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Sexta-feira, 6 de Julho de 2007

Por melhores condições de habitabilidade

No âmbito dos programas de habitação social foram construídos dez mil fogos em Lisboa, entre 1990 e 1996. Num total de 12 anos que a CDU esteve no poder na Câmara “foram construídos cerca de 20 mil fogos, número muito superior aos construídos nos anos anteriores”. Por conseguinte, no final do ano de 2001, os bairros de barracas estavam extintos e as poucas barracas que ainda existiam tinham a garantia de que iriam ser demolidas e os seus habitantes realojados, dentro dos primeiros meses de 2002.

Porém, com a gestão PSD/CDS dos últimos seis anos atrasou-se todo o processo de realojamento, parando-se obras em curso ou demolindo parte dos prédios.

A CDU está ainda preocupada com a falta de equipamentos sociais, culturais, recreativos, desportivos de lazer. A sua ausência constitui “um factor que contribui para aumentar o nível de degradação que se começa a sentir nos bairros de construção mais recente”, onde “a falta de integração social dos agregados familiares é indissociável da sua participação na vida quotidiana”.

 

Por isso os bairros municipais de Lisboa precisam que se:

• Avalie o trabalho da GEBALIS e o seu papel na gestão dos bairros;

• Promova uma avaliação rigorosa do estado de conservação dos prédios e áreas envolventes;

• Promova a constituição de uma administração de condomínio por prédio, para a gestão de tudo o que diga respeito aos espaços, quer habitacionais, quer não habitacionais e mesmo aos espaços envolventes;

• De imediato se abra e coloque ao serviço das populações os parques de estacionamento subterrâneos, de acordo com um programa de gestão e manutenção que assegure a sua prevenção anti-vandalismo;

• Defina um programa de incentivos visando a ocupação dos espaços abandonados nos rés-do-chão dos prédios, prioritariamente por associações de moradores ou para pequenos negócios úteis às populações desses bairros;

• Incentive a intervenção das populações na manutenção das partes comuns dos lotes;

• Retome os planos de emergência, vocacionados para obras, assim como o plano social de integração, com a criação de equipas de apoio;

• Seja assegurada pela CML ou pela GEBALIS a gestão do condomínio enquanto o município estiver até 50 por cento dos fogos na sua propriedade.

publicado por Sobreda às 01:17
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1 comentário:
De Zé da Burra o Alentejano a 10 de Outubro de 2007 às 11:17
Nas décadas de 50 e 60 do século XX o Estado Novo subsidiou a construção de bairros de habitação social que poderiam ser considerados uma tentativa de decalque da aldeia de onde eram originários os seus destinatários que chegavam então à cidade. Esses bairros eram constituídos por casas independentes com um pequeno quintal que poderia servir de jardim e até de horta que os futuros moradores estavam habituados a possuir na sua aldeia, não os obrigando a alterações radicais na sua forma de vida.

Compreende-se esta política, porque não se pode pegar em pessoas habituadas a viver ao ar livre, com o seu quintal e horta, sem vizinhos nem por cima nem por baixo, nalguns casos habituadas ao convívio ao redor de fogueiras, e colocá-las "engaioladas" em apartamentos com vários andares. É um erro hoje já confirmado. Basta uma visita pelos bairros sociais construídos depois do 25 de Abril: O assunto que passo a descrever foi já objecto de notícia nas televisões, tratam-se de torres com muitos andares com elevadores permanentemente vandalizados, onde se tem que subir a pé muitos andares, por vezes, às escuras, porque a instalação eléctrica foi arrancada sabe-se lá por quem, suspeitando-se que por toxicodependentes para venda do cobre para a aquisição de drogas. A maioria dos moradores até são gente trabalhadora e não são drogados e mereciam ser protegidos.

Quem geria esses bairros reparou durante algum tempo os estragos, mas rapidamente notou que as reparações pouco duravam porque os edifícios eram de imediato vandalizados de novo e talvez por isso muitos já não têm qualquer manutenção há muito tempo e estão ao abandono.

Ninguém pode dizer que a culpa é dos moradores, porque basta um drogado/delinquente/vândalo em cada bloco de apartamentos para impedir a normalidade.

No pós 25 de Abril também foram construídos bairros com casas separadas (não em blocos de apartamentos). Aí houve mais sucesso com o mesmo perfil de moradores. É que aí é muito mais fácil a cada um zelar pela sua própria casa.

Do mesmo modo não poderemos culpar os passageiros dos autocarros, comboios e barcos de destruírem as paragens e os bancos e de os riscarem vergonhosamente. Não! a maioria dos passageiros são vítimas de uns poucos vândalos que tudo destruem impunemente até que os nossos políticos se debrucem sobre o problema. Até lá são coniventes por omissão de medidas.

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