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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Carvalho da Silva alerta para o perigo de explosão social

O secretário-geral da CGTP advertiu ontem para o perigo das medidas de apoio do Governo à crise económica camuflarem “explosões sociais”, que poderão ter maiores dimensões no futuro.

“Os trabalhadores são importantes para o país não por serem um problema social, mas porque são a força do trabalho. Quando nós vemos as preocupações centradas em tapar os buracos para que não haja explosões sociais, há que ter cuidado porque a explosão pode ser muito maior à frente, com prejuízos muito maiores para o país”.
Antes de encontro com os trabalhadores que se debatem com atrasos no pagamento de ordenados, o secretário-geral da CGTP classificou a visita como um acto de “solidariedade”, “indignação” e de apresentação de propostas dos Sindicatos ao Governo, através do Governo Civil de Santarém e da Associação Empresarial da Região.
“A preocupação, no imediato, é apenas cuidar do problema social. Se virmos o discurso dominante há preocupações com os trabalhadores, porque pode, a sua instabilização absoluta, criar rupturas sociais, explosões, portanto, há que dar umas migalhas, um subsídio a este e àquele”, referiu Carvalho da Silva, realçando a necessidade de “mobilizar a sociedade para defender o emprego até ao limite”.
O líder da Intersindical defendeu ainda que os trabalhadores devem ser “elementos centrais de produção de riqueza e acompanhamento dos processos das empresas e dos serviços públicos”.
“Anda aí o ministro da Economia, todo contente, a distribuir cheques aos grandes patrões e estão a entregar volumes imensos de dinheiro, sem que haja acompanhamento e rigor na execução”, sublinhou Carvalho da Silva, acrescentando que “é preciso fazer investimentos. O problema é o rigor, o acompanhamento e, não há dúvida, que há muita coisa que apenas está a ser camuflada”.
De acordo com o secretário-geral da CGTP, a “saída da crise passa, inevitavelmente, por uma mudança de práticas ao nível das empresas, mas sobretudo de propostas novas para a juventude”.
“Enquanto as propostas que se fazem à juventude são salário precário, salários baixíssimos e dizer aos jovens que esta sociedade, onde é possível produzir mais riqueza do que nunca, que não vai dar os mesmos direitos e condições que dava aos seus pais e avós, não se acreditem que há saída da crise. As coisas vão ter de mudar muito e é melhor que comecem a mudar, antes que as rupturas sejam profundas”, afirmou Carvalho da Silva, alertando ainda para os riscos do ciclo eleitoral.
“Nós vivemos um ano eleitoral e será um drama se passarmos este ano com políticas a fazer de conta e a varrer os problemas para baixo do tapete. O esconder os problemas pode tornar a situação do país extremamente delicada. Ninguém sabe ao certo qual é o buraco no Orçamento de Estado que está a ser produzido neste momento e as eleições terminam daqui a meses, o país vai ter de continuar e alguém vai ter de pagar. Nós sabemos quem paga sempre, é preciso reagir enquanto é tempo”, rematou Carvalho da Silva.
Entre as 12 medidas propostas pela USS ao Governo, destaca-se o ajustamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) ao cenário de crise actual, o pagamento das dívidas do Estado e das autarquias às empresas, a redução dos preços da energia, regular o pagamento do IVA apenas após o pagamento, a suspensão do pagamento especial por conta e a criação de um fundo de reestruturação de empresas, para “apoiar as empresas com viabilidade económica, financiado pelas empresas que dispõe de melhor situação económica”.
 
Ver Lusa doc. nº 9530420, 07/04/2009 - 16:56
publicado por Sobreda às 01:22
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