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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Hospitais admitem não ter planos de emergência aprovados

O Ministério da Saúde perguntou a 96 instituições hospitalares o que é que os hospitais portugueses fariam em caso de incêndio ou catástrofe?

Apenas quatro, e todas da região Norte, declararam ter planos de emergência aprovados como manda a lei. Para além dos quatro que declararam estar em conformidade com a lei, outros 25 hospitais admitiram ter os dois planos de emergência obrigatórios, mas omitiram informações sobre o respectivo estado de aprovação.

 

 

Em Lisboa, entre as unidades de saúde que admitiram não ter qualquer orientação para agir em caso de incêndio ou catástrofe encontram-se os hospitais Francisco Xavier, Curry Cabral, Egas Moniz, Capuchos e Pulido Valente (no Lumiar), alguns dos prevaricadores que constam do relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde.
Os incêndios eram preocupação única em 26 hospitais, mas destes apenas sete admitiram possuir um plano avalizado pelo Serviço Nacional de Bombeiros ou pela Protecção Civil, entre os quais apenas em Lisboa se incluía o Hospital Miguel Bombarda.
Menos adiantado ainda está o Curry Cabral, pois “tanto o plano de emergência externa ou de catástrofe como o plano de incêndios estão a ser desenvolvidos para aprovação pelas entidades competentes”, como assegurou a sua directora clínica.
Entre os anunciados, surgiu um meio-desmentido. Confrontado com os dados da inspecção, o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental acabou por adiantar que o Hospital de Egas Moniz “tem plano de emergência interno elaborado em 2005”, embora sem garantir a segurança da unidade, não tendo o conselho de administração precisado se se trata de um plano avalizado pelos bombeiros e pela protecção civil, e nada adiantando quanto à existência de um plano de catástrofe 1.
Como bem afirmava há algumas semanas atrás o presidente da Liga de Bombeiros (LNB), na maior parte dos estabelecimentos, os planos de emergência não passem de “documentos burocráticos, desconhecidos pela maioria das pessoas a que se dirigem”.
Sobre os planos que efectivamente existem, o presidente da LNB assegurou que os mesmos “não são testados, nem treinados”, acrescentando que “pode haver muitas reclamações num hospital, mas ninguém reclama porque há um extintor mal colocado ou faltam as luzes de emergência”.
Os números são mesmo “piores do que pensava” e, à luz desta nova realidade, já é preciso um “plano de contingência”. “Os hospitais têm de garantir a segurança de todos os que lá estão. Neste domínio, parece que estamos num país terceiro-mundista”, comentou 2.
 
1. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20080917%26page%3D19%26c%3DA
2. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/315331.html
publicado por Sobreda às 00:49
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