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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Quem quer desresponsabilizar-se da crise ?

“Espantoso. Quem desencadeou a mais profunda ofensiva contra os serviços públicos e as funções sociais do Estado, contra o SNS, contra a escola pública, que usou parte do Fundo de Estabilidade financeira da Segurança Social no jogo de casino (...), vem agora afirmar sem corar de vergonha, que esta crise é o Waterloo dos que defendiam menos Estado”.

Segundo o secretário-geral do PCP, “[Sócrates] usando uma metáfora, disse [em entrevista ao DN e à TSF] que esta crise é o Waterloo daqueles que queriam menos Estado”, lembrou este sábado Jerónimo de Sousa, acusando o primeiro-ministro de querer desresponsabilizar-se pela crise financeira do País, quando foi o principal responsável pelas políticas nacionais que conduziram à degradação das condições de vida dos portugueses.
[ Parafraseando alguém, perguntará o cidadão comum: E o burro sou eu, é? ]
O líder comunista criticou ainda o Governo pela intenção de prosseguir com a privatização das participações do Estado em empresas e sectores estratégicos, de ter proposto as “retrógradas e neo-liberais alterações do código de trabalho”, e de ter passado um cheque de 20.000 milhões ao capital financeiro, “sem contrapartidas e sem atender aos dramas das famílias e das empresas endividadas”.
“Utilizando outra metáfora, bem poderíamos dizer que Sócrates foi um Napoleão de trazer por casa, tendo em conta que está comprometido com esta política, (e) com esta crise internacional”, disse o dirigente comunista, procurando evidenciar as alegadas responsabilidades do Governo nas dificuldades financeiras que o país enfrenta.
“Os problemas de fundo (da crise financeira) exigem a superação da situação que mantém intocável o poder económico e politico do grande capital económico e financeiro”, pelo que “o problema não está na ganância, na falta de ética de alguns, mas na génese, na natureza do capitalismo, na sua natureza de exploração e de lucro máximo”.
Perante cerca de duas centenas de quadros do PCP, Jerónimo de Sousa garantiu que em Portugal “não há resposta à crise sem uma ruptura com a política de direita, e sem a afirmação e concretização de uma nova politica de esquerda, que tenha como objectivos a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e da população, a dinamização da actividade económica e a criação de emprego.
O reforço do papel do Estado na economia, a dinamização do mercado interno, o estimulo à actividade das pequenas e médias empresas, o reforço do investimento, o combate aos défices estruturais do País e a defesa da soberania nacional, foram outras prioridades defendidas pelo secretário-geral do PCP, convicto de que “ao capitalismo tem de suceder o socialismo como alternativa às sociedades humanas”.
 
Ver http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1034071
publicado por Sobreda às 00:10
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