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Domingo, 13 de Setembro de 2009

Retratos da Feira da Luz

A Feira da Luz, era já referida pelo jornalista e dramaturgo Sousa Bastos no seu livro ‘Lisboa Velha: Sessenta Anos de Recordações - 1850 a 1910’ como uma das romarias anuais de Setembro que se realiza “no largo que tem a mesma denominação, junto a Carnide”.

“Com muita e animada concorrência de gente da capital e dos arrabaldes”, tinha começado na véspera esta “romaria tradicional nos costumes do povo, que durante uma semana ali vai folgar e divertir-se”. Nas memórias de Sousa Bastos, embora se dissesse que “o seu principal movimento e a sua fama dá-lha a feira de gado”, explicava-se que também “tem algumas barracas de comidas e quinquilharias e um ou dois teatrinhos de fantoches”, mas sublinhava-se, sobretudo, ser ali “que pela primeira vez no ano aparecem as castanhas e os leitões assados”.
Em 1935, “apesar de ser na quarta-feira próxima o grande dia da Feira da Luz, [a romaria já] esteve muito animada neste primeiro domingo de Setembro”. Logo, “desde as primeiras horas da manhã que as gentes de Lisboa e dos arredores se fizeram transportar ao largo fronteiro ao antigo convento, onde hoje funciona o Colégio Militar. Foram usados todos os meios de locomoção e até velhos carros bizarramente enfeitados”.
Após a missa matinal, “a que assistiu grande número de fiéis, ficando o altar de Nossas Senhora cheio de oferendas”, “reinou [a] alegria no grande recinto da feira. Em volta da mancha policroma das barracas de quinquilharias e de loiças de barro - onde se faz largo e proveitoso negócio - magotes de rapazes e raparigas bailaram e cantaram. Os cavalinhos andaram toda a tarde pejados de 'equitadores' ruidosos”.
E, até à noite, “o ambiente não se alterou: animação, bailaricos, rodas de raparigas, música, vinho às canadas, pastéis de bacalhau - o quadro de sempre, simples, popular e lisboeta”.
“No posto do Colégio [Militar] fizeram-se alguns curativos de ferimentos sem importância a pessoas vítimas de desastres e de agressões”. Eis, pois, um povo de brandos costumes e de rijas carnes.
 
Ver http://dn.sapo.pt/gente/interior.aspx?content_id=1359662
publicado por Sobreda às 00:22
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