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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Liberdade mitigada

“Agora e sempre contra o medo, pela liberdade”. Assim termina o artigo de um dos dirigentes do PS publicado na íntegra no Público de ontem. O histórico dirigente fala de um “clima propício” ao cerceamento das liberdades e reclama que “o PS não pode auto-amordaçar-se”, contrapondo que agora há o “medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado”.

Quem está por dentro da sua própria realidade partidária, deve saber muito bem do que fala.

E descreve casos “inquietantes” que relevam de “um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE”, às quais compara as políticas seguidas pelo Governo: a “progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde”, os ataques ao regime do vínculo da Administração Pública e ao Estatuto dos Jornalistas, o “precedente grave” do cruzamento de dados na função pública, a “tendência privatizadora” de “sectores estratégicos”, como a electricidade, a água e o ensino superior.

Recusa o ‘álibi’ nacional da ‘necessidade de reduzir o défice’ e também ‘o álibi da presidência da UE’. “O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias”, diz, lamentando a “tradição governamentalista”, que leva um partido, quando está no Governo, a transformar o ‘seguidismo’ ‘em virtude’ 1.

Muito pior que uma liberdade partidária amordaçada são as condições sociais e económicas, e em particular o custo de vida e o desemprego, que os portugueses são forçados a atravessar. Daí ao absentismo eleitoral é meio passo. As restantes denúncias e a consciência pela defesa de condições dignas com qualidade de vida seguem dentro de momentos.

 

1. Ler também os comentários ao artigo de Sofia Branco no Público de 2007-07-25, http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1300399&idCanal=10&showComment=1#commentarios

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publicado por Sobreda às 00:26
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