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Sábado, 18 de Abril de 2009

Pela suspensão imediata de construção do novo Museu dos Coches

O Grupo Parlamentar do PCP defende a “suspensão imediata” da construção do novo Museu dos Coches, em Lisboa, e a abertura de uma discussão pública sobre este projecto, que classificou de “desastroso”.

Num projecto de resolução ontem entregue na Assembleia da República, a bancada comunista pede ao Governo que “suspenda imediatamente o processo de construção do novo Museu dos Coches, pondo fim às demolições entretanto iniciadas”.
O novo Museu, a inaugurar dentro de ano e meio, ficará instalado nas ex-Oficinas Gerais do Material do Exército, em Belém, onde actualmente funcionam os Serviços de Arqueologia, que serão transferidos, na sua maioria, para a Cordoaria Nacional.
No entender do PCP, a construção do novo museu “é uma decisão desastrosa pela falta de perspectiva estratégica em termos de política museológica e cultural que traduz e pelas consequências que acarreta”.
Os comunistas criticam que 32 milhões de euros das contrapartidas do funcionamento do Casino de Lisboa sejam destinados a esta obra, que vai substituir “aquele que é hoje o museu mais visitado do país”, sem que haja uma perspectiva de “requalificação, modernização ou melhoria dos serviços e museus sob tutela do Ministério da Cultura”.
A utilização das actuais instalações do Museu dos Coches como picadeiro real é também criticada pelo PCP, que considera que este uso é “completamente incompatível com a preservação que se impõe ser assegurada pelo Estado”.
Os comunistas condenam também a demolição das antigas Oficinas Gerais do Exército, cujo valor patrimonial destacam, para permitir a nova construção, alertando ainda para eventuais prejuízos para o acervo patrimonial e arqueológico decorrentes da forma como está a ser desocupado este espaço.
Por outro lado, a transferência do Museu Nacional de Arqueologia para a Cordoria Nacional é “desadequada” devido ao investimento necessário para adaptar este edifício e por se tratar, ele próprio, de um monumento nacional, além de já estar pensada a expansão daquele museu no Mosteiro dos Jerónimos.
Os comunistas pedem ainda um processo de discussão pública sobre o projecto de construção de um novo Museu dos Coches e as suas consequências para os museus e serviços envolvidos e defendem que o Estado apresente, para discussão, um projecto de transferência dos serviços do extinto Instituto Português de Arqueologia, ainda instalados nas antigas Oficinas Gerais.
O edifício, que ocupará 15.177 metros quadrados, foi apresentado como “um projecto-âncora da requalificação e revitalização da Frente Tejo de Lisboa”. O novo edifício - de linhas direitas, envidraçado do lado poente (virado para a Praça D. Afonso de Albuquerque) -, caso seja construído, disporá de uma área de apoio à manutenção dos coches, restaurantes e apoio ao visitante.
 
Ver Lusa doc. nº 9565692, 17/04/2009 - 16:02
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publicado por Sobreda às 01:09
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