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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

Bairros municipais exigem outra política

A realidade dos bairros municipais e das zonas degradadas esteve bem presente no ‘V Encontro sobre bairros municipais’ promovido no passado dia 14 de Fevereiro.

«Sobre os bairros e as realidades nada virtuais muito se debateu: Quinta do Lavrado, Bairro da Horta Nova, Bairro do Padre Cruz, Bairro das Galinheiras, Quinta da Torrinha, Bairro das Furnas, Bairro da Palma de Baixo, Bairro da Quinta das Laranjeiras, Bairro da Cruz Vermelha, Bairro do Bensaúde, Bairro da Boavista, Bairro do Rego, Bairro 2 de Maio, Bairro do Tarujo, Bairro de Santo António.
Estes e outros bairros municipais e sociais e problemas das freguesias ali estiveram, em intervenções de comissões de moradores, de habitantes reais, indignados e lutadores. Denunciaram a ineficácia da Gebalis, a arrogância dos seus chefes, a falta de segurança, de qualidade mínima de vida, de parques infantis e equipamentos sociais e culturais, o encerramento de esquadras de polícia, os elevadores que não funcionam, as portas dos edifícios que já não existem, a energia eléctrica desaparecida, a degradação do espaço público e a ausência de trabalho social e de equipas de estímulo à organização e participação local e de apoio às associações de moradores.
Propomos que é urgente resolver estes e outros problemas e retomar os planos de emergência vocacionados para obras; a constituição de condomínios e a sua gestão assegurada pela CML/Gebalis, enquanto o município detiver 50% dos fogos na sua propriedade; a definição de um programa de incentivos à instalação de actividades económicas, com isenção temporária de rendas, mobilizando as Juntas de Freguesia como parceiros e visando a ocupação dos espaços abandonados ou devolutos nos rés-do-chão dos prédios e lojas, nomeadamente com pequenas indústrias (canalizadores, electricistas, pequenas reparações, creches, cabeleireiros, arranjos de costura e outras); a construção de mercados no Bairro da Boavista e das Amendoeiras e a alteração do regime de renda apoiada, como o PCP defende, tendo para esse efeito apresentado uma proposta de lei na A.R.
São propostas saídas deste encontro promovido pela CDU, entre outras exigências e propostas das associações de moradores e dos próprios moradores, que estão indignados, que reivindicam e que estão disponíveis para trabalhar com a Câmara, com a Gebalis, que deve retomar o rumo dos interesses legítimos dos moradores, e que também querem trabalhar com as Juntas de Freguesia.
Nos bairros municipais, nos bairros populares da cidade, cresce a revolta contra a Gebalis e contra a Câmara do PS por nada fazerem e cobrarem rendas cada vez mais altas e, até, por manigâncias na venda de casas em que os moradores introduziram benfeitorias que, em vez de se reflectirem em avaliações justas, são utilizadas para elevarem os preços das casas, como acontece no Bairro das Amendoeiras.
Assim não, senhor presidente da Câmara Municipal (…) Lisboa espera outra política. Necessita de autarcas voltados para a realidade e para o futuro, para o bem-estar das populações da cidade, para a criação de emprego e de empresas tecnologicamente avançadas, como defendemos e propomos numa moção que apresentamos; autarcas que realizem para projectos de habitação acessível para quem ainda nasce nesta cidade, nomeadamente nos bairros municipais e populares, e que se vê expulso para as periferias quando quer constituir família e não vê habitação nem perspectivas de trabalho nesta cidade».
 
Extracto da intervenção do deputado Modesto Navarro na AML de 2009-02-17
publicado por Sobreda às 01:36
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