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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Duplicam despedimentos colectivos

Desde o início do ano que a cada trimestre que passa o número de processos e de desempregados aumenta de forma inequívoca, com um agravamento da situação na região de Lisboa e Vale do Tejo. Não restam dúvidas que a responsabilidade radica na conduta neoliberal do actual Governo, que vem desregulamentando a actividade laboral, incluindo os contratos colectivos.

O contexto económico não é o mais favorável à resolução pacífica destes casos. Mas com a economia portuguesa hesitante entre a estagnação e a recessão, os empresários terão mais dificuldade em manter emprego. A análise das instituições mais credíveis apontam, aliás, para a provável destruição de postos de trabalho. A Comissão Europeia prevê que em 2009 a economia deixe de criar emprego; a OCDE é mais dramática ao sugerir uma redução de 0,5%.
O agravamento do cenário foi, aliás, confirmado, pelos últimos dados oficiais. O INE revelou que a taxa de desemprego foi de 7,7% no terceiro trimestre deste ano. O IEFP revelou uma subida do número acumulado de desempregados, pela primeira vez em 31 meses 1.
Resultado: os processos de despedimento colectivo mais do que duplicaram no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o número de desempregados quase triplicou.
Os dados são da Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho e mostram que de Julho a Setembro, 87 empresas concluíram processos de despedimento colectivo, que lançaram 1509 pessoas para o desemprego. Em período homólogo, os processos tinham envolvido 32 empresas e resultado em 446 despedimentos efectivos.
A informação disponível mostra que 2008 será, provavelmente, um ano pior: os processos concluídos até Setembro (155) equivalem já ao total registado durante todo o ano passado e o número de despedidos (2591) é já superior. Nestes primeiros nove meses de 2008, o Norte de Portugal foi a região mais afectada, com 43% das empresas e mais de metade do total de pessoas afectadas.
Os processos foram mais frequentes em pequenas e microempresas, que de Janeiro a Setembro desencadearam 77% dos casos. As grandes empresas concluíram menos processos (8% dos casos), mas que tiveram, naturalmente, mais impacto na população (36% do número de desempregados).
Apesar da região norte ser tradicionalmente a mais afectada e manter ainda a predominância nos casos acumulados desde o início do ano, os dados mais recentes apontam para um agravamento da situação na região de Lisboa e Vale do Tejo. No terceiro trimestre deste ano, 42 processos resultaram em 408 despedimentos, o que corresponde a uma proporção anormalmente alta para esta região do País 2.
 
1. Ver http://dn.sapo.pt/2008/12/01/economia/despedimentos_colectivos_mais_que_du.html
2. Ver www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1019000&div_id=1730
publicado por Sobreda às 00:04
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