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Sábado, 2 de Maio de 2009

O dia em que verdadeiramente caiu o fascismo em Portugal

Há 35 anos, a Revolução de Abril conquistava em Maio, em Lisboa e no resto do País, um “conteúdo social e de esquerda”. O povo saiu à rua para ver e ouvir Álvaro Cunhal e Mário Soares juntos, unidos por um dia.

 

 

Na altura, o escritor Urbano Tavares Rodrigues, subitamente, viu-se beijado por mulheres que nunca antes tinha visto. “Elas conheciam-me, saíam do meio da multidão e vinham beijar-me: sentiam que deixavam de ser escravas”. Além dos afectos imprevistos, no “inesquecível” primeiro dia de Maio de 1974, trocaram-se flores, sorrisos, a urgência da revolta. A esquerda irrompe unida em breve namoro.
Naquele dia “em que Lisboa enrouqueceu de alegria”, o autor de ‘Bastardos do Sol’ caminhava ao lado de Álvaro Cunhal e Mário Soares, acabados de regressar do exílio. “Pensei que ali se abria o caminho para uma democracia avançada. Pensei que era possível, sou muito ingénuo”, ironiza o escritor.
A unidade da esquerda depressa se esfumava - as vias para a consolidação da democracia divergiam.
Fugaz na confluência à esquerda, com o Primeiro de Maio de 1974 declarado feriado nacional obrigatório por decreto da Junta de Salvação Nacional, é um momento decisivo na Revolução. Soares pressentiu isso no momento, e disse-o, quando usou da palavra, aos milhares de manifestantes: “No dia 25 de Abril derrubou-se, pela intervenção das Forças Armadas, o regime, o governo fascista, mas foi aqui que nós verdadeiramente destruímos o fascismo!”
Enquanto o então líder do PS chamava os partidos para “uma aliança interpartidária e civilista como motor da Revolução”, o PCP preferiu, para “além da aliança interpartidária, uma aliança com o Movimento das Forças Armadas”, bem mais óbvia e unitária.

 

 

Caminhos diferentes, e, desse modo, iriam continuar. Todavia, esse facto não retira força ao “inesquecível” Dia do Trabalhador, comemorado com imensa participação em todo o País. O povo saiu à rua, dando “um conteúdo social e de esquerda à Revolução, que não teve no início, nos cinco dias seguintes após a derrota da Ditadura” salazarista.
Ou seja: “O modelo social português, saído do 25 de Abril, nasce no Primeiro de Maio de 1974”.
A História nunca se repete. Mas, por vezes, certos reencontros parecem inevitáveis. Será possível a unidade à esquerda como em Maio de 1974? “Não é difícil conceber um novo arranjo político em Portugal. Tudo depende dos resultados eleitorais: está tudo em aberto depois das eleições de Outubro”.
 
Ver http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1218118
publicado por Sobreda às 00:23
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