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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Insucesso no combate ao insucesso escolar

Segundo o relatório ‘Education at a Glance’ (Um olhar sobre a Educação) de 2008, da Organização para a Cooperação Económica e Desenvolvimento (OCDE), o 2º ciclo (5º e 6º anos) continua a ser o referencial da escolaridade da maioria dos portugueses. E os progressos conseguidos nos últimos anos, essencialmente entre os mais novos, continuam a ser demasiado lentos para permitirem recuperar um atraso de décadas.

Segundo o relatório, que apresenta dezenas de indicadores relativos aos estados membros, no grupo etário entre os 25 e os 64 anos - onde se concentra a esmagadora maioria da população activa - 57% dos portugueses não têm mais do que o 6º ano de escolaridade ou ciclo inferior. Somando a estes dados o 3º ciclo, verifica-se que, neste mesmo grupo, 72% tem apenas a escolaridade obrigatória.
Segundo uma socióloga, “a história do nosso sistema educativo é tão negra que nada é comparável ao nosso país em termos europeus. Por exemplo, no final do século XIX, os países nórdicos tinham uma taxa de analfabetismo mais baixa do que Portugal tem agora” 1.
Não explica contudo, o porquê do precoce abandono escolar, nem da premente necessidade de procura de emprego dos jovens (e por vezes menores) como complemento do orçamento familiar, nem das causas dessas situações económicas, fortemente debilitadas, radicarem em sucessivas medidas anti-sociais, fruto de políticas governamentais que vêm agravando as desigualdades entre os mais ricos e os mais pobres.
O estudo “Um Olhar Sobre a Pobreza” não tem dúvidas: os baixos salários são um problema grave, que contribui para a pobreza em Portugal. É preciso aumentar os ordenados e democratizar a gestão das empresas 2.
 
1. Ver www.dn.sapo.pt/2008/09/10/sociedade/57_trabalhadores_tem_o_6o_ano.html

2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329698

publicado por Sobreda às 00:33
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