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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Defesa do Serviço Nacional de Saúde é imperativo nacional

O secretário-geral do PCP considerou ontem um “imperativo nacional” a defesa do Serviço Nacional de Saúde “geral, universal e gratuito”, criticando o que disse ser o “ataque generalizado” ao serviço público e às carreiras médicas.

O dirigente comunista falava em Lisboa num debate sobre as perspectivas de evolução do Serviço Nacional de Saúde, promovido pela Ordem dos Médicos, durante o qual a discussão ficou também marcada pela polémica recente sobre a prescrição de medicamentos, que opôs esta classe aos farmacêuticos.
Alguns médicos mostraram receios que os medicamentos vendidos nas farmácias não correspondam àquilo que eles prescreveram, caso o façam por princípio activo, mas garantiram que não têm reservas quanto aos genéricos.
Sobre esta matéria, Jerónimo de Sousa considerou que “tarda a prescrição pelo princípio activo, acompanhada por medidas que impeçam o controlo” dos medicamentos vendidos, pela indústria farmacêutica e pelas farmácias.
O PCP defende que a manutenção da “possibilidade de ser o médico a prescrever um medicamento com a indicação de uma marca, com a devida fundamentação. Não passamos um atestado de desconfiança aos médicos. Eu ponho-me no papel de um utente. Tenho muito mais confiança num médico do que nos interesses económicos, que têm por objectivo o lucro”, afirmou o líder comunista, que sublinhou que “deve sempre estar presente o interesse do utente e a garantia de saúde pública”.
Para Jerónimo de Sousa, a polémica sobre a prescrição dos medicamentos faz parte de uma ‘ofensiva’ ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que começou “com os encerramentos e lógicas economicistas, que só abrandou devido à luta das populações”.
Agora, referiu, esta ofensiva entra numa segunda fase: “eles precisam de atacar a classe médica e enfermeiros” para alcançar a privatização. “Precisam de neutralizar os seus principais agentes, procurando criar as condições para o recurso ao privado, provocar um amaldiçoar do serviço público para se olhar para a alternativa que é o serviço privado”.
Por outro lado, “o ataque ao SNS passa fundamentalmente pela vertente económica e financeira, facto a que não são alheios os valores movimentados anualmente neste sector”, considerou ainda Jerónimo de Sousa, que destacou também que “uma outra linha de ataque dos defensores da privatização é a utilização do dogma de que a gestão privada é mais eficiente que a pública”.
“Os esforços dos grandes grupos financeiros para se apoderarem do negócio da saúde têm provocado alterações profundas nas relações entre o SNS e os prestadores privados”, degradando também as relações com os profissionais de saúde, sublinhou o líder do PCP, defendendo que o desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde passa pela renovação dos Cuidados de Saúde Primários, e considerando “um desaire” a política do Governo nesta área, que “gerou desigualdades”.

O fim da empresarialização dos serviços de saúde públicos, o fim da promiscuidade entre público e privado, uma "verdadeira reforma" dos cuidados de saúde primários, a abertura de novos centros de saúde, a abertura de vagas para medicina geral e familiar e a criação de uma carreira de Saúde no Trabalho são algumas das medidas propostas pelo PCP para garantir um SNS “geral, universal e gratuito”.
 
publicado por Sobreda às 01:12
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