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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Despedimentos colectivos continuam a aumentar

O número de trabalhadores afastados em processos de despedimento colectivo aumentou, nos primeiros dez meses do ano, cerca de 30% quando comparado em relação a 2007, segundo dados da Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.

Em 2007, houve 195 empresas cujas administrações optaram por despedimentos colectivos, já de si um crescimento significativo face às 116 empresas em 2006. Mas, apenas nos primeiros dez meses de 2008, houve 176 empresas afectadas por despedimentos colectivos.
Em 2006, foram despedidos 1931 trabalhadores; em 2007, 2289 trabalhadores, ou seja, 13% dos trabalhadores das firmas afectadas; e nos primeiros dez meses de 2008 foram afastados 2979 trabalhadores, representando 23% do pessoal dessas empresas.
Esta evolução prende-se com a alteração do regime legal e, possivelmente, com o início da recessão.
Até 2006, as empresas preferiam evitar o envolvimento do Ministério do Trabalho nos processos de despedimento e o mau nome na praça que implicava um despedimento colectivo.
Os ‘despedimentos colectivos’ eram feitos por mútuo acordo com os trabalhadores e a Segurança Social suportava o custo dos subsídios de desemprego, que acresciam às indemnizações pagas aos trabalhadores, apaziguando o custo social do seu afastamento.
Mas em 2006, o Governo passou a limitar o número de acordos de rescisão amigável que dessem direito a subsídio de desemprego. Desde então, cresceu o número real de despedimentos colectivos.
Até Outubro de 2008, por regiões, o Norte foi a região mais afectada, tal como em 2007, com 87 empresas a comunicar a intenção de dispensar funcionários, por despedimento colectivo, num total de 1585 trabalhadores 1.
Porreiro pá! Eis um Governo simplex e todo ‘prafentex’, com o qual os trabalhadores afectados (leia-se enganados) não estão nada de acordo.
 
1. Ver http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20081230%26page%3D32%26c%3DA
publicado por Sobreda às 01:46
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