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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

O repentino 'amor' do primeiro-ministro pelo investimento público

«Sócrates converteu-se repentinamente num defensor ardente do investimento público, apresentando isso como um ponto importante que o diferenciaria de M. F. Leite. E isto quando nos últimos quatro anos foi precisamente o seu governo que mais reduziu o investimento público em Portugal.

De acordo com o Eurostat, em 2004, (…) ou seja, antes do Governo de Sócrates tomar posse, o investimento público, medido em percentagem do PIB, era em Portugal superior à média da UE27 (em Portugal 3,1% do PIB; na UE27: 2,4% do PIB), mas em 2008. Portanto depois de quatro anos de Governo de Sócrates, já se verificava precisamente o contrário, pois o investimento público em Portugal já era inferior à média da UE27 (2,7% do PIB na UE27, e apenas 2,1% do PIB em Portugal).
É evidente que esta quebra tão acentuada no investimento público em Portugal contribuiu para a dimensão que a crise está a atingir no nosso país, na medida que o deixou, sob o ponto de vista económico e social, extremamente fragilizado e, portanto, não preparado para enfrentar uma crise como a actual.
Por outro lado, muitos dos distritos do País menos desenvolvidos e com mais graves problemas sociais foram os mais sacrificados com esta politica de redução do investimento público do governo de Sócrates, pois foram precisamente esses distritos que sofreram maiores cortes (…)
Mas esta critica à política de Sócrates não deve fazer esquecer que a defendida por M. F. Leite não é melhor. Quem se dê ao trabalho de ler o programa eleitoral do PSD ficará certamente surpreendido com a falta de consistência técnica dos argumentos utilizados contra o investimento público.
Se esta crise teve alguma coisa e útil, mas parece que M. F. Leite não aprendeu nada, foi mostrar a falência de um modelo de crescimento económico baseado fundamentalmente nas exportações (“o crescimento milagroso” de que falavam alguns dos teóricos do neoliberalismo em Portugal), na “auto-regulação dos mercados”, e na redução do papel do Estado na economia (…)
Se a política seguida no passado, de total submissão aos grandes grupos, não mudar radicalmente, corre-se o risco sério de novas crises no futuro ainda mais graves e profundas, com custos económicos e sociais ainda muito maiores que os actuais. Só uma direita agarrada à defesa dos interesses de uma minoria privilegiada é que ainda não compreendeu isso e se opõe a essa mudança».
 
Ler o estudo “O súbito e estranho amor de Sócrates pelo investimento público” do economista Eugénio Rosa
publicado por Sobreda às 00:35
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