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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Acessibilidades a quantos por cento?

Está a nascer em pleno coração de Telheiras um novo empreendimento imobiliário: a Aldeia de Telheiras. O projecto compreende um total de 16 moradias, das quais 9 foram construídas de raiz e 7 reabilitadas, com áreas entre 214 m² a 439 m². Segundo a EPUL, após um investimento orçado em cerca de 6 milhões de euros mais IVA, as vivendas estarão já 100% comercializadas.

Nas imediações, de um lado, ergue-se a igreja e o convento de Nossa Senhora da Porta do Céu, do outro vislumbra-se a Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro e a adega da ex-Quinta de São Vicente, em frente espraia-se entre a Praça Central e o principal núcleo de comércio local.

A EPUL vende sonhos, pretendendo que a Aldeia de Telheiras contraste com a vida da cidade, num (impossível) reencontro com o ambiente das antigas aldeias que tornejavam Lisboa. É que, a troco de mais betão, as quintas e as hortas há muito abandonaram o bairro, pelo que deixou de haver qualquer “compromisso entre o passado e o futuro”.

Publicita a EPUL que a Aldeia de Telheiras é o espaço ideal para quem procura o sossego. Onde? Na esquina das movimentadas vias do bairro, nas infindáveis obras da esventrada velha Estrada de Telheiras? O prazo previsto para a conclusão da ‘Aldeia’ era de 18 meses após o despacho da vereadora. E já lá vão dois anos. O Jardim da Esplanada já ultrapassou também os prazos previstos (cinco meses), mas em ‘compensação’ ganhou o estacionamento abusivo de viaturas (carros e motorizadas) em cima dos passeios e dos ‘restos’ de relva.

E o que dizer de o acesso de viaturas ao estacionamento subterrâneo da Aldeia de Telheiras se localizar exactamente ‘entalada’ entre a paragem de autocarros da Carris e a mal iluminada rampa de acesso à estação do Metro, bem como aos semáforos do entroncamento da Rua Prof. Francisco Gentil com a Rua Prof. Vieira de Almeida, local de uma outra entrada do também subterrâneo estacionamento da Praça Central?

Os transeuntes durante o Inverno desviavam-se do lamaçal que pejava o passeio, circulando no asfalto, agora evitam-no por causa do total desprezo do empreiteiro pela poeira seca arrastada pelo rodado de camiões e máquinas. Onde estará a segurança dos peões e utentes que não podem usar os passeios para aceder aos transportes públicos? Vivendas a 100%, obras a 200 e acessibilidades a quantos?

1. Ver www.epul.pt/?id_categoria=6&id_item=15

publicado por Sobreda às 01:45
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