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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Polícias entregam bonés na residência oficial do Governo

Cerca de mil polícias marcharam ontem em Lisboa até à residência oficial do primeiro-ministro. Os agentes acusam o Governo de não querer negociar o estatuto da polícia e, num protesto exaltado, entregaram simbolicamente os bonés ao primeiro-ministro.

 

 

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) aproveitou para anunciar que no dia 30 de Junho vai realizar-se uma acção de luta que poderá ‘paralisar’ alguns serviços da Polícia, sem especificar a natureza do protesto, fazendo o anúncio junto dos cerca de mil polícias - numa estimativa da ASPP - que hoje lançaram os seus bonés da farda próximo da residência do primeiro-ministro, em São Bento e chamando-o de ‘mentiroso’.
O sindicalista explicou que não adiantaria qual o tipo de protesto “por uma visão estratégica”, mas referiu que todos os profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) serão informados.
Empunhando bandeiras da ASPP, que convocou o protesto, os agentes dirigiram-se para o Palácio de São Bento depois de se terem concentrado em frente da Assembleia da República. Os polícias ostentavam bonés na cabeça e também junto às bandeiras, os quais depois lançaram para próximo das instalações da residência oficial do chefe do Governo.
Os manifestantes quanto chegaram ao local encontraram uma barreira policial e alguns polícias lançaram os seus bonés manifestando exaltação, explicando aos jornalistas que a exaltação de alguns polícias “foi normal” tendo em conta “a grande revolta” que sentem.
Entre as reivindicações da ASPP está a criação de uma tabela remuneratória “justa e adequada”, a exclusão da PSP da Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Função Pública, a inclusão dos cônjuges nos serviços de saúde da PSP, a atribuição do subsídio de risco a todos os profissionais da PSP e a pré-aposentação aos 55 anos de idade ou 36 de serviço 1.
Os sindicatos acusam o Governo de não aceitar discutir as propostas que apresentaram e salientam que as negociações são apenas "uma mera formalidade de audição" e que o Executivo "tem de deixar de ter um olhar economicista sobre a PSP". Para o final do mês, ficou marcada uma nova acção de luta que poderá “paralisar” alguns serviços da PSP.
Disse ainda estar “surpreendido” com o número de agentes que aderiram à manifestação, porque inicialmente a convocatória para este protesto “simbólico” era apenas dirigida aos dirigentes da associação. “Estou surpreendido. Há polícias de todos os locais do país”, afirmou, sublinhando que esta é “uma luta por um estatuto profissional digno” e que o Ministério da Administração Interna nunca respondeu às propostas e reinvindicações da associação.
O presidente da ASPP anunciou entretanto que no dia 30 de Junho vai realizar-se uma acção de luta que poderá "paralisar" alguns serviços da Polícia, sem especificar a natureza do protesto.
O sindicalista explicou que não adiantaria qual o tipo de protesto "por uma visão estratégica", mas referiu que todos os profissionais da Polícia de Segurança Pública (PSP) serão informados.
Entre as reivindicações da ASPP está a criação de uma tabela remuneratória "justa e adequada", a exclusão da PSP da Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Função Pública, a inclusão dos cônjuges nos serviços de saúde da PSP, a atribuição do subsídio de risco a todos os profissionais da PSP e a pré-aposentação aos 55 anos de idade ou 36 de serviço.
A alteração da lei da pré-aposentação é importante para rejuvenescer a polícia: “Não queremos profissionais com 60 anos a combater o crime organizado e violento. Isto não faz sentido”, frisou. Os sindicatos acusam o Governo de não aceitar discutir as propostas que apresentaram e salientam que as negociações são apenas “uma mera formalidade de audição" e que o Executivo "tem de deixar de ter um olhar economicista sobre a PSP” 2.
 
1. Ver http://sic.aeiou.pt/online/noticias/pais/Cerca+de+mil+policias+entregam+bones+na+residencia+de+Socrates.htm
2. Ver http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/519782
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publicado por Sobreda às 02:16
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