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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

O estado do Estado

Em jeito de balanço parlamentar, sectores-chave do País traçam o pior cenário dos últimos meses. O encerramento das urgências e de escolas, o desemprego e a lentidão judicial fizeram deste um “ano negro” para os portugueses. “Um ano para esquecer, “dos piores de sempre” e com “balanço negativo”.

O ex-Procurador-geral da República fez ontem um “balanço negativo” sobre a falta de celeridade dos tribunais portugueses. “Este ano não me deixa boas recordações”, confessa também o bastonário da Ordem dos Médicos, “foi um ano para esquecer”, apontando o encerramento das urgências em localidades do interior ou a introdução de taxas moderadoras nos serviços de internamento e cirurgia, como “tomadas de decisão problemáticas” que fizeram deste uma ano negro para a Saúde. Por outro lado, o bastonário da Ordem dos Advogados refere o grande fracasso do Governo em ter deixado por resolver 750 mil acções de dívida, “algumas das quais estão pendentes há mais de três anos”, acumulando-se cerca de 90 % destes processos nas cidades de Lisboa e Porto, o que constitui “um péssimo sinal de cidadania, que desespera os credores e causa instabilidade no país”.

O sector da Educação não faz melhor retrospectiva. “Um dos anos mais inesquecíveis, pela negativa, em 33 anos de democracia”, acusa o secretário-geral da Fenprof, salientando a imposição do estatuto da carreira docente, o encerramento de 2500 escolas, as “confusões nos exames nacionais” e os concursos para professores titulares, do rol das medidas governamentais que se saldaram num “ataque à qualidade da Educação”.

Também o presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, para além de considerar este ano “um dos piores de sempre” adianta que “as pessoas começam a ter medo de falar”, enfatizando que se “começou a atacar as liberdades” e que estes meses “foram dramáticos” pelo aumento do desemprego e pela diminuição do poder de compra. Também a CGTP faz “uma avaliação péssima” do ano, devido ao aumento do limite da idade de reforma ou às alterações da contratação colectiva 1.

Para além de tudo isto, uma em cada três empresas queixa-se que o Estado português demora mais de 120 dias a pagar as suas dívidas e quase metade lamenta que as autarquias demorem o mesmo tempo, revela um estudo da AIP. Estes resultados constam do Inquérito à Actividade Económica (IAE) de 2007, elaborado pela Associação Industrial Portuguesa (AIP), que foi ontem divulgado. “O Estado, nestes aspectos, comporta-se de forma arrogante, abusando do seu papel de comprador”, disse em conferência de imprensa o presidente da AIP. “As empresas têm de ter coragem de dizer não, mas a administração política tem de levar o Estado a cumprir prazos”, acrescentou 2.

No Lumiar, é difícil esquecer as peripécias na abertura do ano escolar, a junção de 400 crianças numa única escola, o atraso no pagamento das actividades de enriquecimento escolar ou mais uma concessão a privados de uma escola na Alta do Lumiar. Também o longo arrastar da substituição da provisória extensão do Centro de Saúde, que afinal reabre sem todas as suas valências, continuando a aguardar-se a inauguração do projectado Centro de raiz no Montinho de S. Gonçalo. Ou ainda a ameaça que vem pairando sobre as esquadras da zona (Carnide incluída) e do seu eventual encerramento.

E sem esquecer as gravosas pressões urbanísticas na Quinta das Camélias (ex-EPAM), Quinta de Nª Srª da Paz ou terrenos envolventes do ex-Estádio de Alvalade, bem com as sempre adiadas promessas de resolução do degradado parque habitacional da Rua Pedro de Queirós Pereira. A tudo se juntam as inaugurações para a “fotografia” seguido de abandono dos espaços verdes, como no caso da Quinta das Conchas, obras inacabadas como na Av. Santos e Castro e Alameda das Linhas de Torres, zebras por pintar, buracos por tapar, vias sem iluminação, como nos perigosos acessos ao Eixo Norte-Sul.

Um estado muito lamentável.

 

1. Meia Hora 2007-07-20, p. 3 e 4

2. Metro 2007-07-20, p. 9

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publicado por Sobreda às 15:13
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