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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Radares de Lisboa em regime sancionatório

Após o aval da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) na passada 6ª fª, os 21 radares de velocidade colocados pela CML em várias vias da cidade foram reactivados ontem, mas só começam a funcionar em regime sancionatório a partir da próxima 2ª fª, dia 16.

A decisão foi porém tomada mediante algumas condições, nomeadamente que o tratamento dos dados resulte apenas de radares colocados em vias municipais, sobre as quais a Polícia Municipal (PM), através da CML, tem jurisdição. “As finalidades legítimas da Câmara Municipal de Lisboa, responsável pelo tratamento, decorrem (...) das funções prosseguidas pela Polícia Municipal no domínio da fiscalização do trânsito rodoviário na área de jurisdição municipal”, refere o documento, na explanação dos fundamentos da autorização.

De acordo com a mesma decisão, a PM fica autorizada a elaborar autos de notícia relativos a infracções de trânsito, mas apenas nas vias de jurisdição municipal. De acordo com aqueles fundamentos, o tratamento notificado, que venha a ocorrer, prevê que nos casos de infracção grave ou muito grave, a foto com a matrícula seja impressa e remetida com o auto à Direcção-Geral de Viação. Na decisão, a Comissão permite assim à PM o tratamento de dados como o local, data e hora da infracção, número de fotografia, velocidade detectada, velocidade relevante e fotograma do veículo com registo de matrícula.

Os radares estão colocados na Segunda Circular (três) nas avenidas das Descobertas, da Índia, Cidade do Porto, Brasília, de Ceuta (dois), Infante D. Henrique (dois), Estados Unidos da América, Marechal Gomes da Costa e Gago Coutinho e nos túneis do Campo Grande (dois), do Marquês de Pombal e da Avenida João XXI (dois) e na Radial de Benfica (dois). Os critérios que estiveram na base da escolha destas 14 vias foram o elevado índice de sinistralidade, a inexistência de semáforos e serem saídas de túneis.

Segundo o jornal, nas vias de Lisboa estão contabilizados mais de 455 mil condutores em excesso de velocidade, provocando acidentes em muitos dos casos mortais.

Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1298964&idCanal=59

publicado por Sobreda às 11:20
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1 comentário:
De Zé da Burra o Alentejano a 30 de Agosto de 2007 às 09:40
Opinião Radares de Lisboa

Reparo com agrado que a velocidade prevista de 50 km por hora para a Radial da Buraca é afinal de 80 Km por hora. A velocidade de 50 era realmente muito ridícula e era inferior à de 70, permitida sobre o tabuleiro da Ponte 25 de Abril, ou à imediatamente a seguir, entre o viaduto Duarte Pacheco e o Aqueduto das Água Livres, onde o limite é de 80, num local de curvas e contra curvas. A velocidade aqui é exagerada e está bem provado pelos embates visíveis no separador central e nos protectores laterais. Apesar de tudo, julgo ainda que a Radial da Buraca não me parece mais perigosa que o IC19, pelo que não creio que fosse demais aceitar o limite de 100 km nesse local. O qual seria obviamente reduzido para 50 no entroncamento com a 2.ª. circular, como já acontece.

Uma coisa é circular-se na Av. Marechal Gomes da Costa, na extensão da Av. EUA, na Av. da República ou Infante Dom Henrique; outra é circular-se na Rua da Escola Politécnica, na Travessa das Flores, na Rua da Madalena ou na Rua do Alecrim, nas vias à direita do Campo Grande, da Av. da República ou da Av. da Liberdade.

As vias onde em geral foram colocados os controlos de velocidade deveriam ser consideradas “vias rápidas urbanas”, sendo permitido um limite superior aos 50 km por hora, pois têm em geral faixas de trânsito separadas, cruzamentos desnivelados e sem habitações a ladeá-las. Para redução dos acidentes com os peões seria conveniente a colocação de barreiras que impedissem o seu atravessamento fora dos locais próprios, que são os poucos semáforos existentes nos cruzamentos de nível ainda não substituídos por outros desnivelados. Nos semáforos os carros têm é que parar ao sinal vermelho, independentemente da velocidade a que vão (existe o sinal amarelo para que não hajam travagens bruscas). Muitos acidentes dão-se nas Avenidas lisboetas por falta de barreiras que impeçam o seu atravessamento em locais impróprios.

Controlem a velocidade na malha apertada dos bairros da cidade e nem precisam de avisos prévios. Actualmente estamos perante o paradoxo dos automobilistas que ultrapassem os 50 Km nas vias centrais das Avenidas serem automaticamente sancionados enquanto que os que circulem nas laterais, à direita, a 70 Km (ou mais), junto aos edifícios, poderem ficar impunes. Assim, seria muito mais útil o controlo de velocidade na Rua Conde de Almoster em vez de na Radial da Buraca. O facto de na Conde Almoster haver semáforos não justifica a escolha porque, por exemplo, na Av. das Descobertas, em frente às bombas da BP, há semáforos e também um destes radares. Ou será que há mais acidentes na Radial da Buraca, nomeadamente atropelamentos?

É claro que nas vias onde os 50 Km por hora fosse a velocidade máxima adequada não seriam detectados tantos infractores, mas uma coisa garanto eu: os que fossem “caçados” mereciam bem mais o castigo da multa!

Os limites de velocidade poderiam ser variáveis, tal como na Ponte Vasco da Gama. Os “placards” instalados até o permitem: Já imaginaram o que é circular na Av. da República ou subir o túnel do Marquês em direcção às Amoreiras a 50 Km por hora às 2h00 da madrugada? Será o mesmo que descer pró Marquês às 10h00 da manhã?

Passei com a minha mulher à dias num dos locais onde estão os radares a indicar os 50 Km por hora, no prolongamento da Av. EUA, e, à cautela, circulei a 40 Km por hora. O limite é de 50, mas não poderia ir no limite porque me arriscava a ultrapassá-lo ou teria que olhar pró conta quilómetros em vez de olhar prá da estrada, o que é PERIGOSO. O resultado foi muito interessante, pois a minha mulher avisou-me que não queria voltar a passar por aquele sítio. Acho que vou aceitar a sugestão mesmo quando for sozinho e recomendá-la aos restantes automobilistas. Aquelas vias devem ser desprezadas até que seja corrigido o insólito limite.

Zé da Burra o Alentejano

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