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Terça-feira, 7 de Novembro de 2006

Lixo e ruído em Telheiras são sinónimo de irresponsabilidade

No jornal Público do dia 7 de Novembro vem o morador Luís Filipe Carvalho expressar o seu profundo desapontamento pela poluição sonora, proliferação de lixo e de abandono dos espaços verdes que ocorre na zona onde reside, mais concretamente em Telheiras, na Freguesia do Lumiar.

Constata ele o seguinte: “Habito há já longos anos na Rua Prof. Luís Reis Santos, paralela à Av. Padre Cruz, mesmo em frente ao Instituto Ricardo Jorge, e encontro-me a atravessar uma crise que me deixa desolado, pois não há memória de tanto ruído a entrar pela casa dentro como o que se tem verificado ultimamente, bem como uma quantidade de lixo inusitada, que corre pela rua nos dias ventosos e que normalmente estaciona na entrada das casas dos pisos térreos desta rua.

A empresa de jardinagem que trata destes jardins, de jardinagem tem muito pouco, mas certamente não se esquece de cobrar à CML o trabalho contratado. Tem desleixado os espaços verdes, passando os vários verões sem deitar uma pinga de água nos jardins e levando-os à desertificação. Por outro lado, tem vindo a decepar os arbustos tanto dos jardins como da barreira que separa a Rua Prof. Luís Reis Santos da Av. Padre Cruz, criando uma desertificação que provoca o tal ruído insuportável que não dá descanso a ninguém.

Isto passa-se mesmo em frente ao Instituto Ricardo Jorge e no sentido de quem vem de Odivelas para o Campo Grande. A bomba de gasolina aqui instalada também é uma fábrica de lixo. Ninguém chama a atenção para isto e, se alguém se dirige à referida bomba de gasolina, como no meu caso, a resposta é que isto é uma zona da responsabilidade da CML, embora o poluidor seja a bomba de gasolina. (...) Façam qualquer coisa para que isto não pareça um país do Terceiro Mundo”.

E termina: “o abandono a que tem sido votada esta zona é atroz e deixa-me estupefacto pela forma como me sinto enganado na minha escolha para os responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em quem votei. Não deveria ser assim tratado qualquer munícipe desta cidade, muito menos quando falamos de uma rua inteira, no caso”.

Trata-se de situações para as quais a CDU tem insistentemente denunciado e proposto soluções, quer através dos seus eleitos nas Assembleias de Freguesia e Municipal, quer através de requerimentos ao Governo entregues através dos seus deputados na Assembleia da República.

Quer no caso do ruído, que afecta também os moradores junto ao Eixo Norte/Sul e à Av. Norton de Matos (vulgo, 2ª circular), quer no caso das zonas ajardinadas, que em Telheiras são da responsabilidade da EPUL, ou no do lixo, como é também o estado de permanente conspurcação do espaço público com todo o tipo de dejectos alimentares junto à paragem da carreira 47 da Carris, na Av. das Nações Unidas, em frente ao hipermercado, ou ainda no desordenado estacionamento em Telheiras em dias de futebol, o desleixo das entidades (in)competentes arrasta-se. Os responsáveis estão identificados, mas deles não há sinal de vida.

Como afirma o estupefacto morador, que se sente “enganado na minha escolha para os responsáveis da Câmara Municipal de Lisboa (CML) em quem votei”, os fregueses “não deveriam ser assim tratados”.

Caro(s) morador(es), o reverso da medalha também é possível. É não votar em quem não conhece o terreno, não dialoga com as populações e apenas promete “mundos e fundos” (vide neste blog o ‘inaceitável' exemplo da recuperação da Quinta de Nª Srª da Paz que também estava incluída nos programas eleitorais do PSD para a Junta e para a Câmara e no entanto está sobre a ameaça de ser alienada).

publicado por Sobreda às 16:59
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