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Sábado, 21 de Julho de 2007

Os disponíveis

Embora ainda não estejam definidos quantos pelouros vão existir no novo Executivo, nem se e quais os vereadores da Oposição que vão aceitar pelouros, é já certo que algumas áreas vão mesmo ficar nas mãos dos seis eleitos do PS. Na campanha eleitoral, António Costa disse que, caso fosse eleito presidente, chamaria a si os pelouros da Segurança, Protecção Civil e Actividades Económicas. O seu número dois, arquitecto Manuel Salgado, ficará (obviamente) responsável pelo Urbanismo, e Ana Sara Brito (que está na Comissão Administrativa) vai voltar a ser responsável pela Habitação, pelouro que já tutelou em anteriores mandatos. Marcos Perestrello, membro do Secretariado Nacional do PS, estava indicado para os Espaços Verdes e Rosália Vargas ficará com a Educação. José Cardoso da Silva, que há anos trabalha na banca, será responsável pelo decisivo pelouro das Finanças.

Entretanto, o recém-eleito presidente da CML, recebeu na 5ª fª a primeira “nega” à sua proposta de entregar pelouros aos restantes vereadores que têm lugar no Executivo. A CDU, que manteve a sua representação de dois vereadores nas eleições de domingo, recusou a proposta, alegando que tem “discordâncias de fundo” em relação ao projecto do PS para Lisboa. E invocando os “inquietantes sinais” que resultam “dos compromissos já assumidos com conhecidas figuras da Direita para funções de gestão na cidade”, referindo-se aos convites endereçados a Maria José Nogueira Pinto e a José Miguel Júdice.

No entanto, disponíveis é o que não falta !

Helena Roseta - cujo movimento “Cidadãos por Lisboa” elegeu dois vereadores - também já foi abordada por António Costa e mostrou-se disposta a assumir responsabilidades, mas recusa-se a fazer acordos de coligação que a obriguem a viabilizar todas as propostas do PS. “Votarei sempre de acordo com a minha consciência”.

José Sá Fernandes do BE também está disponível para aceitar pelouros, mas impõe várias condições, desde logo que não sejam atribuídas responsabilidades aos vereadores eleitos pelo PSD e pela candidatura de Carmona Rodrigues (três cada), que responsabiliza pela crise a que a autarquia chegou.

Até Carmona já terá sido também abordado e estará disponível para aceitar pelouros, embora sem formalizar uma coligação, o que deverá obrigar a acordos pontuais com vários partidos.

Também na 5ª fª, o novo presidente da CML encontrou-se ao almoço com a presidente da AML - onde o PSD tem maioria - e acertaram que o Executivo tomará posse no dia 1 de Agosto. Com muitos “disponíveis” à sua volta, independentemente dos compromissos pré-eleitorais que estes assumiram perante o eleitorado 1.

Mas as conversações para tentar assegurar uma “maioria estável” no executivo estão a ser conduzidas “sem sucesso”.

De acordo com a versão do PS, ao longo desta última semana falou-se com os cabeças de lista de todas as forças políticas com representantes no futuro executivo. “Desses contactos a conclusão é que não foi possível formar uma maioria estável no executivo para os próximos dois anos. Tanto a CDU [força que agrega PCP e Os Verdes], como a candidatura independente de Helena Roseta, recusaram a celebração com o PS de um acordo político até 2009”, mesmo tendo oferecido à candidatura de Helena Roseta os pelouros da segurança rodoviária, da cidadania e participação, e da reforma da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL), mas “mesmo assim a resposta foi uma recusa”.

Em relação aos vereadores eleitos pelo PSD e pela candidatura independente de Carmona Rodrigues, “politicamente não fazia sentido atribuir-lhes pelouros” no futuro executivo. “Nas últimas eleições intercalares os lisboetas deram um sinal de mudança e, por isso, não fazia qualquer sentido atribuir pelouros a quem teve responsabilidades directas na crise que Lisboa atravessa há seis anos”.

Em relação ao BE “os contactos prosseguem”, não estando excluída a possibilidade de um acordo, mas esse acordo será sempre insuficiente para assegurar uma maioria estável no novo executivo” 2. São quase todos provisórios (in)disponíveis.

 

1. Ver http://jn.sapo.pt/2007/07/20/pais/cdu_recusou_aceitar_pelouros_roseta_.html

2. Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=46408

Temas:
publicado por Sobreda às 01:01
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2 comentários:
De filipe campos ferreira a 21 de Julho de 2007 às 16:11
Caros Amigos,
Penso ter chegado a hora de termos um papel mais interventivo.
Nunca se falou tanto no uso das Bicicletas nas Cidades (não só em Lisboa), por isso penso ter chegado a altura para tentarmos fazer uma grande reunião magna convidando todos os grupos e indivíduos interessados neste assunto para discutirmos entre nós aquilo que achamos que é fundamental para que os diversos Poderes sejam eles nacionais regionais e/ou locais, passem à acção e que deixem de nos usar só nos períodos eleitorais.
Teríamos que pensar num local para esta reunião, a FPCUB deverá ter um papel de liderança (como tem tido ao longo da sua existência) nesta luta. Depois de chegarmos a conclusões deveríamos fazer uma grande iniciativa nas ruas para chamarmos à atenção de que, de uma vez por todas, os diversos Poderes têm que passar à prática aquilo que têm prometido e nós temos que ser mais actuantes.
Gostaria de saber se estão de acordo e o que acham de marcarmos uma reunião.

Um Abraço
Filipe Campos Ferreira
De Sobreda a 22 de Julho de 2007 às 20:56
Caro Filipe,
Agradecemos o seu comentário começando por o remeter para alguns anteriores artigos, por exemplo, neste blogue “A CDU e as Vias Cicláveis em Lisboa”, publicado no Sábado, dia 7 de Julho de 2007, no URL http://cdulumiar.blogs.sapo.pt/67706.html

Exactamente sobre a questão que coloca, ler também a recente síntese “A descoberta da pólvora” no URL http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/07/descoberta-da-plvora.html, bem como “Alternativas de transporte” no URL http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/06/alternativas-de-transporte.html citando iniciativas da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.

Leia também por favor outras anteriores notícias e respectivos ‘links’ e comentários em http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/de-entrecampos-telheiras-perdeu-se.html, http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/espera-do-reboque-do-carro-vassoura.html.

Ou ainda outros exemplos vindos de fora como “O Comité Económico e Social Europeu pede aposta na bicicleta” http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/05/o-comit-econmico-e-social-europeu-pede.html e “Colina acima, sobe, sobe a calçada!” em http://osverdesemlisboa.blogspot.com/2007/02/colina-acima-sobe-sobe-calada.html

Se conseguiu ter ‘paciência’ para (re)ler tudo, constatará que iniciativas fundamentadas, propostas reais e recomendações várias (na AML e CML) são o que não falta. Recentemente, muitos candidatos ‘acenaram’ fotogenicamente para a comunicação social; nós insistimos com medidas que permitam regular a circulação facilitando uma mobilidade saudável. Por isso, continuamos atentos e disponíveis para voltar à liça e agendar novas acções, procurando sempre o diálogo tripartido com as associações interessadas e as instituições responsáveis.

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