mas os processos já foram enviados, para apreciação, para o director nacional da PSP.
O número de pedidos de saída deverá ronda os 50. E, a confirmar-se esse número, o mesmo corresponde a cerca de um oitavo do total da instituição. Dizem os agentes em causa que estão a cumprir mais tempo de trabalho do que o estipulado, ao ponto de muitas vezes serem rendidos pelos colegas no próprio local de trabalho. Alegam ainda que, quando protestam devido ao excesso de trabalho, são alvo de pressões e até de processos disciplinares mandados instaurar pelos superiores hierárquicos.
Em Outubro do ano passado, a PML fora reforçada com 150 agentes e chefes, recebendo estes polícias um suplemento extra que, no caso dos agentes, é de 218 euros mensais. É uma quantia significativa, atendendo a que cada polícia recebe por mês cerca de mil euros, mas que mesmo assim não demove os descontentes da ideia de regressarem às esquadras. “Não são 200 euros a mais por mês que pagam todos os sacrifícios pessoais e familiares e, ainda por cima, os processos disciplinares, que podem pôr uma carreira em causa”, explicou um dos agentes.
 

Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080903%26page%3D16%26c%3DA

publicado por Sobreda às 22:46
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