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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Linhas da rede do Metro voltam a mudar de linha

A criação de uma linha circular que una parte das actuais linhas verde e amarela da rede de metropolitano de Lisboa e a construção de um troço que ligue directamente a estação do Oriente à Pontinha em 24 minutos (através da Freguesia do Lumiar) são as principais novidades constantes da nova proposta de expansão da rede, para ser concretizado entre 2010 e 2020.

A proposta pressupõe a ligação do Aeroporto (cuja ligação a Oriente está actualmente a ser construída) ao hospital Amadora-Sintra, passando pelo Campo Grande e pela Pontinha. O troço que juntaria a estação de Campo Grande a Telheiras deixaria de fazer parte da linha verde e seria integrado na nova linha vermelha.
Telheiras poderá assim vir a ligar-se à Pontinha através de três estações (Fernando Namora, Senhora da Luz, Padre Cruz) e o troço entre a Pontinha e Amadora-Este, com a já anunciada chegada ao hospital Amadora-Sintra, integraria esta nova linha.
No outro extremo, a linha vermelha tem proposta de ampliação, desta vez de S. Sebastião até Campo de Ourique, sendo que neste bairro se divide em dois troços: um com direcção ao Alvito e outro com final em Alcântara. O Alvito poderá tornar-se um ponto de intermodalidade, ligando o metro ao eixo ferroviário Norte/Sul, permitindo ligações à parte ocidental da área metropolitana.
Por sua vez, Alcântara é encarada como uma nova centralidade de Lisboa, com a concretização dos planos para aquela área. No entanto, a zona ocidental a sul de Monsanto não tem proposta de prolongamento, ficando a Ajuda, Belém e Restelo sem o metropolitano.

 

 

Na proposta de extensões a construir na nova linha vermelha prevêem-se 5,9 km entre o Aeroporto e a Pontinha, 3,9 entre S. Sebastião e o Alvito e a ligação de Campo de Ourique a Alcântara será feita em 2,3 km. Uma duração de dez minutos é o tempo estimado para se efectuar o trajecto entre o Alvito e Saldanha.

No centro de Lisboa, salienta-se a fusão do troço Rato-Campo Grande ao percurso da linha verde entre esta mesma estação e o Cais do Sodré. Através do prolongamento do Rato ao Cais do Sodré, com paragens em São Bento e Santos, tornar-se-á possível a criação da tal linha circular.
Envolvendo um investimento total de 2,5 mil milhões de euros, o projecto concretizará a chegada do metro a Loures, com final no Infantado, permitida por uma ramificação em Odivelas. Segundo a proposta, um outro ramal seguirá dali para o centro do concelho, depois para a Ramada, terminando nos Bons Dias, em Odivelas. Este troço, segundo prazos divulgados na apresentação, tem conclusão prevista para 2017.
Na rede já existente, está prevista a criação de mais estações. Benfica, um bairro onde há queixas devido a problemas de acessibilidade, será servido com uma bifurcação a partir do Colégio Militar. Por sua vez, entre Roma e Areeiro propõe-se a construção da estação Madrid, que serviria de interface à estação da Refer. Um ano e meio depois da sua inauguração, o percurso entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia tem prevista uma nova paragem em Alfama, por solicitação da CML.
Também uma rede de light rail (transporte mais leve que o metro convencional) poderá vir a ser explorada numa lógica de complementaridade. Apesar da previsão de 30 novas estações e de mais 29 km na rede do metropolitano, o plano poderá sofrer alterações após as apreciações dos municípios e de outras entidades envolvidas 1.
 
Nota: Deve salientar-se que esta ‘nova’ proposta a executar até (ou para lá) de 2020 é apenas mais uma entre as diversas alternativas que vêm sendo anunciadas (com muitas variantes), sempre mais ou menos por volta de períodos eleitorais 2
Mas, como já se 'ouviram' tantas versões, trata-se apenas de baralhar as linhas na rede e voltar a dar.
 
1. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398851
2. Ver http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2009/08/projectos-de-expansao-do-metropolitano.html
publicado por Sobreda às 00:36
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