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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Vendedores de castanhas contestam taxa camarária

Os vendedores de castanhas da baixa de Lisboa contestaram ontem a decisão da CML de taxar, pela primeira vez, a extensão de horário até às 22 horas. Este protesto teve origem na decisão da autarquia de cobrar mais 194 euros pela extensão do horário de venda, a que se soma a taxa já existente de 466 euros por semestre.

Para a vendedora e presidente da Associação de Vendedores de Castanhas e Gelados da Região de Lisboa, o negócio “não está a correr bem”, até porque o tempo de “crise afecta a venda”.
A CML não quer saber se “as vendas correm bem ou mal, aplicam as taxas para receber o dinheiro”, sem se preocupar “se os vendedores facturam ou não” desabafou a dirigente, que tem lugar de venda na esquina da Rua Augusta com o Rossio. “Este ano foi o pior ano na venda de castanha porque as pessoas não têm dinheiro”, explicou por seu lado outra vendedora, de 76 anos, com sítio na Praça da Figueira “há 28 anos”.
Para agravar a venda das castanhas a CML “autorizou a instalação de uma barraca de farturas” ao lado, o que vai piorar mais o negócio da castanha na Baixa, lamentou. “Agora parece uma feira, e a quem vai às farturas não come castanhas”. “Durante o dia já se vende pouco, o pedido de extensão de horário era para ver se conseguiam ganhar mais alguma coisita”, reforçou.
Os vendedores disponibilizam castanhas durante o Inverno e gelados e águas durante o Verão, fora destas épocas estão em casa sem fazer nada, explicaram ambas as comerciantes de rua.
 
Ver http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=363621
publicado por Sobreda às 00:13
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