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Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Vitórias de Pirro

A crise que atingiu os partidos da direita não surgiu com o descalabro eleitoral, já lá estava há muito, os resultados em Lisboa só aprofundaram divisões e guerras intestinas ou realçaram o vazio e a monodependência funcional.

Estas dificuldades nem são novas nem exclusivas destes partidos. Sucedem sempre nos chamados partidos clientelares - como são o PSD, o PS e também o CDS - quando não estão no poder. A esmagadora maioria dos seus quadros e dirigentes não suportam estar na oposição, só se unem em função da perspectiva do exercício de cargos de poder a curto prazo, não se mobilizam por causas ou em função de estratégias políticas de médio ou longo prazo.

Na crise actual, a situação no PSD tem, porém, outros factores agravantes. Na realidade, o clima calamitoso do PSD tem menos a ver com lideranças que com a total impossibilidade de apresentar alternativas credíveis às políticas governamentais. A verdade é que o PSD não tem, na conjuntura actual, espaço político, nada pode oferecer que o PS e o seu Governo não estejam já a fazer. O PS exerce o poder com as políticas - nas finanças públicas, no desprezo pelo crescimento económico e pelo emprego, nas privatizações e na destruição ou encerramento de serviços públicos, nos ataques ao poder de compra e aos direitos de quem trabalha, incluindo dos reformados - que são as do PSD, que este sempre defendeu mas que nunca conseguiu concretizar. Por isso o PSD está sem argumentos e sem norte, confrontado com a impossibilidade de apresentar opções diferentes daquelas que correspondem às suas próprias orientações políticas, concretizadas pela mão do governo do PS!...

Entretanto, as eleições em Lisboa deram uma vitória demasiado mitigada ao PS. Com a divisão do PSD e a candidatura de Carmona, António Costa não tinha outra solução que não fosse ganhar a corrida eleitoral. Não havia qualquer outra hipótese sensata. Foi perante este óbvio, e a pensar já na maioria absoluta, que os caciques do PS até organizaram uma daquelas bafientas manifestações espontâneas carregadas de idosos vindos dos quatro cantos do País com paragem lá para os lados de Fátima.

Só que os eleitores de Lisboa não se deixaram inebriar com o canto da sereia e não permitiram que se repetisse a maioria absoluta com que o PS governa o País. No meio da desgraça mais ou menos generalizada e de uma abstenção preocupante, esta recusa é o sinal mais positivo e com maior projecção no futuro político do País. Por mais que Sócrates não queira ou por mais que se esforcem a máquina do PS e certos analistas...

 

Ler Honório Novo IN http://jn.sapo.pt/2007/07/23/opiniao/crises_e_vitorias_pirro.html

publicado por Sobreda às 00:08
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