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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Situações de pobreza afectam cada vez mais a classe média

Para um número crescente de pessoas, ter um emprego já não é suficiente para fazer face às despesas. Aumento dos alimentos e dos juros agravaram uma situação que tende a piorar.

Nos primeiros nove meses deste ano, o número de pedidos de ajuda que chegaram aos vários centros sociais da AMI aumentou 20% em relação a igual período de 2007. “O nível da procura tem aumentado. Mas o que mais preocupa é que há já uma grande percentagem de pessoas que até trabalham mas que não conseguem esticar o orçamento até ao fim do mês e que vêm pedir sobretudo alimentos”, descreve o presidente da AMI em Portugal.
Estas dificuldades acrescidas estão já a ser vividas pelas famílias de classe média/média baixa. Dantes, até ajudavam com donativos. Agora são muitas vezes elas que pedem ajuda.
O presidente da AMI refere vários números que mostram como os orçamentos familiares parecem estar a ficar cada vez mais curtos para fazer face às necessidades básicas, perante o aumento dos juros dos empréstimos e a subida dos alimentos. “87% das pessoas que nos solicitam invocam dificuldades financeiras, mas só 40% estão desempregadas. Ou seja, a maioria até está a trabalhar, mas têm empregos precários, com baixas remunerações e que são insuficientes para fazer face às solicitações”.
Mais: há “13% dos sem-abrigo que vivem na rua e em vãos de escada, mas que estão empregados”. E nesta comunidade há mais sinais de que a situação pode estar a agravar-se, pelo menos junto de pessoas que fugiam habitualmente a este drama. “Antigamente, os sem-abrigo eram esmagadoramente homens. Agora, as mulheres já são uma parte significativa”.
“Há um aumento das solicitações, nomeadamente por parte dos que seriam de classe média, e que pedem, sobretudo, alimentos e roupa. Os idosos também estão a aumentar imenso e já há jovens a procurar ajuda. Por estarem desempregados ou por terem insuficiência de rendimentos”.
Ao Banco Alimentar contra a Fome, que distribui comida a 240 mil pessoas através de 1.600 instituições, os ecos que chegam são os mesmos. “O que nos tem sido dito pelas instituições é que há um número crescente de pessoas a pedir apoio, por várias razões”, diz a presidente da organização. “Há uma pobreza mais estrutural, vivida pelos idosos, desempregados de longa duração e famílias com menos qualificações. E há os outros pobres mais conjunturais, cujos problemas decorrem do sobre-endividamento”.
A situação não tem melhorado, nem para uns nem para outros. No caso dos idosos, foi o aumento dos alimentos - que, a par dos medicamentos, consomem a maior fatia das baixas pensões - que veio complicar as contas. E a situação tende a piorar: “Não tenho a mínima dúvida de que as dificuldades ainda não atingiram o seu apogeu e que a classe média/média baixa vai ser particularmente afectada”.
 
Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20081023%26page%3D8%26c%3DA
publicado por Sobreda às 00:08
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1 comentário:
De Zé da Burra o Alentejano a 8 de Janeiro de 2009 às 16:34
Não gosto do termo "CLASSE MÉDIA" que abarca tudo: desde o normal empregado de balcão e operário... até ao dono do talho, da oficina, o médico e o advogado... Prefiro as antigas classificações em que a seguir aos POBRES, vinham os REMEDIADOS, depois os ABASTADOS (que poderemos fazer corresponder à tal CLASSE MÉDIA), depois vinham os RICOS e finalmente os MUITO RICOS.

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