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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Estórias das luzes de Natal

No ano passado, a autarquia pagou à União de Comerciantes um milhão de euros de dívida referente às iluminações natalícias de anos anteriores, tendo a de 2008 ficado cingida estritamente à verba de cerca de 400 mil euros estabelecida num protocolo entre a União de Comerciantes e a Câmara.

Até que a CML acabou por perceber que a situação era “insustentável”, justificando agora o lançamento de um procedimento por concurso para um projecto de iluminação e animação exclusivamente pago por patrocinadores 1.
É que, apesar da crise financeira estar a afectar duramente os cidadãos, com reflexos no comércio e provocando o fecho de muitas empresas, as iluminações de Natal permanecerão acesas, visto serem uma oportunidade para o comércio sair da estagnação em que se encontra [à custa das compras de Natal].

 

 

Na capital, as iluminações de Natal serão assim financiadas pela primeira vez inteiramente por privados, depois de um concurso lançado pela autarquia, através do qual os patrocinadores garantem um investimento entre dois e três milhões de euros, em substituição dos 400 mil euros gastos no ano passado 2.
Porém, a este investimento dos privados junta-se ainda uma verba de 200 mil euros que a autarquia irá transferir para as Juntas de Freguesia da capital, no âmbito das iluminações de bairro. Trata-se de uma situação pouco compreensível para inúmeros munícipes.
Com efeito, porquê atribuir subsídios públicos - ou, por outra palavras, gastar o dinheiro dos nossos impostos - para gerar iluminação publicitária, com o objectivo de atrair os munícipes aos espaços comerciais, para os potenciais compradores gastarem depois as suas poupanças nas lojas daqueles comerciantes? Trata-se, com efeito, de uma ‘penalização’, com duplo financiamento por parte dos cidadãos 3.
Entretanto, este ano, as iluminações de Natal em Lisboa vão poder ser vistas em 24 ruas e 15 praças, sendo muitas delas estórias bem conhecidas. Sob o tema “conto de luz”, as iluminações terão como fio condutor os contos de Natal e como epicentro a Praça do Rossio dedicada à história do ‘Quebra-Nozes’, o bailado com música de Tchaikovsy e libreto de Lev Ivanov, que estreou em 1892 na cidade russa de São Petersburgo.
As iluminações serão divididas em quatro eixos: História, Natureza, Sonho e Inclusão Social. Para além do “Quebra-Nozes” no Rossio, haverá “o quarto rei mago” na zona ribeirinha, “as três árvores” nas avenidas novas e os “gnomos mágicos” nas Amoreiras vão ser histórias contadas com luz a partir de dia 15 deste mês 1.
Estórias ‘luminosas’ que, em alguns bairros, continuarão a ser financiadas com os nossos impostos.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348642
2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1349331&idCanal=59
3. Ver http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/172881.html
publicado por Sobreda às 02:23
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