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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

Primeiras promessas

A saber, as promessas que António Costa deixou no domingo à noite:

- começar a restringir a circulação automóvel no Terreiro do Paço já a partir de Agosto, aos domingos;

- lançar, no início de Setembro, uma operação de limpeza geral da cidade, “não só a remoção de detritos como a lavagem dos passeios e a remoção dos cartazes ilegais”;

- repintar as passadeiras de peões junto às escolas até ao princípio do ano lectivo; desbloquear as obras paradas por falta de pagamento aos empreiteiros;

- lançar uma operação de “tolerância zero” relativamente ao estacionamento em cima dos passeios ou em segunda fila, com arranque marcado para 12 de Setembro;

- vai ainda pedir à banca 350 milhões de euros para pagar as dívidas aos fornecedores e estabelecer um contrato de reequilíbrio financeiro com a administração central, de forma a endireitar a situação da autarquia;

- reduzir as despesas desnecessárias com pessoal e economizar nos fornecimentos de materiais.

O vencedor não especificou se falava dos trabalhadores da CML ou de assessores partidários. Também se escusou a falar de coligações pós-eleitorais, agora que ficou “numa situação de necessidade” e “refém dos jogos político-partidários”.

 

Nessa mesma noite, várias camionetas despejaram no hotel do discurso de vitória dezenas de simpatizantes e militantes socialistas vindos de diversos pontos do país. Foram eles que ajudaram a compor a festa cor-de-rosa, e muitas das bandeiras que se viu ondular nos directos televisivos eram seguradas por excursionistas vindos de aldeias perdidas em concelhos tão longínquos como o Alandroal, Cabeceiras de Basto e Famalicão.

Há mesmo quem já tenha escrito na ‘blogosfera’ que “foi comovente verificar como vieram de tão longe, para comemorar uma vitória que lhe era estranha”. Só para rir...

Os do Norte tinham almoçado em Fátima, visita ao santuário incluída, e rumado ao Oceanário, antes de - surpresos, como afirmou um dos entrevistados excursionistas - entrarem pelo hotel adentro com as suas roupas puídas e os seus carrapitos, caras tisnadas do sol da lavoura no meio de senhoras de sandálias douradas e senhores de blazer. Os do Sul foram a Mafra e ainda tiveram tempo de dar um salto à praia. Tudo ‘a convite’ do partido. “Eu sei lá porque viemos aqui”, respondia uma idosa 1.

 

1. Ver “Alandroal, Cabeceiras de Basto e Famalicão na festa da vitória lisboeta de António Costa” por Ana Henriques, Público 2007-07-16, p. 4
Temas:
publicado por Sobreda às 17:03
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2 comentários:
De Verde a 16 de Julho de 2007 às 20:54
Eleições de Lisboa

Entre os partidos que não podem celebrar vitória (todos excepto o PS) está o PCP. Apesar de ter aguentado os dois vereadores que tinha, desceu para baixo dos 10%, perdeu em todas as freguesias em que tradicionalmente ganhava, passou para o 5º lugar na ordem de votação das listas (era normalmente o 3º) e falhou rotundamente a aposta em tirar partido da tentativa de transformação das eleições numa condenação do Governo.

Vital Moreira in Causa Nossa em 16.7.07
De Carolina Santos a 17 de Julho de 2007 às 14:55
Parece-me que o Sr. Verde está um pouco equivocado e subescrevo inteiramente a análise feita pelo camarada Jerónimo de Sousa.


"O importante resultado obtido pela CDU — traduzido em cerca de 10% dos votos e a eleição de dois vereadores — constitui uma expressiva afirmação da CDU e do seu projecto para a cidade. Num quadro mais vasto de candidaturas a votação agora obtida confirmam a CDU como a terceira força política na cidade e uma força de inegável influência, presença necessária e indispensável para a solução dos seus problemas e para a defesa dos interesses da sua população.
O resultado agora obtido pelo PS — a eleição de um presidente da Câmara Municipal de Lisboa, com a menor percentagem e número de votos de sempre, correspondente à menor maioria de todas as maiorias obtidas no município de Lisboa — não pode deixar de ser lido para além do resultado autárquico em si. O perfil do candidato e o seu papel decisivo na condução e responsabilidade do PS e da sua acção no governo não são comparáveis às leituras que decorreriam da presença de um outro candidato.
Numa situação em que PSD e CDS/PP acumularam o maior descrédito de sempre na cidade e em que seria presumível que o PS dele pudesse beneficiar, a votação do PS e de António Costa constitui, sem dúvida, quando comparado com o resultado obtido pelo PS nas legislativas de 2005 (42.5%), uma significativa redução da base de apoio do PS e de condenação da política do actual Governo.

A maioria relativa obtida pelo PS — perto de 30 % dos votos — fica manifestamente aquém das expectativas e da maioria clara, absoluta de facto, que havia reclamado. O resultado do PS, confirma uma reduzida credibilidade política decorrente não apenas do percurso de compromissos com a direita na autarquia da capital mas também pela política anti-social que prossegue no país."


Só é cego aquele que não quer ver!

Carolina Santos

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